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No período compreendido entre 2017 e 2021, foram destinados R$ 2.949.057,41 para fortalecer a produção agrícola na cidade

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Incentivar a atividade agrícola e ampliar o trabalho realizado pelos pequenos produtores rurais de Ilhéus são alguns dos objetivos do Programa Alimenta Brasil. A iniciativa, coordenada pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Inovação, atende agricultores tradicionais, assentados da reforma agrária e indígenas, beneficiando diversas entidades da rede socioassistencial certificadas pelo Conselho Municipal de Assistência Social.

Dentre as entidades listadas estão as creches, escolas públicas, restaurantes populares e cozinhas comunitárias. O trabalho visa diversificar o plantio no município, além de promover renda e sustento do micro produtor e alimento na mesa de quem precisa, mantendo o auxílio às pessoas com insegurança alimentar e nutricional.

Conforme a SDE, em 2021, Ilhéus recebeu aporte de R$ 780 mil. No período compreendido entre 2017 e 2021, foram destinados R$ 2.949.057,41 para fortalecer a produção agrícola na cidade.

Referência estadual, o programa desenvolvido pela Prefeitura Ilhéus atende cerca de sete mil famílias em situação de risco alimentar, promovendo a segurança nutricional do público assistido. Os agricultores fornecem os alimentos, entre frutas, verduras e hortaliças e o Município se encarrega de entregar diretamente às instituições ligadas à rede de proteção social.

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A reunião com o secretário de Agricultura Moacir Smith e o diretor da Cooperast (Cooperativa de Desenvolvimento Territorial) Vinicius Monteiro teve como objetivo o levantamento de demandas para a ativação de crédito para os agricultores familiares de Itabuna, na oportunidade foi apresentado ao secretário o Instituto Conexões Sustentáveis, Conexsus empresa parceira da Cooperast, com atuação em todos os biomas brasileiros, através de soluções financeiras inovadoras para os agricultores.

Vinicius Monteiro explicou que o objetivo desta parceria é buscar mapear os agricultores do município de Itabuna, com o apoio da secretaria de Agricultura do município juntamente com a equipe de técnicos da Cooperast, no intuito de ofertar a esses agricultores novas linhas de crédito para seus negócios com o apoio da Conexsus. “Uma organização que trabalha para ativar o ecossistema de negócios comunitários rurais e florestais para aumentar a renda dos pequenos produtores e fortalecer a conservação dos ecossistemas naturais”, pontuou Monteiro ao concluir que a reunião foi muito proveitosa e que a parceria irá fortalecer ainda mais a agricultura do município.

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O secretário estadual de Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura, João Carlos Oliveira Silva, visitou a fazenda de cacauicultora Cláudia Calmon de Sá, em  Itabuna, 6ª feira (17.dezembro). A visita foi acompanhada pelo seu assessor Tiago Guedes, pelo diretor de Agricultura da Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente, Rodrigo Haun, e pelo engenheiro agrônomo da Prefeitura de Itabuna, Pedro Jerônimo.

O objetivo da visita à propriedade rural foi conhecer a produção de cacau, o manejo nas áreas de cabruca, além dos processos de fermentação das amêndoas de cacau, que se tornaram exemplo para todo o país, depois que Cláudia Calmon de Sá  foi a  ganhadora do Concurso Nacional de Qualidade do Cacau Especial do Brasil, que ocorreu  em Salvador no dia 22 de novembro.

Durante a visita, o secretário conversou com a cacauicultora sobre os desafios na agenda do segmento, que inclui  a exportação do cacau fino e  sobre os avanços para o chocolate, que é o produto final.

A cacauicultora Cláudia Calmon de Sá conquistou a  primeira colocação  na categoria varietal, com a variedade BN 34. Ao todo, foram 94 amostras inscritas, número bem superior às 53 do primeiro ano do evento.

A intenção da premiação estadual é estimular e promover a excelência da produção de cacau especial, que requer cuidados específicos do plantio à colheita, elegendo não apenas as amêndoas de maior qualidade, mas também aquelas resultantes de um processo de produção mais sustentável.

Por isso, além de serem avaliados quanto à qualidade sensorial dos produtos, das amêndoas e do licor, os produtores também precisam demonstrar que utilizam práticas mais integradas ao meio ambiente em suas produções, primeiro por meio de um questionário e, uma vez classificados, passam por auditoria nas propriedades.

