A solenidade teve ainda uma benção ecumênica, com a participação do Padre Adelício Lopes Santos, na oportunidade representando o Bispo da Diocese de Eunápolis, Dom José Edson e do Pastor Antônio Cintra

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Para celebrar o aniversário de 33 anos da emancipação político-administrativa de Eunápolis, a Prefeitura Municipal realizou na manhã desta quarta-feira (12), uma celebração, na praça da bandeira.

A solenidade que aconteceu com número reduzido de pessoas, respeitando os protocolos sanitários de prevenção à Covid-19, com o ato cívico de Hasteamento das Bandeiras do Brasil, da Bahia e de Eunápolis.

“Hoje Eunápolis completa 33 anos e aqui compartilho meus parabéns e a minha gratidão por ser filha desta terra. Com amor e responsabilidade, peço a Deus a direção para trabalhar por nossa gente, resgatar esse respeito e esse crescimento de Eunápolis. Com o comércio pujante que temos, com o agronegócio forte que temos, com nosso povo ordeiro e acolhedor, tenho certeza que vamos dar a volta por cima, porque Eunápolis nasceu pra ser grande”, disse a prefeita Cordélia Torres (DEM).

Após o discurso, a Prefeita Cordélia Torres pediu a todos que fizessem 1 minuto de silêncio, em respeito às vítimas da Covid-19. Para homenagear os eunapolitanos que perderam a vida para Covid-19, foram soltos 147 balões, representando cada uma das vítimas da doença no município.

Estiveram presentes, o vice-prefeito, Wanderson Barros; o presidente da Câmara de Vereadores, Jorge Maecio; o comandante da 7ª Cia Independente de Polícia Militar, Major Wagner Ribeiro; o delegado Moisés Damasceno, coordenador da 23ª Corpin; o presidente nacional do Movimento Jovens Progressistas, Neto Carletto; além de vereadores, secretários do município e representantes da sociedade civil.

Secretário de Esportes e Lazer; e vice-prefeito de Itabuna, Enderson Guinho (DEM)

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As obras de requalificação da Vila Olímpica Professor Everaldo Cardoso, no Bairro São Caetano, devem começar ainda neste mês, segundo o engenheiro civil Patrick Monteiro, responsável pela obra. O anúncio da requalificação do equipamento esportivo e de lazer foi feito pelo governador Rui Costa, recentemente, durante visita a Itabuna quando anunciou um pacote de obras.

O engenheiro lembra que há um estudo detalhado sobre a reforma deste importante equipamento, e que todos os trâmites necessários estão sendo providenciados com celeridade, atendendo ao pedido do governador Rui Costa (PT) e do prefeito Augusto Castro (PSD).

A previsão é de que em seis meses a obra seja entregue à população com ginásio de esportes reformado, com piso moderno, piscina, campo de areia, duas quadras poliesportivas, um campo futebol society e uma pista de atletismo em volta.

O secretário de Esportes e Lazer, vice-prefeito Enderson Guinho (DEM) destacou a fundamental ação do governo estadual para que a cidade volta a ter o complexo esportivo responsável pela formação esportiva de gerações.

“Há anos que era uma obra aguardada. Sua realização vai atender ao desejo de muitos atletas e desportistas porque vai servir às necessidades de esporte, lazer e entretenimento, inclusive de alunos das redes municipal e estadual de ensino e da juventude como um todo”, disse Guinho.

Hilton Coelho está firme nas fiscalizações

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O deputado Hilton Coelho (PSOL) deu entrada em uma representação junto ao Ministério Público da Bahia (MP-BA) contra o prefeito de Salvador, Bruno Reis. “Acionamos o Grupo de Atuação Especial de Defesa do Patrimônio Público e da Moralidade Administrativa do MP-BA em razão das falas inverídicas do prefeito Bruno Reis em relação à pandemia do coronavírus. Segundo o parlamentar, Bruno Reis tem soltado inverdades em relação à vacinação de grupos de professores. “Questionamos de forma absoluta essas e outras falas do executivo municipal”, afirma o parlamentar.

