30 mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos em Itabuna, Ilhéus, Itajuípe, Ubaitaba, Jequié e Itacaré, além de Cachoeiro de Itapemirim, no Espírito Santo

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A Polícia Federal, em conjunto com a Controladoria-Geral da União (CGU), deflagrou hoje (25.novembro) a operação Gênesis, que apura fraudes em licitações, peculato, corrupção e lavagem de dinheiro envolvendo contratos de fornecimento de materiais de construção firmados pela prefeitura de Itacaré.

Ao todo, 30 mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos em Itabuna, Ilhéus, Itajuípe, Ubaitaba, Jequié e Itacaré, além de Cachoeiro de Itapemirim, no Espírito Santo. A Justiça Federal também determinou o afastamento cautelar de sete agentes públicos e autorizou o sequestro de bens que podem chegar a R$ 20 milhões.

As investigações apontam que, entre 2018 e 2024, duas empresas locais, registradas em nome de laranjas e sem capacidade operacional compatível, receberam mais de R$ 30 milhões em contratos com o município. Segundo a PF, parte significativa dos recursos teria sido desviada para agentes públicos e terceiros ligados ao esquema.

A operação busca aprofundar a coleta de provas e garantir o ressarcimento do erário. Os investigados poderão responder por fraude em licitação, peculato, corrupção ativa e passiva, além de lavagem de dinheiro.

PF suspeita que ex-parlamentar tenha envolvimento com facções criminosas do Rio

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A Polícia Federal (PF) indiciou o ex-deputado estadual Thiego Raimundo de Oliveira Santos, conhecido como TH Joias, e outras 17 pessoas por envolvimento com facções criminosas do Rio. Entre os indiciados, estão criminosos do Comando Vermelho (CV) e do Terceiro Comando Puro (TCP), além de policiais militares, um delegado federal e Alessandro Pitombeira Carracena, que ocupou cargos de secretário na prefeitura do Rio e no governo estadual.

No dia 3 de setembro deste ano, TH Joias e outras 14 pessoas foram presas durante a Operação Zargun, realizada pela PF e Ministério Público do Rio (MPRJ). O ex-deputado estadual foi preso em um condomínio de luxo, na Barra da Tijuca, zona sudoeste da cidade.

No mesmo dia, o parlamentar foi destituído do cargo na Alerj. TH Joias era joalheiro e, antes de ingressar na política, fabricava peças de ouro cravejada de diamantes para jogadores de futebol e artistas.

Estão sendo cumpridos 24 mandados de busca e apreensão, 23 medidas cautelares diversas da prisão e um mandado de prisão preventiva

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A Polícia Federal deflagrou hoje (13.novembro) a Operação Worms 2 – “Não Seja um Laranja” com o objetivo de desarticular uma associação criminosa especializada em fraudes bancárias, furto qualificado, estelionato majorado e lavagem de dinheiro, que utilizava contas de laranjas para movimentar valores ilícitos oriundos de furtos e fraudes contra a Caixa Econômica Federal e outras instituições financeiras.

A ação integra a Força-Tarefa Tentáculos, iniciativa que tem como um dos pilares a cooperação com instituições bancárias e financeiras para o combate às fraudes eletrônicas. Estão sendo cumpridos 24 mandados de busca e apreensão, 23 medidas cautelares diversas da prisão e um mandado de prisão preventiva.

A investigação, iniciada a partir das operações Worms (2022) e Não Seja Um Laranja (2022), revelou que o grupo criminoso evoluiu para um sofisticado esquema de lavagem de dinheiro, utilizando instituições de pagamento, plataformas de apostas online e criptoativos para dissimular a origem ilícita dos valores. Relatórios de inteligência financeira apontaram movimentações superiores a R$ 6,9 milhões, entre 2023 e 2024, com projeção de R$ 20,9 milhões no período de cinco anos.

Além dos mandados, foi determinado o bloqueio judicial de contas bancárias e ativos financeiros dos investigados, visando descapitalizar a organização criminosa. Os crimes apurados incluem associação criminosa, furto qualificado, estelionato majorado e lavagem de dinheiro, cujas penas máximas somadas podem ultrapassar 30 anos de prisão.

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Prefeito de Encruzilhada, Dr Pedrinho, e prefeita de Poções, Dona Nilda, estão entre os alvos da operação

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A Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União deflagraram uma operação para combater uma organização criminosa responsável pelo desvio e lavagem de recursos públicos federais repassados à prefeitura de Poções entre 2021 e 2023. O prejuízo estimado ultrapassa R$ 12 milhões.

Estão sendo cumpridos 25 mandados de busca e apreensão nos municípios de Poções, Encruzilhada, Barreiras e Vitória da Conquista. Entre os alvos, estão o prefeito de Encruzilhada, Dr Pedrinho (PCdoB), a prefeita de Poções, Dona Nilda (PCdoB), e o chefe de gabinete da prefeitura de Poções, que também já exerceu o cargo de vice-prefeito do município, Jorge Luiz.

