Deltan deve se candidatar a algum cargo público nas eleições de 2022

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De acordo com informações divulgadas pelo Estadão, o procurador da República e ex-coordenador da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol, pediu exoneração do Ministério Público Federal nesta 5ª feira (4.novembro).

A renúncia acontece para que ele se dedique à política a partir de agora e, assim como o ex-juiz federal, Sérgio Moro, Deltan deve se candidatar a algum cargo público nas eleições de 2022.

Informações preliminares apontam que, o agora ex-procurador, deve tentar uma vaga na Câmara dos Deputados. O partido, no entanto, ainda está não foi confirmado, mas é possível que ele se filie ao Podemos.

Decisão de Ciro foi tomada após bancada do PDT votar a favor da PEC dos Precatórios

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Ciro Gomes, até então, era o nome indicado pelo PDT para concorrer às eleições presidenciais do próximo ano. No entanto, hoje (4.novembro), anunciou que a pré-candidatura está suspensa. A decisão foi anunciada pelo político com a justifica de que o partido estaria compactuando com as “farsas e erros bolsonaristas”.

Ontem (3 de novembro), o PDT foi decisivo para que a PEC dos precatórios fosse aprovada já que contribuiu com 15 votos favoráveis. Dos deputados que fazem parte da bancada, apenas 6 foram contrários à proposta de emenda que permite que o governo federal adie parte do pagamento dos precatórios devidos pela União em 2022.

No Twitter, Ciro justificou a decisão: “Há momentos em que a vida nos traz surpresas fortemente negativas e nos coloca graves desafios. É o que sinto, neste momento, ao deparar-me com a decisão de parte substantiva da bancada do PDT de apoiar a famigerada PEC dos Precatórios. A mim só me resta um caminho: deixar minha pré-candidatura em suspenso até que a bancada do meu partido reavalie sua posição. Temos um instrumento definitivo nas mãos, que é a votação em segundo turno, para reverter a decisão e voltarmos ao rumo certo”.

PEC ainda será votada em segundo turno pelos parlamentares antes de seguir para o Senado

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Na madrugada de hoje (4.novembro), a Câmara dos Deputados aprovou, por 312 votos a 144, o texto-base da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) dos Precatórios. Agora, a PEC será votada pelos parlamentares em segundo turno antes de ir para o Senado.

Precatórios são títulos que representam dívidas que o governo federal tem com pessoas físicas e empresas, provenientes de decisões judiciais definitivas. Quando a decisão judicial é definitiva, o precatório é emitido e passa a fazer parte da programação de pagamentos do governo federal.

O texto aprovado na Câmara traz duas mudanças principais: adiamento do pagamento de parte dos precatórios devidos pela União em 2022, o que vai gerar uma folga de R$ 44,6 bilhões, e mudança nas regras do teto de gastos.

📷 Foto de Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

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Paralisação estava prevista para última segunda-feira, mas não aconteceu

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Nesta 4ª feira (3.novembro), o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Ministro Luiz Fux, derrubou uma decisão que permitia que caminhoneiros grevistas bloqueassem trechos de estradas em algumas partes do Brasil. Agora, continuam valendo as 29 liminares que proíbem protestos dessa natureza em 20 estados brasileiros.

Uma paralisação dos caminhoneiros estava prevista para a última 2ª feira (1.novembro), mas não houve bloqueios em nenhum lugar. Entre as reivindicações da categoria, estão a redução do preço do diesel, cumprimento do piso mínimo do frete e o retorno da aposentadoria especial para a categoria.

Datena chegou a comentar que se candidataria à Presidência, mas pré-candidatura perdeu força e ele deve tentar vaga no Senado

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O apresentador de TV José Luiz Datena está de saída do PSL para se filiar ao PSD. A confirmação da filiação à nova legenda aconteceu no último fim de semana e Datena deve ser candidato ao Senado Federal nas eleições de 2022.

O PSD, inclusive, deve lançar o atual presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, como candidato à presidência da República no próximo ano. Anteriormente, foi comentado que Datena poderia ser candidato a presidente, mas a candidatura perdeu força com a divulgação das últimas pesquisas de intenção de voto e, agora, a intenção do apresentador é garantir uma vaga no Senado.

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Bolsonaro voltou a falar sobre benefícios da privatização da estatal

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Em entrevista a jornalistas hoje (1.novembro), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que está em viagem pela Itália, declarou que não é possível aceitar outro reajuste nos preços dos combustíveis, proposto pela Petrobras. Bolsonaro está na cidade italiana de Anguillara Veneta para receber um título honorário concedido pela prefeitura.

De acordo com o Chefe do Executivo, o reajuste afeta diretamente a inflação: “Petrobras já anuncia – sei extraoficialmente – novo reajuste daqui a uns 20 dias. Isso não pode acontecer. A gente não aguenta porque o preço do combustível está atrelado à inflação. E falou em inflação, perde poder aquisitivo. E a população não está com salário preservado durante os últimos anos”.

O presidente também voltou a falar sobre privatização da estatal: “O ideal, falei para Paulo Guedes, é partirmos para privatizar a Petrobras. Isso é o ideal, no meu entender, que deve acontecer. Agora, não é botar na prateleira hoje e vender amanhã. Esse processo vai durar mais de anos. Questão imediata é preço do combustível”.

