Crime aconteceu em 2011 quando a vítima foi asfixiada e teve o corpo carbonizado

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Um homem de 35 anos, foragido da Justiça há 14 anos pelo homicídio da própria genitora, foi preso no centro de Camacã. O crime ocorreu em dezembro de 2011, no município de Potiraguá, quando a vítima identificada como Emília Oliveira Souza foi asfixiada e teve o corpo carbonizado.

A prisão decorreu de investigações realizadas pela 21ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Itapetinga), que identificou o paradeiro do acusado, capturado por policiais civis da Delegacia Territorial (DT) de Camacã.

O investigado foi conduzido à unidade policial competente, onde foram adotadas as providências legais de praxe, permanecendo custodiado à disposição do Poder Judiciário.

É a segunda vez que Wellington ocupa o cargo de ministro da Justiça, pois já chefiou a pasta durante a gestão de Dilma Rousseff

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O advogado Wellington César Lima e Silva é o novo ministro da Justiça e Segurança Pública. Ele foi convidado para assumir o cargo durante encontro com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Palácio do Planalto. 

Wellington Silva atuava como advogado-geral da Petrobras. É a segunda vez que ocupa o cargo de ministro da Justiça, pois já chefiou a pasta durante a gestão de Dilma Rousseff (PT).

Ele também foi secretário especial para Assuntos Jurídicos da Presidência da República na atual gestão. Também já ocupou os cargos de procurador-geral da Justiça da Bahia e procurador-geral de Justiça adjunto para Assuntos Jurídicos.

No último dia 8, Ricardo Lewandowski entregou uma carta com o pedido de demissão ao presidente Lula. Magistrado aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF), ele havia assumido a pasta em fevereiro de 2024 e deixou o cargo com quase dois anos de gestão, justificando que questões pessoais e familiares o levaram a tomar a decisão.

📷 Ricardo Stuckert

Em dezembro do ano passado, 220 trabalhadores chineses foram encontrados em situação análoga à escravidão e vítimas de tráfico internacional de pessoas

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O Ministério Público do Trabalho (MPT) ingressou com uma ação civil pública na Justiça do Trabalho contra a montadora de automóveis Build Your Dreams (BYD) e as empreiteiras China JinJiang Construction Brazil Ltda. e Tonghe Equipamentos Inteligentes do Brasil Co. (atual Tecmonta Equipamentos Inteligentes Brasil Co. Ltda.), que prestavam serviços exclusivos para a BYD.

Em dezembro do ano passado, 220 trabalhadores chineses foram encontrados em situação análoga à escravidão e vítimas de tráfico internacional de pessoas. Eles foram contratados para construir a planta industrial da BYD no município de Camaçari, no estado da Bahia.

Todos os 220 trabalhadores entraram no país de forma irregular, com visto de trabalho para serviços especializados que não correspondiam às atividades efetivamente desenvolvidas na obra. No canteiro de obras da construção da planta industrial da BYD, os agentes públicos encontraram trabalhadores amontoados em alojamentos sem as mínimas condições de conforto e higiene, com presença de vigilância armada, retenção de passaportes, contratos de trabalho com cláusulas ilegais, jornadas exaustivas e sem descanso semanal.

O MPT pede a condenação da BYD e das outras duas empresas ao pagamento de R$ 257 milhões a título de danos morais coletivos, o pagamento de dano moral individual equivalente a 21 vezes o salário contratual, acrescido de um salário por dia a que o trabalhador foi submetido a condição análoga à de escravo, a quitação das verbas rescisórias devidas, além de cumprir as normas brasileiras de proteção ao trabalho e a não submeter trabalhadores a tráfico de pessoas e trabalho escravo. O órgão requer multa de R$ 50 mil para cada item descumprido, multiplicado pelo número de trabalhadores prejudicados.

A ação do MPT foi protocolada na 5ª Vara do Trabalho de Camaçari, após a negativa das empresas em firmar termo de ajuste de conduta.

📷 Divulgação MPT/BA

Operação tem como principal objetivo prevenir sinistros e reduzir a gravidade das ocorrências, especialmente aquelas que resultam em feridos graves e mortes

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizou a abertura oficial da Operação Rodovida 2025/2026 na Bahia. A ação marcou o início de um período de intensificação do policiamento e das atividades educativas nas rodovias federais, que se estende até após o Carnaval, época tradicionalmente marcada pelo aumento do fluxo de veículos e, consequentemente, pelo maior risco de sinistros de trânsito.

