Governador Jerônimo Rodrigues agradece a parceria com o prefeito Ferlú Mansur durante agenda em Salvador.

Leia em: 3 minutos

O prefeito Ferlú Mansur (PSD) voltou de Salvador com um pacote de investimentos que promete reforçar áreas estratégicas de Arataca. Em agenda cumprida nesta quinta-feira (11.junho.26), o gestor participou de um evento ao lado do governador Jerônimo Rodrigues (PT) e assegurou para o município uma nova ambulância, uma van destinada ao Tratamento Fora do Domicílio (TFD) e recursos para obras de pavimentação asfáltica em importantes vias urbanas. Ferlú também esteve acompanhado do secretário municipal de Planejamento e Administração, Vitor Ferraz Mansur.

Prefeito Ferlú Mansur ao lado do ex-ministro Rui Costa e de Daniel Alencar, pré-candidato a deputado federal.

As conquistas são resultado da articulação política conduzida pelo prefeito junto aos seus aliados, o senador Otto Alencar (PSD), Daniel Alencar, pré-candidato a deputado federal e do ex-ministro Rui Costa, em parceria com o Governo do Estado. Entre as obras contempladas estão intervenções nas ruas Roseira e Santos Dumont, consideradas importantes corredores de mobilidade da cidade. Os investimentos chegam para ampliar a infraestrutura urbana e fortalecer os serviços públicos oferecidos à população.

Segundo Ferlú, os investimentos representam mais um passo no fortalecimento dos serviços públicos municipais: “É com imensa alegria que trago essas importantes conquistas para Arataca. Agradeço profundamente ao governador Jerônimo Rodrigues, ao senador Otto Alencar e ao nosso amigo e pré-candidato a deputado federal, Daniel Alencar, por todo o apoio e empenho. Essas conquistas nos permitirão melhorar significativamente a qualidade de vida dos nossos cidadãos”, afirmou o prefeito.

O secretário Vitor Ferraz e o prefeito Ferlú Mansur acompanham a liberação da nova ambulância e da van destinada ao Tratamento Fora do Domicílio (TFD), que reforçarão os serviços públicos do município.

A entrega dos novos veículos representa um reforço direto à rede municipal de saúde, especialmente no atendimento de pacientes que necessitam de deslocamento para tratamentos em outras cidades. Já os recursos destinados à pavimentação devem contribuir para melhorar a mobilidade urbana e as condições de tráfego, consolidando mais um capítulo da aproximação entre a gestão municipal e o governo estadual na busca por investimentos para Arataca.

Ferlú Mansur, o senador Otto Alencar e o secretário Vitor Ferraz durante encontro que resultou na conquista de novos investimentos para Arataca.

Quem acompanha Ferlú Mansur sabe que o prefeito não costuma descansar quando o assunto é buscar investimentos para Arataca. Com trânsito político consolidado e presença frequente em reuniões em Salvador e Brasília, o gestor mantém uma rotina intensa em busca de novos recursos para o município. Pode-se considerar Arataca uma cidade antes e outra depois da administração de Ferlú Mansur. 

DÊ PLAY E ASSISTA ⤵️

//

Ao lado de Jaques Wagner e Rui Costa, governador Jerônimo Rodrigues afirma que Ponte Salvador-Itaparica já é realidade em construção

Leia em: 2 minutos

Após quase duas décadas de anúncios e sucessivas promessas feitas pelos governos petistas da Bahia, a Ponte Salvador-Itaparica voltou ao centro da agenda estadual nesta quinta-feira (11.junho.26). O governador Jerônimo Rodrigues (PT) esteve em Maragogipe para acompanhar as atividades no canteiro de obras do empreendimento, considerado um dos maiores projetos de infraestrutura da história baiana. A visita ocorre em um momento em que o governo busca demonstrar avanços concretos em uma iniciativa que atravessou as gestões de Jaques Wagner e Rui Costa sem sair efetivamente do papel.

Durante a agenda, Jerônimo afirmou: “A Ponte Salvador-Itaparica já é uma realidade em construção. Um investimento estratégico para o presente e o futuro da Bahia”. Com potencial para alterar a dinâmica econômica do Recôncavo e da Região Metropolitana de Salvador, o projeto é tratado pelo Palácio de Ondina como uma vitrine da atual gestão.

Após quase vinte anos de promessas, fica a expectativa: a Ponte Salvador-Itaparica finalmente sairá do papel e se transformará em realidade❓

DÊ PLAY E ASSISTA ⤵️

Quaest indica favoritismo petista na corrida ao Senado baiano

Leia em: < 1 minuto

A nova rodada da pesquisa Quaest para o Senado na Bahia, divulgada nesta quarta-feira (29.abril.2026), colocou dois nomes do PT no topo da disputa. Rui Costa aparece com 24% das intenções de voto, seguido de Jaques Wagner, com 22%. O desempenho confirma o peso eleitoral petista em uma corrida que já começa a ganhar traços para outubro de 2026.

