De acordo com a Lei das Eleições, filiação partidária é pré-requisito para quem pretende se candidatar ao pleito de 2022; prazo final é de seis meses antes das votações

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A Bahia possui 963.402 eleitores filiados a partidos políticos em todo o estado, segundo estatísticas da Justiça Eleitoral. Os dados são de maio de 2021. Das 34 legendas registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Partido dos Trabalhadores (PT) é o que tem mais filiados: 85.816. Em seguida, estão o Democratas (DEM), com 81.148 pessoas, e o Movimento Democrático Brasileiro (MDB), com 78.348 integrantes.

Já o Partido Republicano Progressista (PRP), o Partido Humanista da Solidariedade (PHS) e a Unidade Popular (UP) são as agremiações políticas com menos filiados. Os PRP e o PHS têm 19 membros, cada, enquanto a UP possui 83 membros.

COMO SE FILIAR
A filiação é um vínculo estabelecido entre o filiado e o partido político. É quando o eleitor aceita e adota o programa de determinada agremiação partidária, passando a fazer parte dela.

Para se filiar, é necessário ter direitos políticos positivos, ou seja, estar em situação de poder votar e ser votado, direta ou representativamente, de forma livre e democrática. Têm direito ao voto os maiores de 16 anos e direito a serem votados os brasileiros, alfabetizados, eleitores no país e com idade mínima para o cargo para o qual pretendem concorrer.

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Deputada Estadual, Olívia Santana (PCdoB)

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Atenta aos benefícios educacionais viabilizados pela prática esportiva no ambiente escolar, a deputada Olívia Santana (PCdoB) recomendou ao governador Rui Costa, por intermédio da Alba (Assembleia Legislativa da Bahia), a criação do projeto Judô nas Escolas. Segundo a parlamentar, o projeto visa proporcionar o acesso à prática esportiva gratuita; a inclusão social; além de colaborar com a mudança do quadro atual de violência, drogas e vulnerabilidade social de crianças, jovens e adolescentes.

Conforme ressaltou Olívia Santana, garantir o acesso à educação, esporte e lazer é dever do Estado e direito de todos. Para a deputada, gerar a formação integral dos cidadãos e trabalhar os valores de cooperação, respeito, responsabilidade, autoestima, e superação trazidas através do esporte, é o caminho mais adequado para atrair a atenção do estudante e evitar a evasão escolar.

A Bahia se destaca como um dos principais estados no desenvolvimento e a prática esportiva do Judô, tanto na dimensão participativa, educacional, quanto na modalidade do alto rendimento profissional. Segundo Olívia Santana, é desnecessário asseverar que o Judô é um grande aliado das políticas públicas para o crescimento social e pessoal de cidadãos e cidadãs, inclusive no enfrentamento à violência urbana, envolvimento, uso e tráfico de drogas ilícitas, gravidez precoce, contaminação por doença sexualmente transmissível, entre outras ocorrências indesejadas.

“Nessa linha, a Federação Baiana de Judô (Febaju) tem dialogado com o nosso mandato popular com vistas a articular a implementação do projeto Judô nas Escolas em todo o Estado”, conta.

O objetivo do projeto é democratizar o acesso ao esporte educacional de qualidade como forma de inclusão social de crianças e adolescentes na faixa etária 6 a 17 anos em situação de vulnerabilidade social, de maneira sistematizada e continuada, que estimulem os valores positivos do esporte Judô e contribuam para o desenvolvimento do indivíduo de forma integral na formação de sua cidadania e a prática do lazer, propiciando assim, melhorias na qualidade de vida dos alunos e de seus familiares, bem como da comunidade que os mesmos estão inseridos.

O Projeto Judô nas Escolas tem como público-alvo crianças e adolescentes no município de Jequié e região, com faixa etária a partir de 6 anos de idade, expostos aos riscos sociais e matriculados nas escolas públicas.