Hilton Coelho lembra que o processo de vacinação é lento e a primeira dose, para atingir 100% dos docentes, exige certo tempo. “As falas do prefeito dão a entender que se trata de processo imediato. Ora, a imunização completa das trabalhadoras e trabalhadores da educação só ocorrerá algumas semanas após a segunda dose dos imunizantes, que variam de acordo com o tipo da vacina”.

O legislador destaca que “de forma acintosa o prefeito Bruno Reis chamou de falsa a informação e denúncias feitas por entidades de representação dos docentes sobre escolas que, recém-abertas às aulas presenciais, foram fechadas por casos de contaminação pelo coronavírus. A situação em duas escolas comprovou-se grave e desmentiu a posição da Prefeitura de Salvador. Na Escola Municipal Professora Eufrosina Miranda e no Centro Municipal de Educação Infantil Mário Altenfelder, profissionais testaram positivo e os tais protocolos não foram cumpridos. O prefeito Bruno Reis (DEM) e o secretário de Educação, Marcelo Oliveira, em lugar de resolver a situação, preferiram tentar desacreditar a denúncia a chamando de “fake news”.

E completa: “A atuação do Ministério Público é fundamental para que se restabeleça a verdade. A inverdade não pode se tornar um instrumento de ação administrativa em Salvador”, conclui Hilton Coelho.

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A ala pragmática e mais fisiológica do DEM começa a dizer que a posição de ACM Neto, presidente nacional da legenda, diante da sucessão do Palácio do Planalto, vem provocando a debandada de lideranças para outras agremiações partidárias.

O ex-alcaide de Salvador já disse que o DEM não vai tomar o caminho do extremismo, seja com Bolsonaro, que busca sua reeleição, ou com o petista-mor Lula, que quer retornar ao cargo mais cobiçado do Poder Executivo.

Essa decisão de não pegar a estrada dos extremos, do radicalismo e do confronto do ódio, está afastando da sigla os que fazem política de olho nas pesquisas de intenções de voto, os que ficam esperando quem está melhor colocado nas enquetes para encostar.

Todos que estão deixando o demismo, com algumas poucas exceções que envolvem as arrumações regionais, o fazem por oportunismo político. São defensores de que o DEM tem que deixar duas portas abertas, uma para Jair Messias Bolsonaro e a outra para Luiz Inácio Lula da Silva.

Não existe “crise de identidade” no DEM, como alegam os parlamentares que apoiam a possibilidade de apoiar Bolsonaro ou Lula. Ora, ACM Neto já decidiu que não quer nem um e, muito menos, o outro. “Óbvio que não vou cogitar apoiar de um extremo a outro”, disse o ex-gestor soteropolitano. Portanto, essa alegação de “crise de identidade” não passa, como já disse no parágrafo anterior, de oportunismo.

Olhe, caro e atento leitor, ainda vou mais longe. Se no segundo turno a disputa for entre Bolsonaro e Lula, e se tiverem empatados, com qualquer um podendo ganhar, os oportunistas de plantão vão ficar em cima do muro, esperando o resultado. Depois é só dizer que apoiaram o vitorioso, que só não fizeram abertamente por causa da decisão do partido.

Neto diz que o DEM “está sofrendo ataque especulativo dos que têm inveja”. Lembra que a sigla cresceu na comparação entre as eleições de 2020 e 2016, elegendo 464 prefeitos contra 268 do pleito anterior e 49% a mais de vereadores.

É evidente que ACM Neto não pode só ficar na simpatia com o movimento “NEM LULA, NEM BOLSONARO”. Antes das águas de março fechando o verão de 2022, vai ter que decidir o seu candidato à presidência da República. 


Marco Wense é Analista Político

*A análise do colunista não reflete, necessariamente, a opinião de Pauta.blog.br

Eduardo Paes nega desentendimento com o ex-prefeito de Salvador

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O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, nega desentendimento com o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto. De malas prontas para o PSD de Gilberto Kassab, Paes, agradeceu ao presidente Nacional do DEM em entrevista a Folha de S. Paulo.

