Guinho teve 12.410 mil votos dentro de Itabuna

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O vice-prefeito de Itabuna, Enderson Guinho (União Brasil), conseguiu 12.410 mil votos dentro da cidade na tentativa de se tornar deputado federal. Guinho foi o candidato mais bem votado para o cargo no município e, em relação a 2018, quando se candidatou a deputado estadual, o desempenho foi melhor já que, na ocasião, ele teve 8.444 mil votos.

O resultado de Guinho tem a ver com o eleitorado que já lhe é cativo, ou seja, jovens, comunidade católica e meio esportivo. Além disso, Guinho estava sendo apoiado por ACM Neto (União Brasil), com quem se encontrou algumas vezes para tratar estratégias de campanha cruciais para o desempenho alcançado.

Se Guinho foi o candidato a deputado federal melhor votado em Itabuna, Dr Isaac Nery (Republicanos) ficou em segundo lugar com 11.460 mil votos, seguido de Capitão Azevedo (PDT) com 10.428 mil votos. Em quarto lugar, ficou Dr Mangabeira com apenas 6.174 mil votos, que despencou de uma votação anterior com 19.994 mil votos para o mesmo cargo.

O deputado federal Paulo Magalhães (PSD), que não é da região, mas sempre está pela cidade por causa da proximidade com o prefeito Augusto Castro (PSD), conseguiu se reeleger e, em Itabuna, conseguiu conquistar 5.375 mil votos.

Cacá e Valderico foram candidatos a prefeito de Ilhéus em 2020 enquanto Guinho (centro) foi eleito vice-prefeito de Itabuna na ocasião

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Os candidatos a deputado federal no pleito de outubro deste ano, Cacá Colchões (PP), Enderson Guinho (União Brasil) e Valderico Júnior (União Brasil) estão “com moral” nas legendas já que receberam doações generosas para bancar as campanhas eleitorais. Cacá e Valderico foram candidatos a prefeito de Ilhéus nas eleições de 2020 e Guinho é vice-prefeito de Itabuna.

No caso de Cacá, foram destinados R$ 700.000,00 do fundo partidário da Direção Nacional para ajudar a alavancar a campanha. Já Valderico recebeu R$ 838.000,00 da Direção Nacional e outros R$ 161.764,70 da Direção Estadual/Distrital para turbinar a tentativa de ocupar uma cadeira na Câmara Federal. O também postulante Enderson Guinho foi agraciado com o valor de R$ 700.000,00 da Direção Nacional, além de R$ 116.764,70 da Direção Estadual/Distrital.

Os três candidatos estão apoiando a candidatura de ACM Neto (União Brasil) ao governo da Bahia e têm sido vistos frequentemente nas caminhadas e carreatas realizadas pela cidades da região.

Diretor de gabinete e gerente de gabinete de Guinho foram demitidos por Augusto Castro sem que o vice-prefeito soubesse

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O prefeito de Itabuna, Augusto Castro (PSD), continua fazendo jus ao elo quebrado com o ex-aliado político e vice-prefeito da cidade, Enderson Guinho (União Brasil). O gestor municipal está demitindo funcionários do gabinete de Guinho sem que o próprio tenha conhecimento da situação.

Uma fonte ligada ao Centro Administrativo Firmino Alves confirmou ao Pauta Blog que Augusto demitiu o diretor de gabinete de Guinho e nomeou o suplente de vereador, Marcelo Souza (Cidadania), para a função. Além disso, o gerente de gabinete foi dispensado para dar lugar ao assessor do vereador Alex da Oficina (Agir).

Parece que a proximidade do pleito de outubro está mexendo com os nervos de todo mundo. Será que a candidatura de Guinho a deputado federal está incomodando tanto assim a ponto do prefeito decidir “mexer os pauzinhos” com tanta força agora? 

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Geraldo Simões, Manoel Porfírio e Israel Cardoso, ACM Neto, Kátia Bacelar, Erasmo Ávila, Marcone Amaral, Almir Melo Júnior, Danilo da Nova Itabuna, Pancadinha, Capitão Azevedo, Guinho e Ricardo Xavier, Dr. Mangabeira

Entrosamento entre prefeito e vereador já reflete na candidatura ao pleito de outubro

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Em uma demonstração de força política, o prefeito Augusto Castro (PSD) selou o apoio e a parceria com o ex-secretário municipal de Indústria e Comércio e vereador Ricardo Xavier (Cidadania). Além disso, Augusto tem demonstrado que vê com bons olhos a atuação da família Xavier em Itabuna, principalmente no segmento esportivo.

Recentemente, Ricardo apresentou ao prefeito um grupo formado por mais de 70 lideranças políticas. Essa situação, é claro, fortaleceu o candidato a deputado apoiado por Augusto para o pleito de outubro, que é Paulo Magalhães (PSD) para federal.

Até então, existia a viabilidade que Xavier iria apoiar a candidatura do vice-prefeito, Enderson Guinho (União Brasil), para deputado federal, mas o trem saiu dos trilhos e o vereador vai fazer campanha para Magalhães. A mudança na rota, claro, é fruto do entrosamento com o prefeito e há quem diga que Guinho sequer foi chamado para escutar alguma justificativa ao pé do ouvido.

O gestor itabunense já tem ao seu lado 11 dos 21 vereadores da cidade e tem conseguido colocar em prática a estratégia de neutralizar os adversários. Nos bastidores, comenta-se que o número pode subir para 12 em breve e, facilmente, os edis devem aceitar marchar ao lado da dupla escolhida pelo líder do Executivo.

