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Prazo para se inscrever termina na próxima sexta-feira

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A partir de amanhã (28.junho), começam as inscrições para o segundo processo seletivo 2022 do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). O prazo segue até a próxima sexta-feira (1º de julho).

O Sisu é o sistema informatizado do Ministério da Educação (MEC) em que as instituições públicas de educação superior oferecem vagas para candidatos inscritos em cada edição da seleção. Para participar do processo seletivo, o candidato precisa ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e obtido nota superior a zero na redação.

O resultado do processo seletivo será divulgado no dia 6 de julho e a matrícula ou registro acadêmico devem ser feitos entre os dias 13 e 18 de julho. Os candidatos são selecionados para as opções de cursos indicados no ato de inscrição de acordo com a melhor classificação de nota obtida na edição mais recente do Enem.

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Milton afirmou que Bolsonaro pediu para que municípios indicados por pastores fossem beneficiados com liberação de recursos do MEC

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Na manhã de hoje (22.junho), a Polícia Federal prendeu o ex-ministro da Educação, Milton Ribeiro, por corrupção passiva, prevaricação, advocacia administrativa e tráfico de influência. A polícia investiga se Milton tem envolvimento em um esquema para liberação de verbas do MEC (Ministério da Educação).

No mês de março, vazou um áudio em que Milton afirma que o presidente Jair Bolsonaro (PL) pediu a ele para beneficiar os municípios indicados pelos pastores Gilmar Santos e Arilton Moura com a liberação de recursos. Na época, em depoimento, os prefeitos dessas cidades alegaram que era solicitado o pagamento de propina para que isso acontecesse e Milton acabou pedindo exoneração do cargo.

O presidente Bolsonaro, que chegou a dizer que “colocava a cara no fogo” pelo ministro, mudou o discurso e, hoje, afirmou que Milton deve responder pelas possíveis irregularidades cometidas à frente do MEC e que “se a PF prendeu, tem motivo”.

Júnior Brandão assegura que algumas escolas continuam em ensino remoto porque os espaços ainda não estão totalmente requalificados

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O secretário de Educação de Itabuna, Júnior Brandão (Rede), assumiu a pasta há pouco tempo e já mostrou a que veio! Nesta 2ª feira (20.junho), o educador informou que a previsão é que outras 12 unidades escolares retomem as aulas de forma presencial no início do próximo semestre após um processo de requalificação dos espaços.

O anúncio foi feito junto com a informação de que os estudantes da rede pública municipal estão de férias a partir de hoje. Mais de 10 mil alunos estavam na modalidade de ensino presencial em 53 escolas e, a partir do dia 5 de julho, mais 12 colégios vão voltar a receber os estudantes.

Entre as escolas que vão ser reformadas, está a Escola Municipal Conjunto Cachoeira, localizada nas proximidades da Fazenda Progresso, e que vai atender a comunidade da zona rural. O local é fruto de uma campanha realizada por uma aluna do Doutorado da Uesc (Universidade Estadual de Santa Cruz) em parceria com o poder público: “Já temos coordenadores, professores e alunos. E isso é avanço, pois quem tem educação, tem cidadania. E essa cidadania precisa chegar no campo”, completou Júnior Brandão.

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Mais de mil alunos estão de volta nesta 2ª feira (13.junho), às aulas presenciais em 14 escolas da rede municipal de ensino de Itabuna. Enquanto os prédios passaram por obras de requalificação executadas pela Prefeitura, eles tiveram blocos de atividades com aulas remotas.

Pela manhã, secretário de Educação, professor Júnior Brandão, visitou algumas unidades escolares, a exemplo do Educandário Isa Brito, no Banco Raso, e na Escola Professor Roberto Santos, no Jardim Primavera. “Com estas unidades hoje entregues chega a 50 o número de escolas já requalificadas e entregues à comunidade estudantil pela Prefeitura de Itabuna, num investimento de cerca de R$ 15 milhões, em recursos próprios”, afirma.

Os serviços nas escolas foram executados pela equipe de Infraestrutura da própria Secretaria Municipal de e Educação tanto em unidades escolares das áreas urbana e rural, além de creches. Incluíram a revisão de telhado, instalações elétrica e hidráulica, piso cerâmico e revestimento, além de limpeza de área e pintura nas paredes internas e externas.

O diretor de Infraestrutura da Secretaria, professor Eugênio Abreu, disse que ainda faltam 40 unidades escolares que já estão incluídas no cronograma de obras a serem executadas e entregues. Segundo ele, todas as 90 escolas da rede municipal de ensino não ofereciam a mínima condição de funcionamento tal a precariedade em que foram encontradas em janeiro do ano passado.

