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A iniciativa visa evitar o desmatamento, além do oferecimento de assistência técnica e definição de critérios com plano de manejo

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Apoiar o extrativismo e a produção sustentável da aroeira. Esse é o objetivo da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do município de Caravelas para aumentar a renda e a atividade de extração da pimenta-rosa, fruto extraído da aroeira, em regiões ribeirinhas e na beira da praia, principalmente, entre os meses de maio e junho.

Atenta a esse nicho de mercado e na oportunidade de aumentar a geração de emprego e renda para as famílias caravelenses, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico já está em campo reunindo os agricultores da região ribeirinha, da Resex Cassurubá e da Barra de Caravelas para cadastro e organização.

A Embrapa e agricultores do estado do Espírito Santo, maior exportador de pimenta-rosa do país, aumentaram a produção e o preço de venda do produto.

Segundo Izaías dos Santos, Secretário de Desenvolvimento Econômico, “a ideia é formalizar parceria com a Embrapa e implantar no município de Caravelas esse projeto de sucesso”, explicou.

O Prefeito de Caravelas, Silvio Ramalho, destaca que “iniciativas como esta representam os esforços que estão sendo empregados para apoiar e fomentar a geração de empregos e abertura de novos postos de trabalho”, argumenta. 

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Os investimentos beneficiam diretamente 1.200 agricultores familiares cooperados, que vêm agregando valor também na produção de cravo, cacau, açaí e cupuaçu

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A Bahia é o maior estado produtor de guaraná do Brasil (IBGE 2017) e a agricultura familiar vem se destacando nesse cenário, pela qualidade do fruto cultivado. Com uma produção anual de 50 toneladas, a Cooperativa dos Agricultores Familiares do Baixo Sul (Coopafbasul), localizada no município de Ituberá, no Baixo Sul, fatura em média R$16 milhões por ano com grãos qualificados, boa produtividade, rastreabilidade e manejo sustentável.

A Cooperativa produz guaraná em grãos e em pó, com Selo de Identificação da Agricultura Familiar, e comercializa para diversos municípios baianos e para os estados de Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Ceará, Sergipe e Paraná. A qualidade do guaraná do Baixo Sul também conquistou o mercado internacional. Esta semana, 21,5 toneladas de guaraná em grãos estão sendo exportadas para os Estados Unidos. É a segunda exportação da Coopafbasul, outras 14 toneladas foram comercializadas para França.

A Coopafbasul vem recebendo investimentos, por meio do projeto Bahia Produtiva, da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), vinculada à SDR. No total, estão sendo aplicados R$3 milhões em ações de infraestrutura, a exemplo da implantação de uma unidade de beneficiamento de grãos e a aquisição de equipamentos. Com isso, a cooperativa terá um espaço próprio, com fácil acesso, onde será realizada toda a padronização e empacotamento da produção, com máquinas de secagem, caminhões refrigerados, câmara fria, energia solar e loja de apoio para divulgação dos produtos da região, produzidos pelos cooperados.

Hoje, o trabalho é realizado em um espaço alugado, onde é feito o beneficiamento dos produtos in natura e os produtos industrializados são feitos nas fábricas das marcas parceiras. Já foi entregue um veículo utilitário para facilitar o escoamento da produção e está sendo executado o serviço de assistência técnica na gestão e na base produtiva. Os investimentos beneficiam diretamente 1.200 agricultores familiares cooperados, que vêm agregando valor também na produção de cravo, cacau, açaí e cupuaçu.

O diretor-executivo da Coopafbasul, Gileno dos Santos, destaca a importância da atividade do guaraná para o aumento da renda dos cooperados: “O mercado do guaraná vem se abrindo e podemos dizer que a agricultura familiar vem contribuindo com essa atividade, pois o cooperativismo busca fazer isso. O guaraná há dois anos era R$7 e hoje trabalhamos com um preço entre R$18 e R$19. A agregação de valor é graças ao trabalho coletivo e aos investimentos do Governo do Estado, que vem contribuindo com o apoio à gestão da cooperativa, assistência técnica e na comercialização, fortalecendo também as famílias no campo”.

DIVERSIFICAÇÃO DA PRODUÇÃO
Os investimentos do Governo do Estado também estão sendo direcionados para os outros sistemas produtivos trabalhados pela Coopafbasul. Serão sete unidades de beneficiamento de cacau instaladas em sete comunidades, sendo quatro em Ituberá, na comunidade do Karin, na comunidade da Capoeira, Campo do Amâncio e no Assentamento Lucas Dantas.

Cada unidade receberá duas estufas, para fermentação e secagem do cacau, tendo como objetivo trabalhar de maneira integrada como a equipe técnica e a direção dos empreendimentos, para atender às principais finalidades do edital, como apoiar a ampliação do acesso a mercados pelas organizações produtivas da agricultura familiar e economia solidária, contribuir para a incorporação da cultura empreendedora para favorecer o incremento de vendas em canais de distribuição no mercado privado, fortalecer as organizações produtivas para o acesso a novos mercados, ampliar as receitas e a sustentabilidade econômica da cooperativa.  

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O debate foi sobre a agricultura familiar, em Ilhéus, traçando estratégias para a implantação de assistência técnica e, a possibilidade de articulações políticas públicas para benefício dessas associações

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A secretaria de Desenvolvimento Econômico/Superintendência de Agricultura e Pesca, representada pelo Superintendente Maciel Santana, juntamente com a equipe da Cooperast, com o coordenador Maicon Silva, e os engenheiro agrônomos Nedson Abreu e Elielva Cardoso, realizaram atividades de mobilização e seleção das famílias das associações INEMA e Demétrio Costa, na zona rural de Ilhéus.

