Embate entre Rosemberg e Porfírio expõe fissuras no PT baiano

Leia em: 2 minutos

Vixe! O embate entre duas lideranças do PT expôs fissuras que vinham sendo tratadas apenas nos bastidores. Líder do governo de Jerônimo Rodrigues na Alba, o deputado estadual Rosemberg Pinto elevou o tom contra o vereador Manoel Porfírio, presidente da Câmara de Itabuna e secretário estadual do Partido dos Trabalhadores. De quebra, as declarações acabaram atingindo também o prefeito Augusto Castro (PSD), principal aliado político de Porfírio em Itabuna.

Durante participação no quadro Na Boca do Tubarão, do programa Central de Política, de Neto Terra Branca, Rosemberg ironizou a atuação do correligionário e colocou em xeque sua coerência política. Segundo o deputado, embora Manoel Porfírio tenha alimentado o desejo de presidir o PT na Bahia, hoje dedica seus esforços à coordenação da campanha de uma pré-candidata a deputada estadual filiada ao PSD, legenda comandada em Itabuna pelo prefeito Augusto Castro, que tem a primeira-dama como pré-candidata à Assembleia Legislativa.

Rosemberg também revelou um episódio ocorrido em Itapé para ilustrar o distanciamento entre os dois. Segundo ele, Manoel teria perguntado quantos votos o parlamentar pretendia obter em Itabuna. “Com todo o respeito a Manoel [Porfírio], para ter votos em Itabuna eu tenho que conversar com o eleitor, e não com ele”, disparou Pinto, em demonstração de perda de confiança no dirigente petista.

A resposta veio poucas horas depois. Em entrevista ao programa Frequência Política, com João Mateus, o prefeito Augusto Castro evitou citar Rosemberg nominalmente, mas devolveu as críticas em tom igualmente duro. “A população, quando o prefeito trabalha, reconhece. Agora, tem gente que tem um mandato de deputado e nunca levou uma ambulância. Tem liderança que, em vez de fazer críticas, deveria entregar uma ambulância para Itabuna”, afirmou Augusto.

DÊ PLAY E ASSISTA  ⤵️

//

Ao lado de Jaques Wagner e Rui Costa, governador Jerônimo Rodrigues afirma que Ponte Salvador-Itaparica já é realidade em construção

Leia em: 2 minutos

Após quase duas décadas de anúncios e sucessivas promessas feitas pelos governos petistas da Bahia, a Ponte Salvador-Itaparica voltou ao centro da agenda estadual nesta quinta-feira (11.junho.26). O governador Jerônimo Rodrigues (PT) esteve em Maragogipe para acompanhar as atividades no canteiro de obras do empreendimento, considerado um dos maiores projetos de infraestrutura da história baiana. A visita ocorre em um momento em que o governo busca demonstrar avanços concretos em uma iniciativa que atravessou as gestões de Jaques Wagner e Rui Costa sem sair efetivamente do papel.

Durante a agenda, Jerônimo afirmou: “A Ponte Salvador-Itaparica já é uma realidade em construção. Um investimento estratégico para o presente e o futuro da Bahia”. Com potencial para alterar a dinâmica econômica do Recôncavo e da Região Metropolitana de Salvador, o projeto é tratado pelo Palácio de Ondina como uma vitrine da atual gestão.

Após quase vinte anos de promessas, fica a expectativa: a Ponte Salvador-Itaparica finalmente sairá do papel e se transformará em realidade❓

DÊ PLAY E ASSISTA ⤵️

Câmara de Itabuna vira palco de disputa entre Danilo e Porfírio

Leia em: 2 minutos

O novo embate entre os vereadores Danilo Freitas (PL) e Manoel Porfírio (PT) está longe de ser apenas uma troca de adjetivos pontuais. Quando o presidente Porfírio chamou o colega de “pavão”, no programa Frenquência Política (25.abril.2026), reacendeu uma rivalidade antiga e escancarou a temperatura em elevação dentro do Legislativo itabunense.

