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O deputado Tiago Correia (PSDB) voltou a criticar o sucateamento da ADAB (Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia). Nesta 6ª feira (9.julho), o SIAPEC, sistema que gerencia o banco de dados da movimentação agropecuária estadual, voltou a ficar fora do ar, comprometendo o funcionamento das plantas frigoríficas e o envio de carne para todos os municípios.

“Há muito tempo que o governo promove e incentiva o processo de desmanche da ADAB, com a extinção de todas as coordenadorias regionais, a redução do número de escritórios e a acentuada diminuição do número de servidores nas atividades fins”, afirmou o parlamentar.

De acordo com Tiago Correia, as constantes falhas no SIAPEC têm prejudicado os empresários e a população. “Sem o perfeito funcionamento do sistema, a GTA (Guia de Transferência Animal) não pode ser expedida. E, sem o documento, ninguém faz nada.” Correia responsabilizou o governo do PT pelo abandono da ADAB. “Assim como fez na segurança pública e educação, por exemplo, o governo baiano deixou de investir na ADAB e os resultados são os piores possíveis, prejudicando toda a cadeia da agropecuária baiana.”

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O produtor terá até o dia 15 de julho para entregar a declaração nos escritórios da Adab

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A Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab) informou, nesta quinta-feira (27), que a Campanha de Vacinação contra Febre Aftosa em todo estado será prorrogada até o dia 30 de junho. A agência foi autorizada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) a adotar a medida após solicitar a extensão do prazo, em virtude do desabastecimento do imunizante, em diversas regiões, logo na segunda semana da I Etapa de Vacinação de 2021, destinada a bovinos e bubalinos de todas as idades.

“Apesar dos efeitos da pandemia e do fechamento temporário de algumas cidades, não foi exatamente isso que motivou nossa decisão, e sim, a falta de vacinas. No entanto, o quantitativo de 1,7 milhão de doses chegará em breve para abastecer as revendas e atender a meta, que é a imunização de quase 11 milhões de animais, o que também deverá conter a especulação comercial sobre o preço final do produto, em função da insuficiência de vacina no mercado”, ressalta o diretor de Defesa Sanitária Animal da Adab, Carlos Augusto Spínola.

A vacinação contra a febre aftosa na Bahia, inicialmente prevista para ocorrer entre 1º e 31 de maio, tem superado as expectativas da coordenação da campanha, inclusive com a efetivação da declaração pelo produtor. “Estamos informando os representantes da cadeia produtiva sobre a prorrogação do prazo e todo nosso efetivo envolvido com a vacinação já está à disposição para esclarecer dúvidas e orientar os produtores para que possamos ultrapassar os 90% de imunização preconizados pelo MAPA e alcançados nas últimas etapas, o que nos confere grande possibilidade de assegurar o status de Bahia Zona Livre de Aftosa sem Vacinação, em 2023″, destaca Carlos Augusto Spínola.

Com a prorrogação da vacinação, o produtor terá até o dia 15 de julho para entregar a declaração nos escritórios da Adab, lojas de produtos agropecuários, sindicatos rurais ou por meio do site da agência.

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Para a atualização dos dados cadastrais com inclusão da vacinação do rebanho contra a Brucelose das fêmeas de bovinos e bubalinos entre 3 e 8 meses de idade, os produtores deverão procurar os escritórios da ADAB

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Com o objetivo de elevar a imunização dos rebanhos para a Brucelose, uma doença zoonótica, isto é, transmissível aos humanos, Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (ADAB) intensifica a vigilância sobre o trânsito de cargas pecuárias nas estradas e ratifica que o sistema da autarquia estará bloqueado para a retirada de Guia de Trânsito Animal (GTA), com proibição da circulação de bovinos e bubalinos de qualquer faixa etária para produtores que não estiverem com a vacinação em dia contra a enfermidade.

A vigilância sobre a documentação apresentada nos postos fixos e móveis deverá ser ainda mais criteriosa, conforme determina a instrução normativa SDA número 10 do MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) que condiciona o trânsito destas espécies à comprovação da vacinação, que é obrigatória. “Os animais não poderão deixar a propriedade de origem caso a documentação não esteja adimplente para evitar o risco de disseminação da doença”, ressalta Maurício Bacelar, diretor-geral da autarquia.

A vacinação contra a Brucelose possui calendário permanente e a meta do governo do estado é ampliar a imunização. “A enfermidade pode causar sérios entraves à comercialização de produtos brasileiros e provocar impactos econômicos incalculáveis além do elevado risco de contaminação do homem”, destaca a coordenadora do PNCEBT (Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose) da ADAB, Luciana Ávila.

Pelas condições sanitárias da Bahia em relação à prevalência para a doença, a determinação do MAPA é a imunização mínima de 80% do rebanho. “Acreditamos que com o controle ainda mais efetivo e bloqueio de trânsito dos animais alcançaremos um índice de imunização superior à meta do Ministério”, prevê Luciana.

A Brucelose causa aborto e infertilidade nas fêmeas e contamina o ser humano que passa a desenvolver doenças crônicas, especialmente, através do consumo de carnes sem procedência e derivados do leite sem pausterização.

A vacinação apenas poderá ser realizada por um médico veterinário ou por agentes vacinadores cadastrados e acompanhados pelos profissionais da ADAB, para evitar a contaminação, uma vez que o imunizante é produzido com a bactéria viva.

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A ADAB ficou responsável pelas notificações necessárias e destinação das aves

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A PRF em trabalho conjunto com a Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (ADAB) flagrou na madrugada de hoje (6.mar) o transporte irregular de 8,5 toneladas de aves congeladas durante fiscalização realizada em Teixeira de Freitas.

As aves foram encontradas após abordagem a um caminhão, que transportava os animais sem a documentação exigida pela legislação.

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Os proprietários de animais de produção que sejam mantidos nos lixões da Bahia serão notificados

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Para reforçar as estratégias de erradicação e controle da Febre Aftosa e Peste Suína Africana, a Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia publicou Portaria 01/2021 proibindo a permanência de animais de produção em depósitos de resíduos sólidos urbanos (DRSU), utilizando restos de alimentos provenientes dos lixões, seja em áreas particulares ou públicas, ou em qualquer outro local que ofereça risco de contaminação, disseminação de doenças que impliquem em risco à saúde da população ou comprometam o bem estar animal.

A proibição é embasada em legislações anteriores que preveem a destinação final de resíduos sólidos em locais adequados e que amenizem os impactos ambientais e riscos à saúde pública, convergindo com o trabalho de prevenção realizado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Os proprietários de animais de produção que sejam mantidos nos lixões da Bahia serão notificados e, se houver reincidência, os animais serão apreendidos e encaminhados ao sacrifício sanitário.

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