Prefeito Augusto Castro e Maria Alice

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A ex-secretária Maria Alice, da gestão do ex-prefeito Fernando Gomes, lançou hoje 5ª feira (8.julho), o podcast “Cartas na Mesa”, com uma transmissão ao vivo pelo YouTube.

O primeiro convidado a participar do seu novo projeto foi o atual prefeito de Itabuna, Augusto Castro (PSD).

Ao finalizar o programa, Maria Alice, confunde o número da sigla do PSD com a votação que o prefeito Augusto obteve na última eleição, em 2020. Ela disse: “Agradecer a Augusto, o carinho, o respeito a minha pessoa, ao povo de Itabuna que o elegeu e que lhe deu 55 mil votos”.

Augusto Castro levou na brincadeira e disse: “Eu gostei do 55…(risos)”.

Na verdade, o prefeito obteve 40.868 votos em 2020.

Confira a entrevista e assista!

O presidente nacional do Democratas e ex-prefeito de Salvador, ACM Neto

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O presidente nacional do Democratas, ACM Neto, destacou que o país “pode ter um caminho diferente para o futuro”, e que ainda é cedo para dizer que a polarização que se dá hoje no cenário político brasileiro “será exatamente o retrato nas eleições de 2022”. De acordo com o ex-prefeito de Salvador, é possível que surjam outras alternativas que não estejam postas no presente.

“O fato é que quando a gente olha as pesquisas hoje, a gente tem que olhar com muita ressalva, porque elas podem muito mais retratar o passado do que projetar o futuro. Então, nesse aspecto é fundamental ter cautela e aguardar como a política nacional vai se desenhar. Mas eu acho que em algum momento pode acontecer uma janela de oportunidades para que outros nomes sejam avaliados pela população brasileira”, ponderou ACM Neto.

A manifestação foi feita em entrevista concedida ao jornal A Tarde, o presidente nacional do Democratas fez questão de explicar que, apesar da grande preocupação com as eleições de 2022, o foco real do brasileiro ainda está na superação da pandemia e na recuperação da economia familiar.

“E aí uma coisa que é fundamental compreender: nem sempre o tempo das pessoas é o tempo da política. Às vezes, a política atropela o tempo das pessoas”, explicou.

“Eu sou muito mais comprometido e preocupado com o tempo das pessoas do que com o tempo da política. Então eu não acho que a eleição de 2022 hoje está na cabeça das pessoas. Existem outras prioridades. Principalmente a superação da pandemia. Ora, quando a política se consolidar, quando os nomes se consolidarem, vamos ver como o cenário fica”, acrescentou ACM Neto.

O deputado Capitão Alden (PSL) voltou a pedir desculpas por ter acusado os integrantes da bancada de oposição

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Em depoimento ao Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da ALBA (Assembleia Legislativa da Bahia), ontem 4ª feira (7.julho), o deputado Capitão Alden (PSL) voltou a pedir desculpas por ter acusado os integrantes da bancada de oposição da Casa de receberem, de forma indevida, dinheiro da prefeitura de Salvador. Na reunião, realizada de forma virtual, ele próprio classificou as declarações como “descontextualizadas, inoportunas e ofensivas”.

A retratação de Alden, já feita em outras ocasiões, é utilizada como um dos principais argumentos da defesa para que o parlamentar não sofra mais nenhuma penalidade imposta pelo Conselho de Ética. Ele já sofreu uma advertência dada pela Mesa Diretora da ALBA.

O advogado Balbino Prazeres, que representa o deputado no processo que pode resultar inclusive na cassação do mandato, pontuou em sua explanação que o Artigo 145º do Código Penal brasileiro determina que o “querelado que, antes da sentença, se retrata cabalmente da calúnia ou da difamação, fica isento de pena”.

Essa foi a terceira reunião do Conselho de Ética para tratar do caso do deputado Capitão Alden. O processo foi aberto atendendo um pedido assinado pelos 11 deputados da bancada de oposição por causa de um vídeo divulgado por ele nas redes sociais.

No vídeo, que foi reprisado na reunião, Alden acusa os parlamentares de oposição de receberem R$ 1,6 milhão da prefeitura de Salvador. “Se eu ficasse na minha, sem fazer nada eu tava feito na vida, recebendo R$ 1,6 milhão da prefeitura que os deputados de oposição todos ganham”, disse ele, no vídeo veiculado nas redes sociais no último dia 27 de abril.