A Operação Rodovida tem como principal objetivo prevenir sinistros e reduzir a gravidade das ocorrências, especialmente aquelas que resultam em feridos graves e mortes. Para isso, a PRF atua de forma integrada, aliando fiscalização rigorosa a ações educativas que promovem a mudança de comportamento dos usuários das rodovias.

Entre as principais recomendações reforçadas durante a ação, estão planejar a viagem com antecedência, respeitar os limites de velocidade, não dirigir após o consumo de álcool, utilizar corretamente os dispositivos de segurança, manter distância segura dos demais veículos e realizar ultrapassagens apenas em locais permitidos e com segurança.

Ao longo de todo o período da Operação Rodovida, a PRF intensificará o policiamento ostensivo, as fiscalizações direcionadas e os comandos educativos em pontos estratégicos das rodovias federais baianas. A proposta é garantir mais segurança para quem vai viajar a trabalho, lazer ou visitar familiares, especialmente durante as festas de fim de ano, férias e Carnaval.

Para Alan Sanches, gestões de Wagner, Rui e Jerônimo têm em comum a falta de força no enfrentamento aos altos índices de violência

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O deputado estadual Alan Sanches (UB), vice-líder da oposição na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), avaliou que a ocorrência de casos extremos de violência, como a tortura e execução dos três técnicos de internet em Salvador por ordem de uma facção criminosa, expõem um problema sistemático na política de segurança pública adotada pelo Governo da Bahia.

“As facções transformaram bairros em verdadeiros feudos, sendo que cada facção quer controlar um feudo, ou seja, uma comunidade. O crime passou a dominar territórios, como se o Estado tivesse recuado. Isso não acontece por acaso, é resultado de uma política de segurança que falhou. De certo modo, esses casos continuam porque a criminalidade parece ter certeza da impunidade”, afirmou Sanches.

Alan Sanches ressaltou que o problema é estrutural e se agravou ao longo de quase duas décadas de governos do PT: “A Bahia se tornou o estado mais violento do Brasil, lidera em mortes violentas e concentra metade das dez cidades mais violentas do país. Isso não pode ser tratado como algo circunstancial. Infelizmente, hoje a Bahia tem a cultura do medo e da insegurança porque a violência não tem mais hora nem lugar”.

O deputado fez questão de reconhecer o esforço das forças de segurança, mas ressaltou que é preciso tirar o governador Jerônimo Rodrigues (PT) do poder: “Policiais civis e militares têm se desdobrado no enfrentamento diário ao crime e merecem respeito, mas não é justo colocar sobre eles toda a responsabilidade. Sem uma mudança profunda de concepção na política de segurança pública, o ciclo da violência e da impunidade continuará. A Bahia precisa romper com esse modelo que fracassou, mudar a forma de pensar e fazer esse enfrentamento. Em 2026, o estado terá a chance de virar essa página e apostar em uma gestão que enfrente o crime com seriedade, estratégia e resultados, e não apenas com discurso e narrativa”.

As diligências da PF buscam reunir provas sobre o uso irregular das verbas destinadas ao custeio de despesas do mandato

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A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (19.dezembro) uma operação para aprofundar investigações sobre um suposto esquema de desvio de recursos públicos oriundos da cota parlamentar. Os deputados federais Sóstenes Cavalcante (PL), líder do partido na Câmara, e Carlos Jordy (PL), estão entre os alvos de mandados de busca e apreensão.

Ao todo, policiais federais cumprem sete mandados, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), no Distrito Federal e no Rio de Janeiro. As diligências buscam reunir provas sobre o uso irregular das verbas destinadas ao custeio de despesas do mandato, como passagens aéreas, hospedagens, alimentação, manutenção de escritórios e contratação de serviços.

A cota parlamentar é um recurso público mensal disponibilizado a deputados e senadores para o exercício da atividade legislativa, além do salário.

Ação simultânea das operações reforça a atuação imparcial da Polícia Federal na repressão e combate a pessoas que, atendendo aos próprios interesses, se utilizam da temática de demandas legítimas dos povos originários para cometer crimes

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A primeira operação, denominada Sombras da Mata, é fruto de investigações do fato ocorrido no dia 28 de outubro, quando dois pequenos produtores rurais foram mortos a tiros em Itamaraju. Uma terceira pessoa foi gravemente ferida pelos atiradores que se autointitularam indígenas.

No dia dos fatos, três pessoas já tinham sido presas em flagrante, mas foram liberadas depois. No decorrer das investigações, além desses três envolvidos, foram identificados os supostos mandantes da invasão e os suspeitos que teriam efetuados os disparos fatais.

As diligências estão em andamento e, até o momento, uma pessoa foi presa e mais de 10 armas de fogo foram apreendidas.

