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Em 2021, a gasolina já aumentou 62% e o gás de cozinha 48%

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Nesta 6ª feira, a Petrobras anunciou que a gasolina e o gás de cozinha vão ficar 7% mais caros a partir deste sábado (9.outubro). Os reajustes valem para as distribuidoras que, por sua vez, podem aplicar o reajuste para o consumidor final.

Neste ano, o preço da gasolina já subiu 62% e, no gás, o aumento já representa 48%. Agora, o litro da gasolina vendido nas refinarias passará de R$ 2,78 para R$ 2,98, um reajuste de 7,19%. No gás, o preço médio de venda subirá 7,22%, para R$ 50,15 no botijão de 13 quilos.

De acordo com o comunicado da estatal, esses ajustes são importantes para garantir que o mercado siga sendo suprido em bases econômicas e sem riscos de desabastecimento.

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Com forte defesa de parlamentares municipalistas, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 391/2017, que adiciona 1% no Fundo de Participação dos Municípios (FPM) no primeiro decêndio de setembro, foi aprovada em primeiro turno na Câmara dos Deputados. No total, 343 deputados votaram a favor e apenas seis foram contrários em sessão no dia 17 de dezembro. Para ir à sanção, o texto precisa de novo aval da Casa em segundo turno de votação.

A discussão da PEC ocorreu logo após avanços nas mudanças no Imposto sobre Serviços (ISS). O Projeto de Lei Complementar (PLP) 461/17 muda a arrecadação do tributo da cidade sede do prestador do serviço para o Município onde ele é efetivamente prestado. Aprovado pela Câmara, o PLP segue para o Senado.

Na abertura da discussão sobre a PEC do 1%, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, alertou os parlamentares sobre o posicionamento do governo federal, que alega não haver orçamento para iniciar o pagamento do adicional em 2020. Por isso, sugeriu que a votação ocorresse apenas em primeiro turno. Isso porque, de acordo com o texto da proposta, o acréscimo será escalonado: 0,25% no primeiro e no segundo ano, 0,5% no terceiro e 1% a partir do quarto ano.

FPM
O repasse adicional, semelhante ao que já ocorre em julho e dezembro, descentraliza recursos da União e traz um alívio aos cofres das prefeituras em um mês que, tradicionalmente, tem queda na arrecadação. Quando aprovado o adicional do FPM para setembro, os municípios poderão receber quase R$ 10 bilhões a mais quatro anos seguintes, com o escalonamento.

O FPM é composto de 22,5% da arrecadação do Imposto sobre Produto Industrializado (IPI) e do Imposto de Renda (IR) – repassados a cada decêndio e distribuídos de forma proporcional aos Entes municipais de acordo com tabela de faixas populacionais, os chamados coeficientes.

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Vetos do presidente serão analisados pelo Congresso Nacional

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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sancionou a criação do Programa de Proteção e Promoção da Saúde Menstrual, mas vetou a distribuição gratuita de absorventes, hoje (7.outubro).

Bolsonaro decidiu vetar o artigo que previa a oferta gratuita de absorventes higiênicos e outros cuidados básicos de saúde menstrual porque, de acordo com o governo, a iniciativa do legislador contraria o interesse público, uma vez que não há compatibilidade com a autonomia das redes e estabelecimentos de ensino e não indica fonte de custeio ou medida compensatória.

O presidente também vetou o item do projeto que determinava a inclusão de absorventes nas cestas básicas entregues no âmbito do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional.

Os vetos, agora, serão analisados pelos parlamentares em sessão do Congresso Nacional. Para a rejeição do veto, é necessária a maioria absoluta dos votos de deputados e senadores, ou seja, 257 votos e 41 votos, respectivamente.

O Programa de Proteção e Promoção da Saúde Menstrual oferece a garantia de cuidados básicos de saúde e desenvolve meios para a inclusão das mulheres em ações de proteção à saúde menstrual. Além disso, o poder público é obrigado a promover campanha informativa sobre a saúde menstrual.

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Por enquanto, foram 2 votos pela procedência e 1 pela improcedência

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Nessa quarta-feira (06 de outubro), o Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou a análise da Ação Direta de Inconstitucionalidade 5970, que questiona regras da legislação eleitoral sobre realização de eventos de arrecadação de recursos e proíbem showmícios durante campanhas eleitorais.

