//

Jaques Wagner busca adiar depoimento marcado pela Polícia Federal

Leia em: 2 minutos

O senador Jaques Wagner (PT) pediu à Polícia Federal o adiamento do depoimento que estava marcado para esta sexta-feira (7.agosto.26) no âmbito da investigação sobre o caso Master. Segundo a defesa do parlamentar, o pedido foi apresentado porque os advogados ainda não tiveram acesso ao conteúdo da apuração. A oitiva havia sido agendada após intimação expedida pela PF em 21 de julho para esclarecer suspeitas de suposto recebimento de vantagens indevidas relacionadas ao Banco Master.

O advogado Pablo Domingues, responsável pela defesa de Wagner, afirmou que a solicitação foi encaminhada aos delegados responsáveis “com antecedência proporcional” e sustentou que o acesso aos autos é condição indispensável para o exercício pleno da defesa. Até o momento, a Polícia Federal não informou se aceitará o pedido ou se definirá uma nova data para o depoimento.

A investigação ganhou novo peso após decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou mandados de busca e apreensão contra o senador, além de impor restrições a atividades econômicas. A Polícia Federal apura um possível vínculo entre familiares de Jaques Wagner, empresas ligadas ao seu entorno e outros investigados conectados ao liquidado Banco Master.

CONFIRA A ÍNTEGRA DA NOTA DA DEFESA DIVULGADA PELO SENADOR ⤵️

A defesa do senador Jaques Wagner informa que requereu, com antecedência proporcional, o adiamento do depoimento designado para o dia 7 de agosto, em data que havia sido ajustada com a autoridade policial.

O pedido de adiamento decorre exclusivamente do fato de ainda não ter sido viabilizado à defesa, por problemas técnicos (todos documentados), o acesso ao conteúdo da investigação, requerido no mesmo ato em que a data foi indicada, há quase um mês.

O senador pretende falar. Contudo, por orientação de sua defesa, apenas o fará após conhecer o que efetivamente consta na investigação e o que, de fato, está sendo investigado, pois esse é um direito seu. Somente assim terá condições de prestar um depoimento verdadeiramente esclarecedor.

A defesa não fará considerações sobre o mérito até possuir esses dados para análise.

Salvador, 7 de agosto de 2026
Pablo Domingues

Operação da PF mira Jaques Wagner e apura suspeitas no sistema financeiro

Leia em: 2 minutos

A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (18.junho.26), a nona fase da Operação Compliance Zero e colocou o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo Lula no Senado, no centro de uma investigação que apura supostas irregularidades envolvendo o sistema financeiro nacional. Por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), agentes federais cumprem 18 mandados de busca e apreensão na Bahia, em São Paulo e no Distrito Federal, além de medidas cautelares como suspensão de passaportes e restrições de contato entre investigados.

Segundo a Polícia Federal, os fatos apurados podem, em tese, configurar os crimes de corrupção passiva, corrupção ativa e lavagem de dinheiro. A investigação busca esclarecer possíveis vínculos com o Banco Master na Bahia. A inclusão do nome de Jaques Wagner entre os alvos da operação eleva a temperatura política em Brasília e na Bahia, especialmente por atingir uma das principais lideranças petistas e um dos mais próximos aliados do presidente Lula.

A operação ocorre apenas dois dias após Wagner subir à tribuna do Senado para rebater uma reportagem que associava seu nome e o do ministro Rui Costa a negócios ligados ao Banco Master. Na ocasião, o senador anunciou que processaria a revista responsável pela publicação. Procurada pelo Pauta Blog, a assessoria de Wagner informou que, assim que tiver um posicionamento, o encaminhará à reportagem.

//

Com a quebra de sigilos autorizada, a PF vai vistoriar as contas bancárias do filho do presidente e saber se houve recebimentos de pagamentos e transferências

Leia em: < 1 minuto

A Polícia Federal listou pagamentos que seriam endereçados a Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e enviou ao STF (Supremo Tribunal Federal) no pedido de quebra de sigilo bancário. A solicitação foi atendida pelo ministro André Mendonça.

