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Com a quebra de sigilos autorizada, a PF vai vistoriar as contas bancárias do filho do presidente e saber se houve recebimentos de pagamentos e transferências

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A Polícia Federal listou pagamentos que seriam endereçados a Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e enviou ao STF (Supremo Tribunal Federal) no pedido de quebra de sigilo bancário. A solicitação foi atendida pelo ministro André Mendonça.

No relatório sob sigilo, a PF aponta supostos pagamentos de mesadas de Antônio Camilo Antunes, o Careca do INSS, a Lulinha, por meio de uma amiga dele. De acordo com a Polícia Federal, ele seria um sócio oculto.Os pagamentos de R$ 300 mil mensais seriam pagamentos para Lulinha facilitar o acesso de Antunes a locais específicos em Brasília.

Com a quebra de sigilos autorizada, a PF vai vistoriar as contas bancárias do filho do presidente e saber se houve recebimentos de pagamentos e transferências, de quem e para quem, além de fazer uma linha do tempo, com os períodos dos pagamentos.

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) quer ouvir o banqueiro sobre contratos de empréstimos consignados do Master

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O depoimento do empresário Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, foi antecipado para a próxima segunda-feira (23.fevereiro), às 16h, no Senado Federal. O anúncio foi feito pelo presidente do colegiado, senador Carlos Viana (Podemos).

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) quer ouvir o banqueiro sobre contratos de empréstimos consignados do Master, que teriam sido suspensos pelo INSS por falta de comprovação da anuência dos aposentados.

Inicialmente previsto para o dia 26, o depoimento foi remarcado para garantir prioridade aos trabalhos da CPMI, “cujo foco central é a investigação das irregularidades envolvendo empréstimos consignados e os prejuízos causados a viúvas, órfãos e aposentados do INSS”.

O senador solicitou, ainda, os relatórios do Coaf sobre as movimentações financeiras de empresas de Viviane Barci de Moraes e do Banco Master

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O senador Alessandro Vieira (MDB), relator da CPI do Crime Organizado, pediu a convocação da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes. Além dela, também foram solicitadas as convocações dos irmãos do ministro Dias Toffoli.

O senador solicitou, ainda, os relatórios do Coaf sobre as movimentações financeiras de empresas de Viviane Barci de Moraes e do Banco Master. No pedido de convocação da esposa de Moraes, Alessandro afirma que documentos preliminares e informações de inteligência financeira “indicam a existência de um contrato de honorários no valor de R$ 129 milhões celebrado entre o Banco Master e Barci de Moraes Sociedade de Advogados”.

Corpo de Vilcastro foi localizado na última sexta-feira em uma área de mata às margens da BR-415

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O empresário Vilcastro Pires, de 54 anos, foi encontrado morto na última sexta-feira (9.janeiro) em uma área de mata às margens da BR-415, entre Itabuna e Ilhéus. A polícia técnica conseguiu identificar o corpo por meio da análise da arcada dentária já que ele estava em avançado estado de decomposição.

Desde então, a Polícia Civil não divulgou a possível causa da morte e a família está em busca de respostas. Apesar de Vil estar enfrentando um caso de depressão e ansiedade, ainda não é possível saber se ele foi responsável por tirar a própria vida ou foi vítima de um crime de homicídio.

 

As diligências da PF buscam reunir provas sobre o uso irregular das verbas destinadas ao custeio de despesas do mandato

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A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (19.dezembro) uma operação para aprofundar investigações sobre um suposto esquema de desvio de recursos públicos oriundos da cota parlamentar. Os deputados federais Sóstenes Cavalcante (PL), líder do partido na Câmara, e Carlos Jordy (PL), estão entre os alvos de mandados de busca e apreensão.

Ao todo, policiais federais cumprem sete mandados, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), no Distrito Federal e no Rio de Janeiro. As diligências buscam reunir provas sobre o uso irregular das verbas destinadas ao custeio de despesas do mandato, como passagens aéreas, hospedagens, alimentação, manutenção de escritórios e contratação de serviços.

A cota parlamentar é um recurso público mensal disponibilizado a deputados e senadores para o exercício da atividade legislativa, além do salário.

Ao Estadão, Jonga afirmou que atuou na constituição de um fundo para construir um empreendimento imobiliário em Trancoso, distrito de Porto Seguro

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A investigação da Polícia Federal sobre crimes envolvendo o Banco Master apreendeu um envelope com o nome do deputado federal Jonga Bacelar (PL). O documento, que tinha dados de um negócio imobiliário, estava em um dos endereços ligados ao dono do banco, Daniel Vorcaro.

Ao Estadão, Jonga afirmou que atuou na constituição de um fundo para construir um empreendimento imobiliário em Trancoso, distrito de Porto Seguro: “Ele me fez uma consulta sobre um imóvel em Porto Seguro, que não se concretizou. Quando o banco começou a entrar em dificuldade, ele pediu mais um tempo para poder exercer a opção. Foi feito um documento dando a opção de compra a Daniel Vorcaro”.

Como os investigadores ainda não fizeram uma análise de todo o material apreendido, não existe, até o momento, nenhuma suspeita a respeito desse negócio imobiliário. Por isso, a PF até agora entende que não existem elementos para enviar a investigação ao STF ou outras instâncias superiores.