Hoje, no União Brasil, Enderson Guinho (ex-Cidadania) e Mariana Alcântara (presidente do Cidadania em Itabuna)

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O vice-prefeito de Itabuna, Enderson Guinho (União Brasil), e a ex-secretária municipal de Segurança e Ordem Pública, Mariana Alcântara (Cidadania), posaram lado a lado nas redes sociais. A dupla era considerada do primeiro escalão da gestão do prefeito Augusto Castro (PSD), mas, por motivos distintos, rompeu relações com o gestor municipal.

De um lado, Mariana foi titular da pasta de Segurança e Ordem Pública e deixou o governo afirmando que as mudanças prometidas durante a campanha não estavam acontecendo e, por esse motivo, ela escolhia abandonar o barco. Do outro, Guinho afirma que foi deixado de lado pelo prefeito pois não tinha voz ativa nas decisões administrativas e, assim, vai atuar como fiscalizar do Executivo ao romper relações com ele.

Vale ressaltar que tanto Guinho como Mariana são apoiadores do pré-candidato a governador ACM Neto (União Brasil) enquanto Augusto está do lado de Jerônimo Rodrigues (PT). Claro que as divergências no cenário de sucessão estadual pesam bastante na hora de tomar a decisão de deixar o governo, mas o fator preponderante continua sendo o comportamento de Castro em não ouvir secretários.

Guinho já foi filiado ao partido Cidadania, onde Mariana é, atualmente, presidente em Itabuna e vice-presidente na Bahia. Já houve um momento em que os interesses dos dois se desencontraram, mas, agora, parece que o afastamento do prefeito de Itabuna voltou a uni-los.

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ANÁLISE❗ Separados, Enderson Guinho sai do “balão de oxigênio” e Augusto Castro abre espaço para trincheira oposicionista

Enfatizou Enderson Guinho sobre o prefeito Augusto Castro: "A falta de comprometimento foi com o povo. Comigo, eu não esperava e não espero porque eu não quero que seja sobre mim".

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Hoje (18.julho), após divulgar a carta em que anuncia o rompimento com o prefeito Augusto Castro (PSD), o vice-prefeito Enderson Guinho (União Brasil) conversou com o Pauta Blog sobre a decisão e sobre os motivos que o levaram a romper com a gestão. A partir de agora, segundo Guinho, ele pretende atuar como fiscalizar do Poder Executivo para que “Itabuna volte a crescer”.

CONFIRA A ENTREVISTA COMPLETA ⬇️

Pauta.Blog // O que levou o senhor a romper relações com o prefeito Augusto Castro?
Enderson Guinho // Em 1 ano e 7 meses de governo, eu venho tentando ter participações nas decisões de governo. Eu e Augusto fizemos uma campanha muito próxima do povo e com o discurso de que nós estaríamos juntos para ajudar a cidade. No marketing da campanha, a única chapa que trabalhou o nome do prefeito e do vice na mesma proporção foi a nossa. Eu tenho total consciência de que não existem duas cadeiras de prefeito, existe apenas a de Augusto Castro. Eu não quero ser prefeito no lugar dele, mas eu não posso ficar apenas com as críticas e os ataques da população por não ter as expectativas alcançadas sendo que eu não tenho participação nas decisões. Desde a enchente, inúmeros protestos que nós tivemos, inclusive, protestos em minha porta por causa do cartão do Auxílio Recomeço, das ações de enfrentamento à enchente e eu não tive participação nas decisões. No momento em que eu atuei fortemente exercendo a minha função de vice e estando à frente do QG dos desabrigados porque o prefeito estava ilhado, eu ainda fui atacado naquele momento. Eu fui suportando, disse isso ao prefeito e ele tem consciência de que, várias vezes, eu tentei nos aproximar para a gente governar Itabuna. Eu fui vereador durante quatro anos em Itabuna, cobrei diversas situações, me coloquei de forma contrária a várias situações e, hoje, nosso governo está mantendo ou está até pior em relação a várias situações que eu mesmo criticava. Não posso desconstruir o meu discurso, jogar na lata do lixo tudo aquilo que eu reivindicava e, simplesmente, não tenho uma posição do prefeito de tentar enfrentar os problemas e melhorar a situação do povo. Hoje, após 1 ano e 7 meses, se esgotam as tentativas de tentar me aproximar dele. Acredito que o rompimento não é meu, o rompimento é do prefeito comigo, com o nosso plano de governo e com a população de Itabuna. É por isso que me afasto, mas continuarei como vice-prefeito e, agora, cobrando ainda mais já que, internamente, eu não tinha esse espaço para resolver os problemas, a gente precisa falar abertamente à população onde estão os problemas e buscar solucioná-los.

Pauta.Blog // Em dezembro, o senhor viveu o melhor momento para romper, algo que só está acontecendo agora em julho. Por que o senhor adiou essa ruptura com o prefeito?
Enderson Guinho // Na verdade, eu fiz a carta de rompimento em dezembro. Conversei com o prefeito, inclusive, colocando à disposição os espaços e pedi para que ele me demitisse como secretário em dezembro e iria para o rompimento político, mas eu refleti porque vi as pessoas que me acompanham, inclusive empresários e religiosos da cidade, me dizendo que esse seria um grande problema para Itabuna que, no meio de uma crise, a gente acrescentasse uma crise política. Isso não seria bom para a cidade, então eu pensei e refleti e, com a cabeça fria, eu me mantive aliado para tentar resolver os problemas de cidade em relação à enchente. O prefeito se comprometeu comigo, ele olhou nos meus olhos e se comprometeu que me colocaria a par das situações, tanto dos problemas como das ações que seriam executadas, pedindo minha opinião também. Agora, depois de 7 meses, ele, mais uma vez, falta com a palavra e continua com o egocentrismo gigantesco onde continua pensando apenas nos próprios interesses e esquece daquilo que prometemos em campanha. Não tem mais como manter a relação política e a gente vai seguir o caminho tentando ajudar nossa população a voltar a crescer.

