Ao Estadão, Jonga afirmou que atuou na constituição de um fundo para construir um empreendimento imobiliário em Trancoso, distrito de Porto Seguro

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A investigação da Polícia Federal sobre crimes envolvendo o Banco Master apreendeu um envelope com o nome do deputado federal Jonga Bacelar (PL). O documento, que tinha dados de um negócio imobiliário, estava em um dos endereços ligados ao dono do banco, Daniel Vorcaro.

Ao Estadão, Jonga afirmou que atuou na constituição de um fundo para construir um empreendimento imobiliário em Trancoso, distrito de Porto Seguro: “Ele me fez uma consulta sobre um imóvel em Porto Seguro, que não se concretizou. Quando o banco começou a entrar em dificuldade, ele pediu mais um tempo para poder exercer a opção. Foi feito um documento dando a opção de compra a Daniel Vorcaro”.

Como os investigadores ainda não fizeram uma análise de todo o material apreendido, não existe, até o momento, nenhuma suspeita a respeito desse negócio imobiliário. Por isso, a PF até agora entende que não existem elementos para enviar a investigação ao STF ou outras instâncias superiores.

O resultado final apontou que 34 deputados votaram pela manutenção da prisão e 18 pela revogação, além de uma abstenção

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Na manhã desta sexta-feira (10.outubro), uma sessão extraordinária realizada no plenário da ALBA (Assembleia Legislativa da Bahia) decidiu pela manutenção da prisão do deputado estadual Binho Galinha (PRD). A votação foi secreta em cédulas de papel que, posteriormente, serāo incineradas.

Antes da votação, os parlamentares ouviram as argumentações do advogado de defesa, Gamil Föppel, que teve direito de usar a tribuna por 15 minutos. O defensor citou que os fatos elencados no inquérito não dizem respeito à atividade parlamentar e que são pretéritos ao exercício do mandato, o que não justifica, portanto, a manutenção da prisão de seu cliente.

O resultado final apontou que 34 deputados votaram pela manutenção da prisão e 18 pela revogação, além de uma abstenção.

A investigação está sendo conduzida pela Polícia Federal no âmbito da Operação Overclean

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De acordo com informações do Portal UOL, o deputado federal Adolfo Viana (PSDB) é suspeito de ter enviado emendas no valor de R$ 7 milhões para obras superfaturadas nos municípios baianos de Juazeiro e Novo Horizonte. A investigação está sendo conduzida pela Polícia Federal no âmbito da Operação Overclean.

As obras foram executadas pela empresa Allpha Pavimentações. Os sócios da empresa são os irmãos Alex Parente e Fabio Parente, que foram presos preventivamente pela PF em dezembro de 2024.

Segundo as investigações, Alex Parente esteve no gabinete de Viana 22 vezes entre 2021 e 2024. Os contratos de R$ 40,7 milhões com a Allpha foram realizados após pregão realizado pelo Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs).

A Controladoria-Geral da União (CGU) indicou em relatório que R$ 4,2 milhões foram superfaturados nas obras da Allpha no Dnocs. Os pagamentos e contratos foram suspensos em novembro de 2023 pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

O deputado Adolfo Viana ainda não foi alvo da Operação Overclean, mas o nome dele consta em ofícios de emendas nos documentos apreendidos no Dnocs.

Nós mantivemos contato com o deputado por meio de mensagem, mas, até o fechamento desta edição, ele não enviou nenhum posicionamento. O espaço permanece aberto para esclarecimentos

Mesmo com esse resultado, polícia afirma que não pode afastar hipótese de participação do homem nos crimes

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O triplo homicídio ocorrido em Ilhéus em agosto deste ano continua sendo um grande mistério para a polícia. Isso porque as análises periciais mostraram que não existe material genético do principal suspeito de cometer os crimes nos restos mortais das vítimas.

Thierry Lima da Silva, de 23 anos de idade, foi preso pelo crime de tráfico de drogas, mas, em depoimento na delegacia, confessou ter participação nos assassinatos. Sendo assim, a prisão foi convertida em preventiva e ele foi encaminhado ao presídio, mas a informação divulgada agora pode mudar o rumo da investigação.

Em nota, a Polícia Civil informou que aguarda a conclusão e apresentação de todos os laudos periciais de análises genéticas. Ainda em nota, a polícia disse que o homem permanece sendo investigado pelas mortes de Maria Helena do Nascimento Bastos, Mariana Bastos da Silva e Alexsandra Oliveira Suzart porque não existem elementos comprobatórios suficientes e conclusivos para afastá-lo da suspeita.

