Nos bastidores, comenta-se que Carletto teria sido o nome escolhido pelo ministro Rui Costa (PT) para compor a chapa majoritária ao lado de Jerônimo

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Nesta quarta-feira (4.março), o governador do estado e pré-candidato à reeleição, Jerônimo Rodrigues (PT), posou ao lado do ex-deputado e líder do Avante na Bahia, Ronaldo Carletto. O deputado federal Neto Carletto (Avante) também se reuniu com a dupla.

Nos bastidores, comenta-se que Carletto teria sido o nome escolhido pelo ministro Rui Costa (PT) para compor a chapa majoritária ao lado de Jerônimo. Ninguém confirma oficialmente que há uma articulação, mas o encontro entre os políticos tem cheiro de eleições de outubro.

No início desta semana, o atual vice-governador Geraldo Júnior (MDB) se envolveu em uma polêmica ao compartilhar uma mensagem no WhatsApp pedindo para que uma matéria negativa sobre Rui viralizasse. Assim que percebeu ou foi avisado do ato falho, Geraldinho tratou de apagar a mensagem, mas já era tarde demais.

Desde então, o emedebista não se pronunciou sobre o assunto, mas tudo indica que o clima entre ele e Rui não estava dos melhores. A situação, claro, abriu espaço para que outras opções para o nome de vice fossem cogitadas ainda com mais veemência. Ronaldo Carletto é um dos primeiros da lista.

Professor Lairton, Luciano de Palmira e Aires do Sindicato seguem unidos em prol da proposta do ex-candidato Valério Aguiar

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Na sessão realizada nessa terça-feira (3.março) na Câmara de Vereadores de Itaju do Colônia, os vereadores de oposição reafirmaram que permanecem marchando ao lado do ex-candidato a prefeito, Valério Aguiar (MDB), e contra a gestão de Elder Fontes (PSD). Professor Lairton, Luciano de Palmira e Aires do Sindicato, inclusive, anunciaram apoio aos nomes do grupo de oposição.

Para a disputa à Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), o trio garantiu que vai marchar ao lado da pré-candidata Andréa Castro e, para a Câmara Federal, o apoio será direcionado a Manuel Rocha.

No último fim de semana, Elder Fontes chegou a declarar que haveria um vereador de malas prontas para desembarcar no governo municipal, mas não chegou a ”dar nomes aos bois”, o que deixou o município em polvorosa. A manifestação pública feita ontem reforça a unidade da oposição e sinaliza que, apesar das movimentações nos bastidores por parte do governo, o grupo segue mantendo o projeto político para os próximos anos.

 

O chefe do Executivo estadual disse que os nomes deverão ser anunciados em março até porque ainda existe um prazo legal para que isso aconteça

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Contrariando o que tem sido dito por aliados e até pelo senador Jaques Wagner (PT) em declarações recentes, o governador do estado, Jerônimo Rodrigues (PT), disse que a chapa que disputará a eleição de outubro ainda não está definida. A declaração foi dada durante entrevista ao portal A Tarde FM na manhã desta quinta-feira (26.fevereiro).

O chefe do Executivo estadual disse que os nomes deverão ser anunciados em março até porque ainda existe um prazo legal para que isso aconteça. O petista garantiu que não haverá desequilíbrio entre os aliados e que o objetivo principal e tomar decisões que sejam melhores para todo o grupo envolvido.

A situação mais delicada é a do vice-governador Geraldo Jr. (MDB). Embora Wagner tenha se adiantado ao afirmar que ele será mantido na chapa, a declaração de Jerônimo coloca em xeque esse possível conforto do aliado. Será que o petista vai rifar o companheiro e escolher alguém mais competitivo para caminhar a seu lado?

O vereador Elton Três Irmãos deixou claro que não pedirá votos para o governador caso o petista não entregue obras no município

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O vereador de Banzaê, Elton Três Irmãos (PSD), deixou claro que não pedirá votos para o governador Jerônimo Rodrigues (PT) caso o petista não entregue obras no município. O edil é filiado ao PSD e, portanto, aliado político do petista, mas não se fez de rogado quando disse que é preciso obter vantagens do governo estadual às vésperas das eleições de outubro.

”Eu mesmo não vou na casa de ninguém pedir voto para o governador se ele não mandar as obras para o nosso município. Para o nosso município, ele não está mandando nada. (…) Eu mesmo não vou pedir voto para ninguém!”, disse Elton no plenário da Casa Legislativa.

Agora, Andréa assume o protagonismo de lutar para ocupar uma cadeira na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) e permanecer defendendo as pautas que lhe deram visibilidade

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A advogada e primeira-dama de Itabuna, Andréa Castro, é pré-candidata a deputada estadual com o aval do senador e líder do PSD na Bahia, Otto Alencar. As negociações, agora, giram em torno da filiação de Andréa ao partido para disputar o pleito de outubro.

Assim que o prefeito Augusto Castro (PSD) sentou na cadeira, a primeira-dama tomou a frente das causas sociais e ocupou o cargo de secretária de Promoção Social e Combate à Pobreza. Mesmo tendo deixado a função posteriormente, permaneceu ao lado do gestor trabalhando em prol da comunidade e das mulheres.

Agora, Andréa assume o protagonismo de lutar para ocupar uma cadeira na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) e permanecer defendendo as pautas que lhe deram visibilidade.