Pauta.Blog // O senhor citou que Augusto Castro é egocêntrico. Nos bastidores, dizem que os secretários não são ouvidos por ele. O prefeito, realmente, conduz a gestão de forma centralizadora?
Enderson Guinho // No início, eu achei que era uma questão apenas comigo porque não conseguia despachar nem conversar com o prefeito. Depois, eu fui percebendo, em todas as reuniões com os secretários, que era algo geral. Ele, realmente, tem dificuldades em despachar com secretários, tem dificuldade em ouvir e fazer a gestão. Ficou nítido isso, mas não sei dizer se é centralizador porque, quando você tem alguém centralizador, ele centraliza e resolve. Quando você tem alguém que centraliza e não resolve, o que falta mesmo é gestão. Na minha opinião, Augusto precisa ser gestor e entender que ele governa um município que é o sexto maior município da Bahia e não tem como governar lá de Salvador, é preciso estar aqui perto dos problemas da cidade e enfrentar. Eu disse isso a ele! Se não é possível fazer, fala para o povo e enfrenta as dificuldades, mas não tenta maquiar de que estamos no “país das maravilhas” enquanto o povo continua sofrendo.

Pauta.Blog // O senhor acredita que a má gestão está relacionada ao fato dele estar distante de Itabuna e não conseguir enxergar a população?
Enderson Guinho // Ele sempre se fez distante. A argumentação dele é de que sempre está buscando recursos para o município, mas, após 1 ano e 7 meses, a gente precisa, efetivamente, das ações acontecendo. O povo precisa ver a política pública chegando nos bairros, na periferia, na saúde e na educação. Até hoje, nós temos escolas fechadas e, talvez, Itabuna seja o único município do Brasil com escolas fechadas. A gente viu, escancaradamente, as nossas reais deficiências durante a enchente, durante a Covid, e a gente precisa avançar nas situações. Eu disse ao prefeito para que não me veja como inimigo dele, não saio brigado com ele nem com raiva dele, eu saio com a total consciência de que preciso honrar todas as pessoas que votaram em Augusto Castro acreditando no meu nome e, para isso, eu não posso ficar omisso nem calado mediante as problemáticas.

Pauta.Blog // O senhor tentou, de todas as formas, um diálogo com o prefeito para evitar o rompimento?
Enderson Guinho // Várias vezes! Só a Salvador, eu fui duas vezes porque ele estava lá. Em uma das vezes, houve uma reunião na casa dele com a presença do presidente da Ficc [Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania], com o procurador do município, com o secretário de Indústria e Comércio na época e com a primeira-dama. A segunda reunião foi com o secretário de Indústria e Comércio e com o prefeito, também em Salvador. Eu pontuei todos os problemas, disse a ele e ele tem consciência disso. Tudo o que está acontecendo, hoje, a culpa é do prefeito! A culpa é dele! Eu chamei a atenção dele várias vezes, dialogamos, mas, infelizmente, ele tem a dificuldade de cumprir com aquilo que promete. Eu não quis mais espaço no governo, eu nunca exigi cargo, nunca exigi nada que fosse imoral da minha parte. O que eu sempre exigi foi que as coisas acontecessem como nós prometemos e nos comprometemos. Eu queria ter participação nas decisões, eu não queria ser o super vice-prefeito, eu não queria ser maior que o prefeito, eu queria contribuir com a gestão. Se você entrar no site do Tribunal Regional Eleitoral e abrir o plano de governo, você vai ver o plano do prefeito Augusto e do vice Enderson Guinho. O meu nome está no plano de governo! Eu não posso me calar e permitir que o plano de governo não seja executado e eu ficar de braços cruzados como se estivesse tudo perfeito na cidade sendo que não está.

Pauta.Blog // Na sua opinião, qual é o âmbito da gestão que está um caos e não há como deslanchar?
Enderson Guinho // Na verdade, eu acho que a esperança é a última que morre. Eu vou desejar que tudo possa melhorar, mas a gente está com o transporte em que a população tem sido humilhada diariamente, que a gente espera que, com a licitação que vai acontecer, que as coisas melhorem. Augusto prometeu wifi, ar condicionado, transporte de qualidade e a gente visualiza, todos os dias, ônibus quebrado e a população tendo que descer do ônibus porque o ônibus quebrou. Isso é uma humilhação para a população! Volto a dizer, estamos com escolas fechadas ainda, postos de saúde ainda em condições precárias com pessoas reclamando, uma saúde que foi o carro-chefe da campanha e precisa melhorar muito. Nós ainda não temos a atenção básica nos bairros, não temos a infraestrutura desejada, temos um secretário de Infraestrutura com diversas críticas e eu disse isso ao prefeito. Eu não sei o que foi acordado com o secretário, mas ficou claro que o secretário não entregou resultados. Eu pedi a ele, ou muda de lugar ou tira da gestão porque, se não está dando certo, precisa mudar para que as coisas aconteçam como você espera, a não ser que você tenha um alinhamento com o secretário e isso impede que você tome uma atitude para resolver o problema de Itabuna. O esgoto ainda está a céu aberto e na porta do cidadão, temos bairros esburacados, temos muitos problemas que nós prometemos que enfrentaríamos e a gente não tem visto isso. A gente viu agora o governo anunciando as casas que serão destinadas aos moradores atingidos pela enchente, porém o governo do estado se comprometeu com o prefeito que, neste ano, entregariam 1.100 casas e, até o momento, nós não temos nem terreno. Todas essas cobranças vêm para mim! Se eu tivesse participação, eu assumiria os problemas, mas eu não sei nem se existem as tentativas. Como defender um governo em que você não faz parte dele? Sempre ficou claro de que me distanciavam porque não queriam que eu fizesse parte nem estivesse inserido. Agora, não dá mais! Vamos seguir cumprindo a missão como vice-prefeito e sendo um dos maiores fiscalizadores para que as coisas aconteçam como deve ser.