Na sequência, João Roma (PL) registra 9%, enquanto Angelo Coronel (Republicanos) soma 6%. Mais atrás, Delliana Ribeiro (PSOL) marca 1%, e Marcelo Santtana (DC) não pontua. O cenário indica, neste momento, ampla vantagem dos nomes mais conhecidos e com trajetória na Bahia.

Brancos e nulos somam 16%, enquanto os indecisos chegam a 22%. Juntos, representam um contingente capaz de redefinir completamente a ordem atual e transformar a disputa em terreno volátil nos próximos meses.

Foram ouvidos 1.200 eleitores baianos entre os dias 23 e 27 de abril de 2026. A margem de erro é de três pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.

Deputado Hassan rompe com base de Jerônimo Rodrigues e migra para oposição de ACM Neto, na Bahia

Leia em: 2 minutos

O deputado estadual Hassan Lossef (PP) decidiu atravessar a linha que separa a base governista para a oposição na Bahia ao seguir os passos do ex-prefeito de Jequié, Zé Cocá (PP), que deixou a prefeitura para se tornar vice na chapa de ACM Neto ao governo do estado. O reposicionamento de Hassan ampliou a tensão entre aliados que, até então, orbitavam o entorno petista.

O rompimento da prefeita de Jaguaquara, Edione Agostinone (PT), segundo o deputado Hassan, em entrevista a Marcos Frahm, teria ocorrido após a gestora ser “pressionada” pelo ex-governador Rui Costa (PT) a não declarar apoio ao parlamentar nas eleições de 2026.

O peso político de Hassan em Jaguaquara ajuda a dimensionar o impacto do rompimento: com 8.698 votos, foi o deputado estadual mais bem votado no município, consolidando uma base eleitoral robusta. Agora, ao migrar para um campo adversário, ele não apenas desafia antigos aliados, como também se apresenta como peça estratégica rumo a 2026.

DÊ PLAY E ASSISTA ⤵️

Troca de ataques entre João Roma e Rui Costa esquenta disputa pelo Senado.

Leia em: 2 minutos

A disputa pelo Senado na Bahia ensaia ganhar confrontos abertos antes mesmo do encontro cara a cara. Em entrevistas concedidas ao BNews, João Roma (PL) e Rui Costa (PT) transformaram declarações em munição, antecipando um debate que promete ser menos programático e mais do que um simples “pega-pega”. Não houve mediação simultânea, mas o eco das falas foi suficiente para evidenciar que o embate será marcado por um tom direto e incisivo.

Roma optou por um ataque cirúrgico ao estilo de liderança de Rui, ao chamá-lo de “amigo da onça”. Ao evocar Jaques Wagner, figura central da engrenagem petista na Bahia, Roma toca em uma fissura sensível, a disputa por protagonismo dentro do grupo. Também resgata o apelido “vagareza”, atribuído por Rui a Wagner, ampliando o embate.

Rui Costa, por sua vez, desloca o eixo do debate para a vitrine de realizações. Ao questionar onde estão as obras de Jair Bolsonaro na Bahia, busca atingir Roma em um ponto sensível, o legado do bolsonarismo no estado. A estratégia passa por nacionalizar o confronto e associar o adversário a um projeto político com menor densidade eleitoral.

O que emerge desse pré-debate é menos uma disputa de propostas e mais um teste de provocações. Roma aposta no desgaste interno do PT e na imagem de Rui como gestor rígido. Rui, por outro lado, investe na comparação de entregas e na fragilidade do campo adversário na Bahia. Se o tom se mantiver, o confronto tende a escalar para além de um duelo e ganhar contornos mais ásperos.

Jerônimo Rodrigues enfrenta dificuldades para construir apoio no primeiro turno

Leia em: 2 minutos

Se governar é, antes de tudo, saber articular, Jerônimo Rodrigues ainda não encontrou o manual. A comparação com Jaques Wagner e Rui Costa não é apenas inevitável — é dura. Onde os antecessores construíam pontes, Jerônimo coleciona silêncios, desencontros e portas entreabertas. Novo capítulo de Jerônimo: demonstrou interesse em contar com o apoio do PSol em sua campanha e disse querer conversar com os dirigentes da legenda, à Rádio Baiana FM. Resultado: cartada recusada imediatamente.

