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Os funcionários do Terminal de Contêineres do Porto de Salvador acionaram a Polícia Federal após identificarem movimentação estranha de três homens trajando uniformes de empresas que prestam serviços no porto. Não havia motivo que justificasse a presença
deles no local. A ação foi na noite de sábado (18.setembro), por volta das 21h30min,

Os suspeitos foram flagrados portando mochilas e fazendo repetidos deslocamentos entre o ponto onde estavam estacionados seus veículos e um contêiner que seria enviado para a Europa, numa atitude visivelmente suspeita.

Ao serem abordados pela Polícia Federal, constatou-se que eles seriam funcionários de empresas que prestam serviços no Porto de Salvador e, na posse deles, foram encontrados 165 kg (cento e sessenta e cinco quilos) de cocaína, parte já dentro de um contêiner que seria remetido para a Europa e uma outra parte dentro dos veículos dos funcionários.

Empresa na Região dos Lagos operava pirâmide financeira

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Policiais federais cumprem nesta 4ª feira (25.agosto) dois mandados de prisão temporária e 15 de busca e apreensão contra suspeitos de fraudes bilionários com criptomoedas. Segundo investigações da operação Kryptos, uma empresa sediada na Região dos Lagos fluminense operava um esquema de Ponzi (pirâmide financeira).

O esquema era baseado na oferta pública de contrato de investimento, sem prévio registro nos órgãos regulatórios. Segundo a PF (Polícia Federal), a empresa especulava no mercado de criptomoedas, com uma previsão insustentável de retorno financeiro sobre o valor investido.

Nos últimos seis anos, a movimentação financeira dessas empresas chegou a cifras bilionárias.

Os mandados, expedidos pela 3ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, estão sendo cumpridos em São Paulo, no Rio de Janeiro, Ceará e Distrito Federal. A investigação contou com apoio do Ministério Público Federal (MPF) e da Receita Federal. Da Agência Brasil.

Associação criminosa chegou a movimentar mais de 160 milhões de reais em menos de um ano

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A Polícia Federal, juntamente com o Ministério Público Federal, deflagrou a Operação Tabapy, que investiga uma associação criminosa especializada na importação, transporte e distribuição de cigarros paraguaios.

De acordo com a PF, o grupo atuava na região sudoeste do estado e, hoje, cerca de 80 Policiais Federais cumpriram 20 mandados de busca e apreensão e 05 mandados de prisão preventiva nos municípios de Guanambi, Luís Eduardo Magalhães e Palmas do Monte Alto.

Ainda segundo a Polícia Federal, em coletiva de imprensa realizada durante a manhã de hoje, a operação é resultado de uma investigação iniciada em agosto do ano passado, quando foi descoberto que a associação criminosa tinha sede em Guanambi e era responsável por distribuir os cigarros para a região sudoeste da Bahia.

Durante o período investigado, o grupo criminoso chegou a movimentar mais de R$ 160.000.000,00 (cento e sessenta milhões de reais) em contas bancárias de pessoas ligadas ao esquema.

Hoje, além das medidas de busca e apreensão e prisão, a Justiça Federal determinou o bloqueio de contas bancárias e o sequestro de bens móveis e imóveis em até R$ 42.178.114,50 (quarenta e dois milhões, cento e setenta e oito mil, cento e quatorze reais e cinquenta centavos), tornando-os indisponíveis para alienação e transferência. Os envolvidos no esquema responderão pelos crimes de contrabando de cigarros, associação criminosa e sonegação fiscal.

Em Jitaúna, os suspeitos de envolvimento no esquema trabalhavam no Hospital Municipal

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A delegacia da Polícia Federal de Vitória da Conquista deflagrou uma operação para combater a prática ilegal da medicina, a falsificação de diplomas do curso superior emitido por universidade estrangeira e também transferência externa para universidades brasileiras utilizando currículo falso.

De acordo com as informações repassadas pela Polícia Federal, os médicos ou os candidatos pagavam um valor para que a transferência externa fosse facilitada para eles. Depois, eles começavam a atuar nos municípios brasileiros, principalmente em postos de saúde e hospitais.

A apuração da Polícia Federal descobriu que, cidade de Jitaúna, 05 desses falsos médicos estavam trabalhando no Hospital Municipal, mas fugiram para os Estados do Espírito Santo e do Amazonas.

Na data de hoje, foram cumpridos 02 mandados de prisão preventiva e um mandado de busca. Os falsos médicos responderão pelos crimes de uso de documento falso, exercício ilegal da medicina, peculato e associação criminosa.