Pauta.Blog // A partir de agora, a população de Itabuna pode esperar um Guinho fiscalizador em prol do povo?
Enderson Guinho // Esse é o meu compromisso. Itabuna elegeu 21 vereadores para fiscalizar o Poder Executivo e cobrar melhorias para a população. Elegeu, também, um prefeito e um vice para executar. Hoje, mediante o distanciamento do prefeito e o isolamento que ele fez comigo me impedindo de ter participação nessas poucas execuções que foram feitas, eu me coloco como cidadão, como um ex-vereador e como vice-prefeito. Sou uma pessoa que tem a credibilidade do povo de Itabuna para cobrar e fiscalizar. Tudo aquilo que, por ventura, vier a acontecer e não esteja em conformidade com a legalidade, eu me posicionarei, cobrarei e buscarei os meios legais para que tudo ocorra como deve ser feito.

Pauta.Blog // Houve ingratidão ou falta de comprometimento do prefeito Augusto Castro com Enderson Guinho?
Enderson Guinho // Na verdade, a falta de comprometimento foi com o povo. Comigo, eu não esperava e não espero porque eu não quero que seja sobre mim. As pessoas votaram em Augusto e Guinho para fazer pelo povo, então, se eu ficar esperando que as coisas sejam ao meu respeito, é individualidade ou vaidade da minha parte. As coisas precisam ser sobre a população. Tudo o que o prefeito fez, eu aponto, mas não foi para o vice-prefeito e, sim, para o povo de Itabuna.

Pauta.Blog // Existe alguma possibilidade do senhor recuar e fazer as pazes com o prefeito?
Enderson Guinho // Quando eu mandei a carta para o prefeito, eu disse que a minha posição é irrevogável pelo fato de que não foram 5 nem 6 nem 7 vezes que tentei ter unidade. Em todas as vezes que houve descumprimento, não foi da minha parte e, sim, da parte do prefeito. E aí vão citar que eu rompi com Mangabeira, com o Cidadania e estou rompendo com Augusto, mas eu quero que todas as coisas sejam pontuadas e as pessoas vão ver quem é quem. Agora, estão ele e Mangabeira de braços dados e você percebe qual é o lado certo. Eu não quero ter a razão das coisas, mas eu quero que as coisas aconteçam como devem pelo bem da população. Eu fui expulso de um partido, dentro do Cidadania, nós fizemos uma conjuntura que, realmente, não aconteceu por conta do prefeito e, hoje, a minha posição com relação a Augusto é pela cidade. Se você andar pelos quatro cantos de Itabuna, você vai ouvir o que o povo tem comentado, então não posso ir na contramão do povo, eu posso estar na contramão dos políticos, mas, do povo, eu sempre estarei ao lado deles.

Pauta.Blog // Deixe uma mensagem para os leitores do Pauta Blog, mas, principalmente, para os eleitores de Itabuna.
Enderson Guinho // Quero me colocar à disposição da população. Para todas aquelas pessoas que se decepcionaram ou, até mesmo, sentiram tristeza, porque disseram que viram o brilho de Guinho desaparecendo aos poucos, podem ter certeza de que, tudo o que eu passei até aqui, foi querendo o bem da população da cidade. Se me posiciono agora, não estou sendo oposição, eu estou tendo posição. Se me posiciono, é pelo bem da cidade para que Itabuna volte a crescer. Eu desejo que Augusto, daqui pra frente, se a vacina que ele vai ter é fazer obras, que sejam diversas obras porque Itabuna ganha! Que ele possa mudar daqui pra frente e as coisas melhorem para o nosso povo. Esse é o meu desejo! Se Itabuna avança, todos nós avançamos.

O amor acabou entre o vice Enderson Guinho (União Brasil) e o prefeito Augusto Castro (PSD)

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O tão comentado rompimento entre o vice-prefeito e ex-secretário de Esportes e Lazer de Itabuna, Enderson Guinho (União Brasil), e o prefeito da cidade, Augusto Castro (PSD), finalmente, aconteceu. Guinho redigiu uma carta endereçada ao gestor e à população da cidade onde pontua os motivos que o fizeram tomar a decisão.

No documento, Guinho afirma que aceitou compor a chapa como vice-prefeito em 2020 porque acreditou na mudança que a dupla poderia realizar, no entanto, percebeu que, logo após a eleição, não era esse o propósito já que começou a ser deixado de lado.

Não é de hoje que se comentava que houve um desgaste natural entre o prefeito e o vice. Nos bastidores, fontes ligadas ao Centro Administrativo Firmino Alves afirmam que Augusto foi convencido de que Guinho pretende se candidatar em 2024 e, assim, sentar na cadeira que, até então, pertence a ele. Ora, não é o povo que decide quem vai estar lá? Mesmo assim, o gestor assumiu a postura de tirar Guinho de campo para impedir uma popularidade além da conta.