 

A crise que ronda o Palácio de Ondina não é apenas de popularidade; é de autoridade, de coordenação e, sobretudo, de capacidade de gestão

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| Por Matheus Vital

Os fatos falam mais alto que o discurso e o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), parece viver esse momento. A crise que ronda o Palácio de Ondina não é apenas de popularidade; é de autoridade, de coordenação e, sobretudo, de capacidade de gestão.

Desde que o PT chegou ao poder na Bahia com Jaques Wagner, em 2006, o roteiro foi de vitórias consolidadas no 1º turno. Wagner repetiu o feito em 2010. Depois veio Rui Costa, que também venceu em 2014 e 2018 sem precisar de 2º turno.

Jerônimo, no entanto, rompeu essa sequência. Venceu ACM Neto (UB) apenas no 2º turno e por uma margem de 473 mil votos — a menor diferença desde o início do ciclo do PT, o que gerou um sinal de advertência.

SEM TRAÇÃO

O problema central é administrativo. Educação, segurança pública, saúde, infraestrutura e crise hídrica compõem um cardápio de dificuldades que desafiam qualquer gestor. Além disso, a ausência de uma agenda estruturante que simbolize eficiência impede que a gestão decole.

A principal vitrine de Jerônimo tem sido viajar: 370 municípios visitados, dos 417 existentes. Visitar é governar?

O contraste entre discurso e execução ganha peso quando se observam números do TCU: 926 das 1.770 obras com recursos federais já recebidos estão paralisadas na Bahia. Obra parada é promessa interrompida que corrói a confiança.

ALERTA DE DENTRO

O constrangimento veio de Lula (PT) ao afirmar que Jerônimo precisa ter “timing” para prometer e cumprir. O alerta é claro: Prometeu? Cumpra e entregue!

Mais contundente foi Wagner ao classificar a gestão como “mediana”. Em política, adjetivo é transparência. Lula teria avaliado substituir o nome de Jerônimo na chapa, visando preservar sua própria votação no estado. Wagner atuou para mantê-lo; assim, o episódio expõe fragilidade.

FÔLEGO OU FADIGA?

A Bahia é peça-chave para Lula. Historicamente, o estado garante margem robusta ao petismo. A questão agora é: Jerônimo terá tempo para reorganizar a base, acelerar entregas e construir uma virada? Sabe-se que o relógio político corre mais rápido que o administrativo.

Jerônimo terá fôlego e pulso? Caso contrário, poderá ser o mentor do fim dos 20 anos do PT em 2026.

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Segundo a gestora, essa foi a primeira vez que ela deixou clara a possibilidade de abrir mão do comando da prefeitura de Vitória da Conquista

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A prefeita de Vitória da Conquista, Sheila Lemos (UB), afirmou, em entrevista ao jornalista Vitor Pinto, que se colocou à disposição para compor a chapa de ACM Neto (UB) na condição de candidata a vice-governadora. Segundo a gestora, essa foi a primeira vez que ela deixou clara a possibilidade de abrir mão do comando da prefeitura para integrar o projeto oposicionista nas eleições de outubro.

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Em outro trecho do vídeo, Ferreira chegou a dizer que é preciso ter cuidado com essas pessoas que só lembram das minorias quando há interesse às vésperas das eleições

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O deputado federal Nikolas Ferreira (PL) foi até as redes sociais para criticar o desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, que homenageou o presidente Lula (PT) e, segundo o parlamentar, feriu os valores propostos pelo cristianismo. Nikolas fez questão de alertar os cristãos ao dizer que os líderes da esquerda brasileira “só lembram das igrejas em ano eleitoral”.

Ainda de acordo com o deputado, ao mesmo tempo em que esses políticos incitam o desrespeito aos valores do cristianismo ao exaltar o Carnaval, frequentam as igrejas com o objetivo de pedir votos. Em outro trecho do vídeo, Ferreira chegou a dizer que é preciso ter cuidado com essas pessoas que só lembram das minorias quando há interesse às vésperas das eleições.

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“Ele escolheu outro caminho! Paciência! É página virada!'', disse Adolpho em entrevista ao radialista Zé Eduardo

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Em entrevista ao radialista Zé Eduardo durante o carnaval de Salvador, o secretário estadual de Relações Institucionais, Adolpho Loyola, foi questionado se sentia saudades do senador Angelo Coronel, que deixou a base governista para marchar ao lado de ACM Neto (UB). Loyola foi enfático ao dizer que Coronel é “página virada”: “Ele escolheu outro caminho! Paciência! É página virada! Agora, é conosco, é com nossa turma, com Rui, Wagner, Jerônimo e todos os partidos da base”.

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Cocá virou peça cobiçada de 2026. O nome do gestor, inclusive, circula como possível vice tanto na chapa governista quanto no grupo oposicionista liderado por ACM Neto

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O governador Jerônimo Rodrigues (PT) deixou escapar um recado com endereço certo ao afirmar que vem atendendo demandas do prefeito de Jequié, Zé Cocá (PP), e que espera vê-lo em seu palanque. Na política, raramente gestos públicos são gratuitos. Quando um governador fala em “atender pedidos”, normalmente, está emitindo uma fatura.

Cocá virou peça cobiçada de 2026. O nome do gestor, inclusive, circula como possível vice tanto na chapa governista quanto no grupo oposicionista liderado por ACM Neto (UB).

Em tradução livre do dialeto político, quem recebe agora, pode ser chamado a pagar depois. Resta saber se Cocá já escolheu a quem entregar a caneta quando a conta vencer!

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