Segundo o petista, o processo ainda não foi encerrado e está sendo tratado diretamente pelo senador e líder do PSD baiano, Otto Alencar

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Em entrevista na manhã desta segunda-feira (2.fevereiro), o governador Jerônimo Rodrigues (PT) comentou os recentes acontecimentos envolvendo a polêmica do senador Angelo Coronel (PSD), que ameaça deixar o partido e a base para concorrer a senador na chapa de ACM Neto (UB). Segundo o petista, o processo ainda não foi encerrado e está sendo tratado diretamente pelo senador e líder do PSD baiano, Otto Alencar.

Parece que a ficha de Jerô ainda não caiu! O próprio Angelo Coronel já deu diversas declarações de que não pretende continuar onde não é aceito e Otto também parece ter jogado a toalha ao admitir a impossibilidade de acatar as sugestões apresentadas por Gilberto Kassab, líder nacional da sigla.

Rui Costa encerra o assunto e oficializa a rifada de Angelo Coronel

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O ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa (PT), deixou as sutilezas de lado e mostrou, sem rodeios, quem está no controle do jogo. Em entrevista concedida em Maracás à TV Pirôpo, Rui confirmou os nomes escolhidos para disputar as Eleições de outubro. O ex-governador da Bahia será candidato ao Senado, Jaques Wagner (PT) disputará a reeleição ao mesmo cargo e Jerônimo Rodrigues (PT) também buscará ser reeleito para o Palácio de Ondina. A escalação pública e direta soou como ordem.

A chapa majoritária desenhada por Rui ajuda a entender a hierarquia interna do PT baiano. Jaques Wagner aparece no papel de escudeiro histórico enquanto Jerônimo Rodrigues surge como coadjuvante disciplinado, aquele que balança a cabeça, concorda e executa. O comando, sem dúvida, está nas mãos de Rui, que manda e desmanda sem precisar pedir licença.

Até então, o processo de fritura do senador Angelo Coronel (PSD) vinha acontecendo em banho-maria. Jaques Wagner chegou a convidá-lo para ser suplente em uma tentativa elegante de empurrá-lo para fora do centro do palco. Não funcionou. Coronel resistiu. Foi quando Rui Costa entrou em campo e decidiu encerrar o assunto.

Rui aplicou o que, no popular, se chama de dose homeopática, mas sem ironia. Nada de tratamento suave. A medicação foi forte e em dosagem elevada. O recado foi simples, direto e escancarado: Tchau, Coronel! O ministro oficializou a rifada do senador da chapa majoritária sem cerimônia.

Já o governador Jerônimo ainda tentou sustentar a narrativa de que o controle da montagem da chapa estaria sob sua responsabilidade. A entrevista de Rui, no entanto, desmontou essa versão em segundos. O cacique mostrou quem manda. Jerônimo, mais uma vez, limitou-se a concordar.

O PSD de Otto Alencar foi limado do projeto majoritário e, até agora, Otto assiste a tudo de braços cruzados. O máximo que fez foi oferecer a legenda para que Coronel dispute o Senado de forma avulsa, mas vem deixando a desejar quando o assunto é dar cobertura política a Coronel. O problema é que, no futuro, a mesma fórmula pode ser administrada diretamente no PSD.

A ganância petista não tem limites; enquanto isso, Otto Alencar segue inerte.

📷 Foto montagem com imagens Rui Costa, Jerônimo Rodrigues e Jaques Wagner/Divulgação; de Otto Alencar/Marcos Oliveira/Agência Senado; de Angelo Coronel/Waldemir Barreto/Agência Senado

Declaração foi dada ao jornalista Marcos Frahm e expõe desenho planejado há meses pelo PT

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O ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa (PT), disse ao jornalista Marcos Frahm, em Maracás, que será candidato ao Senado e confirmou que Jerônimo Rodrigues (PT) disputará a reeleição ao governo da Bahia. Com Jaques Wagner (PT) já anunciado na corrida pela recondução ao Senado, o petista fica completo e sem espaço para dúvidas.

Na prática, sobra pouco ou quase nada para Ângelo Coronel. O senador do PSD foi rifado sem cerimônia pelo trio Rui, Wagner e Jerônimo, que tratou de fechar a chapa majoritária antes mesmo do jogo começar, empurrando Coronel para fora do projeto. Wagner chegou a convidar Coronel para ser seu suplente, mas ele negou.

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A declaração ocorre no momento em que a chapa governista para as eleições de 2026 já está praticamente desenhada: Jerônimo na disputa pela reeleição e Rui e Wagner ocupando as duas vagas ao Senado

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Em entrevista à Rádio Metropole, ACM Neto (UB) afirmou que o Partido dos Trabalhadores não divide espaço político: “Eles querem tudo para eles”, resumiu, ao mirar diretamente o núcleo duro do PT baiano formado por Rui Costa, Jaques Wagner e o governador Jerônimo Rodrigues.

A declaração ocorre no momento em que a chapa governista para as eleições de 2026 já está praticamente desenhada: Jerônimo na disputa pela reeleição e Rui e Wagner ocupando as duas vagas ao Senado. Ambos já sinalizaram publicamente que pretendem concorrer.

O cenário deixa o senador Angelo Coronel (PSD) em posição desconfortável. Fora da composição principal, inclusive tendo sido convidado por Wagner para ser suplente, Coronel terá de decidir entre uma candidatura avulsa pelo PSD, uma ruptura com a base petista ou uma aproximação mais clara com o grupo liderado por ACM Neto.

