Troca de ataques entre João Roma e Rui Costa esquenta disputa pelo Senado.

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A disputa pelo Senado na Bahia ensaia ganhar confrontos abertos antes mesmo do encontro cara a cara. Em entrevistas concedidas ao BNews, João Roma (PL) e Rui Costa (PT) transformaram declarações em munição, antecipando um debate que promete ser menos programático e mais do que um simples “pega-pega”. Não houve mediação simultânea, mas o eco das falas foi suficiente para evidenciar que o embate será marcado por um tom direto e incisivo.

Roma optou por um ataque cirúrgico ao estilo de liderança de Rui, ao chamá-lo de “amigo da onça”. Ao evocar Jaques Wagner, figura central da engrenagem petista na Bahia, Roma toca em uma fissura sensível, a disputa por protagonismo dentro do grupo. Também resgata o apelido “vagareza”, atribuído por Rui a Wagner, ampliando o embate.

Rui Costa, por sua vez, desloca o eixo do debate para a vitrine de realizações. Ao questionar onde estão as obras de Jair Bolsonaro na Bahia, busca atingir Roma em um ponto sensível, o legado do bolsonarismo no estado. A estratégia passa por nacionalizar o confronto e associar o adversário a um projeto político com menor densidade eleitoral.

O que emerge desse pré-debate é menos uma disputa de propostas e mais um teste de provocações. Roma aposta no desgaste interno do PT e na imagem de Rui como gestor rígido. Rui, por outro lado, investe na comparação de entregas e na fragilidade do campo adversário na Bahia. Se o tom se mantiver, o confronto tende a escalar para além de um duelo e ganhar contornos mais ásperos.

Jerônimo Rodrigues enfrenta dificuldades para construir apoio no primeiro turno

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Se governar é, antes de tudo, saber articular, Jerônimo Rodrigues ainda não encontrou o manual. A comparação com Jaques Wagner e Rui Costa não é apenas inevitável — é dura. Onde os antecessores construíam pontes, Jerônimo coleciona silêncios, desencontros e portas entreabertas. Novo capítulo de Jerônimo: demonstrou interesse em contar com o apoio do PSol em sua campanha e disse querer conversar com os dirigentes da legenda, à Rádio Baiana FM. Resultado: cartada recusada imediatamente.

A resposta veio no tom que a política costuma reservar para quem esquece aliados após a vitória. Ronaldo Mansur descartou apoio no primeiro turno porque a sigla foi “esquecida” pelo governador após o apoio no segundo turno em 2022. Muitos já cochicham: Jerônimo patina na articulação. Em política, apoio não é cheque em branco; precisa ser cultivado. Não houve; logo, o fruto do apoio não virá, pelo menos no primeiro turno de 2026.

O caso de Geraldo Júnior reforça o diagnóstico de desorganização: rifado, desgastado e depois resgatado por falta de opção. A demora para definir a chapa e a incapacidade de construir alternativas sólidas expuseram um governador que não tem a habilidade de seus companheiros ex-governadores, que são, diga-se de passagem, exímios articuladores.

Outro ponto imprescindível a destacar é que a base de Jerônimo perdeu o partido Podemos, além de Solidariedade e PRD, que podem migrar para a oposição por não conseguirem montar uma chapa nominata para eleger deputados estaduais e federais.

Jerônimo enfrenta um desafio que vai além da articulação propriamente dita: provar que consegue se reeleger mesmo sem o aval de Rui Costa para manter Geraldo Júnior na vice e garantir uma boa votação à reeleição de Lula. Caso contrário, assumirá a responsabilidade pela perda dos vinte anos de hegemonia do petismo na Bahia.

📷 Montagens do Pauta Blog com imagens de divulgação e conteúdo criado por Inteligência Artificial.

Sondagem de Flávio Bolsonaro esbarra em estratégia local de Bruno Reis // Fotomontagem com imagens de divulgação no Instagram.

