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Barroso disse que é preciso ter controle sobre conteúdos que desinformam e representam perigos à sociedade

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Nesta 3ª feira (26.outubro), durante a abertura do Seminário Internacional sobre Desinformações e Eleições, o presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Luís Roberto Barroso, voltou a falar sobre a importância da regulamentação de plataformas digitais como forma de combater desinformações que comprometem a democracia e disseminam mentiras.

Quando o ministro cita ‘desinformações’, ele se refere às famosas e temidas fake news, responsáveis por acarretar inúmeros problemas para quem é vítima, mas também para quem se deixa levar por notícias inverídicas. De acordo com Barroso, elas representam um risco à sociedade: “É preciso ter algum tipo de controle de comportamentos, conteúdos ilícitos e da desinformação que ofereça perigos para valores caros da sociedade como a saúde e a democracia”.

O ministro também citou o ocorrido na última semana quando o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) usou uma live para falar que dados apontam que pessoas vacinadas estão desenvolvendo a Síndrome da Imunodeficiência Humana (Aids) com mais facilidade. A informação, rapidamente, foi rebatida por profissionais de saúde e plataformas como Facebook, Instagram e Youtube retiraram o conteúdo do ar por analisar que as declarações do Chefe do Executivo não tinham fundamento científico.

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Relatora da CPMI das Fake News, a deputada federal Lídice da Mata (PSB) disse ontem (24.outubro), que o presidente Jair Bolsonaro não possui nenhuma credibilidade para falar sobre vacinas.

“Os brasileiros confiam na vacinação! Quem não vacinou o seu filho contra o sarampo, contra a paralisia infantil e tantas outras doenças que as nossas crianças deixaram de ter? Agora 50% dos brasileiros se vacinaram com a segunda dose e estão completamente imunizados”, declarou a parlamentar.

Lídide comentou as recentes declarações feitas por Bolsonaro ao dizer que pessoas que tomaram as duas doses do imunizante contra o coronavírus, no Reino Unido, estariam contraindo a Aids. “Não vamos cair neste papo bobo do presidente de querer agora dizer que vacina dá Aids, assim como antes ele também disse que quem se vacinasse viraria jacaré! Nós não vamos deixar nos enganar! É preciso seguir com o esforço de vacinar toda população do Brasil e vencer o coronavírus”, argumentou.

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A vida por trás dos sorrisos nas redes sociais, especialmente quando trabalhamos nelas e com elas, tem perrengues que quase ninguém vê. Há exatamente um mês um acidente doméstico virou a minha vida pelo avesso, por exemplo. Uma queda, sensação de deslocamento do ombro, o braço e mão soltos, raio-x e o tão temido diagnóstico: fratura! Não muito pequena! A dias da inauguração da minha casa de eventos, o Casarão Cola Na Manu!

Um profissional sugeriu que não operasse no desespero, lembrando que estava em jogo a minha mão direita, força e principalmente escrita. “Como assim?! Eu sou escritora!”, foi a única coisa que passava na minha mente. Quando essa euforia de eventos passar, me vejo escrevendo mais livros, sonho escrever algo que vire filme ou novela, e só chorei pensando nisso. “Está sentindo muita dor?”, perguntavam. Mas o choro era da dor na alma, pensando no futuro. A dor física se fez minha amiga, quando entendi que dependia da minha mente ser forte ou não!

Passei por um turbilhão e hoje nem sei como. Sei que Simon Cavalcante, fisioterapeuta, foi uma luz com todas as suas orientações. Lembro da sensação de desmaio após o diagnóstico no hospital. Lembro da minha família ao meu redor dizendo que eu precisava reagir, e foi quando liguei para Dr. Eric Júnior e escutei “Deixe que eu resolvo tudo da cirurgia e do Plansul”, meu plano de saúde, e assim aconteceu! E eu só pedia a Deus que o médico sugerido por todos, mas que eu não conhecia até então, me desse a segurança que precisava para ficar bem, porque estudei comportamento humano e reconheço gente insegura a quilômetros de distância. (Tá aí um arrependimento na vida, inclusive!) Mas Dr. Alexandre Bulhões, especialista na área, me passou total segurança, a que eu precisava. “Isso é com ele!”, pensava. E segui! Sofri o que jamais conseguirei descrever, mas inaugurei o Casarão, com apoio de Marama, e três dias depois me internei.