No relatório sob sigilo, a PF aponta supostos pagamentos de mesadas de Antônio Camilo Antunes, o Careca do INSS, a Lulinha, por meio de uma amiga dele. De acordo com a Polícia Federal, ele seria um sócio oculto.Os pagamentos de R$ 300 mil mensais seriam pagamentos para Lulinha facilitar o acesso de Antunes a locais específicos em Brasília.

Com a quebra de sigilos autorizada, a PF vai vistoriar as contas bancárias do filho do presidente e saber se houve recebimentos de pagamentos e transferências, de quem e para quem, além de fazer uma linha do tempo, com os períodos dos pagamentos.

As diligências da PF buscam reunir provas sobre o uso irregular das verbas destinadas ao custeio de despesas do mandato

Leia em: < 1 minuto

A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (19.dezembro) uma operação para aprofundar investigações sobre um suposto esquema de desvio de recursos públicos oriundos da cota parlamentar. Os deputados federais Sóstenes Cavalcante (PL), líder do partido na Câmara, e Carlos Jordy (PL), estão entre os alvos de mandados de busca e apreensão.

Ao todo, policiais federais cumprem sete mandados, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), no Distrito Federal e no Rio de Janeiro. As diligências buscam reunir provas sobre o uso irregular das verbas destinadas ao custeio de despesas do mandato, como passagens aéreas, hospedagens, alimentação, manutenção de escritórios e contratação de serviços.

A cota parlamentar é um recurso público mensal disponibilizado a deputados e senadores para o exercício da atividade legislativa, além do salário.

30 mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos em Itabuna, Ilhéus, Itajuípe, Ubaitaba, Jequié e Itacaré, além de Cachoeiro de Itapemirim, no Espírito Santo

Leia em: < 1 minuto

A Polícia Federal, em conjunto com a Controladoria-Geral da União (CGU), deflagrou hoje (25.novembro) a operação Gênesis, que apura fraudes em licitações, peculato, corrupção e lavagem de dinheiro envolvendo contratos de fornecimento de materiais de construção firmados pela prefeitura de Itacaré.

Ao todo, 30 mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos em Itabuna, Ilhéus, Itajuípe, Ubaitaba, Jequié e Itacaré, além de Cachoeiro de Itapemirim, no Espírito Santo. A Justiça Federal também determinou o afastamento cautelar de sete agentes públicos e autorizou o sequestro de bens que podem chegar a R$ 20 milhões.

As investigações apontam que, entre 2018 e 2024, duas empresas locais, registradas em nome de laranjas e sem capacidade operacional compatível, receberam mais de R$ 30 milhões em contratos com o município. Segundo a PF, parte significativa dos recursos teria sido desviada para agentes públicos e terceiros ligados ao esquema.

A operação busca aprofundar a coleta de provas e garantir o ressarcimento do erário. Os investigados poderão responder por fraude em licitação, peculato, corrupção ativa e passiva, além de lavagem de dinheiro.

PF suspeita que ex-parlamentar tenha envolvimento com facções criminosas do Rio

Leia em: < 1 minuto

A Polícia Federal (PF) indiciou o ex-deputado estadual Thiego Raimundo de Oliveira Santos, conhecido como TH Joias, e outras 17 pessoas por envolvimento com facções criminosas do Rio. Entre os indiciados, estão criminosos do Comando Vermelho (CV) e do Terceiro Comando Puro (TCP), além de policiais militares, um delegado federal e Alessandro Pitombeira Carracena, que ocupou cargos de secretário na prefeitura do Rio e no governo estadual.

No dia 3 de setembro deste ano, TH Joias e outras 14 pessoas foram presas durante a Operação Zargun, realizada pela PF e Ministério Público do Rio (MPRJ). O ex-deputado estadual foi preso em um condomínio de luxo, na Barra da Tijuca, zona sudoeste da cidade.