Júnior Brandão reforça o compromisso do prefeito Augusto Castro em garantir a melhoria da qualidade de ensino na rede pública. “Toda a atenção e investimentos tem sido direcionados para a requalificação dos espaços educativos, do mobiliário escolar que também estava bastante danificado, além da valorização do professor que hoje tem salários pago rigorosamente em dia e acima do piso nacional”, destacou o secretário.

Prefeitura entrega nesta segunda-feira mais 14 escolas reformadas em Itabuna

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Instituição assegura que medidas sanitárias de combate ao coronavírus vão continuar sendo adotadas

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A UFSB (Universidade Federal do Sul da Bahia) vai retomar as aulas de forma presencial no dia 27 de junho. A decisão foi tomada durante uma reunião do Conselho Superior da Universidade que, dentre outros motivos, priorizou a atual situação dos casos de Covid-19.

De acordo com a instituição, as medidas sanitárias de combate ao coronavírus vão continuar sendo adotadas com o objetivo de impedir a disseminação da doença. Caso o cenário epidemiológico mude, novas reuniões devem acontecer para definir os próximos passos.

Jerônimo quer transferir "culpa" de má qualidade do ensino baiano aos governos estaduais passados e ao governo federal

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O pré-candidato ao governo da Bahia e ex-secretário estadual de Educação, Jerônimo Rodrigues (PT), participou de uma sabatina do Uol/Folha de S. Paulo e fez declarações controversas a respeito do ensino público baiano. Questionado sobre uma pesquisa que aponta que a Bahia ficou em último lugar no ranking dos estados que ofertaram ensino remoto durante a pandemia da Covid-19, Jerônimo disse que as ações foram tomadas para “preservar as vidas dos professores”.

Em outro momento da sabatina, Jerônimo quis atribuir aos governos passados a situação do ensino público da Bahia. Pegou mal, né? Já faz 16 anos que o PT governa o estado – dois mandatos de Jaques Wagner e dois mandatos de Rui Costa – e ainda é capaz de dizer que não foi possível melhorar a qualidade do que é ofertado aos estudantes nas salas de aula? Além disso, jogou para o governo federal a “culpa” de não haver internet de qualidade para que os estudantes tenham acesso aos conteúdos.

Ao melhor estilo “falou, falou, mas não disse nada”, Jerônimo disparou: “Nós fizemos a opção de enviar material para os estudantes, mantivemos o contato com os estudantes, entramos com frentes de assistência. […] Naquele momento, nós estávamos preservando, priorizando a vida de professores e isso não quer dizer que a gente não poderia começar um sistema remoto. Mas como eu falei, a dificuldade de internet e de acesso a computadores dificultaria”.

Parece que o PT estava, realmente, desesperado quando resolveu colocar Jerônimo para ser pré-candidato a governador. Há certo despreparo nas declarações de alguém que já chefiou a pasta de Educação e, diga-se de passagem, não se destacou positivamente. Nos bastidores, comenta-se que ele é uma pessoa boa que aceitou “ir para o sacrifício” em nome dos correligionários.

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Jabes Ribeiro e Nem Bahia, Humberto Mattos e Naeliton Pinto, Manoel Porfírio, Gilson da Oficina, Erasmo Ávila, Pancadinha, Augusto e Guinho, Jerbson Moraes, Soane Galvão, Pellegrini, Eduardo Carqueija

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Durante décadas no Brasil o acesso à educação Superior era restrito às famílias denominadas nobres, ou seja, aquelas que tinham recursos financeiros para garantirem a seus herdeiros acesso e permanência no ensino superior, (quase sempre localizado nas capitais e grandes centros urbanos). Conforme Teixeira (1989), saímos de 24 escolas de ensino superior em 1900 para 375 em 1968. Já em 2020, conforme Censo da educação superior, foram registradas 2.456 instituições com um total de matriculas de 8.680.354 (INEP/MEC, 2022).

O avanço das matriculas na educação superior pública se deu entre os anos 2000 e 2010. Conforme Barros (2015), as matrículas mais que dobraram no período. Programas como Universidade Para Todos e Reuni possibilitaram a descentralização das IES para cidades do interior, diversificando os tipos de cursos e períodos de realização.

As camadas mais pobres da população brasileira, que até então não tinham recursos para o deslocamento e permanência em cidades distantes de suas origens e familiares e cuja grande parte, para sobreviver, necessitava trabalhar e ajudar nas despesas familiares, começava a vislumbrar a possibilidade de ingressar no ensino superior.

