O experiente político também disse que a situação está um pouco complicada porque, a todo momento, surgem especulações do que acontecerá dentro da base, mas é preciso acabar com as incertezas

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Em entrevista à rádio Metropolitana FM nesta sexta-feira (6.março), o ex-ministro Geddel Vieira Lima (MDB) comentou a indefinição da chapa majoritária que vai disputar as eleições de outubro. Sem atacar diretamente nenhum dos aliados, Geddel disse que ”é hora dos adultos sentarem à mesa” para definir os nomes.

O experiente político também disse que a situação está um pouco complicada porque, a todo momento, surgem especulações do que acontecerá dentro da base, mas é preciso acabar com as incertezas. Geddel aproveitou para elogiar a atuação do MDB e, consequentemente, do vice-governador Geraldo Júnior, o que, evidentemente, manda um recado já que Geraldinho está ”na berlinda” desde o início da semana.

O clima, que já não era dos melhores, piorou de vez depois que Geraldinho encaminhou mensagens em um grupo de WhatsApp pedindo para que viralizasse uma mensagem que criticava Rui

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Parece que o caldo entornou de vez nos bastidores da formação da chapa majoritária do PT que vai disputar as eleições de outubro na Bahia. O ministro-chefe da Casa Civil e pré-candidato a senador, Rui Costa, estaria determinado a impedir que o vice-governador Geraldo Júnior (MDB) permaneça disputando o cargo.

O clima, que já não era dos melhores, piorou de vez depois que Geraldinho encaminhou mensagens em um grupo de WhatsApp pedindo para que viralizasse uma mensagem que criticava Rui. Mesmo com o emedebista apagando o post logo em seguida e afirmando que tudo não passou de um mal-entendido, o petista não parece estar disposto a aceitar as desculpas do aliado.

O episódio está sendo tratando internamente e sem declarações públicas, porém o governador Jerônimo Rodrigues (PT) já foi “colocado na parede” para resolver o impasse porque Rui não pretende dar o aval para que Geraldinho continue onde está. Com informações do site Metrópoles.

O episódio foi registrado no início desta semana quando Geraldinho postou a notícia em um grupo de WhatsApp com a legenda ''manda viralizar'' e, em seguida, apagou

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Em entrevista ao jornalista Mário Kertész, o vice-governador da Bahia, Geraldo Júnior (MDB), disse que pediu desculpas ao ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa (PT), pelo compartilhamento de uma mensagem que tinha o objetivo de criticar a atuação do petista. O episódio foi registrado no início desta semana quando Geraldinho postou a notícia em um grupo de WhatsApp com a legenda ”manda viralizar” e, em seguida, apagou.

Segundo o vice-governador, houve um ”equívoco tecnológico” na hora de encaminhar o post, ou seja, ele clicou errado e acabou enviando a mensagem para o grupo. Geraldo disse que, na verdade, pretendia se comunicar com o filho, mas acabou cometendo o erro, que, assim que identificado, foi corrigido. Infelizmente, antes que isso acontecesse, alguém printou a imagem do grupo e compartilhou nas redes.

Geraldinho disse que já se desculpou com Rui, com quem mantém uma relação cordial e respeitosa. O político ainda disse que, caso pretendesse agir dessa forma, seria burrice da parte dele.

Acontece que, hoje pela manhã, o ministro postou uma mensagem enigmática nas redes e muita gente atribuiu a postagem ao episódio envolvendo o emedebista: ”A integridade dos justos os guia, mas a falsidade dos infiéis os destrói”.

Nos bastidores, comenta-se que Geraldinho estaria chateado com o fato de Rui ser um grande incentivador da presença do ex-deputado Ronaldo Carletto (Avante) na chapa de Jerônimo Rodrigues (PT). Será que o medo de perder a vaga de vice fez Geraldinho se revoltar, mas, depois, se arrepender?

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A pesquisa ouviu 1.535 entrevistados em 72 municípios baianos e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob nº BA-09740/2026

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A pesquisa encomendada pelo site Bahia Notícias ao Instituto Séculus foi divulgada nesta quarta-feira (4.março) e aponta que os ex-governadores da Bahia, Rui Costa (PT) e Jaques Wagner (PT), lideram a corrida para o Senado Federal. Na sequência, aparecem o ex-ministro João Roma (PL) e o candidato à reeleição, Angelo Coronel.

