Pesquisa Quaest mantém ACM Neto em primeiro e Jerônimo Rodrigues na segunda posição

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A nova rodada da pesquisa Quaest, divulgada nesta quarta-feira (29.abril.2026), mostra uma corrida mais apertada entre governo e oposição. O ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (UB), aparece na dianteira com 41% das intenções de voto, enquanto o governador Jerônimo Rodrigues (PT) surge logo atrás, com 37%, consolidando o cenário de polarização antecipada no estado.

“Mais uma eleição polarizada, que tem alta probabilidade de ser definida no 1º turno”, afirmou ao G1 o diretor da Quaest, Felipe Nunes.

O dado mais sensível, porém, não está apenas na liderança de Neto: nas últimas décadas, mandatários baianos que buscavam a reeleição costumavam aparecer à frente nas sondagens. Desta vez, Jerônimo não vem seguindo essa tradição e vê o adversário sustentar vantagem, mesmo com a máquina estadual azeitada e em funcionamento.

Ao mesmo tempo, a diferença entre os dois principais nomes encolheu e atingiu o menor patamar registrado neste ano. Considerando a margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos, os dois estão tecnicamente empatados. O movimento sugere que, embora ainda atrás, o governador começa a reduzir o terreno perdido e mantém o embate em aberto. Fora da disputa principal, Ronaldo Mansur (PSOL) registra 1%, enquanto José Estêvão (DC) não pontua.

Também chamam atenção os índices de indefinição do eleitorado. Segundo o levantamento, 11% dos entrevistados se declararam indecisos, enquanto 10% disseram votar em branco ou nulo. A pesquisa ouviu 1.200 eleitores entre os dias 23 e 27 de abril de 2026, tem margem de erro de três pontos percentuais e nível de confiança de 95%.

Vereador do PT se alia a ACM Neto e critica governo Jerônimo Rodrigues

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O pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto, recebeu nesta segunda-feira (27) o apoio do vereador Alex Tanuri, principal nome do PT na cidade, durante encontro realizado no escritório do União Brasil, em Salvador. Tanuri está no quinto mandato e foi duas vezes presidente da Câmara de Vereadores.

Neto também criticou a atual gestão de Jerônimo Rodrigues (PT) e defendeu a necessidade de mudança. “As pessoas cansaram de muita promessa, de muita propaganda e de pouca entrega. Aqueles que nos governam há 20 anos tiveram muito tempo, e isso se esgotou. Chegou a hora de começarmos a mudar a Bahia de verdade”, disse o líder da oposição.

Mesmo sendo vereador do PT, Alex Tanuri confirmou o alinhamento com o ex-prefeito e fez críticas ao governo. “Neto, com certeza a gente vai marchar junto. A minha cidade, Juazeiro, está cansada de tanta promessa desse governo que promete e não cumpre. Vamos mudar a vida de Juazeiro e da Bahia junto com Neto, porque acredito em você”, pontuou Tanuri.

Lorena Leite deixa base governista de Jerônimo Rodrigues e se aproxima da oposição de ACM Neto

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Por trás dos movimentos discretos da política do baixo sul baiano, uma mudança de rota começa a provocar ondas que ultrapassam os limites de Igrapiúna e Taperoá. A enfermeira e ex-candidata à prefeitura, Lorena Leite, rompeu com o grupo do governador Jerônimo Rodrigues (PT) e declarou apoio ao líder da oposição, ACM Neto, aderindo à sua pré-candidatura ao governo da Bahia. A decisão vem acompanhada de outro gesto: Lorena também deve deixar o PSD, legenda comandada pelo senador Otto Alencar, tradicional aliado do governo estadual.

O impacto mais imediato, no entanto, se dá em Taperoá, onde Lorena ocupa a Secretaria Municipal de Saúde. A prefeita Kitty Guimarães (Avante) mantém alinhamento com o governo estadual, criando uma situação politicamente delicada: uma auxiliar direta da gestão municipal agora apoia um dos principais adversários do Palácio de Ondina. Até o momento, Lorena segue no cargo, o que intensifica as especulações sobre um possível desembarque.

A força eleitoral de Lorena ajuda a explicar o peso da decisão. Na disputa municipal de 2024, ela perdeu a prefeitura de Igrapiúna por apenas 30 votos para o atual prefeito, Manoel Ribeiro (Avante), que conquistou a reeleição em um dos pleitos mais apertados da região. O desempenho consolidou seu nome como uma liderança competitiva e, agora, potencialmente, como peça-chave em futuras articulações da oposição.

