João Doria (PSDB) ironizou o presidente Jair Bolsonaro

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O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), disse em seu perfil no Twitter, em tom de ironia, que “O leão virou um rato 🐀 Grande dia! 👍”, sobre o recuo de Jair Bolsonaro (sem partido).

A postagem foi logo após a nota do presidente. Doria tentará ganhar as prévias do PSDB à Presidência da República.

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Depois de jogar a toalha, se dizendo arrependido pelas críticas que fez ao STF, mais especificamente aos ministros Alexandre de Moraes e Luís Barroso, o presidente Jair Messias Bolsonaro dar sinais de que só espera a poeira assentar para voltar a ser o Bolsonaro original.

Ao ser questionado sobre o recuo aos ataques à instância máxima do Poder Judiciário, respondeu com um “deixa acalmar”, deixando nas entrelinhas que a qualquer momento vai reiniciar o confronto com as instituições, que é só uma questão de tempo.

Possa ser que esse “deixar acalmar” seja apenas uma estratégia para não afugentar a ala bolsonarista mais radical, que hoje se sente traída pelo “mito”. O problema é que o leite já foi derramado e não tem mais como retornar ao vasilhame.

Os bolsominions de raiz, os mais, digamos, ideologicamente bolsonaristas, caracterizados como de extrema direita, estão revoltados com a jogada de toalha do chefe do Palácio do Planalto, que além de pedir arrego ao ministro Moraes, através de uma carta elaborada pelo ex-presidente Michel Temer (MDB), ainda fez elogios ao integrante da Alta Corte.

Só faltou um outro ex-presidente da República para ajudá-lo em outra missiva para Luís Barroso, hoje no comando do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Com efeito, fez um duríssimo pronunciamento contra Bolsonaro.

A expectativa agora fica por conta das próximas pesquisas, que devem apontar não só uma queda nas intenções de voto como um aumento na já preocupante rejeição a Bolsonaro, o que pode trazer à tona a discussão de que sua ida para o segundo turno não é mais uma invencionice da oposição.

O que se observou ontem foi uma grande revolta dos bolsominions, muitos já declarando que não vão mais votar no “mito”, incluindo aí uma parte significativa dos caminhoneiros. Muitos deles achando que foi apulhalado pelas costas, que o diga Zé Trovão.

A pergunta que não pode deixar de finalizar o comentário de hoje : O bolsonarismo terá coragem de convocar um novo ato em defesa do presidente de plantão?

O representante-mor da “nova” política deixou o bolsonarismo órfão, a ver navios, decepcionado com seu líder. 


Marco Wense é Analista Político

*A análise do colunista não reflete, necessariamente, a opinião de Pauta.blog.br
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O pedido de pavimentação e requalificação a paralelos da rua São Mateus, alto do Coqueiro, em Ilhéus, feito pelo presidente da Casa, Jerbson Moraes (PSD), foi aprovado ontem pela Câmara Municipal de Ilhéus.

De acordo com o parlamentar, no local transita um grande fluxo de pessoas e veículos e, atualmente, a rua São Mateus encontra-se intransitável, especialmente em decorrência das chuvas e do desgaste do tempo.

Este não é um pedido novo dos moradores da região. No requerimento aprovado ontem (8.setembro) ele lembra que as melhorias, agora solicitadas por ele, vêm sendo requisitadas há muito tempo pela população. Mas sem êxito.

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Presidente nega intenção de agredir Poderes, mas acusa Moraes

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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) recuou das declarações e por meio de uma nota oficial divulgada, nesta 5ª feira (9.setembro), disse que foram o “calor do momento”.

Bolsonaro também atribui a responsabilidade de muitas divergências à atuação do ministro do STF, Alexandre de Moraes, no inquérito das fake news.

No final da nota, Bolsonaro, definitivamente, ameniza a situação e muda o tom adotado nos últimos dias.

Leia a nota na íntegra:

No instante em que o país se encontra dividido entre instituições é meu dever, como Presidente da República, vir a público para dizer:

1. Nunca tive nenhuma intenção de agredir quaisquer dos Poderes. A harmonia entre eles não é vontade minha, mas determinação constitucional que todos, sem exceção, devem respeitar.

2. Sei que boa parte dessas divergências decorrem de conflitos de entendimento acerca das decisões adotadas pelo Ministro Alexandre de Moraes no âmbito do inquérito das fake news.

3. Mas na vida pública as pessoas que exercem o poder, não têm o direito de “esticar a corda”, a ponto de prejudicar a vida dos brasileiros e sua economia.

4. Por isso quero declarar que minhas palavras, por vezes contundentes, decorreram do calor do momento e dos embates que sempre visaram o bem comum.

5. Em que pesem suas qualidades como jurista e professor, existem naturais divergências em algumas decisões do Ministro Alexandre de Moraes.

6. Sendo assim, essas questões devem ser resolvidas por medidas judiciais que serão tomadas de forma a assegurar a observância dos direitos e garantias fundamentais previsto no Art 5º da Constituição Federal.

7. Reitero meu respeito pelas instituições da República, forças motoras que ajudam a governar o país.

8. Democracia é isso: Executivo, Legislativo e Judiciário trabalhando juntos em favor do povo e todos respeitando a Constituição.

9. Sempre estive disposto a manter diálogo permanente com os demais Poderes pela manutenção da harmonia e independência entre eles.

