No cenário estimulado, quando os nomes dos políticos são mostrados aos entrevistados, Rui permanece à frente da pesquisa com 26%, seguido de Wagner com 20% e Angelo Coronel com 19%

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O Instituto Real Time Big Data divulgou hoje (12.março) uma pesquisa de intenção de voto para o Senado Federal. O ministro-chefe da Casa Civil e ex-governador da Bahia, Rui Costa (PT), lidera em todos os cenários. Já a segunda vaga apresenta uma indefinição.

O primeiro cenário é espontâneo, ou seja, os nomes dos candidatos não são apresentados ao eleitorado. Rui aparece com 27%, enquanto Jaques Wagner (PT), candidato à reeleição, aparece em segundo lugar com 21%. Angelo Coronel, também concorrendo à reeleição, tem 18%, João Roma (PL) tem 14% e 11% disseram que votariam nulo/branco. Outros 9% não souberam ou não responderam.

No cenário estimulado, quando os nomes dos políticos são mostrados aos entrevistados, Rui permanece à frente da pesquisa com 26%, seguido de Wagner com 20% e Angelo Coronel com 19%. Em seguida, aparecem Aroldo Cedraz com 11%, enquanto nulo/branco computaram 12% e outros 12% não souberam/não responderam.

A pesquisa ouviu duas mil pessoas entre os dias 10 e 11 de março e está registrada no TSE sob o número08855/2026. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.

A pesquisa ouviu 1.535 entrevistados em 72 municípios baianos e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob nº BA-09740/2026

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A pesquisa encomendada pelo site Bahia Notícias ao Instituto Séculus foi divulgada nesta quarta-feira (4.março) e aponta que os ex-governadores da Bahia, Rui Costa (PT) e Jaques Wagner (PT), lideram a corrida para o Senado Federal. Na sequência, aparecem o ex-ministro João Roma (PL) e o candidato à reeleição, Angelo Coronel.

Rui lidera o levantamento com 23,38%, seguido de Wagner com 19,23%. Roma teve 12,43% e Coronel apareceu com 10,5%. Delliana Ribeiro (PSOL) obteve 3,69% enquanto 12,93% não souberam ou não opinaram e 17,84% disseram que não votariam em nenhum dos candidatos.

A pesquisa ouviu 1.535 entrevistados em 72 municípios baianos e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob nº BA-09740/2026. O levantamento possui margem de erro de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos e intervalo de confiança de 95%.

Rui e Wagner estão massificando a presença em cidades do interior ao melhor estilo de ''quem não é visto, não é lembrado''

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Enquanto o governador do estado, Jerônimo Rodrigues (PT), permanece em viagem à Ásia integrando a comitiva do presidente Lula (PT), os ex-governadores e pré-candidatos ao Senado, Rui Costa (PT) e Jaques Wagner (PT), estão intensificando a agenda no interior baiano. O objetivo é não deixar a peteca cair e massificar a presença dos candidatos a PT em diversas partes da Bahia.

Na última quinta-feira (19.fevereiro), a dupla esteve em Seabra e, na sexta (20.fevereiro), em Irecê. Abrindo a semana, os petistas passaram por Feira de Santana ontem (23.fevereiro) e, nesta terça-feira (24.fevereiro), marcaram presença em Sobradinho. Todos os compromisso contaram com a presença de aliados em uma clima de pré-campanha.

A chapa puro-sangue formada por Jerônimo, Wagner e Rui não foi tão bem aceita quanto o esperado. Houve quem dissesse que a composição é ”suicida” e vai acabar morrendo na praia, enquanto outros alegam que o poder de ter o atual chefe do Executivo estadual ao lado de duas figuras experientes que também passaram pelo Palácio de Ondina pode ser sinônimo de força e coesão.

 

O gestor da capital baiana criticou a forma como o PT conduziu as negociações

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O prefeito de Salvador, Bruno Reis (UB), afirmou que o senador Angelo Coronel foi “rifado” pelo PT na montagem da chapa majoritária para as eleições de 2026.