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Lula estará na Bahia na próxima sexta-feira (23) em Salvador

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) confirmou participação no 14º Encontro Nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), que será realizado nesta sexta-feira (23) em Salvador, no Parque de Exposições Agropecuárias da capital baiana. A presença de Lula e da primeira-dama Janja da Silva foi anunciada pelo próprio movimento nesta segunda-feira (19).

O encontro, que marca 42 anos do MST, terá um ato de solidariedade à Venezuela e reúne cerca de 3 mil delegados de diferentes regiões do país ao longo da semana, com plenárias, ciclos de debates, reuniões e apresentações culturais.

Além de Lula e Janja, são esperados os governadores Jerônimo Rodrigues, da Bahia, e Elmano de Freitas, do Ceará, ambos do PT, reforçando o caráter político do evento.

A Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom) ainda não confirmou oficialmente se o compromisso consta na agenda do presidente.

📷 Foto de Ricardo Stuckert

Aprovação de Jerônimo é de 51% e desaprovação é de 45%

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Uma pesquisa do Instituto Atlas/Intel divulgada nessa quarta-feira (17.dezembro) avaliou o desempenho dos governadores dos estados brasileiros. Ronaldo Caiado (UB), de Goiás, foi o melhor avaliado com aprovação de 80% da população e desaprovação de apenas 15%.

O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), aparece em 11º lugar, com aprovação de 51% e desaprovação de 45%. Já em relação ao governo, o percentual positivo do baiano é de 40% e o negativo é de 38%.

O levantamento ouviu 200.980 pessoas em todos os estados entre os dias 6 de outubro e 5 de dezembro. A margem de erro é entre um e quatro pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

O encontro teve como objetivo fortalecer a unidade política no município

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Os partidos que integram a base de apoio do governo da Bahia participaram de um almoço de confraternização em Ilhéus. O encontro teve como objetivo fortalecer a unidade política no município e articular estratégias para as campanhas majoritárias de 2026, que envolvem as reeleições do governador Jerônimo Rodrigues e do presidente Lula.

A atividade reuniu dirigentes e lideranças do campo progressista, reafirmando o alinhamento em torno do projeto político do governo estadual, sob gestões do PT. As ações contemplam áreas estratégicas como infraestrutura, saúde, educação, mobilidade urbana e desenvolvimento regional.

De forma consensual, os dirigentes ressaltaram a importância da unidade política, do diálogo permanente e da defesa das políticas públicas sociais como pilares para o fortalecimento da democracia e para a construção de uma agenda conectada às demandas da população ilheense.

Para a presidenta do PT, Camile Maltez, o encontro consolida uma construção política iniciada em 2024: “Este é o resultado coletivo do nosso compromisso com Ilhéus. O Governo do Estado realizou os maiores investimentos da história do município, e isso não é obra do acaso, mas de um projeto político que olha para o povo e compreende as necessidades do território”.

Será que Jonga vai dar um cavalo de pau e sair de bolsonarista para a esquerda?

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A ex-vereadora Dra. Cristiane Bacelar revelou que o deputado federal Jonga Bacelar (PL) foi procurado para integrar a base do governo petista de Jerônimo Rodrigues e Lula. O aceno ocorre no momento em que o parlamentar, historicamente associado ao bolsonarismo, tem adotado posições menos alinhadas ao PL, entre elas, o voto contrário ao projeto antifacção.

Segundo Cristiane, a possibilidade de Jonga aderir ao grupo governista passa por um fator central: a insatisfação interna com o PL.

Será que Jonga vai dar um cavalo de pau e sair de bolsonarista para a esquerda?

Enquanto aliados cogitam desembarcar, Carletto faz o oposto e se coloca à disposição

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O ex-deputado e líder do Avante na Bahia, Ronaldo Carletto, afirmou ao Panorama Geral que pretende pleitear uma vaga na chapa da possível reeleição do governador Jerônimo Rodrigues (PT) em 2026. A sinalização coloca Carletto dentro do jogo majoritário.

Enquanto aliados cogitam desembarcar, Carletto faz o oposto e se coloca à disposição para tentar garantir espaço na fotografia principal de 2026.

A leitura que circula nas rodas políticas é dura e mostra que Jerônimo deve enfrentar a pré-candidatura mais difícil desde que o PT consolidou a hegemonia no estado

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Enquanto o governador do estado, Jerônimo Rodrigues (PT), insiste em transparecer que está tudo tranquilo para as eleições de 2026, os bastidores contam outra história. Deputados, prefeitos e lideranças regionais estão “em quarentena” até o mês de março para decidir se permanecem na campanha pela possível reeleição ou se pularão do barco para abraçar ACM Neto (UB).

A leitura que circula nas rodas políticas é dura e mostra que Jerônimo deve enfrentar a pré-candidatura mais difícil desde que o PT consolidou a hegemonia no estado. Com Rui Costa e Jacques Wagner como referências naturais do grupo, cresce a comparação interna e Jerônimo não tem se saído bem.

A crítica é recorrente, afinal, não basta atender aliados com cordialidade e boas conversas. O problema, dizem vários parlamentares, é que a fita das promessas não está sendo cortada, ou seja, promete-se muito e entrega-se pouco e a frustração começa a contaminar a base.

Se o clima não mudar rapidamente, o governador pode descobrir que 2026 não será apenas uma disputa eleitoral, mas um teste de sobrevivência política dentro do próprio grupo.

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