A polícia disse, também, que outras pessoas também figuram como investigadas no âmbito do inquérito policial, mas, para não comprometer as apurações em curso, as demais diligências investigativas seguem em sigilo.

Deputado nega envolvimento e defesa aponta que indícios são frágeis

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A Polícia Federal apontou indícios de envolvimento do deputado federal pela Bahia, Elmar Nascimento (UB), em um suposto esquema de fraudes em licitações e desvio de recursos públicos. O caso está sob análise do Supremo Tribunal Federal (STF), que recebeu o inquérito após a identificação de possíveis conexões do parlamentar.

Na mais recente fase da operação, deflagrada no mês de julho o ministro Nunes Marques negou os pedidos da PF para realizar buscas, bloquear bens do deputado e afastar do cargo seu irmão, Elmo Nascimento (UB), prefeito de Campo Formoso. As medidas foram autorizadas apenas em relação a outros investigados.

Segundo a investigação, o esquema envolve fraudes em contratos de limpeza urbana e pavimentação em diversos municípios baianos, com destaque para Campo Formoso. Nessa cidade, a empresa Allpha Pavimentações, ligada aos empresários Alex e Fábio Parente, venceu licitações que somam R$ 51 milhões, financiadas por emendas parlamentares destinadas por Elmar.

Além dos contratos públicos, a operação apura o uso de uma aeronave pertencente ao empresário Alex Parente, outro investigado. O avião transportava parlamentares baianos, incluindo Félix Mendonça Júnior, e, segundo a PF, chegou a carregar dinheiro.

O deputado Elmar Nascimento nega a participação no esquema. Em nota, a defesa diz que os indícios são “tão frágeis que, após meses de investigações e vazamentos seletivos à imprensa, a PGR se manifestou contra qualquer diligência contra ele”.

Vítimas foram encontradas mortas com golpes de faca um dia após o desaparecimento

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A Polícia Civil de Ilhéus está debruçada sobre o caso das três mulheres encontradas mortas na zona sul da cidade. As vítimas foram assassinadas com golpes de faca após saírem para caminhar com o cachorro de estimação um dia antes.

Maria Helena do Nascimento Santos, de 41 anos, a filha dela, Mariana Bastos, de 20 anos, e Alexsandra Oliveira Suzart, de 45, perderam a vida de forma cruel no último fim de semana. Até o momento, a polícia não conseguiu determinar quais foram as circunstâncias dos homicídios, mas afirma que as investigações estão em andamento e nenhuma linha de investigação foi descartada.

Os corpos de mãe e filha foram velados e sepultados em Aurelino Leal enquanto a professora Alexsandra foi enterrada em Ilhéus. Familiares, amigos e colegas de trabalho estão desolados com os crimes e realizaram uma manifestação pedindo por justiça e mais celeridade nas investigações.

FAKE NEWS

O motorista por aplicativo William Santos divulgou um vídeo nas redes sociais desmentindo a possível participação nas mortes das três mulheres. A foto do trabalhador foi utilizada para dizer que ele era o responsável por tirar as vidas das vítimas.

Na delegacia da Polícia Civil, o motorista registrou um boletim de ocorrência e salientou que não tem nada a ver com o caso, inclusive tem álibi sobre onde e com quem estava no dia dos homicídios. A situação acende o alerta sobre o risco de espalhar informações falsas e, até mesmo, acabar com a vida de inocentes.

TEMENTES A DEUS

As três mulheres eram frequentadores assíduas de uma igreja evangélica localizada em Ilhéus. No caso de Alexsandra, ela ainda era responsável por ministrar aulas sobre o evangelho para as crianças.

Na congregação, o clima é de luto e muita tristeza. Além da indignação pelo crime bárbaro que tirou as vidas das três mulheres, o pedido é para que a polícia dê respostas o mais rápido possível e a justiça seja feita.

Gonet indicou em documento que Rui assinou contrato com previsão de pagamento antecipado integral e sem garantias ao ente público

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O procurador-geral da República, Paulo Gonet, citou indícios de envolvimento do ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa (PT), em crimes praticados na compra de respiradores quando ele era governador da Bahia. Segundo o jornal O Estado de São Paulo, Gonet indicou em um documento que Costa “assinou contrato com previsão de pagamento antecipado integral e sem garantias ao ente público”.