“Sinceramente, não tenho qualquer crítica ao presidente ACM Neto, tenho profunda admiração por ele, gratidão, e respeito. Se tem alguma coisa que me entristece nesse momento de saída é isso”, avaliou Paes.

Já o ex-presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, também deve seguir o mesmo caminho.

“É uma pessoa que é importante para mim, que é o Rodrigo Maia. Ele é um quadro político importante do Brasil, é o nosso quadro de articulação nacional. Esse desentendimento dele acabou gerando isso”, finalizou o prefeito do Rio. 

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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sabe que a grande maioria do seu eleitorado não liga para as contradições do PT na busca de acordos. Essa considerável fatia de votos está concentrada nos beneficiários do Bolsa Família.

O petismo tem também os seus “lulominions”, que costumam chamar o líder-mor de “Deus Lula”. Quando o assunto é a sucessão do Palácio do Planalto, eles dizem que a polarização é favas contadas, irreversível. De um lado o “Deus Lula”, do outro o “mito”.

Os petistas que não aceitam essa aproximação de Lula com certos políticos não têm força nenhuma. Nos bastidores, longe dos holofotes e do povão de Deus, são chamados de ingênuos, sonhadores e até mesmo de babacas.

A prova inconteste de que o agora elegível Lula é de um pragmatismo assustador, adepto do vale tudo para conquistar o poder, de que os fins justificam os meios, é que não há um registro de uma crítica sua a essa turma que hoje está na cadeia ou, em decorrência da impunidade, solta, tomando bons vinhos na beira da piscina de suas mansões, debochando da Justiça. O silêncio de Lula é de quem tem telhado de vidro.

Se Lula tivesse certeza que Cunha, Cabral e companhia Ltda não iriam provocar desgaste na sua tentativa de chegar à presidência da República pela terceira vez, assim que deixassem a cadeia, seriam chamados para o palanque. Um tapete, obviamente de cor vermelha, seria estendido para os honrosos políticos, exemplos de homens públicos. Com efeito, todos esses larápios do dinheiro público, dinheiro meu, seu, nosso, enfim, do povo brasileiro, do cidadão-eleitor-contribuinte já foram aliados de Lula. Pelo andar da carruagem, vão voltar a ter influência em um eventual retorno do líder maior do Partido dos Trabalhadores ao cargo mais importante e cobiçado do Poder Executivo.

O senador Renan Calheiros, emedebista lá de Alagoas, que responde a vários processos, alguns deles no STF, um dos articuladores do impeachment da então presidente Dilma Vana Rousseff, foi convidado para ser uma espécie de coordenador da campanha de Lula no nordeste. A pobre da Dilma não diz nada.

A diferença entre o ex-presidente Lula e o atual, no tocante ao eleitorado, é que Bolsonaro, para manter sua base unida, tem que radicalizar o discurso. Lula não tem essa preocupação, já que 60% dos seus eleitores são despolitizados, quer no aspecto ideológico como de informação.

Concluo dizendo que essa “irreversível” polarização vai sendo enfraquecida à medida que o movimento “Nem Lula, Nem Bolsonaro” vai tomando corpo. Vale lembrar que o antipetismo e o antibolsonarismo caminham a passos largos para atingir 60% do eleitorado. 


Marco Wense é Analista Político

*A análise do colunista não reflete, necessariamente, a opinião de Pauta.blog.br

Arival Viana (DEM) assume o seu sexto mandato como prefeito

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Um recordista em mandatos na Bahia, o prefeito de Buritirama, Arival Viana (DEM). O gestor comemora um recorde no estado, sendo o único político a ser prefeito por seis vezes em seu município.

Com 70 anos e 35 dedicados à vida pública, o prefeito destacou, “foi eu que instalei o município de Buritirama. Na época foi desmembrado de Barra e eu fui o primeiro prefeito. Assumi o movimento de emancipação e estimulei e articulei todo o processo”, afirmou.