ACM Neto vai a procissão e articula encontro com aliados em Ilhéus

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O pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (UB), escolheu o sul do estado para estar presente nesta quinta-feira (23.abril.2026). O líder da oposição vai participar da tradicional Procissão de São Jorge, em Ilhéus, evento religioso que reúne milhares de fiéis e funciona, também, como vitrine política.

A recepção ficará a cargo do prefeito Valderico Júnior, que tem atuado como articulador, coordenador na região e anfitrião de um encontro com lideranças políticas marcado para a noite, no Opaba, a partir das 19h. A agenda vai reforçar vínculos regionais e sinalizar musculatura política na terra de Jorge Amado.

Valderico sintetizou o tom da mobilização: “Acreditamos na transformação e no futuro da Bahia”. Vale destacar que ACM Neto saiu vitorioso nas eleições de 2022 em Ilhéus, ganhando no segundo turno com mais de 54% dos votos. Jerônimo Rodrigues, mesmo tendo o prefeito à época como aliado, perdeu com uma diferença de mais de 8 mil votos.

Deputado Hassan rompe com base de Jerônimo Rodrigues e migra para oposição de ACM Neto, na Bahia

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O deputado estadual Hassan Lossef (PP) decidiu atravessar a linha que separa a base governista para a oposição na Bahia ao seguir os passos do ex-prefeito de Jequié, Zé Cocá (PP), que deixou a prefeitura para se tornar vice na chapa de ACM Neto ao governo do estado. O reposicionamento de Hassan ampliou a tensão entre aliados que, até então, orbitavam o entorno petista.

O rompimento da prefeita de Jaguaquara, Edione Agostinone (PT), segundo o deputado Hassan, em entrevista a Marcos Frahm, teria ocorrido após a gestora ser “pressionada” pelo ex-governador Rui Costa (PT) a não declarar apoio ao parlamentar nas eleições de 2026.

O peso político de Hassan em Jaguaquara ajuda a dimensionar o impacto do rompimento: com 8.698 votos, foi o deputado estadual mais bem votado no município, consolidando uma base eleitoral robusta. Agora, ao migrar para um campo adversário, ele não apenas desafia antigos aliados, como também se apresenta como peça estratégica rumo a 2026.

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Zé Ronaldo condiciona apoio e impõe regra de transparência em palanque

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Em política, alianças costumam vir acompanhadas de condicionantes, silenciosas ou não. O prefeito de Feira de Santana, Zé Ronaldo (UB), decidiu adotar uma linha de estilo autêntico e sem meias palavras: a da transparência a qualquer custo. Ao discursar no lançamento da pré-candidatura de Ewerton Carneiro, o Tom, Zé Ronaldo não apenas declarou apoio, mas estabeleceu uma regra pública para sua própria atuação: só sobe em palanque onde possa dizer, sem filtros, quem são seus aliados. “Eu não sei entrar em uma luta com os olhos vendados e olhos abertos, pois ficará tudo aberto”.

Ao citar nomes como ACM Neto, Zé Cocá, João Roma e Angelo Coronel, o prefeito Ronaldo sinaliza algo mais profundo do que uma simples lista de preferências. A exigência de poder nomear seus aliados em qualquer cenário funciona como antídoto contra pressões e, ao mesmo tempo, como demonstração de força. “Eu só vou a qualquer evento nesta cidade ou em qualquer local se eu puder falar de todos eles”, declarou Zé Ronaldo.

O ato, que reuniu mais de 1.500 pessoas e contou com a presença de João Roma e Roberta Roma (PL e pré-candidata a deputada federal), revela que Feira de Santana segue como peça-chave no xadrez estadual. Ao transformar o evento em um palco de afirmação política, Zé Ronaldo amplia seu raio de influência no campo da oposição na Bahia.

Tom segue sem sigla definida, pois é militar e ainda está dentro do prazo para se filiar. O evento foi organizado pelo ex-vereador Pauão do Caldeirão, de Feira.

Articulação de Bruno Reis e ACM Neto reposiciona aliados em Brasília: Marcelo Nilo e Jorge Araújo

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A política baiana ganhou novos traços nesta quarta-feira (8.abril,2026), com a posse dos baianos Marcelo Nilo (Republicanos) e Jorge Araújo (PP) como deputados federais, em Brasília. A movimentação, longe de ser protocolar, carrega a digital de uma articulação robusta liderada pelo prefeito de Salvador, Bruno Reis, e pelo líder da oposição, ACM Neto, de olho no fortalecimento do grupo para as eleições de outubro.

