Emasa e Prefeitura de Itabuna discutem o workshop que irá apresentar projetos de despoluição do Rio Cachoeira

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A despoluição do Rio Cachoeira voltou a ser pauta de uma reunião entre o presidente, diretores e gerentes da Emasa, com a secretária de Planejamento da Prefeitura de Itabuna, Sônia Fontes e o diretor de Projetos da Secretaria de Planejamento, Rosivaldo Pinheiro.

No encontro, foi definido os detalhes de um workshop, que ocorrerá no próximo dia 1º, quando serão apresentadas as propostas desenvolvidas relacionadas ao Rio Cachoeira pelas empresas Portal Santo Agostinho e a dinamarquesa Ramboll.

Desde o mês de maio a Emasa vem discutindo projetos e dados sobre o Rio Cachoeira para a Ramboll, que atua na captação de recursos e executa serviços na área ambiental e de saneamento. Com a posse dessas informações, a empresa dinamarquesa aperfeiçoou projetos e que vai apresentar no dia 1º/9.

Segundo o presidente da Emasa, Raymundo Mendes Filho, o prefeito Augusto Castro (PSD) tem na recuperação do Rio Cachoeira uma das prioridades de sua gestão.

As técnicas da Ramboll, Alejandra Devecchi e Kathlin Procópio, que estarão à frente do evento, junto com os representantes da Emasa e da Prefeitura de Itabuna, vão buscar o envolvimento de outros atores como a Associação dos Municípios da Região Cacaueira (Amurc), órgãos do Governo do Estado, a exemplo da Embasa e Inema, além das universidades Estadual de Santa Cruz (Uesc) e Federal do Sul da Bahia (UFSB) e os municípios que fazem parte do Comitê de Bacias do Leste.

A Ramboll é uma empresa global de consultoria em serviços ambientais e supervisiona e executa programas nessa área, a exemplo de Cingapura, na Ásia. No Brasil, desenvolve o Programa de Reparação Integral da Bacia do Rio Doce.

Seagrima quer ampliar cooperação com a Uesc // Fotos de Fernanda Oliveira

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A parceria da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente da Prefeitura de Itabuna com a Uesc (Universidade Estadual de Santa Cruz), será ampliada para a prestação de serviços de assistência técnica e extensão rural a agricultura familiar e à pequena produção. Atualmente, a instituição de ensino superior é responsável por ministrar aos técnicos municipais curso de criação e manejo de peixes.

O curso será ministrado na Fazenda Almada, em Castelo Novo, município de Ilhéus, onde a Uesc desenvolve pesquisas nas áreas de piscicultura e criação de pequenos animais. O programa da Seagrima objetiva a diversificação da produção para incentivar a agropecuária no município, elevar as fontes de proteína e a renda familiar de acordo com a proposta da gestão do prefeito Augusto Castro (PSD).

Pelo projeto, a Universidade vai disponibilizar o espaço físico e também envolverá estudantes da empresa Júnior além de professores, para a realização de diagnósticos sobre as potencialidades produtivas locais e posteriormente assistência técnica aos pequenos produtores das associações cadastradas pela Prefeitura de Itabuna.

Os temas foram objetos de um encontro do secretário municipal de Agricultura e Meio Ambiente, Moacir Smith Lima, ontem 5ª feira (15.julho), com o reitor da Uesc, professor Alessandro Santana, o vice-reitor, Maurício Moureau, o chefe de Gabinete, Luís Gustavo Fraga e a assessora da Reitoria, professora Acácia Pinho. Além disso, se fechou a agenda de monitoria dos cursos para os técnicos na primeira semana de agosto na Estação Experimental da Fazenda Almada.

Os técnicos Pedro Jeronimo e Cleumo Guimarães estiveram presentes no encontro na Reitoria da Uesc, para definir os detalhes do curso de manejo em piscicultura. Segundo eles, a expectativa é grande pois o objetivo é ajudar os produtores rurais a ter outra fonte de renda nas suas áreas onde atualmente cultivam hortigranjeiros que são comercializados na Feira do Produtor, às sextas-feiras no Pontalzinho, e nas feiras livres da cidade.

