O clima, que já não era dos melhores, piorou de vez depois que Geraldinho encaminhou mensagens em um grupo de WhatsApp pedindo para que viralizasse uma mensagem que criticava Rui

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Parece que o caldo entornou de vez nos bastidores da formação da chapa majoritária do PT que vai disputar as eleições de outubro na Bahia. O ministro-chefe da Casa Civil e pré-candidato a senador, Rui Costa, estaria determinado a impedir que o vice-governador Geraldo Júnior (MDB) permaneça disputando o cargo.

O clima, que já não era dos melhores, piorou de vez depois que Geraldinho encaminhou mensagens em um grupo de WhatsApp pedindo para que viralizasse uma mensagem que criticava Rui. Mesmo com o emedebista apagando o post logo em seguida e afirmando que tudo não passou de um mal-entendido, o petista não parece estar disposto a aceitar as desculpas do aliado.

O episódio está sendo tratando internamente e sem declarações públicas, porém o governador Jerônimo Rodrigues (PT) já foi “colocado na parede” para resolver o impasse porque Rui não pretende dar o aval para que Geraldinho continue onde está. Com informações do site Metrópoles.

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Com a quebra de sigilos autorizada, a PF vai vistoriar as contas bancárias do filho do presidente e saber se houve recebimentos de pagamentos e transferências

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A Polícia Federal listou pagamentos que seriam endereçados a Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e enviou ao STF (Supremo Tribunal Federal) no pedido de quebra de sigilo bancário. A solicitação foi atendida pelo ministro André Mendonça.

No relatório sob sigilo, a PF aponta supostos pagamentos de mesadas de Antônio Camilo Antunes, o Careca do INSS, a Lulinha, por meio de uma amiga dele. De acordo com a Polícia Federal, ele seria um sócio oculto.Os pagamentos de R$ 300 mil mensais seriam pagamentos para Lulinha facilitar o acesso de Antunes a locais específicos em Brasília.

Com a quebra de sigilos autorizada, a PF vai vistoriar as contas bancárias do filho do presidente e saber se houve recebimentos de pagamentos e transferências, de quem e para quem, além de fazer uma linha do tempo, com os períodos dos pagamentos.

A tensão começou após Reinaldinho ironizar o anúncio da chamada “chapa 4G”, apresentada pelo senador Jaques Wagner (PT) como composição do grupo governista para as eleições deste ano, classificando-a como “algo ultrapassado”

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O embate entre o ex-prefeito de Xique-Xique, Reinaldinho Braga, e o ex-ministro Geddel Vieira Lima, é apenas o que está por vir nas eleições de 2026. A tensão começou após Reinaldinho ironizar o anúncio da chamada “chapa 4G”, apresentada pelo senador Jaques Wagner (PT) como composição do grupo governista para as eleições deste ano, classificando-a como “algo ultrapassado”.

Filiado ao MDB, Reinaldinho atua como um dos coordenadores da pré-campanha de ACM Neto (UB) ao governo da Bahia. A reação foi imediata. Geddel, que é um dos presidentes de honra do partido, anunciou, por meio das redes sociais, que ingressará com pedido formal para expulsão do ex-prefeito.

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O senador solicitou, ainda, os relatórios do Coaf sobre as movimentações financeiras de empresas de Viviane Barci de Moraes e do Banco Master

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O senador Alessandro Vieira (MDB), relator da CPI do Crime Organizado, pediu a convocação da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes. Além dela, também foram solicitadas as convocações dos irmãos do ministro Dias Toffoli.

O senador solicitou, ainda, os relatórios do Coaf sobre as movimentações financeiras de empresas de Viviane Barci de Moraes e do Banco Master. No pedido de convocação da esposa de Moraes, Alessandro afirma que documentos preliminares e informações de inteligência financeira “indicam a existência de um contrato de honorários no valor de R$ 129 milhões celebrado entre o Banco Master e Barci de Moraes Sociedade de Advogados”.

A declaração de Rui põe fim às especulações sobre a chapa majoritária, ou seja, Angelo Coronel, do PSD, ficará de fora da equação

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Em entrevista ao canal TV Pirôpo, o ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa (PT), garantiu que será candidato ao senado na chapa formada por Jaques Wagner (PT), que disputará a reeleição no mesmo cargo, e pelo governador Jerônimo Rodrigues (PT). Rui também disse que deixará o ministério em março para se dedicar às Eleições de outubro.

A declaração de Rui põe fim às especulações sobre a chapa majoritária, ou seja, Angelo Coronel, do PSD, ficará de fora da equação e, agora, terá que buscar uma solução se quiser continuar ocupando o cargo de senador.