A operação também serviu para reposicionar Marcelo Nilo no contexto. Com pretensões de disputar o Senado, até mesmo de forma avulsa, Nilo foi trazido para o centro do panorama político, agora com mandato em mãos e papel mais definido dentro do grupo. É um recuo tático que evita dispersão e concentra forças em um projeto maior, sob a batuta de Neto.

Para viabilizar o movimento, duas cadeiras foram esvaziadas. Alex Santana (Republicanos) e João Leão (PP) deixaram a Câmara Federal e migraram para a gestão municipal de Salvador, onde assumiram secretarias na administração de Bruno Reis. A dança das cadeiras evidencia um redesenho apurado, em que Brasília e Salvador passam a operar de forma integrada no projeto político.

No plano estadual, os papéis já começam a ser distribuídos. Nilo deve atuar como um dos coordenadores da campanha de ACM Neto, enquanto Jorge Araújo entra em campo com um foco claro: consolidar seu nome e buscar a reeleição como deputado federal. A engrenagem está montada, resta saber se o arranjo está afinado e vai rodar com resultados nas urnas.

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Marcinho Guimarães é o nome mais cotado para assumir o Podemos na Bahia com o aval de ACM Neto

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O líder da oposição, ACM Neto, confirmou que o partido Podemos deixou a base do governador Jerônimo Rodrigues (PT) para integrar seu campo político, expondo fissuras na articulação governista. Segundo Neto, a saída foi motivada pelo não cumprimento de compromissos eleitorais, especialmente a promessa de estruturação da sigla para viabilizar a eleição de um deputado, o que, de acordo com ele, acabou não se concretizando, e o Podemos foi “largado de mão”.

No rearranjo, ganha força o nome do ex-deputado Marcinho Guimarães Filho como provável novo comandante do Podemos na Bahia. Recém-filiado à sigla após deixar o DC, ele surge como peça-chave na reorganização partidária, com indicação de Bruno Reis, além de ACM Neto.

Siglas como PRD e Solidariedade também podem deixar a base petista para aderir à base de ACM Neto. O prefeito Bruno Reis afirmou: “Um governador que não é bom em gestão, que não é bom em política é bom em quê?”. Segundo Reis, a base petista pode perder as siglas por incapacidade de Jerônimo.

Novo formaliza apoio e amplia arco político de ACM Neto na Bahia

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A arena política no solo baiano ganha um novo capítulo nesta terça-feira (7), com o anúncio de que o presidente estadual do Novo, José Carlos Aleluia, vai formalizar apoio à pré-candidatura de ACM Neto (União Brasil) ao governo do Estado. O gesto será oficializado durante encontro com a imprensa no Hotel Mercure Salvador Rio Vermelho, em Salvador, em uma união de forças oposicionistas de olho nas eleições de 2026.

A decisão, segundo Aleluia, busca consolidar um bloco competitivo capaz de enfrentar o grupo liderado pelo governador Jerônimo Rodrigues (PT) já no primeiro turno. A leitura é de que a fragmentação poderia enfraquecer a oposição, cenário que agora dá lugar a uma estratégia de convergência. ACM Neto, por sua vez, tratou o movimento como sinal de crescimento político, ao afirmar que a aliança demonstra um desejo de mudança “de verdade” no estado.

Wagner tentou, mas Zé Ronaldo recusa aproximação com base petista e mantém apoio a ACM Neto

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Em declaração que escancara as articulações políticas na Bahia, o senador Jaques Wagner (PT) afirmou, em entrevista ao radialista José Eduardo, que tentou atrair o prefeito de Feira de Santana, Zé Ronaldo (UB), para a base governista, mas ouviu como resposta a manutenção da aliança com ACM Neto (UB), pré-candidato ao governo do estado — gesto que reafirma a solidez do campo oposicionista em um dos principais colégios eleitorais da Bahia.

Wagner também tratou de esfriar especulações sobre o prefeito de Jequié, Zé Cocá (vice na chapa de ACM Neto), ao afirmar que qualquer aproximação foi “tirada de tempo”, evidenciando que, entre convites e recusas, o jogo político segue em curso.

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