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A sondagem feita por aliados de Flávio Bolsonaro (PL) ao prefeito de Salvador, Bruno Reis (UB), carrega mais um aceno político do que viabilidade prática. No âmbito nacional, a simples lembrança do nome do gestor baiano revela uma tentativa de ampliar pontes regionais, sobretudo no Nordeste, terreno historicamente desafiador para o bolsonarismo.

Logo, quais são os porquês de Bruno Reis não aceitar estar na chapa de Flávio Bolsonaro como vice-presidente?

O primeiro freio para essa hipótese é que Bruno Reis não é um agente isolado. Sua trajetória está totalmente conectada ao projeto político de ACM Neto (UB), que atua como principal liderança de seu grupo. Contudo, qualquer movimento de Bruno Reis em direção a uma chapa com Bolsonaro representaria não apenas uma decisão pessoal, mas também a coesão do grupo netista.

O segundo elemento central é que não seria simples deixar a Prefeitura para embarcar como vice. A vice-presidência, embora institucionalmente relevante, raramente oferece protagonismo eleitoral direto na Bahia que influencie a candidatura de ACM Neto.

O terceiro ponto é o timing. Bruno Reis reafirma, em suas declarações públicas, o compromisso com o mandato. Isso funciona como sinal de estabilidade administrativa. Antecipar uma saída poderia ser interpretado como abandono de responsabilidades, gerando um desgaste político desnecessário.

O quarto alerta é que, caso tivesse intenção de deixar a Prefeitura, Bruno Reis teria opções mais estratégicas dentro da política baiana, como fortalecer a chapa de ACM Neto em uma eventual disputa ao Senado ou até como vice — possibilidades que já foram descartadas. Deixar a prefeitura envolve riscos elevados.

Por fim, até as convenções, o cenário permanece fluido. No xadrez político, Bruno Reis parece optar por permanecer onde tem controle do jogo — e não onde seria apenas peça.

Bruno Reis vai seguir falando a mesma língua que ACM Neto, apoiando a candidatura do ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD). 

Articulação de Bruno Reis e ACM Neto reposiciona aliados em Brasília: Marcelo Nilo e Jorge Araújo

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A política baiana ganhou novos traços nesta quarta-feira (8.abril,2026), com a posse dos baianos Marcelo Nilo (Republicanos) e Jorge Araújo (PP) como deputados federais, em Brasília. A movimentação, longe de ser protocolar, carrega a digital de uma articulação robusta liderada pelo prefeito de Salvador, Bruno Reis, e pelo líder da oposição, ACM Neto, de olho no fortalecimento do grupo para as eleições de outubro.

A operação também serviu para reposicionar Marcelo Nilo no contexto. Com pretensões de disputar o Senado, até mesmo de forma avulsa, Nilo foi trazido para o centro do panorama político, agora com mandato em mãos e papel mais definido dentro do grupo. É um recuo tático que evita dispersão e concentra forças em um projeto maior, sob a batuta de Neto.

Para viabilizar o movimento, duas cadeiras foram esvaziadas. Alex Santana (Republicanos) e João Leão (PP) deixaram a Câmara Federal e migraram para a gestão municipal de Salvador, onde assumiram secretarias na administração de Bruno Reis. A dança das cadeiras evidencia um redesenho apurado, em que Brasília e Salvador passam a operar de forma integrada no projeto político.

No plano estadual, os papéis já começam a ser distribuídos. Nilo deve atuar como um dos coordenadores da campanha de ACM Neto, enquanto Jorge Araújo entra em campo com um foco claro: consolidar seu nome e buscar a reeleição como deputado federal. A engrenagem está montada, resta saber se o arranjo está afinado e vai rodar com resultados nas urnas.

Júnior Marabá, Flávio Bolsonaro e a sua esposa Cinthya Marabá

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O político do Oeste baiano, o prefeito de Luís Eduardo Magalhães, Júnior Marabá (PP), decidiu jogar com as peças que melhor conhece e com aquelas que podem lhe render dividendos em múltiplas frentes. Bolsonarista de carteirinha, tratou de carimbar essa identidade ao articular a filiação da primeira-dama, Cinthya Marabá, ao PL, com direito a viagem a Brasília para buscar a bênção de Flávio Bolsonaro. O recado é claro: alinhamento ideológico e tentativa manter a musculatura eleitoral.