Os investigados responderão pelos crimes de fraude a licitação, estelionato, peculato, corrupção passiva, falsidade ideológica e Associação

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A Polícia Federal deflagrou nesta 4ª feira (11.agosto), em conjunto com a Controladoria Geral da União, a Operação Nefanda, visando combater crimes de fraude à licitação e desvios de recursos públicos federais que deveriam ser empregados no enfrentamento da pandemia de coronavírus.

Apurou-se que o município de Ilhéus, mediante dispensa de licitação, contratou empresa sem capacidade técnica e operacional cabalmente demonstradas, cujo objeto social é “recreação e lazer”, para gerir abrigo de campanha destinado ao acolhimento de pacientes infectados com Covid-19. Referida empresa recebeu cerca de R$ 1.200.000,00,00 (um milhão e duzentos mil reais) para administrar o abrigo.

As investigações se iniciaram em novembro de 2020 e revelaram fortes indícios de fraudes no procedimento de dispensa de licitação que culminou na contratação da empresa, dentre os quais: ausência de detalhamento do objeto licitado, cotação fraudulenta de preços, direcionamento e início da execução do serviço que seria contratado antes mesmo do encerramento do procedimento de dispensa de licitação.

Estão na operação: 36 policiais federais e 9 servidores da CGU estão cumprindo 9 mandados de busca e apreensão em Ilhéus e Itabuna, todos eles expedidos pelo Tribunal Regional Federal 1ª Região.

Informações atualizadas às 10h52min de 5ª feira (11.agosto).

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Operação da PF em Juazeiro

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A Polícia Federal deflagrou a Operação Desvelo hoje, 2ª feira (26.julho, em Juazeiro. O propósito de combater o compartilhamento de fotos e vídeos de exploração infantojuvenil na internet.

As investigações se iniciaram em março quando a Polícia Federal identificou um grupo criminoso que disseminava conteúdo de exploração sexual infantil na rede mundial de computadores. Foi cumprido um mandado de busca e apreensão e prisão preventiva de um suspeito em Jacobina.

OS CRIMES PRATICADOS
Se comprovadas as suspeitas, os investigados responderão por posse e compartilhamento de arquivos contendo pornografia infanto-juvenil, presente no art. 241-A e 241-B da Lei 8.069/90, e associação criminosa, art. 288 do Código Penal, cujas penas somadas podem chegar a 13 anos de reclusão.

Meta é desarticular organizações criminosas em seis estados

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A Polícia Federal (PF) deflagrou hoje 5ª feira (22.julho) a Operação Animus Fraudandi para dar continuidade ao combate às fraudes aos benefícios emergenciais pagos a pessoas que passam por dificuldades financeiras em decorrência da pandemia.

Segundo a PF, a ação visa identificar fraudes de forma a desarticular e responsabilizar integrantes de organizações criminosas, bem como recuperar os valores desviados. Ao todo, 114 operações policiais foram deflagradas visando o combate a fraudes com benefícios emergenciais, cumprindo, ao todo, mais de 443 mandados de busca e de 50 mandados de prisão.

Nas ações de hoje, cerca de 120 policiais federais cumprem 29 mandados de busca e apreensão na Bahia, Ceará, Maranhão, Mato Grosso, Pará e Santa Catarina. Ainda segundo os investigadores, quatro mandados de sequestro de bens estão sendo cumpridos, e aproximadamente R$ 60 mil foram bloqueados por determinação judicial.

“A operação foi batizada Animus Fraudandi, expressão latina que significa intenção de fraudar, que remete ao caráter fraudulento e intencional dos desvios de valores identificados no curso das investigações”, informou a PF.

As ações decorrem da Estratégia Integrada de Atuação contra as Fraudes ao Auxílio Emergencial, que conta com a participação do Ministério Público Federal, Ministério da Cidadania, Caixa, Receita Federal, Controladoria-Geral da União e Tribunal de Contas da União.

Material era importado da China e falsificado por pessoas físicas e jurídicas no Brasil

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A Polícia Federal iniciou uma operação para combater o comércio e o uso de agrotóxicos importados ilegalmente e falsificados, nesta 4ª feira (14.julho). Três mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos em Juazeiro, no norte da Bahia.

A operação foi batizada de “Negócio da China II”, porque o material era importado do país asiático. A PF detalhou que a falsificação era feita por pessoas físicas e jurídicas brasileiras. As investigações começaram em 2015, quando um grupo criminoso, que fazia o contrabando dos agrotóxicos por meio de navios usados para a exportação de mangas, foi identificado.

