Senador Jaques Wagner e o Jerônimo Rodrigues, candidato a governador da Bahia

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O ex-presidente Lula (PT) quer emplacar e liquidar a eleição ainda no primeiro turno rumo ao Palácio do Planalto. Segundo a colunista Andréia Sadi, uma ala do Partido dos Trabalhadores defendia o acordo com o União Brasil, mas, para avançar, era necessário retirar a candidatura de Jerônimo Rodrigues (PT) a governador da Bahia.

A negociação ia de vento em popa, mas foi travada pelo cacique, ex-governador do estado e atual senador da República, Jaques Wagner (PT), que não cedeu. Já o governador Rui Costa (PT) pegou a carapuça e classificou o enredo como um ato de “desespero” da ala do União Brasil, ou seja, do pré-candidato ACM Neto.

Como é desespero se as negociações avançaram com o aval de Luiz Inácio Lula da Silva? Por ora, ninguém dá sinais de que vai ceder. O acordo pode até ter sido travado, mas a sangria política ficou na Bahia.

Já no cenário nacional, o jogo segue com Lula numericamente à frente do presidente Jair Bolsonaro (PL) em todas as pesquisas divulgadas até agora.

📷 Foto de divulgação/Redes Sociais

Wagner enviou R$ 90 mil para PT no fim do mês de março

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Dentro do PT, existe um estatuto que prevê que os parlamentares devem pagar uma contribuição mensal ao partido que varia entre 2% a 20% do salário recebido. De acordo com o site Metrópoles, o senador petista Jaques Wagner repassou R$ 90 mil à legenda no fim do mês de março deste ano e o valor “gordinho” chamou bastante atenção.

Até onde se sabe, o salário de um senador é de R$ 33,7 mil, ou seja, não daria para Wagner mandar, de uma vez só, os R$ 90 mil para a sigla. O “dízimo” petista ficou salgado, mas é sabido que o senador está diretamente envolvido na campanha do ex-presidente Lula (PT) na tentativa de voltar a ocupar a Presidência e, por esse motivo, deve ter se empenhado na “gorjeta”.

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O ex-presidente Lula chegou a Salvador por volta das 15h30min, desta 6ª feira (1°.julho). Neste sábado, o pré-candidato à presidência da República caminhará junto com Jerônimo Rodrigues no Desfile Cívico do Dois de Julho nas ruas do centro da capital baiana. Às 10h30min, o ex-presidente participa de um grande ato aberto ao público na Arena Fonte Nova.

O governador Rui Costa (PT), o senador Jaques Wagner (PT) e os pré-candidatos a vice-governador, Geraldo Júnior (MDB), e ao senado, Otto Alencar (PSD), participaram da recepção a Lula e Geraldo Alckmin (PSB).

📷 Foto de Ricardo Stuckert/Divulgação

"Em vez de resolver o preço dos combustíveis, o governo prefere estabelecer uma guerra com governos estaduais", justificou Wagner nas redes sociais

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O senador Jaques Wagner (PT) foi o único representante baiano no Senado Federal a votar contra o Projeto de Lei que limita a aplicação de alíquota do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre combustíveis, gás natural, energia elétrica, comunicações e transporte coletivo. A decisão foi aprovada ontem (13.junho) com 65 votos favoráveis e 12 contrários.

Nas redes sociais, Wagner anunciou que se posicionaria contra porque não concorda com a estratégia do governo federal: “A proposta limita a 17% o ICMS sobre os combustíveis. Em vez de resolver o preço dos combustíveis, o governo prefere estabelecer guerra com governos estaduais”.

Ainda nas redes sociais, Wagner disse que a conta do alto preço dos combustíveis vai ser paga pelos governadores e isso é injusto: “É uma grande demagogia. Não me parece razoável que um governador, que executa o orçamento no ano anterior, tenha um corte dessa natureza para justificar a falta de um governo federal”.