Se, por um lado, recuou da ideia de disputar uma vaga na Câmara Federal, por outro, não saiu de cena. Apostou no plano B, ou talvez plano principal, ao lançar Cinthya como pré-candidata a deputada estadual. Com base eleitoral sólida, construída sobre uma reeleição robusta de 83,52% dos votos (46.212 eleitores), Marabá joga para manter o grupo competitivo e ampliar influência. É o velho manual da política familiar, adaptado aos ventos atuais.

No campo estadual, o prefeito tem transitado com ambiguidade, a depender do observador. Em 2025, não poupou críticas a ACM Neto pela falta de um telefonema após o apoio em 2022. Já neste ano, tratou de baixar o tom ao afirmar que não faria campanha contra o governador Jerônimo Rodrigues, a quem chamou de “amigo”, embora tenha feito questão de frisar que não levantaria a bandeira do PT.

Contudo, o diálogo segue aberto. O vice na chapa de ACM Neto, Zé Cocá (PP), já antecipou que conversas com Marabá estão no radar, com possibilidade de reaproximação. O próprio Neto admite ter acionado interlocutores para pavimentar esse caminho. Resta saber se Marabá vai escolher um lado de forma definitiva ou continuar operando no fio da navalha, onde poucos conseguem se equilibrar por muito tempo.

Troca de partido e excesso de confiança pode colocar vereador sob risco político

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Um vereador de uma grande cidade do interior resolveu trocar de camisa nos últimos suspiros da janela partidária. Mas não parou por aí. Embalado pela nova sigla, passou a cantar alto demais, como se tivesse descoberto a pólvora — ou, pior, como se desconhecesse quem acende o pavio na capital.

Ao posar de estrategista iluminado, o edil tenta ensinar liturgia a quem, em Salvador, dita o rito. Até pode soar como ousadia no interior. Na capital, soa como arrogância. O excesso de confiança costuma ser cobrado com juros — e, às vezes, com isolamento.

Resta saber se o vereador vai sustentar o gogó quando o coro engrossar ou se vai experimentar o gosto amargo de um revés precoce. Porque, na Bahia, quem canta de galo sem ter terreiro firme corre sério risco de cair do cavalo antes mesmo de ver o sol nascer.

Silêncio de Rui Costa vira sinal político após relançamento de Geraldo Júnior

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POR MATHEUS VITAL | Cinco dias após o governador Jerônimo Rodrigues (PT) REafirmar e RElançar o nome de Geraldo Júnior (MDB) como seu companheiro de chapa, o silêncio de Rui Costa passou a falar mais alto do que qualquer declaração pública. A ausência comunica e, nesse caso, comunica desconforto. A falta de endosso nas redes sociais, território onde sinais são cuidadosamente calculados, sugere que a decisão não foi exatamente consensual dentro do núcleo mais influente do grupo.

A dúvida que se impõe é inevitável: a manutenção de Geraldo Júnior contrariou a posição de Rui Costa? Os indícios apontam que sim, ou, ao menos, que houve resistência. O episódio da mensagem vazada, em que o vice-governador encaminhava uma publicação criticando Rui Costa e ainda incentivava sua disseminação com o simples “manda viralizar”, não foi simples, e parece que ainda há reflexos. Gestos de deslealdade, ainda que pontuais, costumam ter memória longa e consequências silenciosas nos bastidores.

Embora Rui Costa tenha declarado publicamente seu incômodo e, posteriormente, tenha sido visto ao lado de Geraldo Júnior, o gesto de convivência institucional não equivale, necessariamente, a uma reconciliação política plena. Na liturgia do poder, há uma diferença clara entre pacificação e confiança. A primeira pode ser construída por conveniência; a segunda, quando abalada, leva tempo e, às vezes, nunca se recompõe por completo.