Prefeito de Itabuna, Augusto Castro e a secretária de Promoção Social e Combate à Pobreza, Andrea Castro

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O prefeito Augusto Castro destacou os avanços que representam para Itabuna a correta destinação dos resíduos sólidos em aterro sanitário certificado pelos órgãos ambientais no quilômetro 21, da Rodovia Jorge Amado, Ilhéus – Itabuna. “Para a cidade é um salto de qualidade porque dessa forma estamos cuidando da saúde das pessoas e do meio ambiente”, afirmou.

Augusto lembrou que a maioria dos municípios regionais enfrenta muitas dificuldades para cumprir a Lei do Marco do Saneamento Básico, que estabelece prazo para o fim dos lixões no país. “Mas, certamente, com a criação de consórcios vamos conseguir dar um grande passo, principalmente contando com o apoio do Governo do Estado que se mobiliza neste sentido”, expressou.

O prefeito afirmou que por meio de ação integrada as pessoas que trabalham no lixão, em processo de desativação, serão redirecionadas para associação ou cooperativa de reciclagem. “Com o apoio da Defensoria Pública da Bahia, as secretarias de Promoção Social e Combate à Pobreza, de Infraestrutura e Urbanismo e de Planejamento vão atuar conjuntamente na melhoria da qualidade de vida das famílias”, disse.

O diretor comercial da Marca Ambiental/CVR Costa do Cacau, Rodrigo Zaché, atendeu ao pedido de Augusto Castro e elevou de quatro para seis meses o prazo para conceder a 100 famílias um auxílio financeiro no valor R$ 700,00. “Parabenizo o prefeito de Itabuna por sua sensibilidade em atender às famílias, zelar pela saúde das pessoas e conservar o meio ambiente” ressaltou.

“O fim do lixão, além atendimento à legislação ambiental e de não degradação do solo, lençol freático e emissão de gases de efeito estufa na atmosfera, tem importância por ser grande disseminador de doenças, pragas, vetores e outros patogênicos que propagam doenças. Segundo a Organização Mundial de Saúde, para cada R$ 1 investido em saneamento se economiza outros R$ 4 em saúde pública”, afirmou Zaché.

Quanto à questão social, o dirigente da empresa enfatiza que os catadores merecem atenção especial. “Temos que ter olhar voltado para a população que vive no lixão e dele tira seu sustento não por opção, mas por necessidade. Em parceria com o município vamos conseguir reinseri-los no mercado de trabalho, com capacitações, coleta seletiva e um local apropriado para que façam a segregação dos materiais e de valorização dos recicláveis”, realçou.

Zaché também destacou o desenvolvimento regional, já que grandes empresas e indústrias para se instalar levam em conta se há na região descarte eficiente dos resíduos sólidos com atendimento à legislação ambiental. “Isso é fator decisivo para atração e criação de polos industriais”, afiançou.

Por meio de parceria com a Secretaria de Promoção Social e Combate à Pobreza, as famílias do lixão também vão receber aluguel social e cestas básicas, segundo informou a secretária de Promoção Social e Combate à Pobreza, Andrea Castro.

Para o presidente da Associação dos Municípios do Sul, Extremo-sul e Sudoeste (AMURC) e prefeito de Itajuípe, Marcone Amaral, Itabuna dá grande exemplo. “Preciso destacar o avanço com a assinatura pelo prefeito Augusto Castro dessa Ordem de Serviço que vai eliminar um problema que a região tem há anos”, disse.

Segundo ele, a AMURC está trabalhando com os pequenos municípios, que têm mais dificuldades para contratualização. “Mas vamos buscar uma solução, já que com uma estrutura da CVR, pode ficar bem mais fácil para os prefeitos descartar os resíduos em aterro sanitário certificado”, concluiu.  

O projeto é inédito em Itarantim, mas vem ganhando força e novos parceiros

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A Prefeitura de Itarantim visando o reaproveitamento dos resíduos sólidos recicláveis produzidos no município, começou a apoiar a iniciativa de catadores locais com objetivo de coletar os materiais recicláveis descartados no aterro local.

A ação consiste na coleta de matérias recicláveis: plástico, papel, papelão, garrafas pet, latinhas de alumínio e demais materiais que levariam anos para se decomporem na natureza e que podem ser reaproveitados.

Numa parceria com a Cooperativa de Catadores Itairó, município próximo de Itapetinga, os catadores locais coletaram cerca de duas toneladas de materiais recicláveis nas últimas duas semanas. Os materiais coletados serão reinseridos na cadeia produtiva da reciclagem, gerando matéria prima preciosa para as indústrias recicladoras.