A ação foi ajuizada pelos partidos PSB, PSOL E PT. Por enquanto, foram dois votos pela parcial procedência para permitir apenas apresentações artísticas em eventos de arrecadação e um pela improcedência, mantendo a total proibição de apresentação de artistas para animar comícios e reuniões eleitorais. A análise segue nesta quinta-feira (07 de outubro).

O artigo 39 da Lei 9.504/1997 proíbe a realização de showmícios de artistas em campanhas eleitorais. No entanto, os partidos pedem que seja declarada a inconstitucionalidade da proibição quando essas apresentações forem gratuitas.

O segundo ponto em discussão é que as doações eleitorais poderão ser efetuadas por meio de promoção de eventos de arrecadação realizados diretamente pelo candidato ou pelo partido. O objetivo dos partidos é o reconhecimento de que a lei não proíbe a realização de eventos artísticos, inclusive shows musicais, nessas reuniões arrecadatórias de fundos.

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Cristiane Brasil desafiou decisão do partido nas redes sociais: "Quero ver"

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O PTB anunciou a expulsão de Cristiane Brasil, filha do ex-deputado e presidente do partido, Roberto Jefferson. Além de Cristiane, o blogueiro Oswaldo Eustáquio e o pastor Fadi Faraj também serão expulsos da legenda ontem (6.outubro).

Por meio de um comunicado, o PTB informou a expulsão e disse que dois deles responderão a um processo: “A Secretaria Jurídica do PTB informa que Cristiane Brasil, Fadi Faraj e Oswaldo Eustáquio serão expulsos da legenda. Além disso, Fadi Faraj e Oswaldo Eustáquio responderão por denunciação caluniosa após disseminação de fake news sobre o partido, em especial, contra a Vice-Presidente Graciela Nienov”.

O que se comenta nos bastidores da política é que existe um desgaste entre a atual vice-presidente do partido e a filha de Roberto Jefferson. Cristiane estaria tentando interferir nas decisões tomadas por Graciela e o clima estaria péssimo.

Nas redes sociais, Cristiane já deu a entender que duvida muito que a expulsão se concretize: “Quero ver”.

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A CPI da Pandemia aprovou nova convocação do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. O vice-presidente da CPI da Pandemia, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), mencionou reportagem que indica influência do Palácio do Planalto na retirada de pauta da reunião da Conitec a análise do uso da cloroquina para tratamento de Covid-19.

Trecho do parecer que seria votado na Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) foi lido na CPI por Randolfe. O texto indica a não utilização de cloroquina e de ivermectina no tratamento da covid-19.

O novo depoimento de Marcelo Queiroga ainda não tem data definida.

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Leitura do relatório será feita no dia 19 e votação acontecerá no dia 20

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O senador e relator da CPI da Pandemia que apura a conduta do governo federal durante a pandemia da Covid-19, Renan Calheiros (MDB), afirmou que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) será indiciado ao final do relatório.

Em entrevista coletiva, Renan afirmou, categoricamente, que Bolsonaro será responsabilizado: “Pode ser e com certeza será! Nós não vamos falar grosso na investigação e miar no relatório. Ele com certeza, será pelo que praticou”.

De acordo com o relator da CPI, Bolsonaro tem responsabilidade sobre os consequências negativas que atingiram o Brasil desde o início da pandemia em março de 2020. Calheiros também explicou por quais crimes o presidente pode responder: “Nós usaremos os tipos penais do crime comum, do crime de responsabilidade, do crime contra a vida, do crime contra humanidade e estamos avaliando com relação a indígenas a utilização do genocídio”.

No dia 19 de outubro, será realizada uma cerimônia para fazer a leitura do relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito. Após a leitura, a votação vai acontecer no dia 20 de outubro.

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"O governo tem criado obstáculos para a aprovação do projeto sobre regulamentação do mercado de carbono na Câmara dos Deputados", disse Jaques Wagner

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Diante do que considera paralisia do governo federal na regulamentação do mercado de carbono no Brasil e da falta de clareza na posição que o país vai apresentar na COP-26, o presidente da Comissão de Meio Ambiente do Senado (CMA), Jaques Wagner (PT), defendeu hoje (6.outubro) o protagonismo do Congresso Nacional no avanço da pauta ambiental. A COP-26 (Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas) acontece a partir 31 de outubro, em Glasgow, na Escócia.