De acordo com a PF, as investigações apontam irregularidades em contratos de terceirização de mão-de-obra financiados com recursos do Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), Sistema Único de Saúde (SUS) e Fundo Nacional de Assistência Social (FNAS), incluindo ausência de estudos técnicos, pesquisa de preços inadequada, majoração indevida de valores contratuais e prestação fictícia de serviços.

A investigação revelou, ainda, a existência de uma estrutura criminosa organizada, com atuação em diversos municípios baianos, que utilizava empresas de fachada, familiares como intermediários financeiros, movimentações bancárias atípicas e ocultação patrimonial para viabilizar os desvios e a lavagem de dinheiro.

ATUALIZAÇÃO ÀS 14H30MIN DE 23 DE OUTUBRO DE 2025 ⤵️

NOTA À IMPRENSA DO PREFEITO DR  PEDRINHO LACERDA

Fui citado em um processo referente a fatos ocorridos no município de Poções, entre os anos de 2021 e 2023, período anterior à minha atuação como prefeito de Encruzilhada. Esclareço que o caso não guarda qualquer relação com a atual gestão, que teve início em 1º de janeiro de 2025. Minha citação ocorre unicamente pelo fato de eu ter exercido, à época, a função de advogado de uma das empresas mencionadas no processo, no estrito exercício da profissão, dentro dos limites legais e éticos da advocacia.

Reafirmo minha confiança nas instituições e no trabalho da Justiça, certo de que todos os esclarecimentos serão prestados com total transparência. Desde que assumi a prefeitura de Encruzilhada, meu compromisso tem sido o de administrar com seriedade, responsabilidade e respeito ao dinheiro público, buscando transformar a cidade e melhorar a vida das pessoas. Continuo à disposição das autoridades e da população para quaisquer esclarecimentos necessários.

ATUALIZAÇÃO ÀS 18H30MIN DE 23 DE OUTUBRO DE 2025 ⤵️

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Diante dos fatos registrados hoje, informamos que o procedimento em curso encontra-se sob segredo de justiça. Por esse motivo, não temos acesso aos detalhes da investigação neste momento.

Reafirmamos nossa total disposição para colaborar com as autoridades competentes em tudo o que se fizer necessário. Temos a consciência tranquila e confiamos no devido processo legal.

Seguimos trabalhando com honestidade, transparência e responsabilidade, com o compromisso de continuar servindo à população e de melhorar a vida do nosso povo.

Agradecemos a compreensão de todos e reforçamos que, tão logo haja informações oficiais que possam ser compartilhadas, serão divulgadas pelos canais apropriados.

Irenilda Cunha de Magalhães – Prefeita

Otto Wagner de Magalhães – Secretário de Administração

Operação tem objetivo de desarticular uma organização criminosa suspeita de envolvimento em fraudes licitatórias, desvio de recursos públicos, corrupção e lavagem de dinheiro

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A Polícia Federal, com o apoio da Controladoria-Geral da União (CGU) e da Receita Federal do Brasil (RFB), deflagrou hoje (16.outubro) a sétima fase da Operação Overclean, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa suspeita de envolvimento em fraudes licitatórias, desvio de recursos públicos, corrupção e lavagem de dinheiro.

Ao todo, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão, uma medida cautelar de afastamento de agente público do cargo e o sequestro de valores obtidos de forma ilícita em Salvador, Riacho de Santana, Wenceslau Guimaraes, na Bahia, e Arraial do Cabo, no Rio de Janeiro. As ordens foram expedidas pelo Supremo Tribunal Federal.

Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, corrupção ativa e passiva, peculato, fraude em licitações e contratos administrativos, além de lavagem de dinheiro.

A investigação está sendo conduzida pela Polícia Federal no âmbito da Operação Overclean

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De acordo com informações do Portal UOL, o deputado federal Adolfo Viana (PSDB) é suspeito de ter enviado emendas no valor de R$ 7 milhões para obras superfaturadas nos municípios baianos de Juazeiro e Novo Horizonte. A investigação está sendo conduzida pela Polícia Federal no âmbito da Operação Overclean.

As obras foram executadas pela empresa Allpha Pavimentações. Os sócios da empresa são os irmãos Alex Parente e Fabio Parente, que foram presos preventivamente pela PF em dezembro de 2024.

Segundo as investigações, Alex Parente esteve no gabinete de Viana 22 vezes entre 2021 e 2024. Os contratos de R$ 40,7 milhões com a Allpha foram realizados após pregão realizado pelo Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs).

A Controladoria-Geral da União (CGU) indicou em relatório que R$ 4,2 milhões foram superfaturados nas obras da Allpha no Dnocs. Os pagamentos e contratos foram suspensos em novembro de 2023 pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

O deputado Adolfo Viana ainda não foi alvo da Operação Overclean, mas o nome dele consta em ofícios de emendas nos documentos apreendidos no Dnocs.

Nós mantivemos contato com o deputado por meio de mensagem, mas, até o fechamento desta edição, ele não enviou nenhum posicionamento. O espaço permanece aberto para esclarecimentos

Estão sendo cumpridos 66 mandados de busca e apreensão expedidos pelo Supremo Tribunal Federal

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A Polícia Federal deflagrou hoje (9.outubro) uma nova fase da Operação Sem Desconto, que investiga um esquema nacional de descontos associativos não autorizados em aposentadorias e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A ação tem o apoio da Controladoria-Geral da União (CGU).