A democratização do acesso (cotas/reservas de vagas) às universidades públicas, somada ao processo de descentralização das instituições, trazendo-as para mais perto de seus locais de origens, contribuiu para que um significativo número de aluno(a)s das camadas populares ingressassem em uma universidade pública, apesar da maioria das matrículas ainda estarem na iniciativa privada.

Após duas décadas dessa política de ampliação de vagas e de democratização do acesso, originários da educação básica pública, negro(a)s, indígenas, quilombolas, pessoas com necessidades educativas especiais na educação superior passaram a integrar a paisagem das universidades públicas dando a sensação de que, finalmente, o ensino superior era de todos e para todos . Grande engano!

Além da garantia do acesso, era preciso se pensar urgentemente em políticas de permanência e de sucesso no ensino superior para esses grupos tradicionalmente excluídos desse nível da educação nacional. Mesmo sendo pública e gratuita, manter-se no ensino superior custa muito caro. Alimentação acesso a material da reprografia, deslocamento, roupa, sapato, material didático em geral, tudo isso tem um custo alto. Mal o(a)s estudantes das camadas mais vulneráveis economicamente da população brasileira adentram às instalações das universidades públicas e já percebem que não será uma trajetória fácil.

Conforme decreto 7.234/07/2010. “O Plano Nacional de Assistência Estudantil (Pnaes) apóia a permanência de estudantes de baixa renda matriculados em cursos de graduação presencial das instituições federais de ensino superior. O objetivo é viabilizar a igualdade de oportunidades entre todos os estudantes e contribuir para a melhoria do desempenho acadêmico, a partir de medidas que buscam combater situações de repetência e evasão”.

Com o sucateamento da educação superior em nível estadual e federal, “assistência à moradia estudantil, alimentação, transporte, à saúde, inclusão digital, cultura, esporte, creche e apoio pedagógico”, estão extintas ou minimizadas nas IES.

Dentre as dificuldades que enfrentam talvez as mais difíceis sejam a insegurança alimentar e o cansaço.

Com o retorno às aulas presenciais após dois longos e difíceis anos da pandemia de Covid-19 e durante uma das maiores crises econômicas que o país enfrentou nos últimos 27 anos, tem sido comum encontrar discentes que após vivenciarem perdas da família, doenças físicas e psicológicas chegam famintos à universidade e/ou, sem acesso á moradia próxima ao campus, que precisam se levantar ainda de madrugada para garantir o transporte de sua cidade, só retornam para lá quando a noite termina.

Como docente de uma instituição pública de ensino superior, percebo durante as aulas a dificuldade de concentração desse(a)s jovens, o esforço que fazem para esconder sua necessidade de se alimentar corretamente e a perda gradual de esperança em encontrar os recursos mínimos para estarem ali.

Nesse contexto, o mínimo que a universidade pública que se quer democrática precisaria garantir seria a manutenção de um autêntico restaurante universitário. Não estou falando de uma cantina terceirizada que recebe da instituição vouchers para subsidiar a alimentação para poucos estudantes. Estou falando de um restaurante mantido por recursos públicos com alimentação subsidiada para todos e todas da comunidade universitária. Um restaurante cuja a comida também refletisse a ciência que é produzida pela universidade, isto é, saudável,diversificada, balanceada e segura.

Sem esse mínimo a universidade pública está fadada a não conseguir cumprir os seus propósitos de permanência estudantil. Enquanto a luta pela satisfação das necessidades básicas estiver maior do que as condições para o estudo estarão nós, enquanto universidades, fracassando em produzir conhecimentos e emancipar a humanidade.

Em tempos de pós-pandemia e de crise econômica, pensar a segurança alimentar de nossa comunidade universitária tornou-se fundamental para manter nosso(a)s estudantes na universidade. E a fome não pode esperar!

É preciso que, enquanto coletivo, se faça algo agora! Pela imediata implantação do restaurante universitário já! Contra os valores absurdos que contribuem e fortalecem a exclusão.

Prof. Dr. Reginaldo de Souza Silva Departamento de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia – UESB/DFCH

*A análise do colunista não reflete, necessariamente, a opinião de Pauta.blog.br

Professoras vão desenvolver atividades relacionadas ao ensino da Língua Inglesa por meio de cursos, palestras e oficinas

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A Uesc (Universidade Estadual de Santa Cruz) está recebendo duas professoras norte-americanas para um intercâmbio que deve durar até o mês de dezembro deste ano. Sarah Van Horn e Ana Almada Santos estão trabalhando no projeto “Identidades Interculturais na Formação Docente em Língua Inglesa na Uesc”, de autoria da professora Tatiany Pertel Sabaini Dalben.