Agora, caberá ao deputado Luciano Simões Filho (DEM), relator do processo, apresentar seu parecer recomendando algum tipo de punição ou simplesmente a absolvição do parlamentar. Mas, segundo o presidente do colegiado, deputado Marquinho Viana (PP), ainda não existe data para apresentação do parecer. Ele lembrou, no entanto, que o Conselho de Ética continuará se reunindo às quartas-feiras para tratar do caso.

A sessão desta quarta começou pontualmente às 11h e teve três horas de duração. Após uma breve introdução feita pelo presidente Marquinho Viana, a palavra foi passada para Capitão Alden que iniciou sua fala com o novo pedido de desculpas. “Me retratei publicamente em mais de uma ocasião e volto a dizer: jamais tive a intenção de atingir a reputação, honra ou imagem de qualquer colega desta Casa”, afirmou.

Ele disse que, na live objeto da representação, tratou de vários assuntos da Bahia e do Brasil. “Fiz críticas genéricas sobre contexto da política baiano e do Brasil, sem citar nome de qualquer parlamentar”, afirmou.

De acordo com Alden, em nenhum momento ele infringiu os limites da liberdade de expressão “de maneira a autorizar essa ação” da Assembleia Legislativa. “Não citei o nome de nenhum parlamentar o que já é motivo suficiente para afastar qualquer possibilidade de punição”, argumentou ele.

A retratação de Alden, no entanto, não satisfez alguns dos integrantes do Conselho de Ética. Para a deputada Fabíola Mansur (PSB), por exemplo, as desculpas pareceram muito mais uma forma de proteger e se justificar do que reconhecer o erro.

“As ofensas devem ser retratadas à altura”, afirmou Fabíola, acrescentando que na visão dela isso ainda não tinha sido feito nem na forma, nem no conteúdo. “A retração feita está a altura da publicidade que foi dada a ofensa? Foi feita de forma a valorizar esta Casa?”, questionou Fabíola, que mesmo não fazendo parte da bancada de oposição, se sentiu ofendida com as declarações genéricas de Alden. Para ela, isso será lavado em consideração na decisão do colegiado.

Outro ponto que provocou críticas dos parlamentares foi a acusação do advogado Balbino Prazeres de que a ação contra seu cliente não respeitou os devidos processos legais, como a presunção de inocência do acusado. Prazeres acusou os parlamentares de fazerem prejulgamentos em declarações dadas à imprensa e de atropelar uma série de ritos previstos na legislação e o Regimento Interno da Assembleia Legislativa.

“O processo está eivado de nulidade”, afirmou o advogado, dizendo não acreditar que houve dolo da Mesa diretora ou do conselho quanto a isso. “O Conselho de Ética nunca julgou um parlamentar nessas condições. É um procedimento novo”, afirmou ele, o que justificaria as incorreções.

Os integrantes do colegiado reagiram às colocações. “Essa comissão jamais fez prejulgamento e vem dando todas condições para que Capitão Alden proceda sua defesa, concedendo para tanto prazos até acima do previsto no Regimento”, contra-argumentou Marquinho Viana.

O deputado Samuel Jr. (PDT) se disse ofendido om as declarações do advogado. “Desqualifica o trabalho do conselho não é um bom caminho para Capitão Alden. É improcedente tudo que estamos fazendo aqui?”, questionou ele. Outro a criticar a posição do advogado foi o deputado Sandro Régis, líder da oposição e vice-presidente do Conselho de Ética. “O senhor deveria se atentar mais a defender Capitão Alden do que desqualificar o trabalho dessa comissão”, recomendou ele.

O Conselho de Ética e Decoro parlamentar deve voltar a se reunir na próxima semana. Também participaram da reunião virtual desta quarta os deputados Bobo (PC do B), Euclides Fernandes (PDT) e Zé Raimundo (PT).

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM) // Foto da Agência Senado

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O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM), afirmou que tem confiança nas decisões da CPI da Pandemia e não declarou a nulidade da prisão de Roberto Dias, ex-diretor do Departamento de Logística do Ministério da Saúde. Dias permanece detido na delegacia da Polícia Legislativa do Senado.