A parceria da Cooperast com o Governo da Bahia, através da SDR/Bahiater, tem como finalidade prestação de serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural-ATER, destinado a estruturação produtiva e articulação de políticas públicas para promoção da sustentabilidade das Unidades Produtivas (UPF), nos municípios de Barro Preto, Ilhéus, Itacaré, Itajuípe, Maraú e Una situados no Território Litoral Sul da Bahia.

O Coordenador da Cooperast Maicon Silva, afirma sobre a importância da parceria da Secretaria de Desenvolvimento Econômico/Superintendência de Agricultura e Pesca, com o município de Ilhéus que tem oferecido todo o suporte necessário, seja na logística como também no acompanhamento das associações, o que tem facilitado o trabalho de assistência técnica nestas comunidades. O objetivo é criar associações multiplicadoras de conhecimento, para que as informações sejam replicadas para todas as associações do município.

Nessa oportunidade, foi criado um plano estratégico de trabalho a ser realizado durante o projeto, que contemplará todas as ações de apoio e desenvolvimento a agricultura familiar, respeitando todos os protocolos estabelecidos para o enfrentamento do vírus Covid-19.

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A equipe avalia que o trabalho realizado em campo está gerando frutos e gerando desenvolvimento para a agricultura familiar

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O 1º Seminário Territorial com Representantes de Beneficiários do projeto Bahia Produtiva Lote 12/ Território de Identidade Litoral Sul, realizado pela Cooperast foi uma atividade concebida para auxiliar o diálogo entre os representantes dos Empreendimentos, a Cooperast e os ACR’s/ACA’s, as atividades ocorram de forma remota, em virtude da pandemia do novo Coronavírus.

A atividade se insere na estratégia de promoção do Desenvolvimento Rural Sustentável com ações de fomento à produção, agroindustrialização, comercialização e melhoria da infraestrutura no campo.

O evento contou com a participação de representantes de vários seguimentos da sociedade; discutindo diferentes temas, desde Desenvolvimento Territorial por meio da Agricultura Familiar, passando por Credito Rural, Papel do ACR no sucesso do empreendimento até esclarecimentos a respeito da Declaração de aptidão ao PRONAF – DAP.

Segundo o palestrante, mestre em Meio Ambiente, Walter Lima: Os canais de diálogo estabelecidos até aqui, são ferramentas importantes para que o agricultor baiano tenha autonomia sobre sua produção.

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Equipe da Cooperast

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A Cooperast realizou nos dias 18 e 19 de Janeiro de 2021, uma oficina de capacitação técnica com o a finalidade de orientar os Agentes comunitários Rurais e Ambientais (ACR’s e ACA’s), do projeto Bahia Produtiva, desenvolvido pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional.

No Programa Bahia Produtiva, serão financiados (a fundo perdido) subprojetos de inclusão Socioprodutiva e Ambiental a comunidades em vulnerabilidade social rural da Bahia. A oficina de formação dos ACR’S/ACA’s, realizada pela prestadora de ATER – Cooperast, foi um evento online, onde reuniu diversos profissionais, no intuito de trocar experiências a respeito do andamento das atividades, dos empreendimentos atendidos no Litoral Sul da Bahia.

“Avalia que a agricultura familiar está no caminho certo, pois temos profissionais capacitados atuando em Campo como agentes multiplicadores, nossa equipe multidisciplinar está pronta para os desafios futuros”, disse a coordenadora do projeto ATER-COOPERAST, a Dra. Brena Santos Oliveira.

“A primeira oficina de formação dos ACR’s/ACA’s, é necessária para um melhor acompanhamento aos beneficiários e compreensão das ferramentas utilizadas para as intervenções dos trabalhos e alcance das metas previstas. Vale ressaltar que diante do cenário atual da pandemia do Covid-19, as atividades foram realizadas à distância, por meio de videoconferência”, disse assistente Social Coordenadora Pedagógica, Márcia Lírio.

“As oficinas de capacitações como esta, são de grande importância para o desenvolvimento da produção e aumento da renda familiar, tornando agricultores rurais em empresários rurais”, disse engenheira agrônoma, Alennay Alves.

Entre os participantes estavam presentes: Vinicius Monteiro, Presidente Cooperast; Gil Junior, Coordenador da CAR/Litoral Sul; Baden Bell Pereira Brito, Fiscal de Contrato CAR/BAHIA; Anne Senna, Presidente Unisol Bahia; Bernadino Rocha, Coordenador do Bahiater/Litoral Sul.

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A ferrugem asiática deixou em alerta os sojicultores baianos

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Detectada mais uma vez em 2021 no início do calendário de plantação da soja, antes mesmo do período da colheita na região oeste da Bahia, a ferrugem asiática, a mais importante praga que ataca a lavouras da oleaginosa, deixou em alerta os sojicultores baianos, uma vez que o fungo é responsável por incalculáveis prejuízos no campo.

A ADAB (Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia) dispara o sinal vermelho para que eventuais novas ocorrências não comprometam a safra 2020-2021, com expectativa de recorde histórico na produção, algo em torno de 6,4 milhões de toneladas, segundo dados do IBGE.

A expectativa favorável envolve o monitoramento contínuo da ADAB que fiscaliza o cumprimento do calendário do vazio sanitário (entre junho e setembro) com o objetivo de quebrar o ciclo da praga, período estabelecido em Portaria estadual embasada em critérios científicos que define as temporadas específicas de plantio, colheita e vazio, esta última para que o terreno esteja livre de plantas vivas, evitando que o Phakopsora pachyrhizi sobreviva e se reproduza.

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