Por outro lado, os correligionários de Wagner e também representantes da Bahia no Senado, Otto Alencar (PSD) e Angelo Coronel (PSD). Segundo o projeto, o objetivo é reduzir o valor dos combustíveis na bomba, aliviando o gasto do consumidor com a gasolina, que já chega a mais de R$ 8 em várias partes do país.

O diferente posicionamento de Wagner, Otto e Coronel, que fazem parte do mesmo grupo político, pode “deixar no ar” que a decisão do petista em não aprovar o projeto é mais uma “birra” do que comprometimento com a população. Parece que o discurso voltado para o povo mais pobre perdeu força justamente no ano eleitoral onde as pesquisas apontam que a sigla que comanda o estado há 16 anos pode deixar o poder.

Político apresenta sintomas leves e está isolado em casa

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Ontem (30.maio), o senador e ex-governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), foi diagnosticado com a Covid-19. O político utilizou as redes sociais para comunicar que está com sintomas leves da doença graças à vacina: “Estou bem, com sintomas leves e isolado em casa, em Salvador. Felizmente, as quatro doses da vacina amenizaram os efeitos do vírus. Viva a ciência! Viva o SUS!”.

"Eu gosto tanto da Bahia que eu desconfio que, em alguma encarnação, eu nasci na Bahia", declara Lula ao falar sobre carinho pelo estado

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No evento de lançamento oficial da pré-candidatura de Jerônimo Rodrigues (PT) a governador da Bahia, o ex-presidente Lula (PT) discursou para o público presente e ressaltou o carinho que tem pelo estado: “Eu gosto tanto da Bahia que eu desconfio que, em alguma encarnação, eu nasci na Bahia”.

Ao falar sobre o candidato escolhido pelo PT para disputar o governo do Estado, Lula elogiou Jerônimo: “Quando fui avisado que deveria vir à Bahia para fazer a apresentação do companheiro Jerônimo, eu pensei que era aquele herói da televisão, Jerônimo, o herói do sertão. Quando eu cheguei aqui, descobri que era o secretário da Educação, mas o cara que nasceu na cidade de Aiquara e vai ser candidato a governador da Bahia, é um verdadeiro herói do sertão porque conseguiu ultrapassar todas as barreiras”.

Ainda durante o discurso, o ex-presidente falou sobre o compromisso de dar mais oportunidades às pessoas humildes: “Você não deixe o pobre por último no orçamento porque, se você for fazer o orçamento e atender todo mundo para deixar o pobre para o fim, quando chegar no pobre, não tem mais dinheiro. Então, comece priorizando as pessoas mais necessitadas. Quem precisa do Estado, não é o rico, são os pobres. Quando o pobre precisa de 10 reais, eles dizem que é gasto, quando o rico precisa de 1 bilhão, eles dizem que é investimento”.

O evento, que ainda contou com a presença do governador Rui Costa (PT) e do senador Jaques Wagner (PT), também marcou a pré-candidatura oficial do senador Otto Alencar (PSD) à reeleição. No local, várias lideranças políticas ligadas à base aliada compareceram para prestar apoio à chapa majoritária.

📷 Foto de Ricardo Stuckert

Senador Jaques Wagner, governador Rui Costa, ex-presidente Lula, pré-candidato ao governo, Jerônimo Rodrigues, pré-candidato a vice, Geraldo Júnior, e senador Otto Alencar

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Nesta quinta-feira (31.março), o ex-presidente Lula (PT) desembarcou em Salvador para participar do lançamento oficial da chapa majoritária na Bahia, que acontece nesta tarde no Espaço Wet. Na chegada, o petista foi recepcionado pelas duas maiores lideranças do PT no estado, que são o senador Jaques Wagner e o governador Rui Costa.

Nas redes sociais, Lula posou ao lado do pré-candidato a governador, Jerônimo Rodrigues (PT), além do pré-candidato a vice-governador, Geraldo Júnior (MDB), e o senador e pré-candidato à reeleição, Otto Alencar (PSD).