As duas bolsistas estão atuando no Departamento de Letras e Artes (DLA) sob a supervisão da professora Luciana Audi. Elas pretendem desenvolver atividades relacionadas ao ensino da Língua Inglesa através de cursos de extensão, oficinas, palestras, participação e contribuição nas aulas tanto nos cursos de graduação quanto nas ações de extensão vinculadas ao projeto.

O reitor da Uesc, professor Alessandro Santana, elogiou a prática do intercâmbio ao classificar como essencial a modalidade para crescimento da instituição: “Qualquer universidade que queira produzir conhecimento e educar de maneira semelhante ao que se faz nas maiores universidades do mundo tem que ter um intercâmbio muito intenso. Atualmente, a nossa Universidade tem convênios com 37 instituições internacionais em 14 países recebendo e enviando alunos, pesquisadores e professores. O intercâmbio é uma dos caminhos eficientes para ampliação do volume e da qualidade do ensino e das pesquisas”.

Provas vão ser aplicadas em novembro deste ano e taxa de inscrição custa R$ 85

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As inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2022 terminam amanhã (21.maio) às 23h59. O candidato que estiver interessado deve acessar a página www.enem.inep.gov.br e preencher os dados solicitados.

A taxa de inscrição custa R$ 85 e é possível efetuar o pagamento por meio do PIX, boleto ou cartão de crédito. O exame, que vai ser aplicado nos dias 13 e 20 de novembro, vai ter quatro provas objetivas com 45 questões de múltipla escolha cada e uma redação em Língua Portuguesa.

Boa sorte aos participantes!

O objetivo da iniciativa desenvolvida pela Seduc é promover atividades culturais e esportivas ao público infantil

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Sob o tema “Confiar na força do Brincar”, a Prefeitura de Ilhéus promove entre os dias 21 e 29 de maio a Semana Mundial do Brincar, evento que integra o calendário oficial da Secretaria de Educação. A iniciativa pretende reforçar a confiança no brincar como um ato essencial, da natureza da criança e uma força humana.

Para tanto, a Aliança pela Infância convida a todos para fazer parte do projeto. O objetivo da ação é proporcionar às crianças uma infância plena e digna. “Confiar no brincar é confiar na alegria, é confiar no encontro. Brincar é estar no mundo e acreditar que tudo pode ser melhor. Queremos chamar a atenção para a importância de nutrir ação e linguagem lúdicas da criança, pois brincando ela aprende a se relacionar com o mundo à sua volta”, explicou Eliane Oliveira, titular da Seduc.

A proposta da SMB destaca que ao brincar a criança está aprendendo o tempo todo a conhecer as potências e limites do seu corpo, do espaço, das outras crianças e adultos. A iniciativa desenvolvida pela Seduc também tem como finalidade promover atividades culturais e esportivas que oportunizem o público infantil um espaço no qual possa, através da brincadeira, desenvolver o autoconceito positivo, confiança no outro e no mundo, aprender a lidar com a cooperação, a autonomia, a empatia, além de proporcionar oportunidades de lazer e sociabilidade educativas.

A Seduc acrescenta que serão propostas ações pedagógicas com foco em confiar na força do brincar para serem executadas durante a semana de 23 a 27 de maio, nas unidades escolares da Educação Infantil e do Ensino Fundamental – Anos Iniciais. As crianças desenvolverão atividades que incluem desenhos ou escrita das brincadeiras preferidas, recorte e colagem, construção de maquetes, vivências de brincadeiras passadas de geração a geração e circuito de brincadeiras.

Serão trabalhados nas unidades escolares temas com confiança na força do brincar inclusivo, por meio de brincadeiras inclusivas; confiança na força do brincar das artes, brincando de fazer arte; confiança na força do brincar do campo, por meio de vivência do brincar do campo; confiança na força do brincar étnico-cultural, através brincadeiras indígenas e brincadeiras de origem africana; e confiança na força do brincar dos jogos e brincadeiras dirigidas, promovendo uma escola brincante e estações de brincadeiras interclasse.

A programação conta ainda com um encontro coletivo, o Dia B do Brincar, que acontecerá no dia 25 de maio, no Estacionamento do Centro de Convenções Luís Eduardo Magalhães, das 9h às 11h e das 14h às 16h, com atividades diversas para os estudantes da rede pública municipal de 5 a 10 anos.

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