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Evento abordará as principais linhas de crédito disponíveis para os donos de pequenos negócios

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Amanhã, 5ª feira (17.junho) Canavieiras sediará o encontro sobre Crédito para Micro e Pequenas Empresas, evento promovido para quem deseja saber mais sobre as linhas de crédito disponíveis para pequenas empresas. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas clicando aqui.

Já está confirmada a apresentação do Banco do Nordeste, Desenbahia e do Núcleo de Acesso ao Crédito (NAC). Essas instituições falarão sobre as condições para acessar recursos financeiros de forma facilitada e segura.

Os empresários que participarem do evento ainda poderão ampliar seus conhecimentos ao baixar o kit 100% digital e gratuito do Sebrae, com conteúdos sobre empréstimos e financiamentos, liquidez, capital de giro, controle financeiro, fluxo de caixa e acesso a crédito.

Este encontro é uma realização do Sebrae e prefeitura de Canavieiras, através da Secretaria de Turismo, com apoio do NAC, Desenbahia e Banco do Nordeste.

SERVIÇO
O quê: Encontro Crédito para Micro e Pequenas Empresas – Canavieiras
Onde: Auditório da Secretaria Municipal de Educação de Canavieiras
Quando: 17 de junho de 2021, das 08h30 às 11h30
Quanto: Gratuito
Inscrição: Clique aqui.

Chave é o equilíbrio fiscal, explicou o secretário Manoel Vitório, lembrando que o Estado tem um dos mais baixos endividamentos do país

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Mesmo com as incertezas ainda presentes na economia brasileira devido ao atraso na vacinação contra a Covid-19 e à ameaça de nova piora da crise sanitária, a Bahia segue com as contas em dia e baixo endividamento e mantém o ritmo dos investimentos públicos, com volume total superado apenas por São Paulo. De acordo com os dados apresentados hoje, 3ª feira (15.junho) pelo secretário da Fazenda do Estado, Manoel Vitório, durante audiência pública virtual sobre as finanças estaduais promovida pela Assembleia Legislativa, o governo baiano já investiu R$ 15,4 bilhões desde 2015, ante R$ 46,7 bilhões do governo paulista.

Se considerado apenas o primeiro quadrimestre deste ano, a Bahia também fica na vice-liderança entre os estados. Foram R$ 587,2 milhões de janeiro a abril, enquanto o líder São Paulo investiu R$ 1,06 bilhão. “É sempre importante ressaltar que investimos proporcionalmente mais, tendo em vista que o orçamento de São Paulo é cinco vezes maior”, afirmou Vitório.

A chave para esta performance é o equilíbrio fiscal obtido via controle rigoroso dos gastos e melhoria do desempenho da arrecadação, explicou o secretário da Fazenda, lembrando que a Bahia acaba de obter a nota B na Capag (Capacidade de Pagamento), indicador produzido pela STN – Secretaria do Tesouro Nacional para avaliar saúde fiscal dos estados e municípios. A classificação atesta a boa gestão das contas pelo governo baiano e o torna apto a contar com o aval da União na contratação de operações de crédito destinadas a novos investimentos. A Bahia saiu-se bem nas três categorias avaliadas pela STN: Liquidez, Endividamento e Poupança Corrente.

Impulsionar a economia
Transporte, urbanismo, saúde, saneamento, segurança e educação são as áreas com maior concentração de recursos investidos pelo governo baiano, incluindo a expansão do metrô e outras obras de mobilidade urbana, como o VLT do Subúrbio Ferroviário, a construção e recuperação de rodovias e a construção de nove hospitais e 16 policlínicas de saúde nos últimos anos, o que tem sido determinante para que a Bahia se mantenha entre os estados brasileiros com menor taxa de letalidade durante a pandemia.

Qualidade do gasto
A qualificação do gasto público, explicou o secretário, é um dos fatores para o bom desempenho fiscal da Bahia. Trata-se de um trabalho permanente, deflagrado na primeira gestão do atual governo, envolvendo o controle de despesas em atividades-meio, o que permitiu ao Estado obter economia real de R$ 7,8 bilhões com o custeio da máquina desde 2015.