Oi, Deus, sou eu de novo! Chegando na vida agora, mais uma vez. Não lembro de muita coisa, apenas que foram 30 dias dormindo sentada e acordando com câimbras; que fui muitíssimo bem tratada no hospital e que todos falavam do show de Harmonia; que não consegui deitar na maca do centro cirúrgico, tamanha dor; que fiz um pequeno escândalo lá dentro pedindo que chamassem logo o meu médico e todos riam afirmando que todos eles eram médicos também, até ele entrar e aí apaguei; Mas lembro da selfie na manhã seguinte, que tirei após banho e batom, o que me rendeu muitas risadas com amigos e familiares no WhatsApp. “A mulher acabou de sair de uma cirurgia e tá toda maquiada!”. São coisas assim que distraem a mente e não nos permite surtar com tudo o que está passando! Hoje, usando as duas mãos, escrevo este primeiro artigo emocionada. A reabilitação segue me causando inúmeros sentimentos, mas o principal deles é de profunda gratidão pelo renascimento. Senti a sua presença o tempo todo, mesmo ainda tendo um longo caminho de tratamento pela frente! Obrigada por tudo! Obrigada por TANTO!


Manu Berbert é publicitária e e empresária

Blog: www.manuelaberbert.com.br / Instagram: @manuelaberbert

*A análise do colunista não reflete, necessariamente, a opinião de Pauta.blog.br

Rodrigo Pacheco, Angelo Coronel, o prefeito de Rio, Eduardo Paes e Gilberto Kassab, presidente nacional do partido

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O advogado Rodrigo Pacheco, atual presidente do Senado Federal, é a mais nova aposta do PSD (Partido Social Democrático). “Comunico que, nesta data, tomei a decisão de me filiar ao PSD, a convite de seu presidente”, disse Pacheco.

Com a filiação, o PSD passa a contar com os três senadores que representam Minas Gerais: Antônio Anastasia, Carlos Viana e Pacheco. No Senado Federal, o PSD passa a ter 12 senadores, a segunda maior bancada da Casa.

O senador da Bahia, Angelo Coronel, esteve no evento e declarou: “Temos certeza de que o ingresso de Pacheco na família PSD representa a consolidação de uma terceira via forte para a disputa em 2022”.

O evento de oficialização da pré-candidatura de Rodrigo Pacheco foi manhã deste sábado (23.outubro), no Rio de Janeiro.

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José Oduque, Pancadinha, PT de Itabuna, Augusto Castro, Câmara de Itabuna, Augustão, DEM-e-PSL de Itabuna, Capitão Azevedo e Charliane Sousa, Dr. Mangabeira, Isaquias Queiroz

Entre as acusações, presidente foi acusado de ter cometido crimes contra a humanidade

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O presidente Jair Bolsonaro foi acusado de ter cometido, ao menos, dez crimes durante a pandemia da Covid-19. As acusações constam no relatório final da CPI que apura a atuação do Governo Federal desde o início da crise sanitária. O relator da comissão, senador Renan Calheiros (MDB), leu o relatório nessa quarta-feira.

Entre as acusações, os senadores entenderam que o Chefe do Executivo cometeu crimes contra a humanidade. Segundo Calheiros, Bolsonaro teria agido contra o Tratado de Roma nos casos do colapso do oxigênio em Manaus, nas investigações envolvendo a operadora Prevent Senior e nas apurações de crimes contra povos indígenas.

No mesmo relatório, feito ao longo dos últimos 6 meses, há indicações de que o presidente teria cometido infrações previstas no Código Penal e violado a lei que estipula os crimes de responsabilidade do presidente da República.

O relatório será votado pela CPI na próxima semana e, logo depois, será encaminhado ao Ministério Público Federal.

Sobre 2022, Lula defende uma campanha limpa e que aumente o nível de consciência política da sociedade

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O ex-presidente Lula (PT) defendeu que o Governo Federal dê um auxílio emergencial no valor de R$ 600 para a população humilde porque, segundo o petista, o povo merece. Lula também falou sobre a falta de governabilidade no Brasil e sobre a conduta de Bolsonaro (sem partido) que, segundo ele, é inaceitável.

De acordo com o ex-presidente, o anúncio da prorrogação do auxílio é válida, mas o valor precisa aumentar: “Bolsonaro está governando mal ou nem está governando. Então, o povo vai decidir. Eu tô vendo agora o Bolsonaro dizendo que vai dar um auxílio emergencial de R$ 400 que vai durar até o final do ano que vem, mas tem muita gente dizendo que não pode aceitar porque é um auxílio emergencial eleitoral. Eu não penso assim. Faz mais de 5 meses que o PT pediu um auxílio emergencial de R$ 600. O que nós queremos é que Bolsonaro dê um auxílio emergencial de R$ 600”.