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Com mais de 100 mil foliões no Circuito Sabará, segundo a Polícia Militar, a festa também virou vitrine política

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Enquanto a política ferve, o prefeito Augusto Castro (PSD) mostrou força ao receber, ao lado da primeira-dama Andréa Castro, o ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa (PT), na segunda noite do Carnaval Antecipado de Itabuna.

Com mais de 100 mil foliões no Circuito Sabará, segundo a Polícia Militar, a festa também virou vitrine política. Em ano eleitoral, foto com ministro, rua cheia e clima de celebração valem mais que discurso e sinalizam prestígio e musculatura.

É a segunda vez que Wellington ocupa o cargo de ministro da Justiça, pois já chefiou a pasta durante a gestão de Dilma Rousseff

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O advogado Wellington César Lima e Silva é o novo ministro da Justiça e Segurança Pública. Ele foi convidado para assumir o cargo durante encontro com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Palácio do Planalto. 

Wellington Silva atuava como advogado-geral da Petrobras. É a segunda vez que ocupa o cargo de ministro da Justiça, pois já chefiou a pasta durante a gestão de Dilma Rousseff (PT).

Ele também foi secretário especial para Assuntos Jurídicos da Presidência da República na atual gestão. Também já ocupou os cargos de procurador-geral da Justiça da Bahia e procurador-geral de Justiça adjunto para Assuntos Jurídicos.

No último dia 8, Ricardo Lewandowski entregou uma carta com o pedido de demissão ao presidente Lula. Magistrado aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF), ele havia assumido a pasta em fevereiro de 2024 e deixou o cargo com quase dois anos de gestão, justificando que questões pessoais e familiares o levaram a tomar a decisão.

📷 Ricardo Stuckert

UB optou por expulsão depois de ordenar que ministro deixasse o governo e determinação não ser atendida

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A Comissão Executiva Nacional do União Brasil decidiu pela expulsão com cancelamento de filiação do deputado federal e atual ministro do Turismo, Celso Sabino. Ele permaneceu no cargo de ministro mesmo após determinação para que filiados pedissem exoneração de cargos ou funções comissionadas no governo federal.

Sabino disse que optou por continuar do governo para não abandonar programas em execução, especialmente às vésperas da realização da COP30, no Pará, estado de origem dele: “Minha exclusão do quadro do partido deu-se pelo fato de eu continuar ajudando o Pará, de eu continuar trabalhando no Ministério do Turismo servindo ao Brasil, optando pela escolha que eu entendo e a grande maioria dos brasileiros entendem, que é o melhor projeto para o país, que é o projeto comandado pelo presidente Luiz inácio Lula da Silva”.

Em setembro, o União Brasil deu um prazo de 24 horas para que filiados deixassem o governo federal, reforçando o afastamento da legenda da base de apoio da gestão de Lula.

Declaração foi dada em meio à notícia de que Quinho dialogou com ACM Neto (UB)

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Em entrevista a este Pauta Blog, o presidente da UPB e pré-candidato a deputado estadual, Quinho Tigre (PSD), disse que é extremamente leal ao senador Otto Alencar (PSD) e ao ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa (PT). A declaração foi dada em meio à notícia de que Quinho dialogou com ACM Neto (UB) recentemente sobre os rumos das Eleições de 2026.

Quinho disse que pretende continuar dentro da base estadual, mas não vê problema em conversar com líderes da oposição, até porque a política é feita de atos de cortesia. Mesmo fazendo parte do grupo governista, o pré-candidato disse que não fecha os olhos para os problemas que existem dentro do governo.

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Messias foi indicado para a cadeira do ministro Luís Roberto Barroso, que anunciou aposentadoria antecipada da Corte

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O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), indicou o advogado-geral da União, Jorge Messias, para ocupar uma vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele foi indicado para a cadeira do ministro Luís Roberto Barroso, que anunciou aposentadoria antecipada da Corte e deixou o tribunal no mês passado.

Messias tem 45 anos e poderá ficar no Supremo pelos próximos 30 anos, quando completará 75 anos, idade para aposentadoria compulsória. Para tomar posse, ele precisa passar por uma sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e ter o nome aprovado em votação no colegiado e no plenário da Casa.

Nascido no Recife, o futuro ministro é procurador concursado da Fazenda Nacional desde 2007. Ele é formado em Direito pela Faculdade de Direito do Recife (UFPE) e possui os títulos de mestre e doutor pela Universidade de Brasília (UnB).

📷 Ricardo Stuckert

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