A segunda operação, denominada Tekó Porã, é decorrente das investigações do ataque contra um grupo de indígenas da Aldeia KAI em 1º de outubro. Os indígenas estavam em uma propriedade rural no distrito de Cumuruxatiba, em Prado, quando dois deles foram feridos.

Nesta operação, estão sendo cumpridos dois mandados de busca e apreensão nas residências de supostos mandante e executores dos ataques com intuito de angariar maiores elementos para a investigação e demais pessoas que estejam envolvidas.

A ação simultânea das operações reforça a atuação imparcial da Polícia Federal na repressão e combate a pessoas que, atendendo aos próprios interesses, se utilizam da temática de demandas legítimas dos povos originários para o cometimento de crimes, o que fomenta e retroalimenta a violência dos conflitos fundiários.

30 mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos em Itabuna, Ilhéus, Itajuípe, Ubaitaba, Jequié e Itacaré, além de Cachoeiro de Itapemirim, no Espírito Santo

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A Polícia Federal, em conjunto com a Controladoria-Geral da União (CGU), deflagrou hoje (25.novembro) a operação Gênesis, que apura fraudes em licitações, peculato, corrupção e lavagem de dinheiro envolvendo contratos de fornecimento de materiais de construção firmados pela prefeitura de Itacaré.

Ao todo, 30 mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos em Itabuna, Ilhéus, Itajuípe, Ubaitaba, Jequié e Itacaré, além de Cachoeiro de Itapemirim, no Espírito Santo. A Justiça Federal também determinou o afastamento cautelar de sete agentes públicos e autorizou o sequestro de bens que podem chegar a R$ 20 milhões.

As investigações apontam que, entre 2018 e 2024, duas empresas locais, registradas em nome de laranjas e sem capacidade operacional compatível, receberam mais de R$ 30 milhões em contratos com o município. Segundo a PF, parte significativa dos recursos teria sido desviada para agentes públicos e terceiros ligados ao esquema.

A operação busca aprofundar a coleta de provas e garantir o ressarcimento do erário. Os investigados poderão responder por fraude em licitação, peculato, corrupção ativa e passiva, além de lavagem de dinheiro.

Cão farejador Messi foi responsável por localizar os entorpecentes dentro de uma mala

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A Polícia Rodoviária Federal apreendeu 26 quilos de maconha durante a abordagem a um ônibus interestadual na BR-116, em Vitória da Conquista. A ação contou com o apoio do cão farejador Messi, que localizou o entorpecente dentro de uma mala.

O veículo, que seguia de São Paulo para o Ceará, foi parado para fiscalização de rotina. Durante a verificação, o cão Messi indicou a presença de droga em uma bagagem, levando a equipe a aprofundar a inspeção.

Dentro da mala, foi encontrada a droga embalada de forma a tentar dificultar a identificação. A passageira responsável pela bagagem informou que recebeu a proposta de transportar o material ilícito em troca de uma cirurgia de implante mamário.

A mulher foi presa em flagrante por tráfico de drogas e encaminhada ao DISEP, onde ficou à disposição da autoridade policial.

As investigações revelaram a existência de uma estrutura criminosa voltada para o desvio de verbas da saúde pública

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A segunda fase da Operação USG, deflagrada nesta terça-feira (18.novembro), resultou na prisão de nove suspeitos, entre eles um vereador, dois ex-secretários de Saúde e outros investigados ligados ao esquema, como médicos e empresários do setor. As equipes da Polícia Civil cumprem mandados em Formosa do Rio Preto, na Bahia, e nas cidades de Corrente e Bom Jesus, no Piauí.

As investigações revelaram a existência de uma estrutura criminosa voltada para o desvio de verbas da saúde pública. O núcleo central da organização era formado pelos ex-secretários municipais que, com o auxílio de familiares e empresários, controlavam contratos de clínicas e laboratórios credenciados pelo município.

Entre os envolvidos, estão médicos apontados como sócios formais de empresas de fachada e diretores hospitalares responsáveis por validar procedimentos jamais realizados. Relatórios técnicos identificaram que clínicas credenciadas figuravam entre as utilizadas para viabilizar o esquema.

O mecanismo de fraude incluía a emissão de exames, plantões e atendimentos fictícios, além de lançamentos totalmente incompatíveis com a dinâmica assistencial do município. Uma das irregularidades identificadas foi a quantidade de ultrassonografias, considerada nove vezes superior à média regional. Também foram constatados exames superfaturados, valores de medicamentos acima do teto da Anvisa, duplicidade de lançamentos e notas fiscais utilizadas para mascarar serviços inexistentes.

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