A prisão foi decretada na tarde desta quarta pelo presidente da comissão, Omar Aziz (PSD-AM). Mais cedo, Pacheco havia dito que atos praticados pela CPI durante a ordem do dia do Plenário estariam sob pena de nulidade, porque nenhuma comissão pode funcionar ao mesmo tempo que as sessões deliberativas da Casa. Apesar dos pedidos de senadores da base do governo, o presidente do Senado não declarou nula a ordem de prisão emitida por Omar.

“Presidindo o Senado dentro das suas muitas atribuições, não estou no dia a dia da CPI. Portanto, rendo aqui a minha confiança, a minha expectativa e o meu desejo de que o caminho dela seja virtuoso. Eu confio no Senador Omar Aziz, confio nos membros da CPI”, declarou.

Omar Aziz defendeu a decisão, relatando que Roberto Dias mentiu à CPI ao negar ter participado de negociações por vacinas com uma empresa que se apresentava como intermediária do laboratório AstraZeneca. Senadores da base do governo pediram que Pacheco determinasse à Polícia Legislativa que não cumprisse a ordem. Para o líder do governo, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), a CPI tem agido para “coagir” depoentes. O senador Marcos Rogério (DEM-RO) classificou a prisão como um “abuso de autoridade” por parte de Omar Aziz.

Após a sessão deliberativa, Rodrigo Pacheco detalhou a sua condução do caso, explicando que, como a prisão foi uma decisão direta do presidente da CPI – e não uma deliberação do plenário da comissão — ela não estava sujeita à nulidade regimental. Pacheco também salientou que sua postura é de não interferir sobre os assuntos da CPI.

“Não é atribuição da Presidência [do Senado] se imiscuir no mérito dos acontecimentos da CPI. Ela tem uma existência autônoma, tem um presidente que detém a sua autoridade. Não há o que a Presidência do Senado tenha que fazer”, finalizou.

Ex-presidente Lula (PT) e o senador Jaques Wagner (PT)

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Em entrevista à rádio Salvador FM nesta 3ª feira (6.julho), o ex-presidente Lula (PT) afirmou que o ex-governador e senador Jaques Wagner (PT) é o nome mais capacitado para ser o próximo governador da Bahia. A entrevista foi retransmitida por mais de 100 rádios de diversos municípios baianos.

“Wagner pode e deve ser eleito na Bahia”, afirmou o presidente, atribuindo a grande possibilidade de vitória do senador ao trabalho realizado nos 15 anos de gestão do PT no estado. “Há muita chance de ganhar, há muita força. Eles construíram uma base de sustentação muito sólida, o que permitiu fazer um governo primoroso”, destacou, citando os investimentos na saúde, na educação, na infraestrutura, na energia eólica, dentre outros. “É um governo que faz as coisas pensando no povo”, disse.

Na entrevista, Lula ressaltou ainda as qualidades do senador e sua grande capacidade de articulação. “Jaques Wagner é um dos mais importantes analistas políticos que já conheci na vida, ele era meu ministro e foi se meter a candidato a governador da Bahia, e pedi que ele não fosse candidato porque tinha receio da eleição com Paulo Souto, por causa do Carlismo na Bahia, e não é que o Galego ganhou no primeiro turno, se reelegeu no primeiro turno, elegeu Rui no primeiro turno e Rui se reelegeu no primeiro turno”, afirmou Lula, ao dizer que as eleições bem-sucedidas do PT nas últimas quatro eleições na Bahia se deve ao trabalho realizado pelo PT e pela base aliada.

O presidente elogiou ainda a aliança do Partido dos Trabalhadores na Bahia com o PSD, PSB, PP, PCdoB e outras legendas da base aliada. “A Bahia é um exemplo para nós de uma aliança política”, afirmou, ao enfatizar que foi esta aliança que permitiu que PT na Bahia governasse para todos. “Vamos conversar com toda a sociedade para governar o Brasil para todo o povo brasileiro”.

As feridas entre o presidente Jerbson e o prefeito Marão foram cicatrizadas

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Ao comentar, ontem, 2ª feira (5.julho), a volta da normalidade na relação política com o prefeito de Ilhéus, Mário Alexandre, após algumas cobranças e críticas feitas publicamente ao chefe do Executivo, o presidente da Câmara Municipal de Ilhéus, o advogado Jerbson Moraes (PSD), assegurou que “as feridas já estão cicatrizadas”.

