Sondagem de Flávio Bolsonaro esbarra em estratégia local de Bruno Reis // Fotomontagem com imagens de divulgação no Instagram.

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A sondagem feita por aliados de Flávio Bolsonaro (PL) ao prefeito de Salvador, Bruno Reis (UB), carrega mais um aceno político do que viabilidade prática. No âmbito nacional, a simples lembrança do nome do gestor baiano revela uma tentativa de ampliar pontes regionais, sobretudo no Nordeste, terreno historicamente desafiador para o bolsonarismo.

Logo, quais são os porquês de Bruno Reis não aceitar estar na chapa de Flávio Bolsonaro como vice-presidente?

O primeiro freio para essa hipótese é que Bruno Reis não é um agente isolado. Sua trajetória está totalmente conectada ao projeto político de ACM Neto (UB), que atua como principal liderança de seu grupo. Contudo, qualquer movimento de Bruno Reis em direção a uma chapa com Bolsonaro representaria não apenas uma decisão pessoal, mas também a coesão do grupo netista.

O segundo elemento central é que não seria simples deixar a Prefeitura para embarcar como vice. A vice-presidência, embora institucionalmente relevante, raramente oferece protagonismo eleitoral direto na Bahia que influencie a candidatura de ACM Neto.

O terceiro ponto é o timing. Bruno Reis reafirma, em suas declarações públicas, o compromisso com o mandato. Isso funciona como sinal de estabilidade administrativa. Antecipar uma saída poderia ser interpretado como abandono de responsabilidades, gerando um desgaste político desnecessário.

O quarto alerta é que, caso tivesse intenção de deixar a Prefeitura, Bruno Reis teria opções mais estratégicas dentro da política baiana, como fortalecer a chapa de ACM Neto em uma eventual disputa ao Senado ou até como vice — possibilidades que já foram descartadas. Deixar a prefeitura envolve riscos elevados.

Por fim, até as convenções, o cenário permanece fluido. No xadrez político, Bruno Reis parece optar por permanecer onde tem controle do jogo — e não onde seria apenas peça.

Bruno Reis vai seguir falando a mesma língua que ACM Neto, apoiando a candidatura do ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD). 

Jerônimo Rodrigues rebate Bruno Reis e sai em defesa de Lula após críticas

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Durante entrevista na rádio Baiana, nesta quinta-feira (9.abril.2026), Jerônimo Rodrigues desmentiu a versão de que Lula teria ido a Ondina e ficado até tarde. Segundo o governador, o presidente chegou a Salvador vindo do Ceará e foi direto para o hotel, já que tinha compromissos importantes no dia seguinte. “A gente entendeu que o presidente precisava descansar”, explicou.

Bruno Reis disse que os petistas estavam tomando uísque no Palácio de Ondina, mas Jerônimo Rodrigues negou.

“Não dá para destilar ódio, raiva, dessa forma. Não se pode colocar o povo contra um presidente tão querido na Bahia. É uma injustiça. Nenhum presidente merece esse tipo de desrespeito, principalmente vindo de um gestor de uma capital”. Foi assim que o governador Jerônimo Rodrigues reagiu às declarações do prefeito Bruno Reis sobre a não entrega do residencial Zumira Barros, em Salvador.

O governador também destacou que, logo cedo, às 7h da manhã, Lula já estava de pé para cumprir agenda, concedendo entrevista ao vivo a uma emissora de TV diretamente do hotel. Jerônimo reforçou que é preciso responsabilidade no trato político e respeito institucional, criticando a tentativa de criar desgaste contra o presidente na Bahia.

Articulação de Bruno Reis e ACM Neto reposiciona aliados em Brasília: Marcelo Nilo e Jorge Araújo

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A política baiana ganhou novos traços nesta quarta-feira (8.abril,2026), com a posse dos baianos Marcelo Nilo (Republicanos) e Jorge Araújo (PP) como deputados federais, em Brasília. A movimentação, longe de ser protocolar, carrega a digital de uma articulação robusta liderada pelo prefeito de Salvador, Bruno Reis, e pelo líder da oposição, ACM Neto, de olho no fortalecimento do grupo para as eleições de outubro.

A operação também serviu para reposicionar Marcelo Nilo no contexto. Com pretensões de disputar o Senado, até mesmo de forma avulsa, Nilo foi trazido para o centro do panorama político, agora com mandato em mãos e papel mais definido dentro do grupo. É um recuo tático que evita dispersão e concentra forças em um projeto maior, sob a batuta de Neto.

Para viabilizar o movimento, duas cadeiras foram esvaziadas. Alex Santana (Republicanos) e João Leão (PP) deixaram a Câmara Federal e migraram para a gestão municipal de Salvador, onde assumiram secretarias na administração de Bruno Reis. A dança das cadeiras evidencia um redesenho apurado, em que Brasília e Salvador passam a operar de forma integrada no projeto político.

No plano estadual, os papéis já começam a ser distribuídos. Nilo deve atuar como um dos coordenadores da campanha de ACM Neto, enquanto Jorge Araújo entra em campo com um foco claro: consolidar seu nome e buscar a reeleição como deputado federal. A engrenagem está montada, resta saber se o arranjo está afinado e vai rodar com resultados nas urnas.

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Marcinho Guimarães é o nome mais cotado para assumir o Podemos na Bahia com o aval de ACM Neto

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O líder da oposição, ACM Neto, confirmou que o partido Podemos deixou a base do governador Jerônimo Rodrigues (PT) para integrar seu campo político, expondo fissuras na articulação governista. Segundo Neto, a saída foi motivada pelo não cumprimento de compromissos eleitorais, especialmente a promessa de estruturação da sigla para viabilizar a eleição de um deputado, o que, de acordo com ele, acabou não se concretizando, e o Podemos foi “largado de mão”.