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Brasília, onde se resolve tudo no jeitinho

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Casuísmos não faltam à administração pública no Brasil. E não é coisa de agora, já nasceu colocando um absurdo no registro de nascimento: a famosa carta enviada pelo escrivão Pero Vaz de Caminha ao Rei Dom Manuel, em que pedia benesses para seus familiares por participar do descobrimento deste Brasil varonil. Embora eu pessoalmente não tenha ciência do resultado, acredito que o pleito tenha sido deferido, pois era costume à época.

Naquele tempo, tudo podia desde que o rei, Sua Majestade, concedesse os benefícios reais a qualquer dos súditos, por relevantes serviços prestados ao Reino ou mesmo à Coroa. Afinal, como dizia o Rei Luiz XIV, o brilhante Rei Sol, “L’État c’est moi”, ou “o Estado sou eu”, pois exercia o poder absoluto sobre o reino da França por 72 longos anos de deslumbramento.

Mas vamos nos ater no Brasil, que copiou ou transferiu os costumes reinantes da Corte de Portugal, mesmo antes de Dom João VI desembarcar em Salvador e no Rio de Janeiro, distribuindo concessões por onde passasse e a quem lhe pedisse. Além dos benefícios financeiros, com sinecuras tantas, ainda existiam os títulos de nobreza dados desde aos mordomos e outros cuidadores reais, até aos ricos bajuladores do poder.

Com a proclamação da República, pensavam alguns que os usos e costumes mudariam, conforme a etimologia do nome res publica, coisa de todos, do povo, o que acabou não acontecendo, na realidade. República instalada, tinham os que queriam a república ditatorial, que foram defenestrados, e os que preferiam a república democrática, engrossados pelos que apoiavam a monarquia e que não queriam perder as benesses.

Nos costumes de hoje, aquela turma de antes levava a sua mesada – e olhe que ainda não tínhamos criado o mensalão – para emprestar o apoio ao governante de plantão, já sob o argumento da governabilidade. E assim passaram os anos e governos nas esferas federal, estadual e municipal, diferenciando-os apenas no índice de poder e de concessões aos amigos e colaboradores.

Sem qualquer constrangimento, muda-se de partido como quem muda de camisa, com a explicação na ponta da língua, desde que a reciprocidade seja entregue por meios diversos, desde em cédulas em vigor no Brasil ou em países estrangeiros. Podiam, e ainda podem, ser esses pagamentos feitos na base do escambo: voto no seu interesse e recebo favor nos mesmos moldes.

Daí é que acredito tenha sido criada a emenda parlamentar, na qual o beneficiado não é o popular, alguém do povo, mas o próprio político, com uma obra que, coincidentemente, passe pela porteira de sua fazenda, o asfaltamento da rua onde more. Fatos apontam, também, para a informação privilegiada de determinada vultosa obra, onde quem compartilha o segredo passa a comprar léguas e mais léguas de terra.

Como nos mostrou o mensalão e o petrolão, outros meios mais sofisticados foram criados para esconder dos fuxiqueiros, a exemplo do apoio de terceiros, com as riquíssimas colaborações nas campanhas eleitorais. Eu beneficio você, que também me beneficia, pois já recebeu o benefício dado de forma bastante desinteressada do meu amigo e que passa a ser seu amigo.

Assim ficou tudo mais fácil, pois as leis passaram a ser feitas de acordo com os interesses de nosso grupo, beneficiando aqueles que compartilham não só nossas ideias e redes sociais, mas a nossa esperteza. E tudo se resolve entre quatro paredes, como a rodovia litorânea que de repente cisma em se desviar para o interior, sob qualquer desculpa técnica que mereça ser dada.

Há outro jeitinho nas leis para os que gostam de enveredar por caminhos mais fáceis e que alguns chamam de tortuosos, com a singela finalidade de escapar das garras da lei, não importando de que lado possa estar. Se já tivemos a chamada Lei Fleury, nada nos impede que possamos ter a lei que quisermos. Ora, o congresso sempre dá um jeitinho para aprovar a reeleição de uns e cassar a de outros, como quer FHC.