Do outro lado da equação está o crescimento da receita. Como resultado da modernização tecnológica do fisco, do combate à sonegação e do esforço dos servidores fazendários, lembrou Vitório, a arrecadação do ICMS baiano vem crescendo acima da média nacional nos últimos anos: a participação da Bahia no cômputo nacional de arrecadação do imposto agora corresponde a 5%. Esta participação era de 4,22% em 2012 e vem crescendo desde então.

Com as despesas sob controle e o bom desempenho nas receitas, o Estado apresentou no primeiro quadrimestre de 2021 um resultado primário melhor que o de 2020, observou Vitório, ressaltando no entanto que o cenário econômico brasileiro ainda é instável.

Baixo endividamento
Manoel Vitório observou ainda que o governo baiano iniciou 2021 com a dívida consolidada líquida equivalendo a 50% da receita corrente líquida, um dos melhores perfis do país, muito abaixo do limite máximo estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que é de 200%. “Significa que a Bahia poderia hipoteticamente pagar sua dívida com metade da receita, enquanto a lei considera aceitável que os estados se endividem até o limite de duas vezes a receita”, lembrou o secretário.

A situação é bem mais confortável que a dos maiores estados do país: o Rio de Janeiro tem uma dívida que equivale a 281% da receita, no Rio Grande do Sul a relação é de 206%, em Minas Gerais, de 176% e em São Paulo, de 149%.

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A safra de cereais, oleaginosas e leguminosas na Bahia pode alcançar 10,4 milhões de toneladas em 2021. O resultado representa um aumento de 4,1% na comparação com a safra 2020, que foi o melhor resultado da série histórica da pesquisa. Os dados foram revelados pelo quinto Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), referente ao último mês de maio, realizado pelo IBGE e sistematizado pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Secretaria do Planejamento do Estado (Seplan).

As áreas plantada e colhida ficaram ambas estimadas em 3,18 milhões de hectares (ha), o que corresponde, nas projeções do IBGE, a uma expansão de 2,2% na comparação interanual. Dessa forma, a produtividade média estimada para a safra de grãos, no estado, foi de 3,28 t./ha, 1,9% inferior à do ano passado.

A soja, cuja fase de colheita está em fase de conclusão, teve a estimativa revisada para 6,8 milhões de toneladas – a maior da série histórica do levantamento –, alta de 12,6% em relação a 2020. A estimativa da área plantada soma 1,7 milhão ha., que supera em 4,9% a de 2020, e o rendimento médio esperado da lavoura é de 4,0 t./ha.

A produção de algodão (caroço e pluma), em 2021, manteve-se projetada em torno de 1,2 milhão de t., que representa retração de 16,5% na comparação anual. A previsão de área plantada está em 266 mil ha, recuo de 15,6% na mesma base de comparação.

A expectativa para as duas safras anuais de milho totalizou 2,5 milhões de toneladas em 2021, o que corresponde ainda a uma retração de 3,1% na comparação anual. Com relação à área plantada (670 mil ha), o IBGE indica uma expansão de 7,5% sobre 2020.

Na atual temporada, a produção total de feijão deve somar 202 mil t., o que implica um recuo 30,3% em relação a 2020. Apesar disso, o levantamento revela uma área plantada (417 mil ha.) 1,7% inferior à verificada no ano passado. A má distribuição de chuvas é possivelmente o principal determinante do resultado da lavoura, cuja produção é predominantemente em área não irrigada.

Para a lavoura da cana-de-açúcar, o IBGE estima 5,4 milhões de t., alta de 5,8% em relação à safra anterior. A estimativa de cacau ficou projetada em 110 mil t., queda de 6,8% na comparação com 2020.

A estimativa deste ano para o café ficou em 218,2 mil t., 11,3% abaixo da produção verificada no ano passado. A safra do tipo arábica ficou projetada em 92 mil t., variação negativa anual de 23,7%, e a da canéfora, em 126,2 mil t., correspondendo a um ligeiro aumento de 0,5%, na mesma base de comparação.