Sobre a postura de Bolsonaro, Lula afirmou que o presidente costuma mentir muito sobre a situação do Brasil: “O Bolsonaro mente 5 vezes por dia. Mais do que o Trump ou, às vezes, igualado o Trump quando mentia também”.

Questionado sobre as eleições de 2022, o petista taxou que o objetivo do partido é fazer uma campanha baseada na verdades: “Não vamos fazer uma campanha mentirosa. Não vamos fazer uma campanha baseada na fake news. Nós não vamos fazer uma campanha com base no ódio. Nós vamos fazer uma campanha da perspectiva de fazer com que aumente o nível de consciência política da sociedade brasileira”.

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Ministro disse que novo programa social vai abranger quase 17 milhões de brasileiros

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Nesta 4ª feira (20.outubro), o ministro João Roma (Republicanos), da Cidadania, afirmou que o pagamento do Auxílio Brasil será feito a partir do mês de novembro. Segundo Roma, o programa permanente terá um reajuste de 20%.

O ministro também comentou sobre as especulações de que o auxílio seja um benefício de cunho eleitoral: “O Auxílio Brasil nada tem de eleitoreiro e, sim, transformador, que visa emancipar o cidadão. Vai chegar mais fortalecido a esse público e ampliar, uma vez que, até dezembro, vamos zerar a fila”.

Roma também assegurou que o novo benefício vai abranger mais brasileiros porque, atualmente, o Bolsa Família atende a 14,6 milhões de pessoas e o novo programa social vai chegar a quase 17 milhões de brasileiros.

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Irregularidades na Secretaria Municipal de Saúde motivaram pedido de afastamento

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Emanuel Pinheiro (MDB), prefeito de Cuiabá, foi afastado do cargo depois que denúncias da Procuradoria-Geral de Justiça apontaram improbidade administrativa e ilegalidades na Secretaria Municipal de Saúde. Isso inclui a contratação irregular de servidores temporários para atuarem na pasta.

A operação denominada de Capistrum foi deflagrada hoje 3ª feira (19.outubro) e cumpriu mandados de busca e apreensão e sequestro de bens contra o prefeito e a esposa dele, Márcia Aparecida Kuhn Pinheiro. Além do prefeito, foram alvos da operação a secretária-adjunta de Governo e Assuntos Estratégicos, Ivone de Souza, e o chefe de gabinete, Antônio Monreal Neto. Todos foram afastados das funções e o chefe de gabinete foi preso temporariamente.

Segundo o MPE (Ministério Público Estadual), as medidas foram solicitadas de forma cautelar e mais informações não foram divulgadas porque as investigações seguem em absoluto sigilo.

O prefeito divulgou uma nota oficial na qual diz ter sido surpreendido com a decisão que gerou o afastamento. O gestor também informou que pretende se manifestar posteriormente sobre o caso.

Brumado: Prefeito Eduardo Vasconcelos anuncia pedido de desfiliação do PSB

Privatização da empresa vai ser tema de reunião com equipe econômica

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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) declarou ontem (15.outubro), que sente vontade de privatizar a Petrobras. A declaração foi dada durante entrevista à Rádio Novas de Paz e ocorre em meio às polêmicas sobre as sucessivas altas de preços nos valores dos combustíveis.

De acordo com Bolsonaro, o assunto pode ser pauta de uma reunião com a equipe econômica: “Eu já tenho vontade de privatizar a Petrobras. Vou ver com a equipe econômica o que a gente pode fazer porque, o que acontece? Eu não posso, não é controlar, não posso melhor direcionar o preço do combustível, mas quando aumenta, a culpa é minha. Aumenta o gás de cozinha, a culpa é minha, apesar de ter zerado o imposto federal”.

Nesta semana, o ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu que o governo possa vender ações da petroleira estatal em momento de valorização dos papéis para distribuir parte dos ganhos à população mais vulnerável.

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6 ministros votaram a favor da inelegibilidade de Pezão e apenas 1 votou contra

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O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) decidiu manter a inelegibilidade do ex-governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, até o próximo ano. Ao todo, seis ministros votaram para manter a condenação e uma ministra votou pela absolvição do político.

O ex-governador tem recorrido desde o ano de 2014 da decisão que o acusou de usar a estrutura política para tentar se reeleger. Na época, a Corte entendeu que ele concedeu benefícios financeiros a empresas em troca de doações eleitorais para a campanha da reeleição.

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