Rui lidera o levantamento com 23,38%, seguido de Wagner com 19,23%. Roma teve 12,43% e Coronel apareceu com 10,5%. Delliana Ribeiro (PSOL) obteve 3,69% enquanto 12,93% não souberam ou não opinaram e 17,84% disseram que não votariam em nenhum dos candidatos.

A pesquisa ouviu 1.535 entrevistados em 72 municípios baianos e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob nº BA-09740/2026. O levantamento possui margem de erro de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos e intervalo de confiança de 95%.

No levantamento, Lula aparece com 48,35% das intenções de voto, à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL), que tem 21,87%

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O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), parece continuar exercendo um grande poder no eleitorado baiano. O movimento conhecido como ”lulismo” segue firme e a prova disso é o resultado da pesquisa de intenção de voto divulgada hoje pelo Instituto Séculus.

No levantamento, Lula aparece com 48,35% das intenções de voto, à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL), que tem 21,87%. Na sequência, aparecem Ronaldo Caiado (PSD) com 2,14%, Ratinho Júnior (PSD) com 1,36%, Romeu Zema (Novo) com 1,04%, Eduardo Leite (PSD) com 0,58%, Renan Santos (Missão) com 0,32% e Aldo Rebelo (DC) com 0,13%.

Ainda segundo a pesquisa, 15,18% dos entrevistados declararam voto em branco, nulo ou em nenhum dos nomes apresentados. Outros 9,02% afirmaram não saber ou preferiram não opinar.

SIMULAÇÃO DE SEGUNDO TURNO

Em uma eventual disputa no segundo turno, Lula apareceu com 49,12% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registrou 23,04%. Entre os entrevistados, 16,55% indicaram voto em branco, nulo ou em nenhum dos dois nomes, e 11,29% disseram não saber ou não opinar.

A pesquisa ouviu 1.535 pessoas em 72 municípios baianos entre os dias 25 e 27 de fevereiro e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob nº BR-04320/2026. O levantamento possui intervalo de confiança de 95% e margem de erro máxima estimada de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos.

A pesquisa ouviu 1.535 entrevistados em 72 municípios baianos

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A pesquisa divulgada pelo Instituto Séculus a pedido do site Bahia Notícias aponta que 37,96% do eleitorado baiano não reelegeria o governador Jerônimo Rodrigues (PT). Outros 22,65% dos entrevistados disse que não aceitaria votar em ACM Neto (UB).

José Carlos Aleluia (Novo) aparece com rejeição de 5,71%, empatado tecnicamente no quesito com Ronaldo Mansur (PSOL), que teve 6,42%. Não souberam ou não opinaram somam 14,99% nessa questão, enquanto 12,26% responderam nenhum, branco ou nulo.

A pesquisa ouviu 1.535 entrevistados em 72 municípios baianos. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob nº BA-09740/2026 e possui margem de erro de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos e intervalo de confiança de 95%.

Nos bastidores, comenta-se que Carletto teria sido o nome escolhido pelo ministro Rui Costa (PT) para compor a chapa majoritária ao lado de Jerônimo

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Nesta quarta-feira (4.março), o governador do estado e pré-candidato à reeleição, Jerônimo Rodrigues (PT), posou ao lado do ex-deputado e líder do Avante na Bahia, Ronaldo Carletto. O deputado federal Neto Carletto (Avante) também se reuniu com a dupla.

Nos bastidores, comenta-se que Carletto teria sido o nome escolhido pelo ministro Rui Costa (PT) para compor a chapa majoritária ao lado de Jerônimo. Ninguém confirma oficialmente que há uma articulação, mas o encontro entre os políticos tem cheiro de eleições de outubro.

No início desta semana, o atual vice-governador Geraldo Júnior (MDB) se envolveu em uma polêmica ao compartilhar uma mensagem no WhatsApp pedindo para que uma matéria negativa sobre Rui viralizasse. Assim que percebeu ou foi avisado do ato falho, Geraldinho tratou de apagar a mensagem, mas já era tarde demais.

Desde então, o emedebista não se pronunciou sobre o assunto, mas tudo indica que o clima entre ele e Rui não estava dos melhores. A situação, claro, abriu espaço para que outras opções para o nome de vice fossem cogitadas ainda com mais veemência. Ronaldo Carletto é um dos primeiros da lista.