O resultado final apontou que 34 deputados votaram pela manutenção da prisão e 18 pela revogação, além de uma abstenção

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Na manhã desta sexta-feira (10.outubro), uma sessão extraordinária realizada no plenário da ALBA (Assembleia Legislativa da Bahia) decidiu pela manutenção da prisão do deputado estadual Binho Galinha (PRD). A votação foi secreta em cédulas de papel que, posteriormente, serāo incineradas.

Antes da votação, os parlamentares ouviram as argumentações do advogado de defesa, Gamil Föppel, que teve direito de usar a tribuna por 15 minutos. O defensor citou que os fatos elencados no inquérito não dizem respeito à atividade parlamentar e que são pretéritos ao exercício do mandato, o que não justifica, portanto, a manutenção da prisão de seu cliente.

O resultado final apontou que 34 deputados votaram pela manutenção da prisão e 18 pela revogação, além de uma abstenção.

A investigação está sendo conduzida pela Polícia Federal no âmbito da Operação Overclean

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De acordo com informações do Portal UOL, o deputado federal Adolfo Viana (PSDB) é suspeito de ter enviado emendas no valor de R$ 7 milhões para obras superfaturadas nos municípios baianos de Juazeiro e Novo Horizonte. A investigação está sendo conduzida pela Polícia Federal no âmbito da Operação Overclean.

As obras foram executadas pela empresa Allpha Pavimentações. Os sócios da empresa são os irmãos Alex Parente e Fabio Parente, que foram presos preventivamente pela PF em dezembro de 2024.

Segundo as investigações, Alex Parente esteve no gabinete de Viana 22 vezes entre 2021 e 2024. Os contratos de R$ 40,7 milhões com a Allpha foram realizados após pregão realizado pelo Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs).

A Controladoria-Geral da União (CGU) indicou em relatório que R$ 4,2 milhões foram superfaturados nas obras da Allpha no Dnocs. Os pagamentos e contratos foram suspensos em novembro de 2023 pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

O deputado Adolfo Viana ainda não foi alvo da Operação Overclean, mas o nome dele consta em ofícios de emendas nos documentos apreendidos no Dnocs.

Nós mantivemos contato com o deputado por meio de mensagem, mas, até o fechamento desta edição, ele não enviou nenhum posicionamento. O espaço permanece aberto para esclarecimentos

Mesmo com esse resultado, polícia afirma que não pode afastar hipótese de participação do homem nos crimes

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O triplo homicídio ocorrido em Ilhéus em agosto deste ano continua sendo um grande mistério para a polícia. Isso porque as análises periciais mostraram que não existe material genético do principal suspeito de cometer os crimes nos restos mortais das vítimas.

Thierry Lima da Silva, de 23 anos de idade, foi preso pelo crime de tráfico de drogas, mas, em depoimento na delegacia, confessou ter participação nos assassinatos. Sendo assim, a prisão foi convertida em preventiva e ele foi encaminhado ao presídio, mas a informação divulgada agora pode mudar o rumo da investigação.

Em nota, a Polícia Civil informou que aguarda a conclusão e apresentação de todos os laudos periciais de análises genéticas. Ainda em nota, a polícia disse que o homem permanece sendo investigado pelas mortes de Maria Helena do Nascimento Bastos, Mariana Bastos da Silva e Alexsandra Oliveira Suzart porque não existem elementos comprobatórios suficientes e conclusivos para afastá-lo da suspeita.

A polícia disse, também, que outras pessoas também figuram como investigadas no âmbito do inquérito policial, mas, para não comprometer as apurações em curso, as demais diligências investigativas seguem em sigilo.

Deputado nega envolvimento e defesa aponta que indícios são frágeis

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A Polícia Federal apontou indícios de envolvimento do deputado federal pela Bahia, Elmar Nascimento (UB), em um suposto esquema de fraudes em licitações e desvio de recursos públicos. O caso está sob análise do Supremo Tribunal Federal (STF), que recebeu o inquérito após a identificação de possíveis conexões do parlamentar.

Na mais recente fase da operação, deflagrada no mês de julho o ministro Nunes Marques negou os pedidos da PF para realizar buscas, bloquear bens do deputado e afastar do cargo seu irmão, Elmo Nascimento (UB), prefeito de Campo Formoso. As medidas foram autorizadas apenas em relação a outros investigados.

Segundo a investigação, o esquema envolve fraudes em contratos de limpeza urbana e pavimentação em diversos municípios baianos, com destaque para Campo Formoso. Nessa cidade, a empresa Allpha Pavimentações, ligada aos empresários Alex e Fábio Parente, venceu licitações que somam R$ 51 milhões, financiadas por emendas parlamentares destinadas por Elmar.

Além dos contratos públicos, a operação apura o uso de uma aeronave pertencente ao empresário Alex Parente, outro investigado. O avião transportava parlamentares baianos, incluindo Félix Mendonça Júnior, e, segundo a PF, chegou a carregar dinheiro.

O deputado Elmar Nascimento nega a participação no esquema. Em nota, a defesa diz que os indícios são “tão frágeis que, após meses de investigações e vazamentos seletivos à imprensa, a PGR se manifestou contra qualquer diligência contra ele”.

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