Segundo Jerbson, os dois estão juntos, como sempre estiveram em defesa da dignidade do povo de Ilhéus. Mas que jamais deixará de contribuir com o governo fazendo críticas ao que considera equivocado.

Em comentário feito na Rádio Bahiana (AM), durante o programa “Falando Direito” o presidente da Câmara destacou fazer parte de um projeto político que acredita necessidade de representação na Assembleia Legislativa e disse que confia na liderança da primeira-dama, Soane Galvão, apresentada pelo prefeito como pré-candidata a deputada estadual.

“A vida traz situações adversas que em alguns momentos expõem as nossas limitações”, reconheceu, destacando ainda que em situações como essas, os questionamentos abrem feridas. “O que é importante para a reflexão neste momento é o que levou isso a acontecer e termos a capacidade de lidar com a crise”, afirmou.

Nesses momentos, de acordo com o vereador Jerbson Moraes, as pessoas ficam, de fato, vulneráveis e quem quer se aproveitar da situação estimula a abertura ainda maior das feridas. “Os cães se alimentam para que essas feridas te destruam. Aí você precisa ser resiliente e acabar com o alimento deles. Portanto, ferida cicatrizada, para a alegria de muitos e tristeza de poucos”, ironizou finalizando.

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O parlamentar alega a tradição cultural, a importância econômica para o setor e municípios e lista uma série de protocolos sanitários para serem adotados

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O deputado Eduardo Salles (PP) protocolou, na Assembleia Legislativa, indicação ao governador Rui Costa solicitando a liberação da realização das vaquejadas no Estado. Autor da lei que regulamentou as vaquejadas e cavalgadas na Bahia, Eduardo Salles reconhece a preocupação do governador Rui Costa para a liberação de eventos, mas acredita que o avanço da vacinação na Bahia e a adoção de protocolos sanitários permitem a volta dos eventos, assim como tem ocorrido em outros estados nordestinos como Maranhão, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte, Alagoas e Pernambuco.

“Sei que vivemos nos últimos meses momentos difíceis, com a perda de milhares de pessoas em função da Covid-19. Mas acredito que podemos estabelecer um protocolo sanitário para regulamentar a volta desta importante tradição e fundamental pilar da economia para milhares de baianos”, destacou Eduardo Salles.

No indicativo elaborado pelo parlamentar, as vaquejadas aconteceriam sem a presença de público, com os vaqueiros tendo acesso ao parque apenas no momento de sua participação na pista, disponibilização de álcool em gel a 70%, obrigatoriedade do uso de máscara para competidores e organização, distanciamento de três metros entre os caminhões e cada veículo com apenas o tratador e seu auxiliar, proibição de qualquer aglomeração, inscrições pela internet, evento transmitido de forma virtual, locutor e juiz sozinhos em espaços distantes e diversas outras medidas sanitárias.

“A retomada das vaquejadas neste modelo enquanto durar a pandemia vai permitir a manutenção da tradição, a retomada de empregos e a geração de renda fundamental à economia de muitos municípios baianos”, reforça o deputado.

O vereador Luca Lima (PSDB) é acusado por três ex-servidoras do seu gabinete de praticar “rachadinha”

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Intimado a depor e apresentar sua defesa à Comissão Processante – criada pela Câmara Municipal de Ilhéus para apurar as acusações de crimes de quebra de decoro parlamentar e contra a administração pública, como vem sendo acusado por ex-servidores do seu gabinete -, o vereador Luca Lima (PSDB) não compareceu à oitiva que estava marcada para acontecer no dia 1º de julho, no plenário da Câmara. O vereador foi alvo da Operação Cúria, deflagrada pela Polícia Civil, que apura crimes de rachadinha (divisão de salários dos assessores), assédio sexual e desvio de função de servidores do seu gabinete para atividades particulares. Celulares, notebooks e cadernos de anotações do vereador foram apreendidos pelos agentes e serão periciados.

O presidente da Comissão Processante, Ederjúnior dos Anjos (PSL), disse que apesar de estar acompanhando pelas redes sociais informações publicadas pelo próprio Luca Lima sobre a existência de uma liminar favorável ao seu mandato, suspendendo os trabalhos de apuração da comissão, a Câmara até a manhã desta 5ª feira (1.julho) não havia sido notificada pela Justiça sobre a medida. “Por este motivo, seguimos trabalhando, oferecendo a ampla defesa e do contraditório ao parlamentar”, assegurou.