Após serem contrabandeados o material era misturado com defensivos agrícolas brasileira – produtos químicos usados pra evitar e extinguir pragas de lavouras. Em seguida, esses agrotóxicos eram reenvasados, com embalagens nacionais reaproveitadas, para dar uma aparência de legalidade ao comércio dos produtos.

Em junho de 2020, a polícia apreendeu mil litros de um fitorregulador – uma substância usada para acelerar o crescimento dos vegetais.

Segundo a PF, esse produto contrabandeado tinha saído de uma empresa química do interior de São Paulo, e seria levado para a uma empresa de importação e exportação sediada na cidade de Petrolina, em Pernambuco.

Durante a investigação, a PF identificou o “modus operandi” do grupo. Essa quadrilha era formada por pessoas físicas e jurídicas, ligadas ao comércio de produtos voltados à fruticultura. Além dos mandados de busca em Juazeiro, também são cumpridos nove em Petrolina e outros dois em Jaboticabal (SP).

 

Os investigados deverão responder por contrabando e dois outros crimes ambientais, caso as suspeitas sejam comprovadas.

Mandados são cumpridos em Juazeiro e Lauro de Freitas, além da cidade pernambucana de Petrolina

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A Polícia Federal, em ação conjunta com a Controladoria Geral da União, nesta 3ª feira (13.julho), deflagrou a Operação Carga Viral, que investiga fraudes em procedimentos de dispensa de licitação realizados pelo município de Juazeiro para a aquisição de insumos destinados ao enfrentamento da pandemia de Covid-19.

Estavam envolvidos 32 policiais federais e 9 auditores da CGU estão cumprindo 8 mandados de busca e apreensão, todos eles expedidos pelo Juízo Federal da Subeção Judiciária de Juazeiro, sendo 1 em Petrolina, 6 em Juazeiro e 1 em Lauro de Freitas.

Os elementos colhidos durante a investigação apontaram fortes indícios de que, em 2020, servidores públicos da antiga gestão da Secretaria de Saúde, em conluio com empresários, fraudaram contratos e elevaram arbitrária e significativamente os preços de máscaras de proteção facial e kits de teste rápido para Covid-19.

Estima-se um prejuízo ao erário de mais de R$ 1 milhão.

O nome da operação, “Machine buster”, faz alusão aos caixas eletrônicos incendiados e destruídos na empreitada criminosa sob investigação

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A Polícia Federal em Sergipe, em conjunto com a Polícia Civil, deflagrou hoje (8.junho), a Operação “Machine Buster”, com o objetivo de desarticular associação criminosa armada responsável por assaltos a bancos.

A investigação teve início após tentativa de subtração de numerário por associação criminosa fortemente armada e munida de explosivos, ocorrida em setembro de 2020, nas agências da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil, situadas no município de Carira, Sergipe.

As duas agências bancárias foram fortemente danificadas em razão da grande quantidade de explosivos empregados na ação criminosa. Além disso, foram efetuados vários disparos de arma de fogo em direção aos prédios da Polícia Militar e da Polícia Civil de Sergipe, com a intenção de repelir a reação das forças de segurança.

Logo que tomou conhecimento dos fatos, a Polícia Federal se deslocou até o município de Carira para a realização de exames periciais e coleta de informações. Na ocasião, os policiais federais tiveram que utilizar vestimenta especial para o desarme de explosivos que não haviam sido detonados.

As diligências realizadas e a troca de informações entre as forças policiais Federal, Civil e Militar permitiram a identificação dos possíveis membros da associação criminosa, o conhecimento da sua forma de atuação e, após a operação de hoje, o seu desmantelamento.


Estão sendo cumpridos 8 mandados de prisão temporária e 11 mandados de busca e apreensão, nas cidades de Carira, Salvador e Jacobina. Os mandados foram expedidos pelo Juízo da 6ª Vara Federal da Subseção Judiciária de Itabaiana, Sergipe.

A competência da Polícia Federal se restringe à apuração de crimes contra a Caixa Econômica Federal, por se tratar de empresa pública federal.

Os envolvidos podem responder pela prática de crimes de dano, tentativa de furto qualificado e associação criminosa, tipificados, respectivamente, nos arts. 163, 155, § 4º-A, c/c arts. 14, II e 288, do Código Penal Brasileiro.

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