Manuela e Gesly tomarão posse nesta 5ª feira em Itabuna com a presença de ACM Neto

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As empresárias Manuela Berbert e Gesly Camboim serão as presidente e vice-presidente do DEM Mulher em Itabuna. Elas foram convidadas pelo vice-prefeito de Itabuna, Enderson Guinho. A iniciativa tem o objetivo de formatar um grupo político feminino com foco na discussão de políticas públicas para mulheres, além de incluí-las em discussões sobre o cenário político nacional.

Manuela, que também é publicitária, afirma que a iniciativa vai além de um partido político: “Tomaremos posse e, na sequência, marcaremos o primeiro evento para apresentar o projeto a todas as mulheres da cidade e região. Começa agora uma nova história feminina por aqui!”.

O Pauta Blog conversou com Guinho, que informou sobre a importância da participação de mulheres na política atual: “Hoje, a presença das mulheres no meio político é algo que deve ser defendido por todos. Sabendo dessa importância, escolhi mulheres que se destacam em nossa cidade. Geisly é uma empresária consolidada e Manu, além de jornalista, é empresária e tem se destacado em tudo que se dispõe a participar. Com as duas, acredito que outras mulheres se sentirão motivadas a participarem do nosso partido, contribuindo com as discussões em torno das políticas públicas para as mulheres!”.

A cerimônia de posse está marcada para esta 5ª feira (16.setembro), às 19h30 na Terceira Via Hall. Contará com o presidente nacional do DEM, ACM Neto, onde haverá a posse da Comissão Provisória do DEM de Itabuna também.

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Recebi, com surpresa, uma mensagem do então Presidente da OAB de Itabuna, Edmilton Carneiro, pedindo um apoio para o protagonismo feminino em uma das maiores instituições democráticas do país. Na mensagem, ele me dizia que a Ordem dos Advogados da Bahia, em 90 anos, jamais teria elegido uma mulher. No mesmo cenário, a Ordem dos Advogados de Itabuna, que tem 60 anos, também não. Estou na torcida!

A primeira-dama de Itabuna, que hoje assina o sobrenome do esposo, Andréa Castro, está em ritmo acelerado de pré-campanha para a Assembleia Legislativa do Estado da Bahia. Segundo especulações, teria visitado Vitória da Conquista no final-de-semana. Viria aí uma parceria com a retadíssima prefeita, Sheila Lemos?

A Secretária de Saúde do Município de Itabuna, Dra. Lívia Mendes, em entrevista que vai ao ar nesta quinta-feira, ao programa Debate Por Elass, apresentado por esta que vos escreve e Ellen Prince, falou sobre a ocupação de lugares e cargos pelas mulheres com muita tranquilidade, afirmando que já é algo que tem acontecido naturalmente. “Sabemos que várias lutas são válidas, mas muito já mudou”, citando que a mesma foi a primeira médica residente do Hospital de Base, há alguns anos, e a primeira Diretora-Médica do Hospital Calixto Midlej Filho (Santa Casa de Itabuna). A entrevista vale muito à pena!

Circula nos grupos de whatsapp uma entrevista de Fernando Gomes ao programa Frequência Política, apresentado por Binho Shalom e João Matheus Feitosa (que sempre falta estrategicamente, e nesse sábado faltou!). No áudio, o ex-prefeito brinca e dá risadas sobre a forma como teria conhecido Maria Alice, sua fiel escudeira por anos, mas que hoje mantém uma relação fria e distante. O poder sempre une, enquanto a derrota cria muros!


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Ontem fui surpreendida com a morte do publicitário Duda Mendonça. Apaixonada por gente e grandes histórias desde sempre, lembrei dos tempos da faculdade, quando tinha acesso à internet apenas na biblioteca da Universidade Tiradentes, em Aracaju, e escrevia seu nome no Google quase todos os dias para me atualizar da sua vida profissional. Li seu livro, Casos & Coisas, presente do meu irmão Mucio, mais de dez vezes. Não dou, não empresto, e ainda o folheio sempre!

Duda Mendonça é um dos maiores nomes da comunicação do nosso país. Um cara que enxergava os sentimentos das pessoas e entendeu que a emoção era a alma da publicidade e da propaganda, inclusive política. Para muitos, um manipulador nato. Para outros, um cara inteligente e ponto. Para esta que vos escreve, uma mente rara, capaz de pensar por ele, por seus clientes e por toda uma nação. E a história do nosso país prova isso, porque ele, nos bastidores, fez parte de uma virada de chave nacional: a eleição de Lula, sindicalista e metalúrgico, pobre e tido por muitos como louco, após três tentativas frustradas, Presidente do Brasil!

Ele surpreendeu amigos, família e o mercado publicitário quando assumiu a campanha de Luís Inácio Lula da Silva. “Meu coração é povão”, assumiu em um tempo extremamente engessado, aristocrata, quando a internet ainda não tinha proporcionado a democratização das ideias. “Ele bateu na trave três vezes e voltou porque sua figura não conversava com o empresariado”, explicou em uma palestra. Palpitou e mudou a forma dele se vestir, estudou os trejeitos que o descaracterizavam como autoridade, e ajudou a escrever os maiores e melhores discursos do início da sua carreira. Bingo: Lula presidente e reconhecido internacionalmente como grande liderança!

Duda foi o primeiro publicitário a fazer uma campanha política usando um coração, salvo engano com Mário Kertész candidato a prefeito de Salvador, e isso representa mais do que a simples figura estampada nos outdoors. Ele implementou sentimento aos vídeos e jingles, narrando sentimentos. De tudo, e ele fez muita coisa, guardarei para sempre a mensagem pessoal que deixou, nas entrelinhas da sua trajetória: não há troféu, dinheiro ou reconhecimento que compense a satisfação de atuar profissionalmente por e com PAIXÃO!