Danilo respondeu como se esperava de quem não corre da raia dos debates. Ao afirmar que prefere ser “pavão” a ser “babão” ou “coronel”, o vereador devolveu a provocação. Na manhã desta quinta-feira (30.abril.2026), em entrevista à Boa FM, Danilo rebateu Porfírio e declarou: “Eu prefiro ser o pavão. Eu não quero ser o babão, nem o coronel”.

Danilo foi além ao provocar que Porfírio deseja ser prefeito “de qualquer jeito”. A frase desloca o debate do campo pessoal também para o terreno eleitoral. Ataques políticos públicos raramente são improvisados.

DÊ PLAY E OUÇA ⤵️

Troca de ataques entre João Roma e Rui Costa esquenta disputa pelo Senado.

Leia em: 2 minutos

A disputa pelo Senado na Bahia ensaia ganhar confrontos abertos antes mesmo do encontro cara a cara. Em entrevistas concedidas ao BNews, João Roma (PL) e Rui Costa (PT) transformaram declarações em munição, antecipando um debate que promete ser menos programático e mais do que um simples “pega-pega”. Não houve mediação simultânea, mas o eco das falas foi suficiente para evidenciar que o embate será marcado por um tom direto e incisivo.

Roma optou por um ataque cirúrgico ao estilo de liderança de Rui, ao chamá-lo de “amigo da onça”. Ao evocar Jaques Wagner, figura central da engrenagem petista na Bahia, Roma toca em uma fissura sensível, a disputa por protagonismo dentro do grupo. Também resgata o apelido “vagareza”, atribuído por Rui a Wagner, ampliando o embate.

Rui Costa, por sua vez, desloca o eixo do debate para a vitrine de realizações. Ao questionar onde estão as obras de Jair Bolsonaro na Bahia, busca atingir Roma em um ponto sensível, o legado do bolsonarismo no estado. A estratégia passa por nacionalizar o confronto e associar o adversário a um projeto político com menor densidade eleitoral.

O que emerge desse pré-debate é menos uma disputa de propostas e mais um teste de provocações. Roma aposta no desgaste interno do PT e na imagem de Rui como gestor rígido. Rui, por outro lado, investe na comparação de entregas e na fragilidade do campo adversário na Bahia. Se o tom se mantiver, o confronto tende a escalar para além de um duelo e ganhar contornos mais ásperos.

Jerônimo Rodrigues enfrenta dificuldades para construir apoio no primeiro turno

Leia em: 2 minutos

Se governar é, antes de tudo, saber articular, Jerônimo Rodrigues ainda não encontrou o manual. A comparação com Jaques Wagner e Rui Costa não é apenas inevitável — é dura. Onde os antecessores construíam pontes, Jerônimo coleciona silêncios, desencontros e portas entreabertas. Novo capítulo de Jerônimo: demonstrou interesse em contar com o apoio do PSol em sua campanha e disse querer conversar com os dirigentes da legenda, à Rádio Baiana FM. Resultado: cartada recusada imediatamente.

A resposta veio no tom que a política costuma reservar para quem esquece aliados após a vitória. Ronaldo Mansur descartou apoio no primeiro turno porque a sigla foi “esquecida” pelo governador após o apoio no segundo turno em 2022. Muitos já cochicham: Jerônimo patina na articulação. Em política, apoio não é cheque em branco; precisa ser cultivado. Não houve; logo, o fruto do apoio não virá, pelo menos no primeiro turno de 2026.

O caso de Geraldo Júnior reforça o diagnóstico de desorganização: rifado, desgastado e depois resgatado por falta de opção. A demora para definir a chapa e a incapacidade de construir alternativas sólidas expuseram um governador que não tem a habilidade de seus companheiros ex-governadores, que são, diga-se de passagem, exímios articuladores.

