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Lula amplia vantagem sobre Bolsonaro depois de turnê pelo Nordeste

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O PoderData divulgou uma nova pesquisa que aponta que o ex-presidente Lula (PT) ampliou a vantagem sobre o atual presidente Bolsonaro (sem partido) em uma provável disputa de 2º turno pela presidência em 2022.

A pesquisa aponta que, se as eleições fossem hoje, 55% votariam no petista em um eventual 2º turno contra 30% que escolheriam o atual presidente. No levantamento anterior, realizado no início de agosto, a diferença era de 20 pontos. Agora, subiu para 25.

O resultado vem depois da peregrinação de Lula por cidades nordestinas em busca de alianças para 2022. O Nordeste é a região brasileira em que Lula tem mais apoio com 69% dos entrevistados da região que afirmaram que votariam no petista. No entanto, de acordo com a pesquisa, Lula vence Jair Bolsonaro em todas as regiões do Brasil, com exceção do Sul, onde há um empate técnico já que a diferença de 2 pontos percentuais fica dentro da margem de erro da pesquisa.

Esta pesquisa foi realizada no período de 30 de agosto a 1º de setembro de 2021 pelo PoderData, a divisão de estudos estatísticos do Poder360. Foram 2.500 entrevistas em 472 municípios nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Visita do ex-presidente Lula à Bahia mostrou, segundo Lúcio, "prestígio diferenciado" do petista

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O ex-deputado federal Lúcio Vieira Lima (MDB) concedeu entrevista ao site Bahia Notícias e disse acreditar que o partido vai apoiar o ex-presidente Lula (PT) nas eleições de 2022. O principal motivo para o apoio ser declarado é, justamente, a força que o petista ainda tem na região Nordeste e, especificamente, no estado da Bahia.

A força à qual o político se refere, é claro, tem a ver com a passagem de Lula pelo estado na semana passada, encerrando a turnê do político pelo Nordeste. Segundo Lúcio: “Nós vimos, realmente, que a Bahia é um local que ele tem um prestígio diferenciado. A minha opinião pessoal é que está muito mais para Lula do que para outro”.

Também na entrevista, Lúcio deixou claro que não descarta que o partido apoie outros nomes para 2022 e que é preciso aguardar a executiva nacional do MDB para que a decisão seja anunciada.

"Foi uma tarde /noite de muita alegria e esperança. O encontro com Lula foi uma aula de humanismo. O Brasil tem jeito. A Bahia vai dar sua resposta. O nordeste também. 2022 vem aí. Fora Bolsonaro, Lula Presidente", afirmou Robinson Almeida

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O vice-líder do governo do estado na Alba (Assembleia Legislativa da Bahia), deputado Robinson Almeida (PT), disse que o encontro com o ex-presidente Lula, em Salvador, foi uma “aula de humanismo” numa tarde “de alegria e esperança” para o Brasil.

Lula esteve reunido com deputados, o governador Rui Costa, os senadores Jaques Wagner e Otto Alencar e com movimentos sociais no Seminário que teve como tema “Combater a fome e “Reconstruir o Brasil”.

O parlamentar lembrou o legado de Lula na Bahia e recordou, por exemplo, que antes do ex-presidente o estado só tinha uma Universidade Federal e um Instituto Federal de Educação.

“O presidente Lula criou a Universidade Federal do Recôncavo Baiano, a Universidade Federal do Oeste da Bahia, a Universidade Federal do Sul da Bahia, a Universidade Federal do Vale do São Francisco, implantou a Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab), com campus em São Francisco do Conde (BA), e criou mais de 30 unidades do Instituto Federal de Tecnologia, Ciência e Educação da Bahia”, enfatizou Robinson.

Na Bahia, o ex-presidente Lula encerrou 11 dias de visita a 6 estados do Nordeste. Na região, o petista teve encontros com lideranças políticas e com movimentos sociais.

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Depois da visita do presidenciável Lula na Boa Terra, mais especificamente na capital, a pergunta que tomou conta do meio político é sobre João Leão. Como fica o vice-governador diante da sucessão estadual?

O petista-mor, postulante a um terceiro mandato no cargo mais cobiçado do Poder Executivo, deixou bem claro que só resta a Leão a indicação do vice de Jaques Wagner na composição da majoritária, já que a vaga para o Senado caberá ao senador Otto Alencar (PSD), com sua natural candidatura à reeleição.

Lula colocou os pontos nos is. Dificilmente haverá qualquer alteração. O governador Rui Costa cumprirá seu mandato até o último dia. O sonho de Leão de governar a Bahia por seis meses virou um grande pesadelo. O de disputar o Senado também.

A Rui Costa, como já comentei aqui por diversas vezes, como contrapartida pela compreensão de que a causa maior é a eleição de Lula, a promessa de assumir um importante ministério em um eventual retorno do PT à presidência da República. A desistência de Rui em relação à disputa pelo Senado foi imprescindível para evitar uma preocupante fissura na base aliada.