10. Finalmente, quero registrar e agradecer o extraordinário apoio do povo brasileiro, com quem alinho meus princípios e valores, e conduzo os destinos do nosso Brasil.

Deputado federal Alex Santana e do deputado estadual Samuel Júnior: decisão foi tomada depois que deputados participaram de atos no 7 de setembro

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O deputado federal e presidente do PDT Bahia, Félix Mendonça Junior, anunciou que foi iniciado o processo de expulsão do deputado federal Alex Santana e do deputado estadual Samuel Júnior do partido.

Segundo Félix, o motivo da expulsão foi “infidelidade partidária explicitada pela participação dos dois em atos, votações e postagens contrárias às decisões do partido”.

O anúncio de Mendonça diz que: “Além da expulsão, o PDT, por meio de sua Executiva Nacional, deve pedir o mandato dos dois deputados, que só foram eleitos pelo coeficiente eleitoral e, como tal, deveriam seguir as orientações pedetistas. Nós temos candidato a presidente e ele se chama Ciro Gomes”.

Os deputados, que são membros da Igreja Assembleia de Deus, participaram de atos ligados ao governo federal no feriado de 7 de setembro. As atitudes, é claro, desagradaram a presidência do PDT e não condizem com a postura adotada pelo partido desde o início, que é de oposição.

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Caso fusão se concretize, os dois partidos serão o maior do país com 81 deputados e 6 senadores

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O Democratas (DEM) e o Partido Social Liberal (PSL) podem anunciar a fusão entre os dois partidos no próximo dia 21. A fusão entre as siglas pode resultar no maior partido do país com 81 parlamentares e 6 senadores.

O novo nome do partido ainda não foi definido, mas o número da sigla deve permanecer 25, que é do DEM, e a presidência deve ficar com algum nome ligado ao PSL. A estratégia é vista como uma tentativa de ganhar fôlego nas eleições do próximo ano e, claro, aumentar ainda mais a influência nos estados.

Atualmente, o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, é o presidente nacional do DEM. Já Luciano Bivar, deputado federal pelo PSL, é o representante da sigla no país.

Legenda: Criador da PEC acredita que medida diminuiria polarização na política

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Na próxima semana, um grupo de senadores vai apresentar uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) para que as eleições presidenciais de 2022 tenham 3 candidatos disputando o 2º turno, caso ele ocorra.

A ideia é do senador Marcelo Castro (MDB) do Piauí, mas foi aceita por parte da bancada do Podemos. O senador informou ao site Antagonista que a intenção da PEC é diluir a polarização política do país: “Eu acredito que muitas pessoas optam por votar no Lula não porque seja lulista, mas porque é tão anti-bolsonarista que vê no Lula a pessoa capaz de derrotar Bolsonaro, e vice-versa. Com três candidatos em um segundo turno, a chance de outros nomes aumentaria’’.

O senador também disse que considera a ideia muito interessante para a construção de uma chamada terceira via, pois haveria chance grande de não termos uma eleição polarizada. Com informações do Antagonista.

Senador anunciou medida horas depois das declarações feitas pelo Presidente

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O senador e líder da oposição, Randolfe Rodrigues (Rede), protocolou uma notícia-crime no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta 4ª feira (8.setembro) contra as declarações do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) durante as manifestações do feriado de 7 de Setembro.

Na notícia-crime, o senador solicita que seja aberto um inquérito contra o Chefe do Executivo “por sua grave ameaça ao livre funcionamento do Judiciário e pelo uso de recursos públicos para financiar atos antidemocráticos”.

Horas depois das declarações do presidente, Randolfe falou postou a seguinte mensagem nas redes sociais: “Acabo de ingressar com notícia-crime no STF para que o presidente da República, Jair Bolsonaro, seja investigado pelos seguintes crimes: atentado contra a Ordem Constitucional, o Estado Democrático de Direito e a separação dos poderes, conforme prevê a Constituição Federal”.

Lira se pronunciou pela primeira vez sobre atitudes de Bolsonaro no 7 de setembro

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Na manhã desta 4ª feira (8.setembro), o deputado federal e presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP), discursou e comentou sobre as falas do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) durante o 7 de setembro. No entanto, o político não falou sobre a possibilidade de abertura de um processo de impeachment contra o Chefe do Executivo.

Lira pediu que os conflitos entres os Poderes acabem: “É hora de dar um basta a essa escalada em um infinito looping negativo. Na discórdia, todos perdem”. Além disso, deixou claro que as portas da Câmara continuam abertas ao diálogo e que a Constituição jamais será deixada de lado.

Apesar das críticas ao presidente Bolsonaro, Lira criticou decisões do STF (Supremo Tribunal Federal) contra políticos aliados ao Chefe do Executivo e elogiou todos os brasileiros que foram às ruas de modo pacífico no 7 de setembro.

Zé Eduardo e o prefeito Bruno Reis (DEM)

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O apresentador Zé Eduardo disse que o prefeito de Salvador, Bruno Reis (DEM), é o “prefeito mais perdido do país”. A declaração foi ontem, 3ª feira (7.setembro), pela suas redes sociais.

Zé Eduardo que também é radialista detonou o prefeito por causa das cenas de aglomeração registradas na praia do Porto da Barra.

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