Gonet pediu ao ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Flávio Dino, que envie o inquérito sobre esse caso para a retomada das investigações no STJ (Superior Tribunal de Justiça). O gabinete de Dino informou que a petição ainda será analisada.

A investigação estaria parada desde que foi remetida ao STF, por isso, Gonet solicitou a retomada das apurações. Segundo o jornal, Gonet afirmou ao STF que a nova regra estabelecida para o foro privilegiado indica que o caso deveria voltar a tramitar no STJ porque envolve fatos da época em que Costa era governador da Bahia.

O caso envolve um prejuízo de R$ 48 milhões na compra de respiradores pulmonares pelo Consórcio Nordeste em 2020, no início da pandemia da Covid-19. O ex-governador teria assinado um contrato com uma empresa sem capacidade técnica e teria autorizado o pagamento adiantado, mas os respiradores nunca foram entregues. Na época, Rui negou ter envolvimento com supostas irregularidades na compra dos respiradores.

Na casa do homem, os policiais apreenderam um celular, um notebook e um pen drive

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A Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) de Itabuna cumpriu, em uma residência localizada no Bairro São Caetano, um mandado de busca e apreensão contra um ex-diretor de escola investigado pelos crimes de importunação sexual e racismo. O homem teria cometido os crimes contra alunas e professoras da instituição de ensino.

Na casa do homem, os policiais apreenderam um celular, um notebook e um pen drive. Os equipamentos eletrônicos irão ser periciados pelo Departamento de Polícia Técnica (DPT) e os laudos periciais vão compor o inquérito que apura os crimes.

Denelísio Nobre foi afastado da direção do CIEBTEC depois que os estudantes denunciaram atos de importunação sexual, assédio moral, racismo e homofobia. Após as denúncias virem à tona, a Secretaria de Educação do Estado optou por afastar Denelísio das funções, mas, após a repercussão negativa, Denelísio foi exonerado do cargo em fevereiro deste ano.

📷 Divulgação Polícia Civil

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José Vidal tinha 62 anos de idade e fazia parte da reserva da PM

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Um policial militar da reserva foi encontrado morto dentro de um veículo no Bairro de Novo Horizonte, em Salvador. Ele foi identificado como José Vidal, de 62 anos de idade, e estava vestindo apenas uma cueca quando foi encontrado.

Segundo a polícia, o carro estava estacionado na garagem da casa dele e a polícia ainda não descartou nenhuma hipótese, mas a mais provável é a de que ele tenha sido vítima de uma emboscada. Ainda de acordo com as autoridades, o corpo já estava em decomposição e acredita-se que ele tenha sido morto na última sexta-feira (4.abril).

Dentro do veículo, a polícia encontrou uma garrafa e outros objetos, que foram encaminhados para a perícia.

 

Na ação, foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão em Salvador, Simões Filho e América Dourada

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A Polícia Federal deflagrou hoje (12.março) uma operação contra o desvio de maquinas agrícolas da Coordenação Estadual do DNOCS na Bahia. Na ação, foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão em Salvador, Simões Filho e América Dourada.

A Operação Metafanismo apura o desvio de máquinas e implementos agrícolas entre 2019 e 2021. Até o momento, as evidências indicam a existência de um esquema envolvendo servidores do órgão e particulares, mediante o qual máquinas e implementos, que deveriam ser entregues para associações ligadas à agricultura familiar, eram vendidas ou desviadas para terceiros, o que configura, em tese, o crime de peculato.

Segundo as investigações, para viabilizar o esquema, o grupo investigado valia-se da montagem de um processo administrativo onde justificava a saída de cada equipamento do pátio do DNOCS e lançava a indicação do nome de uma associação de produtores rurais/agricultura familiar como recebedora dos itens.

Ainda de acordo com a PF, os documentos em nome de tais associações eram forjados – sem o conhecimento dos representantes das associações – e os equipamentos eram desviados em favor de terceiros totalmente estranhos aos quadros associativos.

A ausência de qualquer ação de fiscalização do DNOCS acerca do uso das máquinas e implementos desviados possibilitou o acobertamento dos desvios praticados. No curso das investigações, a PF recuperou alguns equipamentos desviados e prossegue com as investigações visando coletar novas evidências acerca da estrutura da associação criminosa e a recuperação de todos os itens.

Os investigados poderão responder pelos crimes de peculato, organização criminosa, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro.

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