Será que houve alguma promessa a João Leão? Vale lembrar que o vice-governador, além de ser o secretário do Planejamento do Estado, é o presidente estadual do PP, legenda mais importante do Centrão e da base de sustentação política do governo Bolsonaro.

Para Leão, nada está decidido. “A partir de dezembro a montagem da chapa majoritária deve avançar”, disse o vice-governador. Ledo engano. E Leão sabe disso. Mudar como? Wagner vai desistir de disputar o Palácio de Ondina? Otto Alencar abrirá mão da sua reeleição? Ora, ora, tenha santa paciência! O óbvio ululante é que só sobrou a indicação do vice para Leão.

Se Leão quer mesmo disputar o Senado da República, um democrático e legítimo direito, só há dois caminhos: ou do lado de ACM Neto (DEM) ou de João Roma (Republicanos), ambos pré-candidatos ao governo do Estado no pleito de 2022.

No mais, esperar o dezembro de Leão chegar. Com certeza, o vice não terá, politicamente falando, um bom natal. E não adianta colocar os sapatos na janela. Papai Noel não vai poder atender seus pedidos.

PS – Astuto foi o senador Otto Alencar, dirigente-mor estadual do PSD, que para consolidar sua vaga na majoritária, prometeu a Lula o apoio nacional da sigla para sua candidatura ao Palácio do Planalto, o que terminou deixando o lulopetismo soteropolitano eufórico. Promessa essa que Leão não pode fazer com o PP. 


Marco Wense é Analista Político

*A análise do colunista não reflete, necessariamente, a opinião de Pauta.blog.br

Senador Jaques Wagner, o senador Otto Alencar, ex-presidente Lula e o governador Rui Costa

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Em seu primeiro dia na visita à Bahia, onde encerra seu giro pelo Nordeste, o presidente Lula afirmou que os governos petistas no estado, nas administrações de Jaques Wagner e Rui Costa, são um exemplo de como governar para todos o país. “A Bahia tem muito a ensinar ao Brasil. O que Wagner e Rui fizeram deveria virar tese de como governar. Vocês provaram que é possível governar pra todo mundo”, afirmou Lula, na primeira atividade da sua agenda, que aconteceu na Alba, nesta quarta-feira, 25.

Lula falou ainda sobre a necessidade de reconstruir o Brasil, que vem enfrentando uma grave crise política, sob a gestão desastrosa e incompetente de Bolsonaro, responsável pelas mais de 575 mil mortes por Covid, pela alta do desemprego, que alcançou a marca história de 15 milhões de desempregados e a volta da fome. “Nunca tive tanta vontade de ser candidato como agora. Quero provar que é possível consertar esse país”, afirmou.

Em seu discurso, Rui Costa agradeceu a visita de Lula ao estado. “A cada momento que você pisa em solo baiano e a gente presencia a paixão do baiano por você, isso nos contagia. Lula é o maior e melhor presidente que o país já teve”.

Encontro do ex-presidente Lula e o senador Tasso Jereissati pode ter pesado na decisão

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A decisão do senador do Ceará, Tasso Jereissati (PSDB), de não disputar as prévias do partido para sucessão presidencial foi divulgada, com exclusividade, pelo Portal R7 ontem (23.agosto) e, mais tarde, corroborada pelo governador de SP, João Doria (PSDB), em participação no programa Roda Viva, da TV Cultura.

Até o momento, nem Tasso nem o PSDB se pronunciaram, oficialmente, sobre a desistência. Um encontro de Tasso com o ex-presidente Lula pode ter sido motivo de rusgas nos bastidores do partido.

O ex-presidente Lula e o senador se encontraram na esta durante uma visita de Lula a Fortaleza. O encontro foi encarado como um aceno do petista ao partido do tucano já pensando nas eleições de 2022 em uma estratégia de aproximação aos políticos que se posicionam contra o presidente Bolsonaro.

Lula, inclusive, postou uma foto ao lado do senador nas redes sociais falando sobre a importância do diálogo: “Democracia no centro da discussão. Os democratas desse país têm a responsabilidade e o desafio de resgatar a civilidade na política brasileira pelo bem do Brasil”.

📷 Foto de Ricardo Stuckert

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O ex-presidente tem encontro marcado com lideranças políticas e sociais de Pernambuco, Piauí, Maranhão, Ceará, Rio Grande do Norte e Bahia // Foto de Ricardo Stuckert

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Segundo o jornalista Lucas Vasques, o ex-presidente Lula inicia, neste domingo (15.agosto), fará uma visita a seis estados do Nordeste: Pernambuco, Piauí, Maranhão, Ceará, Rio Grande do Norte e Bahia.

O objetivo é encontrar lideranças políticas e sociais para debater o atual momento e os caminhos do Brasil. A agenda prevê reuniões com governadores, representantes de movimentos sociais e sindicais, além de lideranças regionais.