A resposta veio no tom que a política costuma reservar para quem esquece aliados após a vitória. Ronaldo Mansur descartou apoio no primeiro turno porque a sigla foi “esquecida” pelo governador após o apoio no segundo turno em 2022. Muitos já cochicham: Jerônimo patina na articulação. Em política, apoio não é cheque em branco; precisa ser cultivado. Não houve; logo, o fruto do apoio não virá, pelo menos no primeiro turno de 2026.

O caso de Geraldo Júnior reforça o diagnóstico de desorganização: rifado, desgastado e depois resgatado por falta de opção. A demora para definir a chapa e a incapacidade de construir alternativas sólidas expuseram um governador que não tem a habilidade de seus companheiros ex-governadores, que são, diga-se de passagem, exímios articuladores.

Outro ponto imprescindível a destacar é que a base de Jerônimo perdeu o partido Podemos, além de Solidariedade e PRD, que podem migrar para a oposição por não conseguirem montar uma chapa nominata para eleger deputados estaduais e federais.

Jerônimo enfrenta um desafio que vai além da articulação propriamente dita: provar que consegue se reeleger mesmo sem o aval de Rui Costa para manter Geraldo Júnior na vice e garantir uma boa votação à reeleição de Lula. Caso contrário, assumirá a responsabilidade pela perda dos vinte anos de hegemonia do petismo na Bahia.

📷 Montagens do Pauta Blog com imagens de divulgação e conteúdo criado por Inteligência Artificial.

Entrevista de Jerônimo evita resposta e amplia dúvidas sobre Geraldo Júnior

Leia em: 2 minutos

A entrevista do governador Jerônimo Rodrigues (PT) à Rádio Baiana, nesta quinta-feira (9.abril.2026), deixou mais dúvidas do que respostas, especialmente quando o assunto foi a permanência de Geraldo Júnior (MDB) na chapa. Ao ser questionado sobre a “aceitação” do ex-governador Rui Costa, Jerônimo tangenciou. Quando a resposta não vem, é sinal de que ainda não houve ajustes.

Bastidores indicam resistência silenciosa de Rui Costa à manutenção do vice Geraldo Júnior.

Já se passaram seis dias desde que Jerônimo reafirmou publicamente o nome de Geraldo Júnior como vice, mas Rui Costa segue sem emitir sinal claro de concordância. A ausência de manifestação virou protagonista. É o tipo de silêncio que pesa, incomoda e alimenta especulações sobre fissuras internas no grupo.

O episódio da mensagem vazada, em que o vice-governador estava incentivando a circulação de críticas a Rui com um “manda viralizar”, ainda ecoa. Pode ter sido tratado como algo pontual, mas, na prática, deixou marcas. O silêncio de Rui Costa pode não ser apenas rusga, pode ser recado. 

Silêncio de Rui Costa vira sinal político após relançamento de Geraldo Júnior

Leia em: 2 minutos

POR MATHEUS VITAL | Cinco dias após o governador Jerônimo Rodrigues (PT) REafirmar e RElançar o nome de Geraldo Júnior (MDB) como seu companheiro de chapa, o silêncio de Rui Costa passou a falar mais alto do que qualquer declaração pública. A ausência comunica e, nesse caso, comunica desconforto. A falta de endosso nas redes sociais, território onde sinais são cuidadosamente calculados, sugere que a decisão não foi exatamente consensual dentro do núcleo mais influente do grupo.

A dúvida que se impõe é inevitável: a manutenção de Geraldo Júnior contrariou a posição de Rui Costa? Os indícios apontam que sim, ou, ao menos, que houve resistência. O episódio da mensagem vazada, em que o vice-governador encaminhava uma publicação criticando Rui Costa e ainda incentivava sua disseminação com o simples “manda viralizar”, não foi simples, e parece que ainda há reflexos. Gestos de deslealdade, ainda que pontuais, costumam ter memória longa e consequências silenciosas nos bastidores.

Embora Rui Costa tenha declarado publicamente seu incômodo e, posteriormente, tenha sido visto ao lado de Geraldo Júnior, o gesto de convivência institucional não equivale, necessariamente, a uma reconciliação política plena. Na liturgia do poder, há uma diferença clara entre pacificação e confiança. A primeira pode ser construída por conveniência; a segunda, quando abalada, leva tempo e, às vezes, nunca se recompõe por completo.

Resta saber se, diante da necessidade eleitoral, Rui Costa transformará esse silêncio em engajamento ativo. A publicização do nome de Geraldo Júnior terá uma largada ou ainda não? Vale destacar que Geraldo Júnior segue tocando o barco como se nada tivesse acontecido e já chamou Rui Costa, em suas redes sociais, de “meu senador”. Enfim: o silêncio também fala? 