O que fica claro na carta de Guinho é o que todos já sabiam. A atuação do vice-prefeito durante a enchente do Rio Cachoeira, por exemplo, incomodou demais a gestão. Isso porque, enquanto Guinho socorria os moradores dos bairros alagados e tirava água de dentro da própria casa, o prefeito estava ilhado no condomínio Cidadelle.

CONFIRMA A CARTA NA ÍNTEGRA ⬇️

CARTA ABERTA À POPULAÇÃO ITABUNENSE

“Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu.” Eclesiastes 3:1.

 

Caros Amigos e Amigas de Itabuna, hoje, após 19 meses fazendo parte do Poder Executivo, posso sentir a grande diferença existente entre os dois poderes que conheci.

Venho da Casa Legislativa Municipal, onde tive a oportunidade de defender, com muita garra e coragem, os direitos do nosso povo, assim como o desenvolvimento e avanço da nossa cidade. Com um mandato combativo e aprovado pelo povo itabunense, estive sempre à disposição dos mesmos. Como Vereador, estive presente, mantive posições centradas, apoiei boas ideias e fui de encontro ao que visualizava como inadequado. O meu trabalho e minha luta na Câmara de Vereadores me fazia sentir vivo.

Seguindo minha missão, vocação a vida pública e minha intenção de fazer Itabuna crescer, candidatei-me a concorrer ao cargo de Prefeito, porém, após conjuntura partidária, acabei por compor chapa ao lado de Augusto Castro, na condição de Vice-Prefeito. Onde o meu objetivo sempre foi mudar o cenário político de Itabuna, tendo um gestor que nunca havia passado pela cadeira de prefeito.

Lembro do slogan de campanha que nos definia como “a mudança que o povo quer” – frase que trazia a expectativa e o sentimento real de mudança para a maioria das pessoas que nos confiaram mais de 40 mil votos. Minha felicidade era extrema pela vitória alcançada e, claro, pela possibilidade de poder realizar tudo aquilo que prometemos. Afinal, fazer o bem para Itabuna sempre foi um sonho para mim.

Porém, logo após a eleição as coisas ficaram diferentes. Rapidamente percebi uma profunda mudança de Augusto Castro (então Prefeito eleito) com relação à minha pessoa. A distância e a redução de espaço me mostravam que o “Augusto e Guinho” da campanha ia ficando de lado.

Desde o início da gestão, não era mais convidado para reuniões, não era mais chamado para pontuações, opiniões e tudo isso passou a me deixar frustrado, pois sempre tive boas ideias (bastante úteis na Campanha) e elas sequer, eram mais consultadas. Pior ainda, como Augusto normalmente está ausente ou indisponível, passei, desde o início, a ser o “ouvido” para críticas e reclamações de decisões que sequer passaram por mim.

Mesmo com pouco tempo de vida pública, a população já conhecia a minha maneira de trabalhar, sendo contra a tudo o que era errado e lutando pelo bem do nosso povo. Sempre fui totalmente contra o desmembramento da Prefeitura, com elevados aluguéis, onde questionei diversas vezes quando era vereador, e infelizmente as coisas não mudaram, tivemos um aumento, gerando o incrível gasto por volta de R$ 1milhão anual. O argumento seria a reforma da estrutura da Prefeitura, o que jamais foi iniciada.

Outra situação descabida foi o inchaço da Folha com diversos contratos de profissionais de fora da cidade. Absurdo promovido com a intenção de fortalecer laços políticos que pudessem viabilizar a candidatura da esposa para Deputada Estadual.

Eu queria me mexer. Agir pela minha cidade e pelo meu povo, mas me sentia podado das minhas condições de participação, calado da minha voz dentro da Prefeitura. Cobrei diversas vezes o prefeito sobre ações que melhorariam a vida do nosso povo nas diversas áreas, como saúde, educação, infraestrutura, saneamento básico e transporte. Também lutei pela minha real participação nas decisões do governo, mas não fui atendido nem mesmo por alguns secretários que, estranhamente, parecem ter “super poderes” e eterna proteção do chefe do Executivo.

Mesmo não sendo a minha verdadeira intenção, já que queria ser útil em diversas esferas, deixei-me convencer, pelo Prefeito, a assumir a Secretaria de Esportes. Rebati no primeiro momento, por temer gerir uma pasta sem orçamento e acabar sendo avaliado negativamente (por não conseguir grandes feitos), mas minha vontade de contribuir para a minha cidade era tamanha que aceitei – até para provar que atitudes podem ajudar quando não há grande disponibilidade de recursos. E, mesmo com extremas dificuldades, realizei muitas coisas graças ao comprometimento e competência de uma equipe maravilhosa e ao apoio vindo de empresários regionais. A eles, toda a minha gratidão e respeito.

A ausência do prefeito no município, viajando em busca de apoios pra a candidatura da primeira-dama, aumentaram as fortes cobranças da população, e estas cobranças chegavam (e chegam) diretamente a mim, óbvio, pelo resultado da campanha eleitoral que deixava claro ao povo que governaríamos juntos esta cidade, o que nunca aconteceu.

E foram nos piores momentos da minha vida que pude perceber que nunca fui considerado como membro do governo. A chegada da enchente deixou centenas de itabunenses com suas casas inundadas, inclusive a minha. Mesmo assim, dediquei-me inteiramente, em tempo integral, para que o governo municipal estivesse presente ao lado do nosso povo em meio àquela tragédia, já que nos primeiros dias, o Prefeito se encontrava ilhado.