Outro ponto imprescindível a destacar é que a base de Jerônimo perdeu o partido Podemos, além de Solidariedade e PRD, que podem migrar para a oposição por não conseguirem montar uma chapa nominata para eleger deputados estaduais e federais.

Jerônimo enfrenta um desafio que vai além da articulação propriamente dita: provar que consegue se reeleger mesmo sem o aval de Rui Costa para manter Geraldo Júnior na vice e garantir uma boa votação à reeleição de Lula. Caso contrário, assumirá a responsabilidade pela perda dos vinte anos de hegemonia do petismo na Bahia.

📷 Montagens do Pauta Blog com imagens de divulgação e conteúdo criado por Inteligência Artificial.

Gestão de Gel da Farmácia enfrenta turbulência com base aliada; Os edis também estão na bronca com o governador Jerônimo Rodrigues

Leia em: 2 minutos

O que era para ser base aliada virou linha de frente de oposição em Buerarema. Seis dos nove vereadores decidiram abrir artilharia contra o prefeito Gel da Farmácia (UB), em um movimento que escancara mais do que uma insatisfação pontual: revela um governo que ainda não conseguiu decolar.

As queixas seguem um roteiro conhecido: infraestrutura travada, obras que não saem do papel e ausência de entregas concretas. Zezinho (PP) foi direto ao ponto ao dizer que o prefeito “veio, mas não mostrou para que veio”. Ênio Vieira (PSD) cobrou obras com recursos próprios — recado claro de que depender apenas de parcerias externas não sustenta uma gestão. Roque Borges (UB) fez comparação incômoda com a administração anterior, enquanto Neide de Adelson (PSD), Geraldo Aragão (UB) e Tibira (PP) reforçaram o coro de cobrança por ação e presença.

A crise administrativa em Buerarema é nítida e inegável. Com as cobranças públicas ganhando volume, Gel da Farmácia entra em uma zona de turbulência, onde tempo e paciência são escassos. Se não entregar resultados rapidamente, corre o risco de ver a insatisfação evoluir para um desgaste irreversível. Vale destacar: Eleito sob o guarda-chuva de ACM Neto, Gel rompeu ao anunciar alinhamento com o governador Jerônimo Rodrigues (PT). Resultado, por enquanto, a base está se esfarelando e perdendo lastro.

Entrevista de Jerônimo evita resposta e amplia dúvidas sobre Geraldo Júnior

Leia em: 2 minutos

A entrevista do governador Jerônimo Rodrigues (PT) à Rádio Baiana, nesta quinta-feira (9.abril.2026), deixou mais dúvidas do que respostas, especialmente quando o assunto foi a permanência de Geraldo Júnior (MDB) na chapa. Ao ser questionado sobre a “aceitação” do ex-governador Rui Costa, Jerônimo tangenciou. Quando a resposta não vem, é sinal de que ainda não houve ajustes.

Bastidores indicam resistência silenciosa de Rui Costa à manutenção do vice Geraldo Júnior.

Já se passaram seis dias desde que Jerônimo reafirmou publicamente o nome de Geraldo Júnior como vice, mas Rui Costa segue sem emitir sinal claro de concordância. A ausência de manifestação virou protagonista. É o tipo de silêncio que pesa, incomoda e alimenta especulações sobre fissuras internas no grupo.

O episódio da mensagem vazada, em que o vice-governador estava incentivando a circulação de críticas a Rui com um “manda viralizar”, ainda ecoa. Pode ter sido tratado como algo pontual, mas, na prática, deixou marcas. O silêncio de Rui Costa pode não ser apenas rusga, pode ser recado. 