No mesmo dia, o parlamentar foi destituído do cargo na Alerj. TH Joias era joalheiro e, antes de ingressar na política, fabricava peças de ouro cravejada de diamantes para jogadores de futebol e artistas.

Estão sendo cumpridos 24 mandados de busca e apreensão, 23 medidas cautelares diversas da prisão e um mandado de prisão preventiva

Leia em: < 1 minuto

A Polícia Federal deflagrou hoje (13.novembro) a Operação Worms 2 – “Não Seja um Laranja” com o objetivo de desarticular uma associação criminosa especializada em fraudes bancárias, furto qualificado, estelionato majorado e lavagem de dinheiro, que utilizava contas de laranjas para movimentar valores ilícitos oriundos de furtos e fraudes contra a Caixa Econômica Federal e outras instituições financeiras.

A ação integra a Força-Tarefa Tentáculos, iniciativa que tem como um dos pilares a cooperação com instituições bancárias e financeiras para o combate às fraudes eletrônicas. Estão sendo cumpridos 24 mandados de busca e apreensão, 23 medidas cautelares diversas da prisão e um mandado de prisão preventiva.

A investigação, iniciada a partir das operações Worms (2022) e Não Seja Um Laranja (2022), revelou que o grupo criminoso evoluiu para um sofisticado esquema de lavagem de dinheiro, utilizando instituições de pagamento, plataformas de apostas online e criptoativos para dissimular a origem ilícita dos valores. Relatórios de inteligência financeira apontaram movimentações superiores a R$ 6,9 milhões, entre 2023 e 2024, com projeção de R$ 20,9 milhões no período de cinco anos.

Além dos mandados, foi determinado o bloqueio judicial de contas bancárias e ativos financeiros dos investigados, visando descapitalizar a organização criminosa. Os crimes apurados incluem associação criminosa, furto qualificado, estelionato majorado e lavagem de dinheiro, cujas penas máximas somadas podem ultrapassar 30 anos de prisão.

//

Prefeito de Encruzilhada, Dr Pedrinho, e prefeita de Poções, Dona Nilda, estão entre os alvos da operação

Leia em: 2 minutos

A Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União deflagraram uma operação para combater uma organização criminosa responsável pelo desvio e lavagem de recursos públicos federais repassados à prefeitura de Poções entre 2021 e 2023. O prejuízo estimado ultrapassa R$ 12 milhões.

Estão sendo cumpridos 25 mandados de busca e apreensão nos municípios de Poções, Encruzilhada, Barreiras e Vitória da Conquista. Entre os alvos, estão o prefeito de Encruzilhada, Dr Pedrinho (PCdoB), a prefeita de Poções, Dona Nilda (PCdoB), e o chefe de gabinete da prefeitura de Poções, que também já exerceu o cargo de vice-prefeito do município, Jorge Luiz.

De acordo com a PF, as investigações apontam irregularidades em contratos de terceirização de mão-de-obra financiados com recursos do Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), Sistema Único de Saúde (SUS) e Fundo Nacional de Assistência Social (FNAS), incluindo ausência de estudos técnicos, pesquisa de preços inadequada, majoração indevida de valores contratuais e prestação fictícia de serviços.

A investigação revelou, ainda, a existência de uma estrutura criminosa organizada, com atuação em diversos municípios baianos, que utilizava empresas de fachada, familiares como intermediários financeiros, movimentações bancárias atípicas e ocultação patrimonial para viabilizar os desvios e a lavagem de dinheiro.

ATUALIZAÇÃO ÀS 14H30MIN DE 23 DE OUTUBRO DE 2025 ⤵️

NOTA À IMPRENSA DO PREFEITO DR  PEDRINHO LACERDA

Fui citado em um processo referente a fatos ocorridos no município de Poções, entre os anos de 2021 e 2023, período anterior à minha atuação como prefeito de Encruzilhada. Esclareço que o caso não guarda qualquer relação com a atual gestão, que teve início em 1º de janeiro de 2025. Minha citação ocorre unicamente pelo fato de eu ter exercido, à época, a função de advogado de uma das empresas mencionadas no processo, no estrito exercício da profissão, dentro dos limites legais e éticos da advocacia.