O Concurso Nacional é promovido pelo Centro de Inovação do Cacau (CIC) em conjunto com a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

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Graças à parceria de três empresas, Grupo Schmidt Agrícola, Tamafe Tecnologia, especializada em mudas de citricultura e a TFR Consultoria Agrícola, o Oeste baiano ganhou mais um projeto de cacauicultura

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A Bio Brasil, iniciado há dois anos com pesquisa e desenvolvimento de cacau em viveiro na Fazenda Solaris no município de Riachão das Neves, recebeu a visita do vice-governador e secretário do Planejamento João Leão, acompanhado de Almir Silva e Paulo Marrocos da Ceplac (Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira) e pelo reitor da Universidade Federal do Oeste da Bahia, Jacques Antonio de Miranda. A região já abriga outros produtores da cultura, a exemplo do grupo Santa Colombo, que investe na produção de cacau no município de Cocos.

O Brasil é o sétimo produtor mundial de cacau. De acordo com dados do IBGE, a safra de 2020 atingiu 269 mil toneladas (t). A Bahia é o segundo produtor da cultura no país com 107 mil toneladas, já o Pará fica em primeiro lugar (144 mil t).

“Nós precisamos produzir. O Sul da Bahia tem uma produtividade média de 40 arrobas por hectare (ha). Aqui no Oeste, nas primeiras experiências que fizemos, chegamos a 200/250 arrobas/ha”, declara Leão.

“Há dois anos começamos com pesquisa e desenvolvimento de cacau, agora estamos iniciando o primeiro viveiro com 120 mil mudas de cacau, em um contexto de muita pesquisa e desenvolvimento tudo em cima da cacauicultura, tentando trazer a muda com rusticidade, adaptada ao cerrado, às novas áreas não tradicionais do cacau que o Brasil está almejando daqui para frente. Para nós é um sucesso poder mostrar esse estudo de dois anos atrás. Eu digo que isso é o cacau do futuro, esse é o cacau que o Brasil vai começar a enxergar daqui para frente”, afirma Moisés Schmidt, do Grupo Schmidt Agrícola, que já tem 35 ha de cacau plantado e está iniciando projeto de mais 400 há na Fazenda Solaris.

A comitiva esteve ainda no Distrito de Irrigação dos Perímetros Irrigados de Nupeba e Riacho Grande (DNR). O local tem 5mil hectares, sendo 1,5 mil ha implantados com projetos agrícolas, piscicultura e avicultura, com destaque para a produção intensiva de galinhas, são 500 galinhas que produzem em média 15 mil ovos por mês. Atualmente são gerados 1,5 mil empregos diretos, 2 mil indiretos, que devem quadruplicar quando os 5 mil ha forem implantados.

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A prefeitura de Ibicaraí, através da Secretaria Municipal de Agricultura, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural e o Sindicato Patronal Rural de Ibicaraí, promoveu de segunda a 4ª feira, na região rural do Jacarandá, um curso de plantio, manejo e controle de pragas do maracujá para os moradores daquela comunidade.

O curso foi ministrado pelo engenheiro agrônomo do Senar, Endson Santana, que durante três dias realizou trabalho teórico e de campo. As aulas teóricas aconteceram na Associação das Mulheres do Jacarandá, que tem como presidente a moradora Franciele, e a aula prática aconteceu no Assentamento Vila Isabel, no lote de Kleber, onde os participantes viram de perto todo o processo de plantio e manejo da fruta.

Participaram do curso, além do engenheiro Agrônomo do Senar, Dr. Endson Santana, o secretário municipal de Agricultura Fredson Santos, o diretor de Agricultura do município, Erick Alves, o diretor de Desenvolvimento, Fábio Valentim, os estagiários da secretaria de Agricultura, Manoel e Tarcísio, o presidente do Sindicato Patronal Rural, Sócrates Esteves e os moradores da região rural do Jacarandá.

“Temos buscado alternativas para qualificar o homem do campo em nossa cidade. A prefeita Monalisa Tavares acredita na força do campo e tem me pedido muita atenção com o meio rural. Trazer essas políticas públicas para essas comunidades é gratificante. O plantio de maracujá é uma realidade nos assentamentos e estamos levando para a região do Jacarandá. O primeiro passo foi esse curso e a etapa seguinte é inserir essa nova cultura nessa localidade e oferecer assistência técnica para que o cultivo do maracujá vire uma realidade também nessa região”, disse o secretário Fred.