Dos 417 municípios que compõem o estado, o chefe do Executivo estadual já passou por mais de 370

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Após uma maratona de negociações na Índia e na Coreia do Sul, o governador Jerônimo Rodrigues (PT) voltou para a Bahia na última quarta-feira (25.fevereiro). A missão internacional, que integrou a comitiva do presidente Lula (PT), trouxe na bagagem acordos bilionários que prometem revolucionar a saúde e a tecnologia no estado.

Ontem (26.fevereiro), o petista cumpriu agenda de trabalho em Salvador e em Luís Eduardo Magalhães. Nesta sexta-feira (27.fevereiro), está visitando Camaçari e, no fim de semana, as viagens continuam. No sábado (28.janeiro), Jerônimo estará em Itapetinga, Itarantim e Macarani. Já no domingo (1º.março), ele vai passar por Feira de Santana.

Dos 417 municípios que compõem o estado, o chefe do Executivo estadual já passou por mais de 370. A quantidade ininterrupta de viagens, sem dúvidas, é a maior marca do governo de Jerônimo, mas será que todas essas ”voltinhas por aí” estão sendo convertidas em resultados?

 

O plenário Raymundo Lima se transformou em palco para decisões rasas, brigas por interesses pessoais e, claro, pela defesa dos candidatos que podem render benefícios para cada vereador

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Não é de hoje que a composição da Câmara Municipal de Itabuna deixa a desejar quando o assunto é a discussão comprometida e ética das pautas que afligem a população. Nos últimos meses, a verdadeira “baixaria” tomou conta das sessões com a maioria dos edis trocando acusações entre si enquanto os assuntos de interesse do eleitorado são deixados de lado.

Em ano eleitoral, a situação fica ainda pior. O plenário Raymundo Lima se transformou em palco para decisões rasas, brigas por interesses pessoais e, claro, pela defesa dos candidatos que podem render benefícios para cada vereador. Leia-se: Não há compromisso em abordar causas da comunidade ou dedicar-se à campanha de aliados que fazem a diferença em nome de Itabuna.

Nessa quarta-feira (25.fevereiro), mais uma vez, a sessão transformou-se em uma arena: os vereadores se desrespeitando com tamanha naturalidade. O presidente da Casa chegou a ser chamado de ditador quando tentou manter a ordem e pedir para que os ânimos se acalmassem.

O verdadeiro show de horrores foi interrompido quando o líder decidiu suspender a sessão, que, diga-se de passagem, não estava colocando em pauta nada de relevante. É lamentável o comportamento da maioria dos vereadores, mas a sensação é de que eles não estão preocupados com o julgamento da população, o que é ainda mais grave.

Em outubro, iremos às ruas para eleger um governador, dois senadores e uma porção de deputados federais e estaduais. O desejo é para que saibamos escolher representantes decentes, respeitosos e que não priorizem a promoção pessoal em vez da luta pelo coletivo.

O clima no plenário Raymundo Lima, na Câmara de Vereadores de Itabuna, não está dos melhores

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O clima no plenário Raymundo Lima, na Câmara de Vereadores de Itabuna, não está dos melhores. A sessão de ontem (25.fevereiro) foi marcada, inclusive, por um momento tenso entre o vereador Danilo Freitas (UB) e o presidente da Casa, Manoel Porfírio (PT).

Danilo acusou a Comissão de Educação de ter se reunido enquanto ele estava ausente, o que foi desmentido por Porfírio. Logo depois, o edil que faz oposição ao prefeito Augusto Castro (PSD) disse que a Casa tem o desrespeitado reiteradas vezes, principalmente quando ele pretende agir de forma contrária aos interesses do governo.

O presidente, mais uma vez, tentou explicar que isso não havia acontecido, até porque as comissões que se reuniram não têm o vereador Danilo como integrante e, a partir do momento em que havia quórum, a sessão foi iniciada com a ausência do mesmo. Danilo não aceitou as explicações e, ao não conseguir a palavra novamente, comparou Porfírio ao presidente destituído da Venezuela, Nicolás Maduro.

O caldo entornou de vez e o petista disse que apresentaria uma representação formal contra o colega de Casa, mas, no decorrer da sessão, voltou atrás. Mesmo assim, Porfírio pediu para que o colega entenda que o debate é salutar, porém não precisa ter falta de respeito.

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