Rui estaria incomodado com a falta de firmeza de Jerônimo frente às situações desafiadoras e estaria disposto a se sacrificar para impedir a derrota petista

Leia em: 2 minutos

ANÁLISE DE PAUTA BLOG

Com a indefinição da formação da chapa governista que vai disputar as eleições de outubro, várias teorias têm sido levantadas. Uma das especulações que têm ganhado força é a possível retirada do nome do governador Jerônimo Rodrigues (PT), representando uma grande reviravolta, mas resultado do desapontamento de Rui Costa (PT) com o desempenho do sucessor.

As pesquisas de intenção de voto mostram que Jerônimo não caiu ”nas graças do povo” mesmo depois de tantas viagens pela Bahia nos últimos três anos e meio. A expectativa era que a reeleição não fosse uma dúvida, mas certeza da continuidade do trabalho realizado pelo PT no estado há quase 20 anos. A verdade é que Jerô viajou, mas não decolou.

O problema é que a impopularidade de Jerônimo pode respingar em Lula (PT) e atrapalhar a reeleição. O presidente da República já percebeu a fragilidade e tem tentado reverter a situação com visitas frequentes a Salvador ao melhor estilo de ”quem não é visto, não é lembrado”. Dessa vez, a passagem do petista pela capital baiana é vista como ”tábua de salvação” para colocar fim às especulações.

Desde o episódio envolvendo uma mensagem enviada pelo vice-governador Geraldo Junior (MDB) em um grupo de WhatsApp, Rui Costa torceu a cara para o aliado e torce para a retirada dele da chapa. Por outro lado, o senador Jaques Wagner (PT) coloca panos quentes para tentar manter o MDB como aliado porque sabe que tê-lo como adversário é complicado. No meio disso tudo, está Jerônimo, que deveria atuar como líder inquestionável, no entanto, tem falhado na missão.

A possibilidade de que Rui desista de concorrer ao Senado Federal para tentar voltar a ser governador da Bahia seria a última cartada do PT. Inicialmente, a justificativa é escolher o nome mais forte para frear o crescimento de ACM Neto (UB), principal líder da oposição. Além disso, Rui estaria incomodado com a falta de firmeza de Jerônimo frente às situações desafiadoras e estaria disposto a se sacrificar para impedir a derrota petista.

Talvez esse seja o processo mais delicado de todos e precise mesmo da intervenção do presidente Lula (PT) para acabar com o jogo de empurra-empurra

Leia em: 2 minutos

Enquanto a chapa da oposição tem pressa para anunciar os nomes que vão concorrer às eleições de outubro, a base governista insiste em dizer que ”ainda há prazo para definições”. O problema é que a avaliação do governador Jerônimo Rodrigues (PT) não é das melhores e o anúncio dos candidatos seria uma forma de dizer ao eleitorado que o projeto permanece firme, mas que ”bambeando”.

Hoje (30.março), o pré-candidato a governador, ACM Neto (UB), vai participar de um mega evento em Feira de Santana ao lado do prefeito José Ronaldo (UB) justamente para sacramentar os escolhidos. O prefeito de Jequié, Zé Cocá (PP), é o nome para a vice e João Roma (PL) e Angelo Coronel (Republicanos) disputarão o Senado Federal.

Por outro lado, Jerô, Rui Costa (PT) e Jaques Wagner (PT) parecem estar longe de um consenso. Enquanto isso, o vice-governador Geraldo Junior (MDB) assiste às movimentações sem poder fazer nada já que está ”queimado” com Rui por causa do episódio do WhatsApp. Enquanto isso, outros partidos são convidados para compor a chapa sem a menor cerimônia.

Nesta segunda-feira (30.março), o senador e líder do PSD baiano, Otto Alencar, insistiu em minimizar a situação ao dizer que a chapa pode ser definida até a convenção e que ”nunca viu uma eleição com tanta ansiedade”. Para Otto, tanto faz como tanto fez, já que não é candidato a nada e não se mobilizou para evitar que Coronel fosse rifado quando ainda poderia interferir.

Jaques Wagner continua defendendo a permanência de Geraldinho, Rui amarga a mágoa de ter sido traído pelo aliado e Jerônimo está mais perdido que cego em tiroteio. Nesse fim de semana, o governador limitou-se a dizer que ”todos serão ouvidos”, mas o tempo está passando e não se vê um alinhamento preciso na tentativa de amarrar as ideias.

O eleitor, claramente o mais interessado em todo o processo, já percebeu o caos instaurado no grupo que governa a Bahia há quase 20 anos. Talvez esse seja o processo mais delicado de todos e precise mesmo da intervenção do presidente Lula (PT) para acabar com o jogo de empurra-empurra.

Notícias mais lidas

Outros assuntos