Segundo Bruno, Coronel se tornou “mais uma vítima da ânsia de poder do PT na Bahia” ao ser deixado de fora da disputa ao Senado em favor de uma chapa puro-sangue, que reserva as vagas a Rui Costa e Jaques Wagner, além de Jerônimo Rodrigues para o governo do Estado.

ACM Neto (UB) terá de redesenhar a chapa para as próximas eleições, no entanto, o ex-ministro João Roma (PL) já tem uma vaga ao Senado garantida. Agora, Coronel deve assumir a segunda vaga com a chegada ao grupo dos netistas.

📷 Valter Pontes
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Declaração de Wagner escancara articulações governistas mirando o pleito de outubro

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O senador Jaques Wagner (PT) afirmou, em entrevista à rádio Baiana FM nessa terça-feira (27.janeiro), que o deputado federal Elmar Nascimento (do União Brasil e ligado a ACM Neto) e o prefeito de Jequié, Zé Cocá (PP), estão no radar da base governista para as eleições de 2026.

Segundo Wagner, houve uma “boa conversa” entre o ministro Rui Costa (PT) e Elmar, o que abriu espaço para especulações sobre uma possível migração do parlamentar para o Partido Avante. Elmar, no entanto, tratou de negar publicamente qualquer saída do União Brasil.

No caso de Zé Cocá, Wagner foi mais direto e disse que o prefeito estaria prestes a se filiar ao PSB, partido que integra a órbita do governo Jerônimo Rodrigues.

Rui Costa encerra o assunto e oficializa a rifada de Angelo Coronel

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O ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa (PT), deixou as sutilezas de lado e mostrou, sem rodeios, quem está no controle do jogo. Em entrevista concedida em Maracás à TV Pirôpo, Rui confirmou os nomes escolhidos para disputar as Eleições de outubro. O ex-governador da Bahia será candidato ao Senado, Jaques Wagner (PT) disputará a reeleição ao mesmo cargo e Jerônimo Rodrigues (PT) também buscará ser reeleito para o Palácio de Ondina. A escalação pública e direta soou como ordem.

A chapa majoritária desenhada por Rui ajuda a entender a hierarquia interna do PT baiano. Jaques Wagner aparece no papel de escudeiro histórico enquanto Jerônimo Rodrigues surge como coadjuvante disciplinado, aquele que balança a cabeça, concorda e executa. O comando, sem dúvida, está nas mãos de Rui, que manda e desmanda sem precisar pedir licença.

Até então, o processo de fritura do senador Angelo Coronel (PSD) vinha acontecendo em banho-maria. Jaques Wagner chegou a convidá-lo para ser suplente em uma tentativa elegante de empurrá-lo para fora do centro do palco. Não funcionou. Coronel resistiu. Foi quando Rui Costa entrou em campo e decidiu encerrar o assunto.

Rui aplicou o que, no popular, se chama de dose homeopática, mas sem ironia. Nada de tratamento suave. A medicação foi forte e em dosagem elevada. O recado foi simples, direto e escancarado: Tchau, Coronel! O ministro oficializou a rifada do senador da chapa majoritária sem cerimônia.

Já o governador Jerônimo ainda tentou sustentar a narrativa de que o controle da montagem da chapa estaria sob sua responsabilidade. A entrevista de Rui, no entanto, desmontou essa versão em segundos. O cacique mostrou quem manda. Jerônimo, mais uma vez, limitou-se a concordar.

O PSD de Otto Alencar foi limado do projeto majoritário e, até agora, Otto assiste a tudo de braços cruzados. O máximo que fez foi oferecer a legenda para que Coronel dispute o Senado de forma avulsa, mas vem deixando a desejar quando o assunto é dar cobertura política a Coronel. O problema é que, no futuro, a mesma fórmula pode ser administrada diretamente no PSD.

A ganância petista não tem limites; enquanto isso, Otto Alencar segue inerte.