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A que ponto chegamos! Semana passada o país parou para debater uma questão homofóbica, ou um beijo gay de um garoto-herói fictício, filho do Super-Homem. Isso mesmo, Clark Kent (eterno herói dos HQ/TV/Cinema) ganhou um filho bi-sexual (Jon Kent), da produtora DC Comics, e em um dos episódios ele beija um outro garoto. Essa cena em quadrinhos incomodou mais que uma cena real de famílias saqueando um carro de lixo para pegar osso bovino para se alimentar.

A que ponto chegou a nossa “raça humana” – que está mais preocupada com “pseudos padrões sociais” do que com a miséria e a fome de milhões de brasileiros?

Não consigo acreditar que um beijo gay (de um personagem fictício) tenha mais relevância e incomode (parte da nossa sociedade) mais que a miséria de milhões de brasileiros. É muita hipocrisia!

Vi inúmeros comentários nas redes sociais e alguns curiosos, mas o que me chamou mais atenção foi o aviso de um ‘homem hétero’, dizendo que tudo começa assim, com um simples beijo, até o hétero virar a casaca. O cara estava preocupado e dando a entender que esse tipo de cena pode influenciar na opção sexual da pessoa.

Juro que fiquei a me perguntar se aquele indivíduo preocupado com o beijo gay é mesmo ‘hétero’, pois eu sou hétero e não me vejo ‘ameaçado’ por um beijo gay, seja na TV, cinema, nos HQ ou ao vivo. Cada um é o que é e beija quem quer.

Precisamos parar de olhar a vida alheia e começar a prestar mais atenção aos nossos atos diários. Em pleno século 21 é inadmissível você achar que é melhor ou está do lado ‘certo da força’ por ser hétero. Desde quando o gênero te torna um ser humano melhor? Precisamos entender que o gênero é o que menos importa. 


Arnold Coelho
João 13:34

*A análise do colunista não reflete, necessariamente, a opinião de Pauta.blog.br

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O vereador Diego Espino (PSL), ontem (28.outubro), passou mal e caiu no Plenário durante a reunião, no momento em que discursava na tribuna em favor de pessoas transgêneros usarem nomes sociais. O fato ocorreu na Câmara de Divinópolis, em Minas Gerais.

Espino disse ser vítima de ‘fake news’, pois publicações afirmam que ele é a favor “ideologia de gênero”, expressão usada por grupos conservadores e não reconhecida no meio acadêmico.

“Eu passei mal por raiva e indignação. Estão distorcendo totalmente o projeto que apresentei!”, disse Espino, em suas redes sociais.

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Especialistas ouvidos pela comissão externa da Câmara dos Deputados que acompanha as ações de enfrentamento à Covid-19 defenderam a continuidade do uso de máscaras mesmo com o avanço da vacinação. O debate abordou a flexibilização da utilização da proteção facial em locais abertos e a adoção do passaporte sanitário em alguns cidades brasileiras.

A secretária extraordinária de enfrentamento à Covid-19 do Ministério da Saúde, Rosana Leite, lembrou que, apesar do recuo no número de casos com o aumento de doses aplicadas, só a imunização não consegue realizar o controle da transmissão do vírus, e o uso de máscara e o distanciamento precisam continuar existindo.

“Porque mais que tenhamos evoluído, que tenhamos segurança e que saibamos que a imunização vai ajudar a solucionar a pandemia, temos ainda de adotar outras medidas concomitantes”, apontou.

Diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Alex Machado alertou que não se pode confundir a necessidade de retomada de atividades coletivas com o fim da pandemia, sob o risco de que decisões erradas possam trazer consequências nocivas no futuro.

PARTICULARIDADES
O assessor técnico do Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass), Leonardo Vilela, afirmou que qualquer medida que for adotada para controle da Covid-19 não pode ser realizada nacionalmente porque as realidades em cada estado são diferentes. “Defendemos a autonomia dos gestores estaduais e municipais, claro com critérios baseados na ciência”, comentou.

Ele ressaltou que a flexibilização do uso de máscaras deve ser feita com muita cautela. “Nos Estados Unidos, de repente liberaram geral o uso da máscara para aqueles vacinados com segunda dose, e nós vimos um recrudescimento dos casos, das internações e dos óbitos. Isso obrigou as autoridades a recuarem, desobrigando a proteção facial apenas em ambientes abertos e sem aglomeração”, exemplificou.

Além da cassação do mandato, Delegado Francischini está inelegível até 2026

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Nesta quinta-feira (28 de outubro), o deputado estadual do Paraná pelo PSL, Fernando Francischini, mais conhecido como Delegado Francischini, teve o mandato cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A acusação é de que o parlamentar tenha disseminado notícias falsas sobre fraudes nas urnas eletrônicas durante as eleições de 2018.

Além da cassação do mandato, o TSE votou a favor da inelegibilidade de Francischini por oito anos contados a partir de 2018, ou seja, até 2026. O relator do processo, Ministro Luis Felipe Salomão, salientou que um vídeo feito pelo deputado na época chegou a ter 6 milhões de visualizações e induziu milhões de eleitores ao erro.

Após a decisão do TSE, o Delegado Francischini afirmou que vai recorrer da decisão e que pretende conseguir reverter a medida no Supremo Tribunal Federal (STF). 

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