“Estamos a menos de um mês do início da COP-26 e até agora é desconhecida a posição do Ministério do Meio Ambiente e do Ministério de Relações Exteriores levarão para a COP. Qualquer acordo assinado terá que ser referendado por esta Casa. Não pode ser feito à revelia da sociedade”, apontou Jaques Wagner.

MERCADO DE CARBONO
De acordo com o senador, notícias apontam que o governo federal pode colocar novamente o Brasil à margem do mundo por uma provável posição contrária a um consenso em torno da regulação do mercado internacional de carbono, uma das prioridades desta edição da COP. Segundo Jaques Wagner, alguns já falam na “exclusão do Brasil dos debates”.

📷 Roque de Sá/Agência Senado

Prefeito de Salvador, Bruno Reis, do DEM, agora União Brasil

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O prefeito de Salvador, Bruno Reis, avaliou nesta 4ª feira (6.outubro) que a criação do União Brasil, partido que nasce da fusão entre Democratas e PSL, fortalece a pré-candidatura do ex-prefeito da capital ACM Neto ao Governo da Bahia em 2022. Bruno participa em Brasília, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, da convenção conjunta que formaliza a criação da nova legenda, que terá a maior bancada federal do país.

“Fortalece muito a pré-candidatura do ex-prefeito ACM Neto, por conta do grande tempo de televisão e da estrutura partidária que esse partido tem, somado a um desejo de deputados estaduais e federais, de pré-candidatos, ex-deputados, candidatos a deputado se filiarem ao partido. Todo esse conjunto sem sombra de dúvidas irá ajudar a fortalecer ainda mais a candidatura de ACM Neto ao Governo da Bahia”, disse o prefeito da capital.

Bruno ressaltou que o União Brasil já nasce como o maior partido do país, que pode apresentar uma alternativa, uma pré-candidatura a presidente da República. “Partido que a gente já começa a perceber, nas conversas com as lideranças, os pré-candidatos a deputado estadual e deputado federal, o desejo de se filiar. Eu tenho certeza que hoje o partido, que já é o maior do Brasil, principalmente a partir de outubro do ano que vem, o União Brasil será sem sombra de dúvidas um partido com número expressivo de lideranças em nosso país”, afirmou.

Antes da convenção conjunta, Democratas e PSL realizam encontros para deliberar sobre a fusão entre as duas siglas. O evento reúne lideranças de todo o país de ambas as agremiações.

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Presidente avalia que haverá redução imediata de 8% no preço da gasolina, 7% no do álcool e 3,7% no do óleo diesel, se a proposta for aprovada // Foto de J. Batista

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O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP), disse que deve votar na 4ª feira da próxima semana a proposta que altera a cobrança do ICMS dos combustíveis, com o objetivo de baixar os preços.

Segundo ele, um texto será apresentado ainda esta semana para ser discutido e votado. De acordo com o presidente da Câmara, o valor do imposto seria calculado a partir da variação do preço dos combustíveis nos dois anos anteriores. O presidente avalia que haveria uma redução imediata de 8% no preço da gasolina, 7% no do álcool e 3,7% no do óleo diesel. Lira explicou que a proposta vai alterar a Lei Kandir e não vai mexer na autonomia dos estados.

O ICMS sobre os combustíveis é cobrado considerando uma alíquota — que varia por estado — sobre o preço do produto. Para definir esse preço, atualmente, os estados fazem uma pesquisa quinzenal nos postos.

Lira reconheceu que o preço dos combustíveis sofre reajuste devido às alterações do petróleo e do dólar, mas disse que o ICMS representa 70% do preço da gasolina na refinaria, pois viria em cima de toda a cadeia produtiva, e, por isso, a necessidade de alteração na cobrança do imposto por parte dos estados.

O presidente afirmou que os estados podem, sim, perder um pouco da arrecadação, mas ele acredita que os entes podem suportar esse ajuste nas contas em razão do momento de alta constante do preço dos combustíveis.

Em relação à criação de um fundo para garantir mais estabilidade na variação de preços dos combustíveis, Lira afirmou que ainda não há nenhuma proposta concreta. Segundo ele, o governo deve apresentar um texto em breve, pois ainda há dúvidas na equipe econômica sobre a confecção do fundo, suas fontes de abastecimento e sua regulação.

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