As estimativas para as lavouras de banana (878,5 mil t.), laranja (634,3 mil t.) e uva (52,3 mil t.) registraram, respectivamente, variações positivas de 3,4%, 0,2% e 15,3%, em relação à safra anterior.

As projeções ainda indicam uma produção de 861,5 mil t. de mandioca, 10,5% inferior à de 2020. A batata-inglesa teve sua produção estimada em 327 mil toneladas, crescimento interanual de 4,1%. O tomate teve queda nas projeções (13,7%), que ficaram estimadas em 208,2 mil toneladas.

No cenário nacional, o abate de frangos também vem em um crescente // Foto: Jonas Oliveira/ANPr

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A produção de ovos de galinha e o abate de frangos atingiram números históricos na Bahia, no primeiro trimestre de 2021. É o que mostram os dados fornecidos pela Pesquisa Trimestral da Pecuária, informados pelo IBGE. A pesquisa levantou informações, de janeiro a março deste ano, sobre a produção, quantidade de animais abatidos e o peso total das carcaças, por espécie pesquisada, tendo como unidade de coleta o estabelecimento que efetua o abate ou comercializa o produto do animal (como é o caso do ovo), sob fiscalização sanitária federal, estadual ou municipal.

Entre janeiro e março de 2021, foram produzidas 18 milhões de dúzias de ovos na Bahia, indicando expressivos aumentos na comparação com períodos anteriores: de 10,5% frente ao recorde anterior, do quarto trimestre de 2020 (16,3 milhões de dúzias) e de 42% em relação ao primeiro trimestre do ano passado (12,7 milhões de dúzias).

O aumento na produção de ovos de galinha não foi assim tão expressivo no país como um todo, em comparação com o visível crescimento observado na Bahia. No Brasil, a produção foi de 978,2 milhões de dúzias no primeiro trimestre de 2021, representando aumento de 0,3% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram produzidas no país 974,9 milhões de dúzias. Mas os números nacionais, no primeiro trimestre de 2021, foram 1,3% menores do que os alcançados no trimestre imediatamente anterior (o quarto semestre de 2020), quando se atingiu a marca das 991,4 milhões de dúzias.

CARNE DE FRANGO

Os dados apresentados pela Pesquisa Trimestral da Pecuária também são favoráveis à economia da Bahia no tangente ao abate de frangos. Mostram que, no primeiro trimestre de 2021, o setor atingiu sua maior marca na série histórica, iniciada em 1997. Foram cerca de 33,2 milhões de animais, representando aumento de 1,1% no comparativo ao período anterior, o quarto trimestre de 2020, que, aliás, já era o detentor do melhor número da série histórica, com 32,8 milhões de abates. Comparando-se o primeiro trimestre de 2020 com o de 2021, o aumento foi da ordem dos 4,3%.

Os dados da pesquisa apresentam o abate de 1,5 bilhão de cabeças de frango em todo o Brasil: aumento de 0,7% em relação ao trimestre anterior e de 3,3% na comparação aos três primeiros meses de 2020.

De acordo com a pesquisadora, os insetos destacam-se pelo elevado teor proteico com valores que podem ser superiores aos de fontes tradicionais como a carne bovina

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A maioria das pessoas pode sentir arrepios ou até repulsa ao pensar na ideia de comer insetos, principalmente no mundo ocidental. Mas a pesquisadora Carolina de Souza, que está à frente da startup Superbugs, investe em remodelar esse pensamento negativo em uma proposta que associa sustentabilidade e uma possibilidade de negócio lucrativo.

“O relatório publicado pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) já incentivava a pesquisas, produção e consumo de insetos comestíveis como alternativa nutricional para a alimentação. Além disso, orientei uma aluna de mestrado da UFBA que buscava caracterizar os nutrientes provenientes de insetos, a fim de inseri-los na alimentação humana. Foi a partir daí que surgiram as primeiras ideias para desenvolver nossa startup na Bahia”, explicou Carolina.