Os fins justificam os meios, não podemos é deixar de honrar os pedidos de nossos amigos mais chegados. Ora, casuísmo é apenas a submissão de um pensamento e o apoio a um chegado. Como se diz: O amigo tem de ser amigo do amigo, do contrário, não é amigo do amigo. E o que o brasileiro mais preza é ser amigos dos amigos! E olha que a res publica deveria ser de todos…


Walmir Rosário é radialista, jornalista e advogado

*A análise do colunista não reflete, necessariamente, a opinião de Pauta.blog.br

O prefeito Antônio Valete (PSD) foi reeleito nas eleições de 2020

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O TCM (Tribunal de Contas dos Municípios), 5ª feira (22.julho), concedeu provimento parcial ao recurso ordinário apresentado pelo prefeito de Jussari, Antônio Carlos Bandeira Valete (PSD), mas manteve a rejeição das contas relativas ao exercício de 2019.

Valete não conseguiu descaracterizar a irregularidade relacionada à extrapolação continuada do limite da Dívida Consolidada Líquida.

O relator do recurso, conselheiro Mário Negromonte, também manteve a determinação de ressarcimento aos cofres municipais na quantia de R$4.718,70, com recursos pessoais, em decorrência do pagamento a maior de subsídios a agentes políticos. Ele apenas reduziu a multa imposta de R$5 mil para R$4,5 mil.

O gestor apresentou, no recurso, os comprovantes de publicidade do aviso de edital de licitação referente ao Pregão Presencial para Registro de Preços nº 018/2019 e comprovou a realização de procedimento licitatório, na modalidade Pregão Presencial, com a finalidade específica de formação de registro de preços, sanando as duas ressalvas apontadas no relatório técnico.

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Dr. Mangabeira foi candidato a prefeito de Itabuna duas vezes

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A saída do Dr. Mangabeira do processo eleitoral vai fortalecer os chamados “profissionais” do mundo da política, afastando assim os que as velhas raposas chamam de “amadores”.

Ser amador é não seguir os ensinamentos do maquiavelismo, do vale tudo para conquistar o poder. É não rezar na cartilha de que os fins justificam os meios. É não fazer o toma lá, dá cá. É não ser demagogo e mentiroso. É dizer não aos acordos espúrios.

Mangabeira, que foi duas vezes candidato a prefeito de Itabuna pelo PDT, hoje suplente de deputado federal, sempre fez campanha assentado na ética, sem mentir, sem enganar o eleitor. Bancou seu caminho político com dinheiro do próprio bolso.

Com Mangabeira fora do processo político, quem ganha são os velhos conhecidos de sempre. Quem perde é a sociedade. O tchau de Mangabeira para a política vai fazer com que os “amadores” se afastem dela como o diabo da cruz, deixando os “profissionais” do jeito que eles querem, sem adversários de mãos limpas.

Os “profissionais” da política, com a maioria esmagadora aumentando suas contas bancárias a cada mandato, fazem festa, comemoram efusivamente quando os “amadores” recuam.

A saída de Mangabeira da política partidária inibe o surgimento de novas lideranças.

Os mesmos de sempre vão continuar dando as cartas, o que é lamentável.


Marco Wense é Analista Político

*A análise do colunista não reflete, necessariamente, a opinião de Pauta.blog.br

Líder do governo na Câmara, vereador Manoel Porfírio (PT), e o presidente da Câmara, Erasmo Ávila (PSD)

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A requalificação da Vila Olímpica Professor Everaldo Cardoso, no Bairro São Caetano, prossegue a todo vapor. Na manhã desta 5ª feira (22.julho), um grupo de vereadores acompanhou o avanço das obras executadas pelo Governo do Estado, sob a coordenação do engenheiro civil Patrick Monteiro. Antes, foram visitadas as obras da Avenida Manoel Chaves.

