Câmara de Acajutiba vira palco de briga entre vereadores e caso vai parar na delegacia

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Na região nordeste da Bahia, a sessão na noite desta quarta-feira (29.abril.2026) da Câmara de Acajutiba descambou para um roteiro de confronto aberto entre os vereadores Joilson Alves (PRD) e Léo Carvalho (PSD), transformando o plenário em palco de um embate que ultrapassou os limites da política e terminou na delegacia. O bate-boca, que começou sob o argumento do cumprimento do regimento interno, evoluiu para agressões mútuas, boletins de ocorrência e mais um capítulo de desgaste para o Legislativo municipal.

O estopim foi a cobrança de Léo Carvalho para que Joilson respeitasse o tempo de fala previsto nas normas da Casa. Segundo ele, cada parlamentar dispõe de um minuto, e o colega teria extrapolado esse limite. Em seguida, Léo defendeu o acionamento da Comissão de Ética contra Joilson, elevando a tensão no plenário e levando o conflito para o campo disciplinar.

A reação de Joilson veio em tom ainda mais explosivo. O vereador questionou se a esposa de Léo estaria empregada na prefeitura, insinuando favorecimento político. O ataque pessoal ampliou a crise, que já não se restringe ao debate institucional. Em Acajutiba, a Câmara parece viver menos uma disputa de ideias e mais um rigue de boxe.

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Câmara de Itabuna vira palco de disputa entre Danilo e Porfírio

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O novo embate entre os vereadores Danilo Freitas (PL) e Manoel Porfírio (PT) está longe de ser apenas uma troca de adjetivos pontuais. Quando o presidente Porfírio chamou o colega de “pavão”, no programa Frenquência Política (25.abril.2026), reacendeu uma rivalidade antiga e escancarou a temperatura em elevação dentro do Legislativo itabunense.

Danilo respondeu como se esperava de quem não corre da raia dos debates. Ao afirmar que prefere ser “pavão” a ser “babão” ou “coronel”, o vereador devolveu a provocação. Na manhã desta quinta-feira (30.abril.2026), em entrevista à Boa FM, Danilo rebateu Porfírio e declarou: “Eu prefiro ser o pavão. Eu não quero ser o babão, nem o coronel”.

Danilo foi além ao provocar que Porfírio deseja ser prefeito “de qualquer jeito”. A frase desloca o debate do campo pessoal também para o terreno eleitoral. Ataques políticos públicos raramente são improvisados.

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Presidente da Câmara de Itabuna chama vereador de "pavão"

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No programa Frequência Política deste sábado (25.abril.2026), o presidente da Câmara de Itabuna, Manoel Porfírio (PT), definiu o colega Danilo Freitas (PL) como “pavão”, em um quadro comandado pelo jornalista João Mateus que propõe resumir nomes da política em uma única palavra. Vixe!

A avaliação de quem conhece Danilo é de que ele não deve deixar a classificação sem resposta, elevando a temperatura política em Itabuna e indicando, aparentemente, mais um capítulo de atrito dentro do Legislativo municipal, com embate entre Porfírio e Danilo que deve ir ao ar nos próximos dias. A conferir!

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Vereadora e professora Susy faz gesto obsceno durante sessão e vídeo viraliza

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Um episódio protagonizado pela professora e vereadora Susenilda Costa, mais conhecida como Susy (PDT), transformou a rotina da Câmara de Ubajara em um espetáculo viral nas redes sociais, e não exatamente pelos motivos esperados.

Durante sessão na última sexta-feira (17.abril.2026), enquanto o vereador Manuel Marcondes (PSD) questionava a proposta de mudança do horário das sessões para o turno da noite, a edil Susy reagiu de forma inusitada: fez um gesto de conotação sexual com a mão. Na sequência, ela ri e interage com os demais colegas presentes na reunião da Câmara de Ubajara. 

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Comentário do vereador Bizunga sobre R$ 13 mil evidencia descompasso com realidade social

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No interior do sudoeste baiano, o vereador Francisco Justino, o Bizunga (PCdoB), resolveu mirar no próprio contracheque, mas acabou acertando em cheio na percepção popular. Ao afirmar que os R$ 13 mil recebidos na Câmara “não dão nem para fazer a feira”, o parlamentar expôs, sem filtro, o abismo entre o discurso político e a realidade da maioria da população.