Os insetos destacam-se pelo elevado teor de proteína, com valores que muitas vezes são superiores aos de fontes tradicionais: bovina, suína e aves. Mas, para quem ainda não está familiarizado com a proposta, Carolina faz questão de tranquilizar, contextualizando como funciona o processo de inserção de insetos na alimentação de animais e humanos.
“Quando falamos neste assunto, o imaginário de algumas pessoas remetem diretamente a espetinhos de invertebrados que são comuns em algumas regiões da Ásia”, introduziu a pesquisadora, ressaltando que o projeto não se trata de gafanhotos temperados ou besouros assados. “Na verdade, nosso projeto visa a implantação de uma empresa de base tecnológica, baseada nos princípios da economia circular e sustentabilidade ambiental, na qual resíduos orgânicos da agroindústria, que poderiam ser descartados na natureza, são reutilizados como ração para os insetos. Esse processo resulta na criação de uma biomassa rica em compostos bioativos que poderão ser usados como matéria-prima para a alimentação”.

O projeto, que foi aprovado no edital Centelha, da Fundação de Amparo à Pesquisa da Bahia (Fapesb), voltado para apoiar ideias inovadoras, já passou por um estudo piloto e, segundo Carolina, apresentou resultados preliminares excelentes. Conforme Carolina ressalta, o estudo se baseia no desenvolvimento de um produto, com foco primeiramente para animais, porém com potencial para serem consumidos por seres humanos.

Caso as contas estejam vencidas, a cobrança das devidas atualizações, multas e juros pelo atraso somente será realizada na próxima conta a ser faturada

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A Embasa informa aos usuários de seus serviços que o pagamento das contas de água/esgoto emitidas pela empresa não devem ser pagas via PIX, pois o sistema comercial da empresa ainda não reconhece esse tipo de pagamento.

Continue efetuando o pagamento normalmente, utilizando o aplicativo do seu banco para leitura do código de barras impresso na fatura. O pagamento também pode ser feito em caixas eletrônicos e lotéricas.

Para maior comodidade em tempos de pandemia, a Embasa disponibilizou na Agência Virtual a opção de pagamento da conta de água/esgoto utilizando o cartão de crédito das principais bandeiras ou o cartão de débito Caixa Elo Auxílio Emergencial.

Nesse caso, o parcelamento pode ser realizado em até 12 vezes, sendo que uma taxa pelo parcelamento será cobrada pela operadora de cartão.

Lauro de Freitas conta com 2.875 novos postos de trabalho

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Lauro de Freitas lidera o ranking das cidades que mais geraram empregos formais na Bahia durante o mês de abril deste ano. De acordo com dados divulgados pelo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), o município registrou um saldo positivo de 2.058 empregos gerados. O resultado apontado como promissor e é calculado a partir das 4. 717 admissões e 2.659 desligamentos no mesmo período e do acumulado dos três primeiros meses de 2021 com o saldo positivo de 2.875 novos postos de trabalho.

De acordo com o secretário do Trabalho, Esporte e Lazer, Uilson Souza, os setores que mais se destacaram foram: serviço com 1.836 postos de trabalho e construção de 994 novos empregos gerados.

Uilson informou que em breve o município estará firmando um Termo de Cooperação Técnica com alguns segmentos para oferecer mão de obra local e qualificada. Além disso, a implantação do SineBahia, que oferecerá intermediação de mão de obra, qualificação profissional além de seguro desemprego, e a reativação da Casa do Trabalhador com novo formato, “garantirão que até o final deste ano o saldo de empregos gerados seja maior no segundo semestre do que no primeiro”, disse.

A Bahiagás atende os municípios de: Salvador, Lauro de Freitas, Feira de Santana e Itabuna // Foto de Divulgação/Brisas Residencial Clube

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A Bahiagás (Companhia de Gás da Bahia) ultrapassou a marca de 60 mil residências fazendo uso do gás natural no estado. Ao todo, já são 60.729 unidades habitacionais consumindo o energético, em 749 condomínios.