Resta saber se, diante da necessidade eleitoral, Rui Costa transformará esse silêncio em engajamento ativo. A publicização do nome de Geraldo Júnior terá uma largada ou ainda não? Vale destacar que Geraldo Júnior segue tocando o barco como se nada tivesse acontecido e já chamou Rui Costa, em suas redes sociais, de “meu senador”. Enfim: o silêncio também fala? 

Crescimento político de ACM Neto no interior liga sinal amarelo na base do governo Jerônimo Rodrigues

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POR MATHEUS VITAL | A pré-campanha ao governo da Bahia tem revelado sinais cada vez mais claros de tensão dentro da base do governador Jerônimo Rodrigues. A leitura é a de que, quando os fatos são observados em sequência, o entorno petista começa a reagir de forma defensiva diante da guinada de ACM Neto no interior do estado.

A tentativa do Avante, aliado do governo e conduzido na Bahia sob a influência de Rui Costa, de barrar judicialmente a divulgação de uma pesquisa do instituto Séculus é um desses sinais. Na política, quando se tenta impedir a circulação de um levantamento, a interpretação imediata costuma ser a de que os números incomodam. Uma pesquisa anterior, do instituto TML, circulou sem contestação judicial. Surge, então, uma narrativa de seletividade: levantamento favorável circula; pesquisa adversa vira caso jurídico.

EPISÓDIO DE IPIAÚ
Durante uma agenda de ACM Neto em Ipiaú, emissários ligados ao governo questionaram a legitimidade do ex-prefeito para tratar da pauta do cacau. A reação pública veio na forma de ataque direto: o deputado estadual Galo (PT) acusou o adversário de desconhecer a vida rural e de apostar apenas na crítica ao governo.

O problema político para o Palácio de Ondina é que a agenda de Neto em Ipiaú reuniu representantes de mais de 40 municípios. Esse tipo de demonstração costuma ter peso simbólico maior do que o próprio evento. Prefeitos, vereadores, deputados, ex-prefeitos, ex-vereadores e lideranças funcionam como um termômetro antecipado da disputa. Resumindo: o clima era de adesão.

A reação veio rapidamente. A prefeita Laryssa Dias (PP) organizou um evento paralelo — e no mesmo dia — sobre o cacau. Esse tipo de sobreposição de agendas indica que o governo passou a monitorar com mais atenção os movimentos do adversário.

De um lado, Jerônimo Rodrigues busca viajar para tentar consolidar a imagem de governador presente. O próprio Rodrigues afirma já ter percorrido 377 das 417 cidades baianas.

Quando governos passam a reagir de forma tão direta às agendas da oposição, geralmente é porque perceberam que a disputa começou. Na Bahia, os sinais mais claros costumam aparecer primeiro no interior.

Matheus Vital é editor de política do Pauta Blog.

Rui Costa encerra o assunto e oficializa a rifada de Angelo Coronel

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O ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa (PT), deixou as sutilezas de lado e mostrou, sem rodeios, quem está no controle do jogo. Em entrevista concedida em Maracás à TV Pirôpo, Rui confirmou os nomes escolhidos para disputar as Eleições de outubro. O ex-governador da Bahia será candidato ao Senado, Jaques Wagner (PT) disputará a reeleição ao mesmo cargo e Jerônimo Rodrigues (PT) também buscará ser reeleito para o Palácio de Ondina. A escalação pública e direta soou como ordem.

A chapa majoritária desenhada por Rui ajuda a entender a hierarquia interna do PT baiano. Jaques Wagner aparece no papel de escudeiro histórico enquanto Jerônimo Rodrigues surge como coadjuvante disciplinado, aquele que balança a cabeça, concorda e executa. O comando, sem dúvida, está nas mãos de Rui, que manda e desmanda sem precisar pedir licença.

Até então, o processo de fritura do senador Angelo Coronel (PSD) vinha acontecendo em banho-maria. Jaques Wagner chegou a convidá-lo para ser suplente em uma tentativa elegante de empurrá-lo para fora do centro do palco. Não funcionou. Coronel resistiu. Foi quando Rui Costa entrou em campo e decidiu encerrar o assunto.