“Todos aqui recebem R$ 13 mil. Uma coisa que eu tenho para dizer aqui: se brincar, eu não faço nem a feira com esses R$ 13 mil de que o senhor fala, que desconta os impostos aí. A gente sabe que a realidade não é essa”, disse Bizunga na Câmara.

Enquanto boa parte dos brasileiros faz malabarismo para fechar o mês com muito menos, a queixa de insuficiência vinda de quem ocupa cargo público ganha traços de insensibilidade. Palavras têm peso. E, nesse caso, Bizunga, da pior forma, mostrou que reclamar de R$ 13 mil não pega bem fora dos muros da Câmara.

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Operação contra tráfico prende presidente da Câmara de Guaratinga

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Na manhã desta quarta-feira (8), o silêncio habitual de ruas em cidades do extremo sul da Bahia foi interrompido por sirenes e mandados judiciais. Entre os alvos da Operação Vento Norte, um nome de peso na política local: o presidente da Câmara de Vereadores de Guaratinga, Paulo Chiclete (PSD), de 38 anos, preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo.

A ação, coordenada pela Polícia Civil da Bahia em parceria com o Ministério Público estadual, revela mais do que prisões: expõe a engrenagem de uma organização criminosa com atuação interestadual, suspeita de movimentar cifras milionárias por meio do tráfico de drogas e de um sofisticado esquema de lavagem de dinheiro.

Ao todo, foram cumpridos 12 mandados de prisão e oito de busca e apreensão em municípios estratégicos da região: Eunápolis, Guaratinga e Itagimirim. Sete prisões ocorreram diretamente nas cidades baianas, enquanto outros cinco mandados foram executados dentro do sistema prisional, alcançando investigados já custodiados em diferentes estados, como Espírito Santo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

Nos bairros Pequi, Juca Rosa e Sapucaieira, em Eunápolis, e nas áreas centrais e periféricas de Guaratinga, o movimento policial chamou atenção de moradores. Nos bastidores, contudo, o impacto é ainda maior: a operação atingiu o núcleo financeiro da organização.

Segundo as investigações, iniciadas na Delegacia Territorial de Belmonte, o grupo operava com divisão de tarefas e hierarquia bem definida. O uso de fintechs, plataformas digitais de serviços financeiros, era peça-chave para dar aparência lícita a recursos provenientes do tráfico. Em apenas uma dessas plataformas, a movimentação ultrapassou R$ 20 milhões.

A Justiça determinou o bloqueio de aproximadamente R$ 3,8 milhões distribuídos em 26 contas bancárias vinculadas aos investigados. A medida busca interromper o fluxo financeiro ilícito e preservar provas, enquanto a apuração avança sobre possíveis ramificações ainda não identificadas.

Para o delegado Evy Paternosto, diretor da Diretoria Regional de Polícia do Interior Sul, a operação representa um marco no enfrentamento ao crime organizado na região. “As investigações permitiram alcançar alvos relevantes e compreender o funcionamento interno da organização. As diligências continuam”, afirmou.

O Pauta Blog tentou manter contato com o vereador citado, mas, até o fechamento da matéria, não obteve retorno. O espaço segue aberto.

Troca de partido e excesso de confiança pode colocar vereador sob risco político

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Um vereador de uma grande cidade do interior resolveu trocar de camisa nos últimos suspiros da janela partidária. Mas não parou por aí. Embalado pela nova sigla, passou a cantar alto demais, como se tivesse descoberto a pólvora — ou, pior, como se desconhecesse quem acende o pavio na capital.

Ao posar de estrategista iluminado, o edil tenta ensinar liturgia a quem, em Salvador, dita o rito. Até pode soar como ousadia no interior. Na capital, soa como arrogância. O excesso de confiança costuma ser cobrado com juros — e, às vezes, com isolamento.