Além do benefício ambiental e comercial, esta ação proporcionou neste curto espaço de tempo, a geração de uma renda média de R$ 400,00 para cada uma das três famílias de catadores envolvidas na ação nesse quinze dias.

Apesar de ter iniciado a pouco tempo, os resultados já são evidenciados de forma muito clara: benefícios ao meio ambiente, à sociedade de Itarantim e principalmente aos catadores e suas famílias.

Inicialmente estão sendo coletados os materiais que já foram descartados no aterro, contudo, é possível que o projeto possa avançar para um programa de coleta seletiva porta a porta envolvendo toda comunidade itarantiense, dando a destinação final ambientalmente adequada aos resíduos e abrindo um grande espaço para geração de trabalho e renda para várias famílias em situação de vulnerabilidade social.

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A CVR Costa do Cacau tem participação do grupo capixaba Marca Ambiental, empresa pioneira e a maior do Espírito Santo, atuando desde 1995 em soluções completas para resíduos, com forte impacto para a preservação ambiental e o desenvolvimento sustentável

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A coordenadora do Núcleo Regional Sul do Instituto de Meio Ambiente e Recursos Hidrícos/Inema, órgão da Secretaria Estadual de Meio Ambiente da Bahia, Cibele Pinto, acompanhada do coordenador técnico José Eduardo Simões e de técnicos da instituição, visitou as instalações do CVR Costa do Cacau localizado na Rodovia Jorge Amado (Ilhéus/Itabuna).

A empresa é única no Sul da Bahia credenciada para a coleta de resíduos sólidos, com todas as licenças ambientais concedidas pelo Ibama e Inema e já está em funcionamento, numa área de 75 hectares.

Os coordenadores do Inema conheceram toda a estrutura do empreendimento, os sistemas de recepção e áreas de armazenamento de resíduos, os cuidados com a conservação ambiental e os projetos de expansão da empresa, que incluem reciclagem para o beneficiamento de material com a instalação de Ecoindústrias, e produção de energia a partir do gás metano.

A coordenadora do Inema NR Sul, Cibele Pinto, destacou que “esse é um projeto muito importante para a região, permitindo que os municípios reduzam o impacto ambiental causado pelos lixões”. “A estrutura é adequada para receber os resíduos e as prefeituras terão condições de dar uma destinação correta ao lixo coletado”, afirma.

De acordo com José Eduardo Simões, “a CVR Costa do Cacau vai propiciar a solução imediata da questão do lixo a céu a aberto, que será enviado para um local adequado e licenciado.” “Os benefícios são imediatos e com projetos com coleta seletiva e educação ambiental nos municípios esse impacto positivo será ampliado”.

EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Mauricio Sena, gerente comercial da CVR, ressalta que “o processo de preservação ambiental passa pela destinação correta dos resíduos e essa é uma opção que a região não tinha e estamos disponibilizando”. “A Política Nacional de Resíduos e o Marco de Saneamento determinam a destinação de resíduos em locais adequados e a CVR está apta a realizar esse serviço”, diz.

Entre os projetos na área do empreendimento está a implantação de um Centro de Educação Ambiental, para a promoção de palestras e apresentações com uma ampla abordagem da educação socioambiental. O local estará aberto a visitas de escolas, faculdades, empresas e outras instituições. Está prevista também uma área de exposição de produtos e peças confeccionados através da reciclagem e valorização dos resíduos.

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Para quem descumprir o período defeso pode levar uma multa de R$ 700,00

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🦀 Hoje começa o período de defeso do #caranguejo-uça, quando está proibida a captura em todo o estado da Bahia, por conta do período de andada do uçá. Esta medida é regulamentada pela portaria SAP/MAPA nº525, de 30 de dezembro de 2020.

✅ O primeiro período vai de 14 a 19 de janeiro, o segundo de 29 de janeiro a 03 de fevereiro, o terceiro período de defeso vai de 28 de fevereiro a 05 de março, e o quarto de 29 de março a 03 de abril. Denúncias podem ser feitas pelo 190 ou (73) 9 9807-1353.

❌ Para quem descumprir o período defeso pode levar multa, determinada no decreto federal, que é de R$ 700,00 (setecentos reais) com acréscimo de R$ 20,00 (vinte reais) por quilo ou fração do produto da pescaria.

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