"Doeu, claro que doeu", declarou o Bonitão ao falar sobre saída da base

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A entrevista concedida pelo vice-governador do estado, João Leão (PP), ao jornalista Zé Eduardo no podcast PodZé, deixou bem claro o que o fez romper com a base aliada do governo. Leão chegou a dizer que “doeu, claro que doeu” acabar com a ligação existente durante tantos anos, mas que “agora, é olhar pra frente”.

Leão confirmou que soube da mudança de planos do PT apenas quando o senador Jaques Wagner (PT) concedeu entrevista ao jornalista Mário Kértesz e que, dias antes, o próprio Wagner esteve na casa dele e garantiu que o governador Rui Costa (PT) sairia do cargo para concorrer ao Senado Federal e, assim, ele assumiria a cadeira durante 9 meses. Ao declarar surpresa, mas, principalmente, decepção, o Bonitão resumiu: “Foram 14 anos de relacionamento jogados na lata de lixo!”.

Wagner diz que está disposto a continuar conversando com o PP

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Desde que o senador Jaques Wagner (PT) concedeu entrevista à Rádio Metrópole falando sobre a mudança na estratégia da chapa governista em relação à sucessão estadual, “o caldo entornou”. Isso porque o vice-governador João Leão (PP) não ficou nada satisfeito em saber que não ocuparia o cargo de governador após a renúncia de Rui Costa (PT) para concorrer ao Senado Federal.

Com a repercussão totalmente negativa dentro e fora do partido, Wagner se viu encurralado e resolveu demonstrar arrependimento. Se é de coração, só o tempo dirá, mas até mesmo Rui está chateado com as declarações de Wagner e tentativas de comandar tudo sozinho. O governador até ensaiou um apagar das chamas ao publicar um vídeo “levantando a bandeira branca” para os aliados.

Nesta 4ª feira (9.março), o senador Wagner concedeu entrevista ao site BNews em Brasília e pediu desculpas a Leão e ao PP. Acontece que, a essa altura do campeonato, desculpa não resolve muita coisa até porque Leão começou a rugir e pode se mandar para o lado de ACM Neto (União Brasil) e, até mesmo, se juntar ao presidente Bolsonaro (PL) e concorrer ao governo do estado.

“Eu peço desculpas a João Leão, a Cacá, a Roberto e a Jabes, que foi com quem eu negociei, e à família do PP. Tentei construir uma solução que eu tenho certeza que mora no coração deles apesar do sentimento do momento, que é a gente continuar a nossa relação de 14 anos. Leãozinho, me desculpe, Cacá, mas eu estou aqui para voltar a conversar. Não deu certo, não deu tempo, não foi desatenção. Eu tinha que anunciar porque a gente estava sem caminho e eu fui anunciar, como fundador do grupo, o caminho. Agora, continuo disposto a continuar com o PP dentro da aliança. Essa é a minha vontade, a vontade de Rui, do PT e do grupo inteiro”.

Rui pede serenidade e declara que diálogo com a base aliada segue acontecendo

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O governador Rui Costa (PT) divulgou um vídeo nas redes sociais em que ameniza a situação caótica gerada em torno da escolha do nome que vai disputar a candidatura ao governo do estado. De acordo com Rui, existe muita especulação, mas o diálogo com a base aliada continua e o anúncio do nome vai acontecer em breve.

Segundo Rui, tudo faz parte de um planejamento maior, que é apoiar a candidatura do ex-presidente Lula na tentativa de vencer as eleições: “O Lula precisa da Bahia, a Bahia precisa do Lula e, juntos, vamos reconstruir o nosso país, o nosso Brasil e dar continuidade a esse projeto político, econômico e social que tem transformado a vida do agricultor familiar, transformado a saúde e fazendo uma verdadeira revolução na infraestrutura da educação”.

Para finalizar, o governador declarou estar confiante na vitória no pleito de outubro: “Peço a todos serenidade e vamos, juntos, trabalhar pela unidade do grupo e, no momento exato, nos próximos dias, nós vamos chegar a um consenso e anunciar a chapa do nosso grupo, a chapa que será vencedora”.

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