Resta saber se o vereador vai sustentar o gogó quando o coro engrossar ou se vai experimentar o gosto amargo de um revés precoce. Porque, na Bahia, quem canta de galo sem ter terreiro firme corre sério risco de cair do cavalo antes mesmo de ver o sol nascer.

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Segundo o deputado, o gestor estaria tentando forçar os membros do Legislativo a marcharem ao lado dos candidatos a deputados escolhidos por ele

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Em entrevista ao portal A Tarde, o deputado estadual Euclides Fernandes (PT) criticou a postura adotada pelo prefeito de Jequié, Zé Cocá (PP), que, segundo ele, tem agido como ditador. A declaração foi dada depois de dois vereadores tornarem pública a insatisfação com o gestor municipal.

Euclides disse que Cocá tem o hábito de querer que os vereadores sigam as suas determinações, principalmente quando o assunto é eleição. O gestor estaria tentando forçar os membros do Legislativo a marcharem ao lado dos candidatos a deputados escolhidos por ele.

”É a postura dele. Ele quer forçar a barra no sentido que o vereador tem que seguir o candidato a deputado estadual e federal que ele apontar. Dois vereadores já se rebelaram publicamente e já disseram que não é por aí, com essa ditadura do prefeito lá de Jequié”, disse Euclides.

Mesaque alega que foi excluído de uma reunião realizada pelo prefeito com componentes da base e nega que tenha sido responsável por planejar ''golpe'' contra o prefeito

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O vereador de Ilhéus e presidente do PSDB municipal, Mesaque Soares, anunciou que deixou a base de apoio ao prefeito Valderico Junior (UB) na Câmara. Em nota divulgada à imprensa, o edil listou uma série de motivos que fizeram com que ele decidisse pular do barco e migrar para a oposição.

Segundo Mesaque, o principal motivo para a tomada de decisão foi o fato de Valderico deixar de atender ao acordo político firmado entre as partes com o objetivo de atender demandas básicas da população. Além disso, o vereador alega que houve quebra da confiança entre as partes já que o gestor teria realizado uma reunião com os componentes da base e o excluído do encontro já que havia a intenção de tirá-lo do grupo.

”Não fui orquestrador de qualquer tentativa de rebelião ou golpe contra o prefeito. Na semana passada, quando houve um problema na Câmara, eu sequer estava na sessão bem como na cidade, logo, não se mostra razoável me fazer de bode expiatório”, disse Mesaque no pronunciamento.

Mesaque, que também atua como advogado, disse que Ilhéus enfrenta muitos problemas, que, segundo ele, não têm sido prioridades da gestão municipal: ”As comunidades carentes estão abandonadas, há aumentos excessivos nos valores globais de contratos administrativos como, por exemplo, o contrato de recolhimento de resíduos sólidos que subiu para a cifra de R$ 36 milhões sem aumento populacional relevante, sem falar de licitações superfaturadas, ausência de merenda escolar para nossas crianças, abandono do esporte profissional e abandono da zona rural. São inúmeros motivos que me fazem deixar o governo, não somente por ter sido excluído de uma reunião”.

 

Professor Lairton, Luciano de Palmira e Aires do Sindicato seguem unidos em prol da proposta do ex-candidato Valério Aguiar

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Na sessão realizada nessa terça-feira (3.março) na Câmara de Vereadores de Itaju do Colônia, os vereadores de oposição reafirmaram que permanecem marchando ao lado do ex-candidato a prefeito, Valério Aguiar (MDB), e contra a gestão de Elder Fontes (PSD). Professor Lairton, Luciano de Palmira e Aires do Sindicato, inclusive, anunciaram apoio aos nomes do grupo de oposição.

Para a disputa à Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), o trio garantiu que vai marchar ao lado da pré-candidata Andréa Castro e, para a Câmara Federal, o apoio será direcionado a Manuel Rocha.

No último fim de semana, Elder Fontes chegou a declarar que haveria um vereador de malas prontas para desembarcar no governo municipal, mas não chegou a ”dar nomes aos bois”, o que deixou o município em polvorosa. A manifestação pública feita ontem reforça a unidade da oposição e sinaliza que, apesar das movimentações nos bastidores por parte do governo, o grupo segue mantendo o projeto político para os próximos anos.

 

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