Reafirmo minha confiança nas instituições e no trabalho da Justiça, certo de que todos os esclarecimentos serão prestados com total transparência. Desde que assumi a prefeitura de Encruzilhada, meu compromisso tem sido o de administrar com seriedade, responsabilidade e respeito ao dinheiro público, buscando transformar a cidade e melhorar a vida das pessoas. Continuo à disposição das autoridades e da população para quaisquer esclarecimentos necessários.

ATUALIZAÇÃO ÀS 18H30MIN DE 23 DE OUTUBRO DE 2025 ⤵️

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Diante dos fatos registrados hoje, informamos que o procedimento em curso encontra-se sob segredo de justiça. Por esse motivo, não temos acesso aos detalhes da investigação neste momento.

Reafirmamos nossa total disposição para colaborar com as autoridades competentes em tudo o que se fizer necessário. Temos a consciência tranquila e confiamos no devido processo legal.

Seguimos trabalhando com honestidade, transparência e responsabilidade, com o compromisso de continuar servindo à população e de melhorar a vida do nosso povo.

Agradecemos a compreensão de todos e reforçamos que, tão logo haja informações oficiais que possam ser compartilhadas, serão divulgadas pelos canais apropriados.

Irenilda Cunha de Magalhães – Prefeita

Otto Wagner de Magalhães – Secretário de Administração

Operação tem objetivo de desarticular uma organização criminosa suspeita de envolvimento em fraudes licitatórias, desvio de recursos públicos, corrupção e lavagem de dinheiro

Leia em: < 1 minuto

A Polícia Federal, com o apoio da Controladoria-Geral da União (CGU) e da Receita Federal do Brasil (RFB), deflagrou hoje (16.outubro) a sétima fase da Operação Overclean, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa suspeita de envolvimento em fraudes licitatórias, desvio de recursos públicos, corrupção e lavagem de dinheiro.

Ao todo, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão, uma medida cautelar de afastamento de agente público do cargo e o sequestro de valores obtidos de forma ilícita em Salvador, Riacho de Santana, Wenceslau Guimaraes, na Bahia, e Arraial do Cabo, no Rio de Janeiro. As ordens foram expedidas pelo Supremo Tribunal Federal.

Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, corrupção ativa e passiva, peculato, fraude em licitações e contratos administrativos, além de lavagem de dinheiro.

A investigação está sendo conduzida pela Polícia Federal no âmbito da Operação Overclean

Leia em: < 1 minuto

De acordo com informações do Portal UOL, o deputado federal Adolfo Viana (PSDB) é suspeito de ter enviado emendas no valor de R$ 7 milhões para obras superfaturadas nos municípios baianos de Juazeiro e Novo Horizonte. A investigação está sendo conduzida pela Polícia Federal no âmbito da Operação Overclean.

As obras foram executadas pela empresa Allpha Pavimentações. Os sócios da empresa são os irmãos Alex Parente e Fabio Parente, que foram presos preventivamente pela PF em dezembro de 2024.

Segundo as investigações, Alex Parente esteve no gabinete de Viana 22 vezes entre 2021 e 2024. Os contratos de R$ 40,7 milhões com a Allpha foram realizados após pregão realizado pelo Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs).

A Controladoria-Geral da União (CGU) indicou em relatório que R$ 4,2 milhões foram superfaturados nas obras da Allpha no Dnocs. Os pagamentos e contratos foram suspensos em novembro de 2023 pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

O deputado Adolfo Viana ainda não foi alvo da Operação Overclean, mas o nome dele consta em ofícios de emendas nos documentos apreendidos no Dnocs.

Nós mantivemos contato com o deputado por meio de mensagem, mas, até o fechamento desta edição, ele não enviou nenhum posicionamento. O espaço permanece aberto para esclarecimentos

Notícias mais lidas

Outros assuntos