Rui aplicou o que, no popular, se chama de dose homeopática, mas sem ironia. Nada de tratamento suave. A medicação foi forte e em dosagem elevada. O recado foi simples, direto e escancarado: Tchau, Coronel! O ministro oficializou a rifada do senador da chapa majoritária sem cerimônia.

Já o governador Jerônimo ainda tentou sustentar a narrativa de que o controle da montagem da chapa estaria sob sua responsabilidade. A entrevista de Rui, no entanto, desmontou essa versão em segundos. O cacique mostrou quem manda. Jerônimo, mais uma vez, limitou-se a concordar.

O PSD de Otto Alencar foi limado do projeto majoritário e, até agora, Otto assiste a tudo de braços cruzados. O máximo que fez foi oferecer a legenda para que Coronel dispute o Senado de forma avulsa, mas vem deixando a desejar quando o assunto é dar cobertura política a Coronel. O problema é que, no futuro, a mesma fórmula pode ser administrada diretamente no PSD.

A ganância petista não tem limites; enquanto isso, Otto Alencar segue inerte.

📷 Foto montagem com imagens Rui Costa, Jerônimo Rodrigues e Jaques Wagner/Divulgação; de Otto Alencar/Marcos Oliveira/Agência Senado; de Angelo Coronel/Waldemir Barreto/Agência Senado

O deputado estadual Fabrício Pancadinha (Solidariedade) não deu as caras no evento na missa de aniversário dos 115 anos de Itabuna

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A missa dos 115 anos de Itabuna, realizada na Catedral São José nessa segunda-feira (28.julho), reuniu parte significativa da política baiana, mas foi a ausência de um nome local que provocou os cochichos mais afiados nos bastidores. O deputado estadual Fabrício Pancadinha (Solidariedade) não deu as caras no evento.

Eleito com votação expressiva em Itabuna, Pancadinha carrega uma responsabilidade simbólica, que é representar o município. Não aparecer em uma celebração tradicional desse porte não passou despercebido. A ausência provocou muito barulho e gestou bastante especulação.

“Cadê Pancadinha?”, disparou um observador atento durante a cerimônia, ecoando o incômodo que se espalhou entre lideranças locais.

O FATOR ACM NETO
O pano de fundo da ausência parece estar ligado à presença de um ex-aliado, que, atualmente, ocupa o outro lado do tabuleiro: ACM Neto (UB), que estava acompanhado do prefeito de Ilhéus, Valderico Junior (UB). Pancadinha, que, até outro dia, se apresentava como um quadro do grupo de Neto, mudou de rota e se abrigou na base do governador do estado, Jerônimo Rodrigues (PT).

A avaliação nos bastidores é de que Pancadinha quis evitar dividir o mesmo ambiente que Neto e, por tabela, com os aliados do ex-prefeito de Salvador, que ensaiam repaginar Itabuna pela via eleitoral.

QUEM FOI, QUEM NÃO FOI
Do lado governista, marcaram presença nomes como os deputados Paulo Magalhães (PSD), Lídice da Mata (PSB) e Marcone Amaral (PSD), todos com alguma ligação com o prefeito Augusto Castro (PSD). Do outro lado, o bloco ACM e Valderico foi representado pelos parlamentares Leur Lomanto Jr. (UB), Alan Sanches (UB), Sandro Régis (UB) e Robinho (UB).

NOVA MARCA
A nova identidade política de Pancadinha é clara! O próprio deputado já cravou que, agora, é “PancaJero”, enterrando o passado ao lado de Neto. Acontece que, ao evitar um momento de celebração pública do município que o ajudou a eleger deputado, o parlamentar corre o risco de parecer desconectado.

Se foi um gesto estratégico para não reforçar um palanque adversário ou um erro de cálculo que pode custar caro, só o tempo dirá. Por ora, a ausência falou alto e, em política, o silêncio também é discurso já que presença é gesto, ausência também.

📷 Reprodução / Redes Sociais

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