Considerando que cada domicílio tem em média três residentes, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), já são mais de 180 mil pessoas impactadas pelos benefícios do gás natural nas suas residências. “Em 2006, apenas 1.151 domicílios baianos contavam com o energético. Hoje, estamos presentes em residências nos municípios de Salvador, Lauro de Freitas, Feira de Santana e Itabuna”, lembrou a gerente Comercial de Varejo, Luciana Valente.

De acordo com o diretor-presidente da Bahiagás, Luiz Gavazza, esse resultado atesta o crescimento da Companhia nos últimos anos. “Esse quantitativo veio aumentando exponencialmente, ano após ano, fruto do investimento na expansão e interiorização da rede de distribuição da Bahiagás, alinhado com as diretrizes de desenvolvimento do Governo do Estado”, afirmou, destacando que, atualmente, 21 municípios baianos já contam com o energético, nos segmentos residencial, comercial, industrial, automotivo e termelétrico. “Com a conclusão do projeto Gás Sudoeste, esse número saltará para 33 cidades consumindo o gás natural, consolidando a Companhia como a maior distribuidora de gás natural do Norte-Nordeste e terceira maior do Brasil”, complementou.

BENEFÍCIOS E USO DIVERSIFICADO
O uso do gás natural para o segmento residencial tem inúmeras vantagens, como o ganho de espaço (já que é canalizado e dispensa o uso de botijões), além do fornecimento contínuo, pagamento após o consumo, mais segurança e versatilidade. O gás natural pode ser utilizado para cocção, em fogões e churrasqueiras, e aquecimento de água, em torneiras, chuveiros e piscinas.

Serão entregue um total de 95 kits // Foto de Daniel Thame

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A Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente da Prefeitura de Itabuna vai entregar, neste fim de semana, mais kits de proteção e segurança aos feirantes cadastrados no programa “Feira Segura – Viva a Feira”. O material foi doado por meio de uma parceria entre o município e a Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural do Estado (SDR). Os kits contêm avental, máscaras, álcool gel de 500 ml, 70 toucas padronizadas e folhetos com orientação sobre os protocolos de segurança.

A entrega está sendo feita nas feiras do Centro Comercial de Itabuna e dos bairros São Caetano e Fátima/Califórnia, num total de 95 kits. Até agora, já foram contemplados com o material da CAR os pequenos produtores rurais da Feira do Produtor, que trabalham às sextas-feiras, no centro, ao lado da UniFTC, e os que atuam na Feira de Produtos Orgânica, que ocorre todas as quintas-feiras, no estacionamento da Câmara Municipal de Vereadores.

A entrega será realizada com a presença dos técnicos e representantes das secretarias municipais de Agricultura e Meio Ambiente e de Ordem Pública, que vão orientar os feirantes sobre o cuidado com a comercialização e manuseio dos produtores, a importância do distanciamento social, do uso de máscaras e, principalmente, a higienização frequentes das mãos com álcool gel.

O resultado decorre da diferença entre 52.539 admissões e 43.332 desligamentos // Foto de Mateus Pereira/GOVBA

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A Bahia gerou 9.207 postos de trabalho com carteira assinada em abril deste ano, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O resultado decorre da diferença entre 52.539 admissões e 43.332 desligamentos. Dessa forma, a Bahia liderou a geração de emprego formal no Nordeste no mês.

Os dados são do Ministério da Economia, que divulgou nesta 3ª feira (26.maio) as estatísticas mensais do emprego formal, através do Novo Caged, sistematizados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria do Planejamento do Estado (Seplan).

Apesar do contexto sanitário mundial atípico, o estado ocupou a primeira posição em relação à geração de posições celetistas dentre os estados nordestinos e a sexta dentre os estados brasileiros em abril de 2021.

No Nordeste, seis estados criaram vagas de trabalho. A Bahia (+9.207 postos) foi acompanhada por Pernambuco (+4.798 postos), Ceará (+3.297 postos), Maranhão (+3.056 postos), Piauí (+2.060 postos) e Paraíba (+690 postos). Em contrapartida, Alagoas (-3.208 postos), Sergipe (-92 postos) e Rio Grande do Norte (-61 postos) encerraram posições celetistas.

 

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