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Oliveira assume o lugar de Leonardo José Rolim Guimarães

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José Carlos Oliveira foi nomeado como novo presidente do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), pela Portaria 1.263 da Casa Civil. Oliveira estava ocupando o cargo de diretor de Benefícios desde maio deste ano e assume o lugar de Leonardo José Rolim Guimarães.

Rolim assumiu a presidência do INSS em janeiro de 2020 e assume, pela segunda vez, o cargo de secretário de Previdência no Ministério do Trabalho e Previdência.

Oliveira é servidor concursado e ingressou em julho de 1985 no INSS. Atuou como gerente executivo em Santo Amaro (atual GEX São Paulo-Sul), de 1998 a 2003, e como superintendente estadual do INSS em São Paulo de agosto de 2016 a maio de 2021.

José Carlos Oliveira é formado em Administração de Empresas pela Fundação Armando Álvares Penteado.

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O governador Rui Costa (PT), que está no sétimo ano à frente do Executivo baiano, é o político brasileiro mais popular da Bahia. A informação é da consultoria Atlas, que teve pesquisa divulgada, nesta 2ª feira (8.novembro), pelo jornal Valor Econômico. Líder em imagem positiva na Bahia, com 63%, Rui é seguido de perto pelo ex-presidente Lula, que marcou 60% nesse quesito.

Realizada entre 30 de outubro e 5 de novembro, a pesquisa provocou os eleitores baianos a responderem se tinham imagem positiva ou negativa das principais personalidades políticas do Brasil. O presidente Jair Bolsonaro é avaliado positivamente por apenas 17% dos baianos.

LULA LIDERA CORRIDA PRESIDENCIAL
A pesquisa divulgada pelo Valor Econômico também mostra a preferência dos baianos por Lula nas eleições presidenciais de 2022. O ex-presidente petista marca 63% das intenções de voto, mais que o triplo do desempenho do presidente Jair Bolsonaro, que atingiu 20%. O ex-ministro Ciro Gomes (PDT) tem 9% e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), marca apenas 1%.

No cenário em que o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), substitui João Doria, Lula também lidera com 62%, contra 20% de Bolsonaro, 9% de Ciro e 3% de Leite.

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Brizola Neto pretende se candidatar ao cargo de deputado estadual no próximo ano

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O ex-vereador do Rio de Janeiro, Leonel Brizola Neto, anunciou que saiu do PSOL para se filiar ao PT e, possivelmente, concorrer ao cargo de deputado estadual no próximo ano. A cerimônia foi realizada em São Paulo, onde Neto posou ao lado do ex-presidente Lula (PT) e outros dirigentes da sigla.

Nas redes sociais, o político afirmou acreditar que Lula pode mudar a realidade atual do país caso seja eleito presidente outra vez: “Não é possível aceitarmos a humilhação do povo brasileiro, que está passando fome. O único que tem condições de enfrentar o dragão da maldade é o Lula. Principalmente, retornar a sua imagem internacional que está prejudicada pelo atual governo”.

Leonel Brizola Neto convive com a política desde criança. Isso porque o avô dele, Leonel Brizola, foi o fundador do PDT e considerado um grande líder da esquerda. Inclusive, Neto relembrou que o avô esteve ao lado do ex-presidente Lula em vários momentos: “Nos momentos cruciais de nossa história, meu avô Leonel Brizola sempre esteve ao lado de Lula. A reconquista dos direitos trabalhistas, a defesa da soberania nacional e a luta contra o imperialismo exige a união das esquerdas”.

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Ministra do STF, Rosa Weber; Deputados afirmam que sessão burlou regimento por permitir que deputados licenciados votassem

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Nesta 6ª feira a ministra do STF (Supremo Tribunal Federal), Rosa Weber, foi escolhida como relatora da ação apresentada por deputados federais contra a votação da PEC dos Precatórios na Câmara dos Deputados.

A ação foi apresentada ontem (4.novembro) pelos deputados Alessandro Molon (PSB), Joice Hasselmann (PSDB), Fernanda Melchionna (PSOL), Kim Kataguiri (DEM), Marcelo Freixo (PSB) e Vanderlei Macris (PSDB).

No pedido, os deputados afirmam que a sessão burlou o regimento da Câmara ao permitir que deputados licenciados por viagens oficiais também votassem. Na madrugada do dia 4, a PEC dos Precatórios foi aprovada por 312 votos a 144 em primeiro turno. Agora, será votada pela segunda vez antes de ir para o Senado.