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Café premium, produzido no sudoeste baiano, pela Cooperbac

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Nesta 3ª feira (24.agosto), a agricultura familiar leva para as prateleiras de estabelecimentos comerciais da Bahia mais um produto de qualidade. Desta vez, o lançamento é um café premium, produzido no sudoeste baiano, pela Cooperbac (Cooperativa Mista dos Pequenos Cafeicultores de Barra do Choça e Região), em Barra do Choça.

Um café de torra clara, 100% arábica, cultivado em altitudes que variam de 900 a 1.100 metros, de maneira sustentável, e que possui o Sipaf (Selo de Identificação da Agricultura Familiar). Uma bebida com sabor suave, cremosa, com aroma floral e acidez média.

Inicialmente, o café Cooperbac Premium será comercializado em grãos, em embalagens de 1 quilo, nos municípios de Vitória da Conquista, Feira de Santana, Serrinha, Juazeiro, Lauro de Freitas e em Salvador. A previsão é que, até o final de 2021, a cooperativa coloque no mercado a versão moída, em embalagem de 250g.

A unidade de beneficiamento de café da Cooperbac tem capacidade de processamento de 12 toneladas por dia, atendendo diretamente a 335 famílias agricultoras produtoras de café. A cooperativa produz e comercializa grãos crus e torrados e café a vácuo. Agora, são quatro marcas de café, desde uma mais popular, o Tia Rege, até o Premium, um café gourmet para consumidores mais exigentes.

De acordo com a presidente da Cooperbac, Joara Oliveira, o lançamento do novo café vai impactar diretamente a vida dos produtores: “É a concretização de um sonho que os produtores tinham em comercializar seu produto gourmet, um café despolpado, seco na estufa com todo cuidado, evitando a venda para atravessadores. Um café que é vendido hoje a R$1 mil, vamos conseguir vender de R$1.500 a R$1.600 a saca”.

A produção da Cooperbac ganhou também o mercado chinês. Neste ano, a cooperativa envia sua primeira remessa de café para a China. Um contrato, inicial de seis meses com a empresa Câmara Chinesa, que irá permitir a comercialização 20 toneladas do café Cooperbac arábica moído.

Seagrima quer ampliar cooperação com a Uesc // Fotos de Fernanda Oliveira

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A parceria da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente da Prefeitura de Itabuna com a Uesc (Universidade Estadual de Santa Cruz), será ampliada para a prestação de serviços de assistência técnica e extensão rural a agricultura familiar e à pequena produção. Atualmente, a instituição de ensino superior é responsável por ministrar aos técnicos municipais curso de criação e manejo de peixes.

O curso será ministrado na Fazenda Almada, em Castelo Novo, município de Ilhéus, onde a Uesc desenvolve pesquisas nas áreas de piscicultura e criação de pequenos animais. O programa da Seagrima objetiva a diversificação da produção para incentivar a agropecuária no município, elevar as fontes de proteína e a renda familiar de acordo com a proposta da gestão do prefeito Augusto Castro (PSD).

Pelo projeto, a Universidade vai disponibilizar o espaço físico e também envolverá estudantes da empresa Júnior além de professores, para a realização de diagnósticos sobre as potencialidades produtivas locais e posteriormente assistência técnica aos pequenos produtores das associações cadastradas pela Prefeitura de Itabuna.

Os temas foram objetos de um encontro do secretário municipal de Agricultura e Meio Ambiente, Moacir Smith Lima, ontem 5ª feira (15.julho), com o reitor da Uesc, professor Alessandro Santana, o vice-reitor, Maurício Moureau, o chefe de Gabinete, Luís Gustavo Fraga e a assessora da Reitoria, professora Acácia Pinho. Além disso, se fechou a agenda de monitoria dos cursos para os técnicos na primeira semana de agosto na Estação Experimental da Fazenda Almada.

Os técnicos Pedro Jeronimo e Cleumo Guimarães estiveram presentes no encontro na Reitoria da Uesc, para definir os detalhes do curso de manejo em piscicultura. Segundo eles, a expectativa é grande pois o objetivo é ajudar os produtores rurais a ter outra fonte de renda nas suas áreas onde atualmente cultivam hortigranjeiros que são comercializados na Feira do Produtor, às sextas-feiras no Pontalzinho, e nas feiras livres da cidade.