“Agradeço de coração cheio ao povo de Buritirama que me confiou esse novo mandato. O foco da minha gestão será na saúde, principalmente no combate ao Covid-19, na infraestrutura do município e na educação”, finalizou o prefeito.  

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As articulações para compor a chapa governista caminham a passos largos para manter a base aliada unida em torno da pré-candidatura de Jaques Wagner ao governo do Estado no pleito de 2022.

A reforma administrativa do governador Rui Costa foi programada para evitar uma cisão no arcabouço que dar sustentação política ao governo. A preocupação maior é com o PP e PSD, sem dúvida as duas legendas mais importantes da base aliada.

Os argumentos que consolidam o PSD e PP como as siglas indispensáveis para a pretensão de Wagner de governar a Bahia pela terceira vez são do conhecimento de todos. Não vou citá-los novamente. Basta lembrar dois pontos:
1️⃣ tempo no horário eleitoral.
2️⃣ as duas siglas juntas têm o controle político da quase metade das prefeituras.

O único obstáculo que poderia criar problema para a unidade da base parece que foi removido. Não sei se por pressão de cima para baixo, mais especificamente da cúpula do lulopetismo, ou por decisão do próprio Rui Costa, que resolveu continuar no Palácio de Ondina até o último dia do mandato.

Ora, até as freiras do convento das Carmelitas sabem que a vontade de Rui era disputar o Senado da República. Seria a eleição mais tranquila do Brasil, com uma grande diferença em relação ao segundo colocado.

Com Rui fora da majoritária, tudo volta a se encaixar: Jaques Wagner (governador), um nome indicado pelo PP (vice) e Otto Alencar buscando à reeleição para o Senado, obviamente pelo PSD.

Como não existe almoço de graça na política, a Rui Costa, pela sua compreensão e discernimento, ficaria a promessa de ocupar um ministério em uma eventual vitória de Lula na sucessão de Bolsonaro.

Atrás de toda essa arrumação tem a desconfiança em relação ao vice-governador João Leão, que assumiria o lugar de Rui Costa em caso de desincompatibilização para concorrer ao Senado. Se o vice-governador não tivesse pretensão política, se fosse confiável, um vice técnico, Rui Costa deixaria o cargo. Outro lembrete é que João Leão é do PP, sigla do Centrão, hoje de mãos dadas com o presidente Bolsonaro. O comandante-mor nacional da sigla, senador Ciro Nogueira, integra a tropa de choque em defesa do governo Bolsonaro na CPI da Covid-19.

No tocante a Otto Alencar tem a questão da sucessão do Palácio do Planalto. Deixar Otto de fora da chapa significaria o fim da possibilidade de um entendimento nacional com a legenda em torno da pré-candidatura de Lula. As conversas com Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD, seriam interrompidas.

E ACM Neto? A situação do ex-prefeito de Salvador continua cercada por um denso nevoeiro, que precisa ser dissipado urgentemente, sob pena de causar uma queda nas pesquisas de intenções de voto, que no momento colocam o demista em posição confortável em relação ao segundo colocado, o senador Jaques Wagner.

ACM Neto tem que tomar uma posição, decidir o que quer, qual o caminho que pretende seguir, se quer apoiar Ciro Gomes, presidenciável do PDT, ou fazer as pazes com o presidente Bolsonaro. Essa indefinição não é aconselhável. Parcela significativa do eleitorado não perdoa.

Agora é esperar a poeira assentar. Daqui para 2022, mais especificamente perto das convenções partidárias, muita coisa pode acontecer. Repito que o processo sucessório terá dois fortes “cabos eleitorais”. Um do lado de Wagner, que é o ex-presidente Lula. E o outro de ACM Neto, o sentimento de mudança. Afinal, com o fim do governo Rui Costa, são 16 anos do PT no poder.

A continuação da “correria” de Rui Costa versus “chega de PT”. Esse será o inevitável confronto, o discurso do petismo e do netismo. 