Em nota, a corporação informou que estão sendo cumpridos 66 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), nos estados de São Paulo, Sergipe, Amazonas, Rio Grande do Norte, Santa Catarina, Pernambuco e Bahia, além do Distrito Federal.

Em abril, a PF e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagraram a operação com o objetivo de combater um esquema de descontos associativos não autorizados em aposentadorias e pensões. O escândalo também motivou a abertura de uma Comissão Parlamentar Mista de Investigação para investigar o caso.

O cálculo é que entidades investigadas tenham descontado de aposentados e pensionistas cerca de R$ 6,3 bilhões entre 2019 e 2024.

📷 Marcelo Camargo/Agência Brasil

Deputado nega envolvimento e defesa aponta que indícios são frágeis

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A Polícia Federal apontou indícios de envolvimento do deputado federal pela Bahia, Elmar Nascimento (UB), em um suposto esquema de fraudes em licitações e desvio de recursos públicos. O caso está sob análise do Supremo Tribunal Federal (STF), que recebeu o inquérito após a identificação de possíveis conexões do parlamentar.

Na mais recente fase da operação, deflagrada no mês de julho o ministro Nunes Marques negou os pedidos da PF para realizar buscas, bloquear bens do deputado e afastar do cargo seu irmão, Elmo Nascimento (UB), prefeito de Campo Formoso. As medidas foram autorizadas apenas em relação a outros investigados.

Segundo a investigação, o esquema envolve fraudes em contratos de limpeza urbana e pavimentação em diversos municípios baianos, com destaque para Campo Formoso. Nessa cidade, a empresa Allpha Pavimentações, ligada aos empresários Alex e Fábio Parente, venceu licitações que somam R$ 51 milhões, financiadas por emendas parlamentares destinadas por Elmar.

Além dos contratos públicos, a operação apura o uso de uma aeronave pertencente ao empresário Alex Parente, outro investigado. O avião transportava parlamentares baianos, incluindo Félix Mendonça Júnior, e, segundo a PF, chegou a carregar dinheiro.

O deputado Elmar Nascimento nega a participação no esquema. Em nota, a defesa diz que os indícios são “tão frágeis que, após meses de investigações e vazamentos seletivos à imprensa, a PGR se manifestou contra qualquer diligência contra ele”.

Prefeitos de Ibipitanga e Boquira foram afastados das funções; PF encontrou grande quantia em dinheiro na casa do ex-prefeito de Paratinga; assessor do deputado Félix Mendonça foi afastado

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A Polícia Federal, em ação conjunta com a Controladoria-Geral da União e a Receita Federal, deflagrou hoje (27.junho) a quarta fase da Operação Overclean, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa suspeita de envolvimento em fraudes licitatórias, desvio de recursos públicos provenientes de emendas parlamentares, corrupção e lavagem de dinheiro. Foram cumpridos 16 mandados de busca e apreensão e três ordens de afastamento cautelar de servidores públicos.

O núcleo investigado é suspeito de atuar na liberação de emendas parlamentares destinadas aos municípios baianos de Boquira, Ibipitanga e Paratinga mediante pagamento de vantagem indevida, além de atuar na manipulação de procedimentos licitatórios. Os crimes apurados incluem integrar organização criminosa, corrupção ativa e passiva, peculato, fraude em licitações e contratos administrativos e lavagem de dinheiro.

SUSPEITOS DE ENVOLVIMENTO NO ESQUEMA:

O prefeito de Ibipitanga, Humberto Raimundo Rodrigues de Oliveira (PT), e de Boquira, Alan Machado (PSB), são suspeitos de desviar emendas parlamentares e foram afastados das funções. Já o ex-prefeito de Paratinga, Marcel José Carneiro de Carvalho (PT), também foi alvo de busca e apreensão. Na casa dele, foi encontrada uma grande quantia em dinheiro. Um assessor do deputado federal Félix Mendonça (PDT), é suspeito de operar o esquema e foi alvo de buscas. O sigilo telefônico de Félix foi quebrado pela justiça.

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Na ação, foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão em Feira de Santana, Antônio Cardoso, São Gonçalo dos Campos e Santo Antônio de Jesus

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A Polícia Federal, em parceria com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, deflagrou a Operação Voluta, com o objetivo de cumprir mandados judiciais decorrentes de investigação que apura a prática de lavagem de dinheiro com origem no contrabando de cigarros oriundos do Paraguai. Na ação, foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão em Feira de Santana, Antônio Cardoso, São Gonçalo dos Campos e Santo Antônio de Jesus.

As investigações tiveram início a partir de uma apreensão de centenas de pacotes de cigarros contrabandeados, em 2019, que revelou a existência de uma estrutura criminosa voltada ao contrabando e à ocultação dos lucros obtidos com a atividade ilícita.

Os investigados poderão responder pelos crimes de lavagem de dinheiro e associação criminosa, sem prejuízo de outras infrações penais eventualmente identificadas no decorrer das investigações.

📷 Divulgação Polícia Federal

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