LEGALIDADE
A audiência de hoje seria a terceira sob o comando da Comissão Processante, aprovada e criada no dia 13 de maio, depois que um relatório da Comissão de Ética do Legislativo decidiu que as provas protocoladas na denúncia deveriam servir como base para a investigação. A comissão processante tem o prazo de 90 dias, com data-limite 13 de agosto, para apresentar um relatório final que será levado à plenário para uma decisão da Casa pela cassação ou não do vereador. Até o momento a comissão ouviu as testemunhas de acusação e defesa, na presença de advogados do vereador e da Assessoria Jurídica da Câmara.

Apesar da ausência do vereador Luca Lima e dos seus representantes jurídicos à oitiva de hoje, é possível que lhe seja dada uma nova oportunidade para apresentação da sua defesa, desde que a ausência de hoje seja justificada, de acordo com o presidente da comissão, vereador Ederjúnior dos Anjos.

Mesmo assim, a sua ausência foi criticada por membros da comissão. “A partir de hoje ele não poderá dizer que foi cerceado direito da livre defesa”, destacou o vereador Augusto Cardoso, o Augustão, do PT. Relator do processo, o vereador Alzimário Belmonte, o Gurita (PSD), destaca que o trabalho de apuração seguirá atendendo aos critérios da justiça, de forma equilibrada, “procurando criar juízo de valor apenas dentro das provas obtidas e do que a sociedade espera da Câmara”.

TRANSPARÊNCIA
Desde o início desta investigação, o presidente da Câmara, Jerbson Moraes (PSD), tem destacado a importância de que todos os procedimentos adotados pela Câmara estejam dentro do que estabelece o Regimento Interno da Casa, para que não haja nenhum impedimento legal até a decisão dos vereadores sobre o destino do mandato de Luca Lima.

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Presidente da Cooperast, Marcello Layandys e o deputado estadual Rosemberg Pinto

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O deputado estadual Rosemberg Pinto, recebeu em seu escritório de Itabuna, o presidente da Cooperast, Marcello Layandys. A reunião abordou a análise sobre os relevantes temas que correspondem às atividades desenvolvidas pela Cooperativa na zona rural, nas 26 cidades que integram o Litoral Sul.

Durante a reunião, foram estabelecidas estratégias para que juntos possam trabalhar em defesa da fundamental proposta política de desenvolvimento e comprometimento com a agricultura familiar, fortalecendo assim, as ações já desenvolvidas pela Cooperast na região, e estratégias para que novos investimentos.

Vale ressaltar que, a Cooperast (Cooperativa de Desenvolvimento Territorial), já oferece assistência técnica a mais de dois mil agricultores familiares no Litoral Sul da Bahia, por meio da Superintendência Baiana de Assistência Técnica e Extensão Rural e por meio da CAR (Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional).

Segundo o presidente da Cooperast: “É fundamental que a instituição apoie os políticos que trabalham em defesa de propostas políticas, que defendam a agricultura familiar, fortalecendo assim as ações. Melhorias foram pautadas ao deputado afim de que possamos avançar em nossos trabalhos. E Rosemberg Pinto, atua na defesa e desenvolvimento das condições que favorecem o trabalho no campo”, finalizou Marcello Layandys.

Justiça Eleitoral impugnou candidatura dos eleitos em 2020

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Desde o início da manhã de hoje (4.julho) eleitores de três municípios estão indo às urnas para escolher novos prefeitos e vice-prefeitos. As cidades são Pinheiro Machado (RS), Putinga (RS), e São Gonçalo do Sapucaí (MG).

Nessas cidades, as candidaturas dos prefeitos eleitos em 2020 foram impugnadas pela Justiça Eleitoral. Nesse caso, a legislação determina a realização de novas eleições. Os eleitores estão indo às urnas desde as 8h.

Concorrem à Prefeitura de Pinheiro Machado os candidatos Danúbio Fernando Vaz Peres (PDT) e Ronaldo Costa Madruga (PP). Em Putinga disputam a eleição os candidatos Fernando Gonçalves dos Santos (PSD) e Paulo Sérgio Lima dos Santos (PP). Já em São Gonçalo do Sapucaí, Brian Mendes Drago (PSL) e Terezinha Allerand (PSB) concorrem à chefia do Executivo Municipal. Da Agência Brasil

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