Porém, a minha atitude de representá-lo, no momento de sua ausência, como a própria constituição determina, mexeu com alguém que se preocupava mais com o próprio ego do que com a situação causada pela citada catástrofe. De maneira ridícula, o Prefeito Augusto Castro preferiu dirigir suas energias ao sentido de me destratar diante da comunidade e de parentes e amigos que se prontificaram junto comigo a levar auxílio aos desabrigados.

Escutar palavras que feriram a minha alma ao mesmo tempo que me fizeram perceber, de verdade, quem é o Sr. Augusto Castro. Pensei em romper totalmente naquele momento, mas, temendo que este fato político atrapalhasse ainda mais o andamento da ajuda aos atingidos pela enchente, decidi que o melhor a se fazer seria esfriar a cabeça e me manter firme no propósito de ajudar a população atingida.

Assim, após o período de maior caos, conversamos francamente e ele se comprometeu em mudar, colocando-me inclusive em condições de participar mais das discussões e sendo inserido nas decisões do governo. No entanto, isso não aconteceu. Passado sete meses da enchente, além de o Prefeito mais uma vez não cumprir com sua palavra, é visível que as prioridades dele continuam sendo distantes do que o povo espera. Com grande reprovação por parte da maioria daqueles que sentiram na pele, os efeitos da maior enchente já vista em nossa cidade.

Sendo aliado político do Governador, o prefeito prometeu junto ao estado, a construção de 1.100 casas que seriam construídas em 2022, mas até o momento nem terreno nós temos ainda. Onde questionamos, onde estão as reais ações por parte do estado, para diminuir a dor do povo?  Isso sem falar que comparado ao município de Ilhéus, Itabuna foi praticamente desassistida pelo Governador.

Recentemente pudemos observar um verdadeiro engajamento da Prefeitura em construir a festa do São Pedro, com a missão de ser o maior da Bahia, e talvez tenham conseguido, o que eu gostaria muito de assistir, daqui pra frente, é o mesmo comprometimento, celeridade e engajamento por parte do Prefeito, nas demais questões do município, sobretudo no suporte às famílias ainda sem suas casas, móveis e sem as adequadas condições de vida.

Também desejo uma atenção especial na Educação, onde ainda temos escolas fechadas; na Saúde, onde ainda temos Postos de Saúde em condições ruins; nos Transportes, já que os veículos entregues não possuem a qualidade prometida; dentre outras áreas esquecidas ou pouco priorizadas desde o início de 2021.

É por tudo isso que, neste momento, afirmo a todos que não posso mais ir na contramão de tudo que vejo como certo para Itabuna e para as pessoas que nelas vivem. Não posso permitir, que as pessoas sigam decepcionadas comigo, achando que faço parte ativamente deste governo municipal.

É por tudo isso que, neste momento também afirmo que há um rompimento sim, mas este rompimento não é meu. É um rompimento do Prefeito para com o nosso Plano de Governo, um rompimento comigo e com as promessas de campanha. Um rompimento com as reais necessidades do Povo de Itabuna.

O que me resta é ganhar forças pelo povo que me elegeu como Vice-Prefeito eleito. Seguir honrando cada pessoa que acredita em meu trabalho, porém, com um novo dever: o de denunciar, cada vez mais, cada sinal de irregularidade, irresponsabilidade, incoerência de prioridade ou falta de transparência que venha a acontecer nesta gestão.

Sou Vice-prefeito pelo povo e pelo povo serei o maior dos vigilantes.

Peço a Deus que abençoe a nossa cidade e o nosso povo. Peço também que me dê forças nessa nova caminhada e que oriente o Prefeito para que ele consiga fazer o melhor, cumprindo tudo o que prometeu em nosso exemplar Plano de Governo, sendo de verdade, junto comigo, A MUDANÇA QUE O POVO QUER!

ENDERSON BRUNO DOS SANTOS (GUINHO)

VICE-PREFEITO

Guinho e Augusto: a lua de mel da dupla acabou? As cenas dos próximos dias dirão!

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Não é de hoje que surgem comentários sobre as relações estremecidas entre o vice-prefeito de Itabuna e pré-candidato a deputado federal, Enderson Guinho (União Brasil), e o prefeito da cidade, Augusto Castro (PSD). Nas últimas semanas, no entanto, o burburinho aumentou e há quem diga que o vice estaria, de fato, preparado para anunciar o rompimento.

A lua de mel da dupla acabou logo após as eleições de 2020. Durante a campanha, tudo parecia estar alinhado e às mil maravilhas, mas, após conquistar a preferência do eleitorado itabunense, foi cada um para o seu canto, ou melhor, para os seus interesses.

Guinho, visivelmente, deixou-se abalar pela falta de protagonismo na gestão. Nos bastidores, comenta-se que ele esperava ter o status de “super vice com poderes”, mas, de longe, quem conhece Augusto, sabe que isso jamais aconteceria. Se, por um lado, o vice estava acostumado a tomar decisões e iniciativas já que foi vereador e opositor ferrenho ao ex-prefeito Fernando Gomes (Agir), do outro, Augusto precisa, constantemente, reafirmar que quem tem as rédeas e “quem é que manda no pedaço” é o próprio.

Não dá para dizer que “o sonho acabou” porque seria dizer que Guinho foi, no mínimo, ingênuo. Em relação a Augusto, também é difícil acreditar que ele chegou à conclusão de isolar o vice politicamente sozinho, mas, sim, incentivado pela ideia de que o próprio companheiro de chapa estaria determinado a se candidatar a prefeito nas eleições de 2024.

Fontes ligadas ao Centro Administrativo Firmino Alves contaram ao Pauta Blog que o estopim da ruptura foi a realização do ItaPedro com gastos milionários.