📷 Foto montagem com imagens Rui Costa, Jerônimo Rodrigues e Jaques Wagner/Divulgação; de Otto Alencar/Marcos Oliveira/Agência Senado; de Angelo Coronel/Waldemir Barreto/Agência Senado

Declaração foi dada ao jornalista Marcos Frahm e expõe desenho planejado há meses pelo PT

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O ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa (PT), disse ao jornalista Marcos Frahm, em Maracás, que será candidato ao Senado e confirmou que Jerônimo Rodrigues (PT) disputará a reeleição ao governo da Bahia. Com Jaques Wagner (PT) já anunciado na corrida pela recondução ao Senado, o petista fica completo e sem espaço para dúvidas.

Na prática, sobra pouco ou quase nada para Ângelo Coronel. O senador do PSD foi rifado sem cerimônia pelo trio Rui, Wagner e Jerônimo, que tratou de fechar a chapa majoritária antes mesmo do jogo começar, empurrando Coronel para fora do projeto. Wagner chegou a convidar Coronel para ser seu suplente, mas ele negou.

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A declaração ocorre no momento em que a chapa governista para as eleições de 2026 já está praticamente desenhada: Jerônimo na disputa pela reeleição e Rui e Wagner ocupando as duas vagas ao Senado

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Em entrevista à Rádio Metropole, ACM Neto (UB) afirmou que o Partido dos Trabalhadores não divide espaço político: “Eles querem tudo para eles”, resumiu, ao mirar diretamente o núcleo duro do PT baiano formado por Rui Costa, Jaques Wagner e o governador Jerônimo Rodrigues.

A declaração ocorre no momento em que a chapa governista para as eleições de 2026 já está praticamente desenhada: Jerônimo na disputa pela reeleição e Rui e Wagner ocupando as duas vagas ao Senado. Ambos já sinalizaram publicamente que pretendem concorrer.

O cenário deixa o senador Angelo Coronel (PSD) em posição desconfortável. Fora da composição principal, inclusive tendo sido convidado por Wagner para ser suplente, Coronel terá de decidir entre uma candidatura avulsa pelo PSD, uma ruptura com a base petista ou uma aproximação mais clara com o grupo liderado por ACM Neto.

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Após a indicação de Lula, Wagner teria tentado, várias vezes, dialogar com Alcolumbre, mas foi rejeitado

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A indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para ocupar uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF) fez com que a relação entre o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT), e o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (UB), ficasse estremecida. Isso porque Davi gostaria que o presidente Lula (PT) escolhesse o senador Rodrigo Pacheco (PSD) para o cargo.

Após a indicação de Lula, Wagner teria tentado, várias vezes, dialogar com Alcolumbre, mas foi rejeitado. Além de não ter as ligações atendidas, o petista está sendo escanteado nos corredores do Senado Federal. Agora, pouco se sabe sobre como será feita a articulação entre o governo federal e a Casa.

Vale lembrar que, para Jorge Messias, de fato, sentar na cadeira do STF, vai precisar convencer os senadores da capacidade técnica de ocupar o cargo. Pelo visto, o maior desafio será convencer o líder dos senadores e, para isso, Wagner também precisará ser escalado, mas resta saber se vai entrar em campo ou ser colocado na reserva.

Rui Costa disse que faria uma proposta ao senador Angelo Coronel baseada nos resultados das pesquisas de intenção de voto

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Uma pesquisa divulgada pelo Instituto Real Time Big Data apontou que os nomes dos petistas Rui Costa e Jaques Wagner lideram a corrida rumo ao Senado Federal. Rui, inclusive, aparece na dianteira.

Em um deles, Costa tem 26%, seguido por Marcio Marinho (Republicanos), com 17%, e o ministro do Tribunal de Contas da União, Aroldo Cedraz (sem partido), com 11%. Em outro cenário, Jaques Wagner (PT) aparece na frente com 27%, seguido de Rui Costa (23%) e João Roma (PL), com 10%.

Na semana passada, o ministro Rui Costa disse que faria uma proposta ao senador Angelo Coronel (PSD) baseada nos resultados das pesquisas de intenção de voto. O petista conversaria com o aliado no sentido de dar espaço para quem estivesse melhor posicionado nos levantamento, ou seja, dessa forma, Coronel ficaria de fora. Resta saber se ele vai aceitar!

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