Silêncio de Rui Costa vira sinal político após relançamento de Geraldo Júnior

Leia em: 2 minutos

POR MATHEUS VITAL | Cinco dias após o governador Jerônimo Rodrigues (PT) REafirmar e RElançar o nome de Geraldo Júnior (MDB) como seu companheiro de chapa, o silêncio de Rui Costa passou a falar mais alto do que qualquer declaração pública. A ausência comunica e, nesse caso, comunica desconforto. A falta de endosso nas redes sociais, território onde sinais são cuidadosamente calculados, sugere que a decisão não foi exatamente consensual dentro do núcleo mais influente do grupo.

A dúvida que se impõe é inevitável: a manutenção de Geraldo Júnior contrariou a posição de Rui Costa? Os indícios apontam que sim, ou, ao menos, que houve resistência. O episódio da mensagem vazada, em que o vice-governador encaminhava uma publicação criticando Rui Costa e ainda incentivava sua disseminação com o simples “manda viralizar”, não foi simples, e parece que ainda há reflexos. Gestos de deslealdade, ainda que pontuais, costumam ter memória longa e consequências silenciosas nos bastidores.

Embora Rui Costa tenha declarado publicamente seu incômodo e, posteriormente, tenha sido visto ao lado de Geraldo Júnior, o gesto de convivência institucional não equivale, necessariamente, a uma reconciliação política plena. Na liturgia do poder, há uma diferença clara entre pacificação e confiança. A primeira pode ser construída por conveniência; a segunda, quando abalada, leva tempo e, às vezes, nunca se recompõe por completo.

Resta saber se, diante da necessidade eleitoral, Rui Costa transformará esse silêncio em engajamento ativo. A publicização do nome de Geraldo Júnior terá uma largada ou ainda não? Vale destacar que Geraldo Júnior segue tocando o barco como se nada tivesse acontecido e já chamou Rui Costa, em suas redes sociais, de “meu senador”. Enfim: o silêncio também fala? 

Wagner tentou, mas Zé Ronaldo recusa aproximação com base petista e mantém apoio a ACM Neto

Leia em: < 1 minuto

Em declaração que escancara as articulações políticas na Bahia, o senador Jaques Wagner (PT) afirmou, em entrevista ao radialista José Eduardo, que tentou atrair o prefeito de Feira de Santana, Zé Ronaldo (UB), para a base governista, mas ouviu como resposta a manutenção da aliança com ACM Neto (UB), pré-candidato ao governo do estado — gesto que reafirma a solidez do campo oposicionista em um dos principais colégios eleitorais da Bahia.

Wagner também tratou de esfriar especulações sobre o prefeito de Jequié, Zé Cocá (vice na chapa de ACM Neto), ao afirmar que qualquer aproximação foi “tirada de tempo”, evidenciando que, entre convites e recusas, o jogo político segue em curso.

Pesquisa mostra ACM Neto à frente de Jerônimo Rodrigues por 16 pontos na Bahia

Leia em: < 1 minuto

ACM Neto (União Brasil) aparece na liderança da disputa pelo Governo da Bahia com ampla vantagem sobre o atual governador Jerônimo Rodrigues (PT) segundo levantamento divulgado pelo Instituto Veritá nesta segunda-feira (6.abril).

De acordo com a pesquisa, realizada entre os dias 13 e 19 de março de 2026, com 2.020 eleitores, Neto soma 47,3% das intenções de voto no cenário estimulado. O atual governador Jerônimo Rodrigues (PT) aparece em segundo lugar, com 30,9%, uma diferença de 16,4 pontos percentuais. Ronaldo Mansur tem 1,8%. Nulos e brancos representam 19,1%, enquanto 0,9% disseram votar em outros nomes.

No levantamento sobre rejeição, Jerônimo Rodrigues lidera com 46,9% dos entrevistados afirmando que não votariam nele de jeito nenhum. ACM Neto registra 21,5% de rejeição, enquanto José Carlos Aleluia aparece com 10,8%.

A pesquisa foi realizada por iniciativa própria do Instituto Veritá e está registrada sob os números TRE-BA 02245/2026 e TSE BR-08385/2026.

Notícias mais lidas

Outros assuntos