O presidente da Câmara Municipal de Vereadores, Erasmo Ávila (PSD), comentou ser motivo de alegria ver que os representantes do Legislativo Municipal estão fazendo o seu trabalho da maneira correta. O grupo de vereadores era integrado por Danilo do Nova Itabuna, Nem Bahia, Dando Leone, Israel Cardoso, Francisco Gomes dos Santos e José Boaventura dos Santos (Kaiá da Saúde).

“Nosso papel é fiscalizar e assim estamos fazendo. Acompanhado as obras deste empreendimento que ficou muitos anos abandonado. O que o prefeito Augusto Castro está fazendo por Itabuna tem nos dado orgulho”, afirmou Erasmo Ávila.

O líder do governo na Câmara, vereador Manoel Porfírio (PT), lembrou que a Vila Olímpica Professor Everaldo Cardoso sempre foi referência para o esporte. “Este é um momento importante. Estou feliz em ver toda a turma visitando, vendo de perto o avanço da cidade”.

Para encerrar, o vereador Cosme Oliveira Rosa, o Cosme Resolve, reforçou a importância deste equipamento desportivo para os jovens que estavam sem um local para a prática das diversas modalidades esportivas. Ele também elogiou as obras de requalificação.

A Vila Olímpica Professor Everaldo Cardoso será um equipamento modelo, depois de requalificado, com piso moderno, piscina e vestiário completos, campo de areia, duas quadras poliesportivas, campo de futebol society com pista de atletismo.

As sessões solenes no Teatro Candinha Doria seguirão normas sanitárias e está marcado para 19h

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O Plenário da Câmara de Vereadores transferiu a sede do Poder Legislativo itabunense para o Teatro Municipal Candinha Doria. A mudança temporária, vale apenas para a 2ª feira (26.julho), ocorre em virtude de sessões solenes que farão parte das festividades pelos 111 anos de criação do município de Itabuna – emancipado politicamente em 28 de julho de 1910.

Em 2021, excepcionalmente por causa da pandemia da Covid-19, a entrega da Comenda Otaciana Pinto – homenagem a mulheres que se destacaram em Itabuna – será inserida na solenidade do Título de Cidadania Itabunense e da Medalha de Honra ao Mérito.

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O dinheiro público vem sendo tratado como se fosse algo privado, que se gasta sem precisar dar satisfação, que quando questionado tem a seguinte resposta : “o dinheiro é meu, faço com ele o que quiser, não é da sua conta”.

Os senhores parlamentares, deixando de lado as honrosas exceções, infelizmente pouquíssimas, arrumaram um jeitinho para gastar o dinheiro do cidadão e da cidadã, do eleitor-contribuinte sem precisar prestar contas.

Que coisa, hein! Sai o tal do “orçamento secreto” e entra a tal das “emendas em cheque branco”. Os recursos enviados para os governos estaduais e prefeituras podem ser usados em qualquer área e sem nenhuma fiscalização federal.

Pois é. Se gasta como quer e sem definição de critérios e prioridades. É do jeito que o diabo gosta, como diz a sabedoria popular. No comentário de hoje, é o diabo da impunidade, cada vez mais ousado e desafiador, se alimentando do que mais gosta: o dinheiro dos cofres públicos.

As emendas em “cheque branco”, que em 2020 chegaram a R$ 621milhões, saltaram para quase R$ 2 bilhões em 2021. Por trás de toda essa dinheirama, o objetivo de afastar a possibilidade de abertura de um pedido de impeachment contra o presidente Bolsonaro. Em vez do cafuné ser com os dedos, se faz com a liberação de recursos.

E tem mais: o Congresso Nacional retirou o poder de fiscalização do Tribunal de Contas da União (TCU) para esses recursos. Repito: tudo como o diabo da impunidade gosta.