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Começo esta coluna com um pedido simples: Abram alas para elas passarem! Rebeca Andrade, Rayssa Leal, Simone Biles, Rosamaria, Ana Marcela Cunha, Bia Ferreira e demais timaços! Elas, as mulheres que dominaram os nossos olhares nas Olimpíadas de Tóquio! E eu jamais faria uma lista apenas de brasileiras quando a norte-americana Simone Biles, apontada por especialistas como uma das atletas mais promissoras para a competição, teve uma atitude histórica: deixou de lado três finais para priorizar sua saúde mental.

Sua atitude me fez lembrar da professora e pesquisadora da Universidade de Houston, autora de quatro best-sellers do The New York Times, Brené Brown. Estudiosa do comportamento humano há mais de vinte anos, ela escreve sobre a coragem, a vulnerabilidade, a vergonha e a empatia. “Fique na sua integridade, independentemente da situação”, disse em conferência histórica no Dia Internacional da Mulher. E nós, mulheres, sabemos quão árduo tem sido caminhar até aqui.

Durante as Olimpíadas tivemos ainda outra grande lição feminina de resistência, e eu nem estou falando de modalidade esportiva. A comentarista Karen Jonz, integrante da equipe do SporTV e tetracampeã mundial de skate, quando entrevistada por Ivan Moré, ao escutar que era conhecida por ser casada com Lucas, vocalista da banda Fresno, se posicionou ao vivo: “Não sou conhecida por ser casada com o Lucas. Sou conhecida porque sou tetracampeã mundial e primeira mulher a vencer o X Games”.

Vencer sendo mulher ainda é luta diária! Manter-se feminina e usar a própria voz para ocupar lugares ainda é desgastante! No Brasil, somente 13% dos cargos eletivos (políticos) são de mulheres. Para alguns, a presença feminina ainda é vislumbrada como possível companhia, apenas. Aliada muda, ou cota politicamente correta. De fachada. É preciso que se fale sobre tudo isso abertamente. Estamos aqui para aprendermos, juntos!


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Estava refletindo sobre a velocidade das redes sociais e da notícia, a quantidade de fake news gerada incessantemente e tentando, no meio dessa atribulação mental toda, esquematizar a linha de trabalho da equipe de comunicação que está me acompanhando em uma nova fase à qual estou embarcando. É que é tudo tão rasteiro que se a gente não se percebe, embarca em um efeito dominó de sentimentos dúbios e chega lá no final do dia exaurido, se perguntando. “Eu tive um dia ruim por qual razão, mesmo?”, sem se dar conta que foi lá naquele Bom Dia lotado de desaforos morais e políticos na palma das mãos.

Sei lá se estou certa ou errada, mas quero falar do que é bom! Mostrar o que vale à pena da vida e da Bahia! Perpetuar no espaço o que vale o nosso tempo de verdade! “Talvez seja a hora de tirar de cena os textos mais pessoais, que me afastam da Manu jornalista e me conectam diretamente com uma mulher mais sensível que nem sempre gosto de mostrar ao mundo”, pensei, naquela caminhadinha matinal marota no país Itabuna, ao redor do Rio Cachoeira. Mas sei lá, numa pandemia, onde nada faz muito sentido, tudo anda fazendo mais sentido ainda.

Cheguei em casa, abri as redes sociais e me deparei com uma pessoa contando que Nando Reis teria escrito a música Resposta após o termino de seu relacionamento com Marisa Monte, meio inconformado com o fim do romance e das suas ligações profissionais. Eles eram, além de namorados, parceiros musicais, e Nando enviava suas letras para que ela desse sempre uma olhadinha. Várias partes da canção fazem menção à artista e ao que viveram, como a citação de “Ainda Lembro”, que é um dos grandes sucessos de Marisa. Em Resposta, Nando escreveu “ainda lembro o que eu estava lendo / só pra saber o que você achou/ dos versos que eu fiz / e ainda espero resposta”. Ele queria um perdão. Ela nunca respondeu. E sei lá, hoje eu resolvi que iria falar de AMOR…


Manuela Berbert é publicitária e escreve no blog manuelaberbert.com.br

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Em tempos de rótulos e definições para tudo e todos, se tem uma frase que muita gente concorda é: não se explica fenômenos! Nem os produzidos pela natureza, nem os produzidos pela mente humana, como a paixão por celebridades etc. A gente até tenta decifrar, achar “a culpa” ou culpados, mas não passamos do campo das ideias e dos achismos. Sempre foi assim!

E é sustentando essa máxima que escrevo este texto, já que ninguém consegue explicar o que leva uma nação em peso a se apaixonar por uma determinada pessoa. No caso de Juliette em si, vencedora do BBB e recorde em engajamento nas redes sociais, vendas de produtos e rankings estrondosos em buscas por seu nome, nem ela mesma. “Por que?”, questionava. “Porque o Brasil te ama”, respondiam os apresentadores. E só isso!

Mas embora não se explique fenômenos, ouso escrever que o não fazer parte das cópias, nem vender a própria alma para fazer parte de um determinado grupo que sustenta o caráter. E ele chega antes da pessoa! Coisa para gente corajosa! Destemida! Forte! Ainda que custe lágrimas e uma boa dose de insanidade mental pelo caminho.

São tempos claros, onde ninguém mais se esconde nas esquinas. Uma hora ou outra, verdades vêm à tona. “Máscara pesa”, escutei um dia e nunca esqueci. E tem pesado na cara tanto de pessoas comuns quanto de artistas, políticos etc. Com o mundo real passando na palma das mãos de todos, através da tela do celular, quem é de verdade reconhece com muita sensatez quem é de mentira. E aí, nada produzido para agradar, vender ou convencer, ecoa mais! 


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