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Nesta sábado (7.agosto), o ex-presidente Lula (PT) atacou o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) nas redes sociais. “Temos um presidente 100% irresponsável e 100% mentiroso. Um homem que sente prazer em contar mentira, em tentar enganar o povo. Ele acha que o povo é tonto, que não tem consciência”,

E seguiu dizendo: “Bolsonaro desafiou a sociedade. Em algum momento ele será julgado. E é disso que ele tem medo. Essa loucura toda de voto impresso, é medo. Bolsonaro sabe que vai perder e tem medo de ser preso, aí fica nessa bobagem,” escreveu Lula no Twitter.

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📷 Foto de Ricardo Stuckert

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Vou até deixar de lado o forte rugido do leão contra a soberba do lulopetismo baiano, adepto fervoroso de que o PT deve passar mais oito anos no comando do Palácio de Ondina.

Os lulominions querem Wagner eleito para o terceiro mandato como governador da Boa Terra. Se elegendo, será candidato à reeleição. Que coisa, hein! O engraçado é que o PT se queixava do domínio do PSDB no Estado de São Paulo. Agora faz a mesma coisa na Bahia. Não quer “largar o osso”, como diz a sabedoria popular.

Os dois integrantes mais rebeldes da base aliada, entusiasmados seguidores de que é hora do PT ceder, são João Leão (PP) e Angelo Coronel, respectivamente vice-governador e senador pelo PSD.

João e o Coronel, em toda entrevista, não perdem a oportunidade de dizer que o PT precisa calçar as sandálias da humildade e reconhecer que chegou o momento de recuar e aceitar um nome para encabeçar a majoritária de outra agremiação partidária.

O PT só enxerga o PT, o próprio umbigo. O petista-mor, ex-presidente Lula, assim que deixou a prisão, onde passou 580 dias, declarou que “o PT é partido de receber apoio e não de apoiar”.

E mais: ao sair da cadeia, se libertando do calvário, Lula condicionou as alianças com o PT à defesa do movimento “Lula Inocente”, que substituiu o “Lula Livre”. Lembro que o governador Rui Costa se posicionou contrário a vincular qualquer acordo político a tais exigências, o que terminou deixando o chefe irritado. Afinal, era uma afronta, um desafio ao “manda quem pode, obedece quem tem juízo”.

Leão e o Coronel parecem acreditar naquele ditado do povo que diz que “água mole em pedra dura, tanto bate até que fura”.

Ledo engano. O lulopetismo só enxerga o seu lado. Os incomodados que procurem outro caminho, uma lavagem de roupa.

O que chama mais atenção nessa composição da chapa majoritária é o cruzar dos braços do PSB, aceitando ser uma mera peça decorativa na sucessão estadual. A legenda socialista sequer é citada nas articulações. A preocupação do petismo com a sigla é zero. É como se o PSB estivesse dominado.

O ano eleitoral de 2022 vai ser marcado por muito teatro, ingratidão, cinismo e traição. 


Marco Wense é Analista Político

*A análise do colunista não reflete, necessariamente, a opinião de Pauta.blog.br

Ex-presidente Lula

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O presidente Lula alertou, em entrevista à tvPT que, enquanto Bolsonaro comete abusos na gestão da pandemia, como tirar máscaras de crianças, o país é governado realmente por pessoas que destroem o patrimônio nacional. “Bolsonaro está muito à vontade porque ele fala todas as besteiras, nós ficamos criticando o dia inteiro as besteiras, a imprensa reproduz as besteiras que ele fala, e quem está governando o país é o [Arthur] Lira, presidente da Câmara; é o [Rodrigo] Pacheco, presidente do Senado; e o [Paulo] Guedes, que vão vendendo o Brasil”, observou Lula.

Lula aponta as privatizações e a reforma administrativa como dois exemplos do desmonte do país que ocorre em plena pandemia. “Eles vão desmontando as empresas estatais, vão privatizando tudo a preço de banana, vão fazendo a reforma administrativa para prejudicar o trabalhador menor. Não vai ser o procurador que fez as mentiras na Lava Jato que vai pagar o pato da reforma administrativa, vai ser o povo pobre, que coloca a mão na massa para carregar piano”, alertou Lula, que pediu a presença da bancada do partido na Câmara para aumentar a resistência ao desmonte. “É preciso não permitir que aconteça o que está acontecendo. Não se pode deixar o presidente da Câmara fazer a destruição que está fazendo.”

Ainda sobre o Estado, o presidente Lula analisou a presença de militares no atual governo. Para ele, é preciso recuperar o papel central das Forças Armadas para o país. “Eu quero as Forças Armadas fortes, para nos defender de nossos inimigos externos. Defendo as Forças Armadas bem estruturadas. Agora, o cidadão tem de escolher. Se ele quer ser militar, ele tem uma função constitucional que ele tem de cumprir. Se ele quer ser político, ele não faça escola militar, ele vá para a política. Não pode misturar as coisas, porque senão você destrói as carreiras de Estado”, analisou.

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