Mensagem foi interpretada como indireta para Sérgio Moro e Deltan Dallagnol, que deixaram carreira para ingressar na política

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Nesta 6ª feira (5.novembro), o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes, se pronunciou nas redes sociais e deu uma suposta indireta para o Procurador da República, Deltan Dallagnol, que pediu exoneração do Ministério Público Federal ontem (4.novembro) para entrar na política.

Segundo o Ministro, faz tempo que ele está alertando a todos sobre os meios de investigar escândalos no país: “Alerto há alguns anos para a politização da persecução penal. A seletividade, os métodos de investigações e vazamentos: tudo convergia para um propósito claro – e político, como hoje se revela. Demonizou-se o poder para apoderar-se dele. A receita estava pronta”.

Assim como o ex-juiz federal Sérgio Moro, Deltan atuou na linha de frente nas investigações da Lava Jato. Agora, vai deixar a carreira para tentar uma vaga na Câmara dos Deputados nas eleições de 2022.

 

Deltan deve se candidatar a algum cargo público nas eleições de 2022

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De acordo com informações divulgadas pelo Estadão, o procurador da República e ex-coordenador da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol, pediu exoneração do Ministério Público Federal nesta 5ª feira (4.novembro).

A renúncia acontece para que ele se dedique à política a partir de agora e, assim como o ex-juiz federal, Sérgio Moro, Deltan deve se candidatar a algum cargo público nas eleições de 2022.

Informações preliminares apontam que, o agora ex-procurador, deve tentar uma vaga na Câmara dos Deputados. O partido, no entanto, ainda está não foi confirmado, mas é possível que ele se filie ao Podemos.

Decisão de Ciro foi tomada após bancada do PDT votar a favor da PEC dos Precatórios

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Ciro Gomes, até então, era o nome indicado pelo PDT para concorrer às eleições presidenciais do próximo ano. No entanto, hoje (4.novembro), anunciou que a pré-candidatura está suspensa. A decisão foi anunciada pelo político com a justifica de que o partido estaria compactuando com as “farsas e erros bolsonaristas”.

Ontem (3 de novembro), o PDT foi decisivo para que a PEC dos precatórios fosse aprovada já que contribuiu com 15 votos favoráveis. Dos deputados que fazem parte da bancada, apenas 6 foram contrários à proposta de emenda que permite que o governo federal adie parte do pagamento dos precatórios devidos pela União em 2022.

No Twitter, Ciro justificou a decisão: “Há momentos em que a vida nos traz surpresas fortemente negativas e nos coloca graves desafios. É o que sinto, neste momento, ao deparar-me com a decisão de parte substantiva da bancada do PDT de apoiar a famigerada PEC dos Precatórios. A mim só me resta um caminho: deixar minha pré-candidatura em suspenso até que a bancada do meu partido reavalie sua posição. Temos um instrumento definitivo nas mãos, que é a votação em segundo turno, para reverter a decisão e voltarmos ao rumo certo”.

PEC ainda será votada em segundo turno pelos parlamentares antes de seguir para o Senado

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Na madrugada de hoje (4.novembro), a Câmara dos Deputados aprovou, por 312 votos a 144, o texto-base da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) dos Precatórios. Agora, a PEC será votada pelos parlamentares em segundo turno antes de ir para o Senado.

Precatórios são títulos que representam dívidas que o governo federal tem com pessoas físicas e empresas, provenientes de decisões judiciais definitivas. Quando a decisão judicial é definitiva, o precatório é emitido e passa a fazer parte da programação de pagamentos do governo federal.

O texto aprovado na Câmara traz duas mudanças principais: adiamento do pagamento de parte dos precatórios devidos pela União em 2022, o que vai gerar uma folga de R$ 44,6 bilhões, e mudança nas regras do teto de gastos.

📷 Foto de Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

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Paralisação estava prevista para última segunda-feira, mas não aconteceu

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Nesta 4ª feira (3.novembro), o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Ministro Luiz Fux, derrubou uma decisão que permitia que caminhoneiros grevistas bloqueassem trechos de estradas em algumas partes do Brasil. Agora, continuam valendo as 29 liminares que proíbem protestos dessa natureza em 20 estados brasileiros.

Uma paralisação dos caminhoneiros estava prevista para a última 2ª feira (1.novembro), mas não houve bloqueios em nenhum lugar. Entre as reivindicações da categoria, estão a redução do preço do diesel, cumprimento do piso mínimo do frete e o retorno da aposentadoria especial para a categoria.

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