Ainda de acordo com as fontes, as estruturas vão ser abaladas nos próximos dias. Aguardemos as cenas dos próximos capítulos!

Guinho preferiu ficar no meio do povo a frequentar o camarote montado pela prefeitura da cidade // 📷 Reprodução/Redes sociais

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O vice-prefeito de Itabuna e pré-candidato a deputado federal, Enderson Guinho (União Brasil), curtiu a primeira noite do ItaPedro, literalmente, no meio do povo. Populares registraram o jovem político assistindo ao show da banda Harmonia do Samba “na pipoca”, ou seja, não estava no camarote montado pela prefeitura municipal.

Fontes ligadas ao Pauta Blog afirmam que Guinho está determinado a não pisar os pés no camarote de Augusto Castro (PSD) em nenhum dia do evento. Será que Guinho é mesmo “do povo” ou resolveu, de uma vez por todas, se desligar da ala do prefeito da cidade❓

Clique aqui e assista o vídeo!

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Guinho vs Augusto, Fernando Gomes e Capitão Azevedo, Israel Cardoso, Coronel Serpa, Sivaldo Reis, Manoel Porfírio, Pancadinha, Danilo da Nova Itabuna, Marcone Amaral, Jerbson Moraes, Luca Lima e Baiano do Amendoim, José Adauto

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ANÁLISE❗ Enderson Guinho vs Augusto Castro; lenga-lenga do racha ou não racha

Em Itabuna, não é de agora que existe a especulação sobre uma possível rachadura entre os dois maiores líderes do Centro Administrativo Firmino Alves. De um lado, está Enderson Guinho, vice-prefeito, ex-secretário de Esportes e Lazer e aliado de ACM Neto (ambos do União Brasil). Do outro, está Augusto Castro, prefeito e marujo do senador Otto Alencar (líder do PSD baiano), do governador Rui Costa (PT) e do pré-candidato ao governo da Bahia, Jerônimo Rodrigues (petista que o ex-presidente Lula disse não conhecer na política).

Mas, será que as relações estão estremecidas pela falta de alinhamento político em relação à sucessão estadual ou por questões que fogem aos olhos da população?

Aliados de Castro dizem que o fator estadual pode ter sido preponderante no distanciamento entre ambos. Inclusive, o prefeito tentou, sem sucesso, levar o vice para o lado de Rui-Otto-e-Jerônimo, mas esse não parece ter sido o principal motivo que abalou a relação. Guinho já declarou que “não consegue contribuir ao lado do gestor” e, dessa forma, no âmbito municipal, foi nitidamente travado pelo prefeito. O que se comenta é que o prefeito sabe que, se Guinho conseguir uma boa votação nas eleições de outubro como candidato a deputado federal, pode se tornar um dos principais rivais nas eleições municipais de 2024.

Como dois e dois são quatro, Guinho, dificilmente, será/seria vice na chapa de reeleição de Augusto Castro em 2024. Em primeiro lugar, pela insatisfação com o prefeito. Em segundo, caso fosse reeleito, Augusto poderia se desligar do cargo para concorrer a deputado federal em 2026 e teria que deixar a cadeira e a caneta de prefeito para Guinho. Esse movimento, é claro, não agradaria ao grupo de Gugu (apelido do prefeito de Itabuna nas redes sociais).

P.S.: Por falar em vice, tem um vereador de Itabuna sonhando com a vaga em 2024, mas já pode tirar o cavalo da chuva também. Esse é um assunto para outra análise!

Atualmente, o remédio prescrito pelo gestor municipal para o vice foi o isolamento político. Fato é que o vice-prefeito teve motivos suficientes para “rachar”, mas seguiu com paciência (até demais) para romper. Segundo informações de uma fonte ligada ao Pauta Blog, a ruptura está próxima e pode acontecer logo após os festejos do Itapedro. Do lado de Augusto, dizem que a situação ainda pode ser contornada, mas essa não vai ser uma tarefa fácil.

Será que o vice-prefeito Enderson Guinho vai demonstrar personalidade política (coisa que não foi vista ainda) para o comandante ACM Neto em Salvador? Ou será que Guinho vai cortar relações apenas para se sobressair como oposição ao governo que ainda não deslanchou? Sob radar, ou se posiciona ou vai minguar politicamente.

Por enquanto, é difícil conseguir um registro dos dois no mesmo local ao mesmo tempo ou, quando há, é apenas formalidade política. Todavia, esse lenga-lenga grapiunense está com os dias contados.

🥳 Festa do Gomes 1

Hoje (30.junho) é aniversário do ex-prefeito de Itabuna por cinco mandatos, Fernando Gomes (Agir). Curioso é que, dos 8 atuais vereadores que eram aliados de Fernando e conseguiram se eleger com a ajuda dele, apenas Israel Cardoso (Agir) compareceu à festa de aniversário que aconteceu em Olivença.

Será que o restante não foi convidado ou escolheu não celebrar os 83 anos de idade do ex-gestor? Não custava mandar uma lembrança, né?

Saiba quem levou falta: Pancadinha (Solidariedade), Alex da Oficina (Agir), Solon Pinheiro (Solidariedade), Danilo da Nova Itabuna (União Brasil), Pastor Francisco (Republicanos), Cosme Resolve (PMN) e Piçarra (Solidariedade).

🥳 Festa do Gomes 2

Os empresários itabunenses José Orleans, Paulo Carletto e Lívia Macedo fizeram questão de prestigiar Fernando Gomes e desejar ainda mais saúde para o ex-prefeito.