E tem mais: Os senhores parlamentares das duas Casas Legislativas, o Senado da República e a Câmara dos Deputados, diminuíram as verbas do imprescindível Censo Demográfico em quase R$ 2 bilhões. Ou seja, tiraram dinheiro do Censo para fazer o toma lá, dá cá.

O Censo Demográfico é de uma importância gigantesca. Através dele se faz um retrato de como vive os brasileiros, ajudando assim a definir as políticas públicas para melhorar a vida das pessoas.

E o pior é que quando um governo chega ao ponto de ficar refém do Centrão, a esperança de um futuro melhor vai para a sarjeta.

O dinheiro nosso, do povo brasileiro, precisa ser tratado com mais respeito e lisura. Que os senhores políticos, falo dos malandros, tenham vergonha na cara.

PS – Duas manchetes do Estadão chamaram à atenção hoje. Uma relacionada ao mundo político, a outra à economia. A da política: “Ministro da Defesa faz ameaça e condiciona eleição de 2022 ao voto impresso”. A da economia: “Custo de materiais de construção tem alta recorde e afeta reformas e construtoras”. Ambas preocupantes. 


Marco Wense é Analista Político

*A análise do colunista não reflete, necessariamente, a opinião de Pauta.blog.br

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Reforma ministerial prevê recriação do Ministério do Trabalho

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O presidente Jair Bolsonaro confirmou hoje, 5ª feira (22.julho) que o senador Ciro Nogueira (PP-PI) vai assumir a Casa Civil da Presidência República, em uma reforma ministerial que deve acontecer na semana que vem. “A princípio é ele [Ciro Nogueira], conversei com ele já, ele aceitou. Ele está em recesso, chega em Brasília segunda-feira, converso com ele, acertamos os ponteiros. E a gente toca o barco. É uma pessoa que eu conheço há muito tempo, ele chegou em 95 na Câmara, eu cheguei em 91”, explicou Bolsonaro em entrevista.

Bolsonaro também confirmou a recriação do Ministério do Trabalho e Previdência, que, no início do governo, foi agrupado com outros quatro ministérios para a criação do Ministério da Economia, sob o comando do ministro Paulo Guedes.

O atual ministro da Secretaria Geral, Onyx Lorenzoni, será o titular deste novo ministério e o atual chefe da Casa Civil, Luiz Eduardo Ramos, assumirá seu lugar na Secretaria Geral.

“Ele mesmo [Paulo Guedes] concordou com tirá-lo dessa parte para passar para esse novo ministério. Dá uma descompressão no Paulo Guedes e deixa o Onyx para tratar dessa questão importantíssima [trabalho]”, disse o presidente. Com informações da Agência Brasil.

O deputado Tiago Correia quer tarifa social para a compra de gás de cozinha

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O deputado Tiago Correia (PSDB) apresentou um Projeto de Indicação, endereçada ao presidente Jair Bolsonaro, sugerindo a instituição de uma tarifa social para a compra de gás de cozinha (GLP) em favor das famílias em situação de vulnerabilidade social e que estejam cadastradas no Cad Único (Bolsa Família).

De janeiro a junho deste ano, o preço médio do botijão de 13 quilos aumentou 13,75%, o que levou muitas famílias a usarem lenha para cozinhar. Em algumas cidades da Bahia, o consumidor paga mais de R$ 100 pelo botijão.

Na justificativa encaminhada à Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, o parlamentar disse que a criação da tarifa social é importante para minimizar os constantes aumentos do produto e os impactos causados às famílias de baixa renda.

De acordo com o deputado, a crise econômica provocada pela Covid-19 tornou ainda mais difícil a vida das famílias com menor poder aquisitivo. “De uma hora para outra, milhares de pessoas ficaram desempregadas e passaram a enfrentar problemas sociais. Portanto, nada mais justo do que uma tarifa social para baratear o gás de cozinha, produto essencial na vida de todos os brasileiros.”

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