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Presença da praga no Brasil foi confirmada através de uma análise laboratorial feita pelo LFDA/GO e IDAF/AC

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Um foco da praga Moniliophthora roreri, comumente chamada de monilíase do cacaueiro, foi detectado em área residencial urbana no município de Cruzeiro do Sul, no interior do Acre.

A presença da praga no Brasil foi confirmada através de uma análise laboratorial, realizada pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária de Goiânia (LFDA/GO), em amostras coletadas no local pela equipe do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal (IDAF/AC), após ser acionado por um morador da região, que observou os sintomas da doença em frutos de cacau e cupuaçu.

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) está tomando as medidas necessárias de contingência, junto às demais instituições oficiais de Sanidade Vegetal e de Pesquisa. Equipes irão ao local para ampliar o monitoramento e detecção da praga e adoção de ações de contenção e erradicação, para que a praga não se alastre nas áreas cultivadas de cacau e cupuaçu no país.

A monilíase é uma doença que afeta plantas do gênero Theobroma, como o cacau e o cupuaçu, causando perdas na produção e uma elevação nos custos devido à necessidade de medidas adicionais de manejo e aplicação de fungicidas para o controle da praga.

“Esta é uma doença que atinge somente as plantas hospedeiras do fungo, sem riscos de danos à saúde humana e que, apesar do foco detectado se encontrar distante das principais regiões produtoras, devido ao seu potencial de danos às culturas que atinge, é de fundamental importância a notificação imediata de quaisquer suspeitas de ocorrência da praga nas demais regiões do país às autoridades fitossanitárias locais”, ressalta a coordenadora-geral de Proteção de Plantas, Graciane de Castro.

Mesmo durante a pandemia de covid-19, as equipes de vigilância e educação fitossanitária relativas à praga permaneceram em campo. Em 2020, foram realizados 1.600 monitoramentos preventivos nos estados do Amazonas, Acre, Amapá, Roraima, Rondônia, Pará, Bahia e Espírito Santo. As ações de investigação e de contingência estão previstas no Plano Nacional de Prevenção e Vigilância de Moniliophthora roreri, instituído pela Instrução Normativa nº 112/2020.

Itabuna sempre tem seu PIB situado entre os dez primeiros do estado, e isso muito por seu desempenho no agronegócio

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A Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri), fez a entrega para a prefeitura de Itabuna, de um trator 75cv, uma roçadeira e um cultivador. Os equipamentos serão utilizados nos vários projetos de associações voltadas ao trabalho no campo, localizadas no município. A entrega foi realizada no Parque de Exposições Agropecuárias de Salvador.

O prefeito de Itabuna, Augusto Castro, destacou a importância dos equipamentos destinados à cidade através de emenda parlamentar da deputada federal Lídice da Mata, que esteve presente à entrega. “Máquinas como essas, que faremos chegar aos agricultores, contribuem muito. Estamos trabalhando e criando atividades que gerem emprego e renda para as populações”, disse Augusto Castro.

“Itabuna possui 19 associações de agricultores que reúnem cerca de 600 pessoas. Esses equipamentos serão de grande importância para diversificar o sistema agrícola nessas comunidades, possibilitando a experiência com plantio de várias culturas”, comentou o secretário de Agricultura e Meio Ambiente de Itabuna, Moacir Smith.

A iniciativa visa evitar o desmatamento, além do oferecimento de assistência técnica e definição de critérios com plano de manejo

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Apoiar o extrativismo e a produção sustentável da aroeira. Esse é o objetivo da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do município de Caravelas para aumentar a renda e a atividade de extração da pimenta-rosa, fruto extraído da aroeira, em regiões ribeirinhas e na beira da praia, principalmente, entre os meses de maio e junho.

Atenta a esse nicho de mercado e na oportunidade de aumentar a geração de emprego e renda para as famílias caravelenses, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico já está em campo reunindo os agricultores da região ribeirinha, da Resex Cassurubá e da Barra de Caravelas para cadastro e organização.

A Embrapa e agricultores do estado do Espírito Santo, maior exportador de pimenta-rosa do país, aumentaram a produção e o preço de venda do produto.

Segundo Izaías dos Santos, Secretário de Desenvolvimento Econômico, “a ideia é formalizar parceria com a Embrapa e implantar no município de Caravelas esse projeto de sucesso”, explicou.

O Prefeito de Caravelas, Silvio Ramalho, destaca que “iniciativas como esta representam os esforços que estão sendo empregados para apoiar e fomentar a geração de empregos e abertura de novos postos de trabalho”, argumenta. 

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