🥳 Festa do Gomes 3

Quem também fez questão de marcar presença no evento e dar um abraço no velho amigo e parceiro político foi o Capitão Azevedo (PDT). A dupla já governou Itabuna e Gomes chegou a declarar várias vezes que foi o grande responsável por “fazer” Azevedo na política.

🤝 Dobradinha do Serpa

O diretor-geral da Sutram de Ilhéus, tenente-coronel Serpa, vai apoiar Soane Galvão (PSB) na tentativa de ocupar uma vaga na Assembleia Legislativa. Além disso, ele está prestes a fechar uma parceria com o ex-secretário de Saúde do Estado, Fábio Villas-Boas (MDB), na pré-candidatura a deputado federal.

🤪 O vereador “vergonhoso”

Parece que o vereador Sivaldo Reis (PL) continua querendo esconder o jogo sobre os deputados que vão ser apoiados por ele no pleito de outubro. Mesmo assim, o jingle da campanha já circula pelas ruas de Itabuna afirmando que os escolhidos são Joseildo Ramos (PT) para federal e Osni Cardoso (PT) para estadual.

Vamos acreditar que Sivaldo é “vergonhoso” e prefere manter a discrição, embora a letra da música tenha ficado pronta há algum tempo e, dificilmente, ele não tenha consciência disso. Vai continuar negando ou vai colocar a estrela vermelha no peito e contrariar o próprio partido?

🔈 O jingle “está bombando”

Escutem o jingle super interessante que diz que os vereadores Manoel Porfírio (PT), Luiz Júnior da Saúde (DC) e Sivaldo Reis (PL) estão juntos para apoiar Joseildo e Osni. Dê play ⬇️

🗣️ Pegou ar com a rádio corredor

Manoel Porfírio pegou ar com o Pauta Blog porque divulgamos que ele não está bem dentro do PT (Partido dos Trabalhadores). O líder do governo Augusto Castro na Câmara de Itabuna escalou os aliados para soltar uma matéria inflando o próprio ego. Fica o ditado: onde há fumaça, há fogo. A rádio corredor não brinca!

⚽ Bola nas costas

O vereador Fabrício Pancadinha (Solidariedade) levantou a bola do prefeito Augusto Castro durante os festejos juninos realizados no Bairro São Pedro. O edil só não contava com a bola nas costas armada por um colega da Câmara de Itabuna.

💌 Ciúmes

O vereador Danilo da Nova Itabuna (União Brasil) vai apoiar a pré-candidatura de Marcone Amaral (PSD) a deputado estadual. O posicionamento do edil causou ciúmes em um colega da Casa.

💣 Investigações já!

O presidente da Câmara de Ilhéus, Jerbson Moraes (PSD), criou uma Comissão para discutir melhorias para a segurança no trânsito da Zona Sul, mais especificamente na área onde houve a duplicação da BA-001. Além disso, a Comissão vai acompanhar as investigações sobre o acidente que vitimou fatalmente a jovem cirurgiã-dentista Ranitla Bonella.

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🔄 Mandato bumerangue

Também na Câmara de Ilhéus, a cassação do mandato do vereador Luca Lima (PSDB) foi anulada pelo juiz Alex Venícius Campos Miranda, titular da 1ª Vara da Fazenda Pública de Ilhéus, conforme apuração do Pimenta Blog.

Com o mandato bumerangue, a Câmara deve afastar o primeiro suplente do partido, Marisvaldo dos Anjos, mais conhecido como Baiano do Amendoim, e reconduzir Luca Lima ao cargo.

💪 Queda de braço

O Sindicom (Sindicato do Comércio Atacadista e Varejista de Itabuna) levou a melhor na queda de braço com o Sindicato dos Comerciários de Itabuna. Os comerciários divulgaram a informação de que havia sido selado um acordo entre os trabalhadores e os lojistas para que o comércio funcionasse no domingo (19.junho) e fechasse no sábado após o feriado de São João (25.junho).

Mesmo assim, de acordo com o presidente do Sindicom, José Adauto, mais de 80% das lojas abriram no sábado após os festejos de São João, ou seja, todo mundo quis movimentar a economia com a proximidade do Itapedro.

🚫 Propaganda fail

Quem passou pelo centro de Itabuna ficou preocupado com uma cena, no mínimo, inusitada, no Rio Cachoeira. Isso porque havia um homem vestido com um lençol branco deitado em uma jangada e, aparentemente, desacordado a bordo da embarcação.

Registros que circulam nas redes sociais mostram as pessoas preocupadas e assustadas com a cena que assistiam. Houve quem dissesse que o homem, inclusive, poderia ter passado mal ou perdido a vida.

Em contato com o comandante do 4º GBM, tenente-coronel Manfredo Santana, o Pauta Blog foi informado que a cena era uma ação de marketing de uma boate localizada em Itabuna. Na beira do rio, havia um representante do Corpo de Bombeiros apenas para garantir que nada sairia do script.

💰 TCE condena ex-prefeita de Ibicuí Gilnay Cunha

TCE condena ex-prefeita de Ibicuí Gilnay Cunha a devolver mais de R$ 86 mil aos cofres públicos

A Segunda Câmara do Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE-BA) desaprovou a prestação de contas do convênio firmado pela Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder) com a prefeitura de Ibicuí e condenou a ex-prefeita Gilnay Cunha a devolver a quantia de R$ 86.570,78 aos cofres públicos do município.

Na época, o convênio tinha como objetivo pavimentar ruas do município, mas, segundo o TCE, o serviço não foi completo.

Matheus Vital é editor de Política do Pauta Blog. Envie a sua sugestão de pauta: [email protected]

 

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