No rearranjo, ganha força o nome do ex-deputado Marcinho Guimarães Filho como provável novo comandante do Podemos na Bahia. Recém-filiado à sigla após deixar o DC, ele surge como peça-chave na reorganização partidária, com indicação de Bruno Reis, além de ACM Neto.

Siglas como PRD e Solidariedade também podem deixar a base petista para aderir à base de ACM Neto. O prefeito Bruno Reis afirmou: “Um governador que não é bom em gestão, que não é bom em política é bom em quê?”. Segundo Reis, a base petista pode perder as siglas por incapacidade de Jerônimo.

Declaração foi dada durante entrevista ao jornalista Victor Pinto da Band Bahia

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O prefeito de Salvador, Bruno Reis (UB), criticou de forma contundente o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), ao avaliar a condução da gestão estadual. Em entrevista ao jornalista Victor Pinto da Band Bahia, o gestor municipal elevou o tom: “Jerônimo é despreparado e não tem condições de ocupar o cargo de governador”.

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O senador Angelo Coronel ligou o modo “virada de rumo” e partiu para o Carnaval

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O senador Angelo Coronel ligou o modo “virada de rumo” e partiu para o Carnaval. Mais do que cair na folia, entrou de vez em um novo bloco político.

Ao lado de ACM Neto (UB) e do prefeito Bruno Reis (UB), Coronel deu o close desde o rompimento com o grupo petista, quando foi rifado da chapa majoritária. A imagem fala por si e o sinal público é de reposicionamento no cenário baiano.

O movimento sinaliza uma reorganização do União Brasil no sul da Bahia e reposiciona Guinho no cenário estadual

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O ex-vice-prefeito de Itabuna e presidente municipal do União Brasil, Enderson Guinho, vai disputar uma vaga na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) em 2026. A pré-candidatura nasce respaldada por dois pesos-pesados do partido: ACM Neto (UB), pré-candidato ao governo do Estado, e o prefeito de Salvador, Bruno Reis (UB), ampliando o raio de articulação política de Guinho.

O movimento sinaliza uma reorganização do União Brasil no sul da Bahia e reposiciona Guinho no cenário estadual, ligado à juventude e com padrinhos políticos de peso para a disputa de 2026.

Convém destacar que Guinho tem compromisso com o deputado federal Arthur Maia (UB), mas há uma grande possibilidade de uma articulação de Neto indicar a dobradinha em Itabuna com o ex-prefeito de Buerarema, Vinícius Ibrann (UB), que, atualmente, é secretário da Casa Civil de Ilhéus e muito ligado ao prefeito Valderico Júnior (UB).

Com um histórico eleitoral consistente, Guinho aposta na juventude de Itabuna e no eleitorado urbano como base estratégica. Foi eleito vereador em 2016, tornou-se o terceiro mais votado para deputado estadual no município em 2018, com 12.780 votos, venceu a eleição para vice-prefeito em 2020 e, em 2022, obteve 15.780 votos para deputado federal, sendo o mais votado em Itabuna. Em 2024, ficou como segundo suplente de vereador.

O gestor da capital baiana criticou a forma como o PT conduziu as negociações

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O prefeito de Salvador, Bruno Reis (UB), afirmou que o senador Angelo Coronel foi “rifado” pelo PT na montagem da chapa majoritária para as eleições de 2026.

Segundo Bruno, Coronel se tornou “mais uma vítima da ânsia de poder do PT na Bahia” ao ser deixado de fora da disputa ao Senado em favor de uma chapa puro-sangue, que reserva as vagas a Rui Costa e Jaques Wagner, além de Jerônimo Rodrigues para o governo do Estado.

ACM Neto (UB) terá de redesenhar a chapa para as próximas eleições, no entanto, o ex-ministro João Roma (PL) já tem uma vaga ao Senado garantida. Agora, Coronel deve assumir a segunda vaga com a chegada ao grupo dos netistas.

📷 Valter Pontes
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A cena pública funciona como recado direto ao mercado político: Elmar segue no campo onde sempre esteve

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Depois das especulações de bastidores sobre uma possível conversa com o Avante, o deputado federal Elmar Nascimento (UB) já havia negado, mas tratou de responder sem nota oficial e, sim, com imagem. Nesse domingo (25.janeiro), reapareceu ao lado de ACM Neto (UB) em Santo Amaro durante a tradicional Lavagem da Purificação, acompanhado também pelo prefeito de Salvador, Bruno Reis (UB).

Em política, ausência gera dúvida, mas presença bem posicionada costuma encerrar o assunto. A cena pública funciona como recado direto ao mercado político: Elmar segue no campo onde sempre esteve.

Declaração do vereador aconteceu após a divulgação da nova pesquisa Real Time Big Data

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O líder da bancada do prefeito Bruno Reis (UB) na Câmara de Vereadores de Salvador, Kiki Bispo (UB), comentou a pesquisa do Real Time Big Data que mostra o ex-prefeito de Salvador e pré-candidato a governador, ACM Neto (UB), com 44% das intenções de voto. Em segundo lugar, está o atual governador e pré-candidato à reeleição, Jerônimo Rodrigues (PT), com 35%.

“É claro que a pesquisa é um retrato de momento, mas ela deixa alguns dados que, incontestavelmente, nos animam muito. Dentre eles, além de Neto estar à frente de Jerônimo, é a primeira vez, na reeleição, que um candidato, um governador que está na cadeira buscando a reeleição, começa abaixo do segundo. (…) Eu diria que a reeleição, a candidatura à reeleição de Jerônimo Rodrigues, está, neste momento, na fila de regulação”, disse o vereador ao site Política Livre.

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