Marco Wense é Analista Político

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O ato de filiação foi marcado pela presença de autoridades políticas da região

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O vice-prefeito de Itabuna, Enderson Guinho, oficializou nessa terça-feira (27.abril), sua chegada ao Partido Democratas, numa solenidade marcada pela construção de uma aliança em prol do desenvolvimento socioeconômico de Itabuna e de todo o Estado da Bahia.

Ele que deve lançar seu nome como pré-candidato a deputado, falou muito em democracia e de representatividade regional, mas também deixou claro seu irrestrito apoio ao ex-prefeito de Salvador, ACM Neto.

“Sempre tive esse olhar que Itabuna precisa de representação política, nossa região é carente e faz parte da democracia as pessoas colocarem seus nomes à disposição para representar o povo”, disse Guinho.

Estiveram presentes: o prefeito de Itapetinga, Rodrigo Hagge; Vinicius Ibrann, prefeito de Buerarema; e o Valderico Reis, ex-candidato a prefeito de Ilhéus.

E aproveitou para tecer elogios ao trabalho que vem sendo realizado pela Secretária Municipal de Promoção Social e Combate à Pobreza, Andreá Castro.

“Andréa tem feito um trabalho brilhante e se destacado como secretária, e é importante que muitas mulheres sejam incentivadas a se engajar na política. Itabuna precisa dessas representações”. E reforçou que o grupo político que foi formado na campanha do prefeito Augusto Castro continua com o mesmo objetivo.

“A partir do momento em que ganhamos eleição, constituímos um grupo e este grupo tem que dar certo e vai dar certo porque o povo de Itabuna escolheu. Nós estaremos juntos caminhando em prol da nossa cidade e agora também em prol da nossa região. Tudo foi bem conversado com o prefeito Augusto Castro, pois ele faz parte de todas as nossas decisões”, frisou.

PALÁCIO DE ONDINA
Sobre a disputa das próximas eleições do Palácio de Ondina, Guinho foi enfático ao dizer que estará caminhando junto ao ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, que disputará as eleições para o governo da Bahia.

O presidente do Diretório do DEM em Itabuna, Samuca Franco (foto), falou de sua satisfação é ter Enderson Guinho no grupo do Democratas. “Pessoas boas querem ver a região crescer. Nosso projeto é conseguir um melhor aproveitamento político de nossa região e estado. O DEM é um partido forte, que sempre marcou Itabuna, é respeitando, fez grandes políticos e agora tem o prazer de trazer Enderson Guinho para fazer parte dessa família”.

▶️ DÊ PLAY E ASSISTA PRONUNCIAMENTO COMPLETO DE GUINHO

📌 NOVOS RUMOS DE GUINHO NO DEMOCRATAS

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Já faz um bom tempo que a modesta Coluna Wense não comenta nada sobre o vice-prefeito Enderson Guinho, que daqui a pouco vai anunciar seu novo abrigo partidário, provavelmente o DEM de ACM Neto.

Mas o vice anda dizendo que estou pegando no seu pé. Fiz um comentário normal sobre a saída do ex-vereador do Cidadania. Não vi motivo para o vice ficar irritado. Ora, o ex-edil tem todo o direito de escolher um novo caminho político, assim como o prefeito Augusto Castro, do PSD do senador Otto Alencar, de ficar com um olho na missa e o outro no padre, como diz a sabedoria popular.

No DEM, o vice passa a ser eleitor e cabo eleitoral da chapa oposicionista, que será encabeçada pelo ex-alcaide soteropolitano, tomando um rumo diferente de Augusto. Se depender do voto do vice-prefeito, Otto não será reconduzido ao Senado, só para ficar em um só exemplo. O que eu não sabia era que o vice era preconceituoso com os idosos, me chamando de um “senhor de idade”.

No mais, esperar o desenrolar dos fatos e desejar ao vice-prefeito sucesso na nova legenda.

E por falar em idade, dia 7 de maio tomo a segunda dose da vacina coronavac. 

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Marco Wense é Analista Político

*A análise do colunista não reflete, necessariamente, a opinião de Pauta.blog.br

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