Ciro Nogueira sai e entra sua mãe, suplente, Eliane Nogueira

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O senador Ciro Nogueira (PP-PI) informou hoje, 3ª feira (27.julho) que deverá assumir o cargo de ministro da Casa Civil — hoje ocupado pelo general Luiz Eduardo Ramos. Por meio das redes sociais, ele afirmou que aceitou o convite feito pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, após reunião no Palácio do Planalto.

“Acabo de aceitar o honroso convite para assumir a chefia da Casa Civil, feito pelo presidente Jair Bolsonaro. Peço a proteção de Deus para cumprir esse desafio da melhor forma que eu puder, com empenho e dedicação em busca do equilíbrio e dos avanços de que nosso país necessita”, registrou.

Caso o nome do senador seja oficializado no cargo, a vaga deixada no Senado deverá ser ocupada pela primeira suplente, Eliane Nogueira (PP-PI), que é mãe do parlamentar.

Este seria o primeiro mandato político de Eliane e Silva Nogueira Lima, 72 anos, natural de Teresina. Empresária, ela compôs a chapa de Ciro, eleita em 2018. O segundo suplente é Gil Marques de Medeiros, o Gil Paraibano, também do PP, que, em 2020, foi eleito prefeito de Picos (PI).

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“Não é possível provar fraude”.

A deputada federal Bia Kicis (PSL-DF), autora da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) do voto impresso, não é possível fazer este tipo de comprovação.

“Eu não vou entrar nesta seara. Sabe por quê? Porque eu não vou falar uma coisa que eu não possa provar. Eu não posso provar que teve fraude. Sabe por quê? Porque o sistema não é auditável”, disse.

“O eleitor não tem como provar. Ele só sabe o que ele viu, que o voto dele não apareceu naquela urna. Aí você quer jogar para o eleitor o ônus de provar uma fraude? Isso é uma prova demoníaca. Não tem como. Agora, existem muitos indícios de problemas. Se foi fraude, se foi problema técnico, eu não sei”, acrescentou a deputada em entrevista à Folha de S.Paulo. 

De acordo com a Lei das Eleições, filiação partidária é pré-requisito para quem pretende se candidatar ao pleito de 2022; prazo final é de seis meses antes das votações

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A Bahia possui 963.402 eleitores filiados a partidos políticos em todo o estado, segundo estatísticas da Justiça Eleitoral. Os dados são de maio de 2021. Das 34 legendas registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Partido dos Trabalhadores (PT) é o que tem mais filiados: 85.816. Em seguida, estão o Democratas (DEM), com 81.148 pessoas, e o Movimento Democrático Brasileiro (MDB), com 78.348 integrantes.

Já o Partido Republicano Progressista (PRP), o Partido Humanista da Solidariedade (PHS) e a Unidade Popular (UP) são as agremiações políticas com menos filiados. Os PRP e o PHS têm 19 membros, cada, enquanto a UP possui 83 membros.

COMO SE FILIAR
A filiação é um vínculo estabelecido entre o filiado e o partido político. É quando o eleitor aceita e adota o programa de determinada agremiação partidária, passando a fazer parte dela.

Para se filiar, é necessário ter direitos políticos positivos, ou seja, estar em situação de poder votar e ser votado, direta ou representativamente, de forma livre e democrática. Têm direito ao voto os maiores de 16 anos e direito a serem votados os brasileiros, alfabetizados, eleitores no país e com idade mínima para o cargo para o qual pretendem concorrer.

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Brasília, onde se resolve tudo no jeitinho

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Casuísmos não faltam à administração pública no Brasil. E não é coisa de agora, já nasceu colocando um absurdo no registro de nascimento: a famosa carta enviada pelo escrivão Pero Vaz de Caminha ao Rei Dom Manuel, em que pedia benesses para seus familiares por participar do descobrimento deste Brasil varonil. Embora eu pessoalmente não tenha ciência do resultado, acredito que o pleito tenha sido deferido, pois era costume à época.

Naquele tempo, tudo podia desde que o rei, Sua Majestade, concedesse os benefícios reais a qualquer dos súditos, por relevantes serviços prestados ao Reino ou mesmo à Coroa. Afinal, como dizia o Rei Luiz XIV, o brilhante Rei Sol, “L’État c’est moi”, ou “o Estado sou eu”, pois exercia o poder absoluto sobre o reino da França por 72 longos anos de deslumbramento.

Mas vamos nos ater no Brasil, que copiou ou transferiu os costumes reinantes da Corte de Portugal, mesmo antes de Dom João VI desembarcar em Salvador e no Rio de Janeiro, distribuindo concessões por onde passasse e a quem lhe pedisse. Além dos benefícios financeiros, com sinecuras tantas, ainda existiam os títulos de nobreza dados desde aos mordomos e outros cuidadores reais, até aos ricos bajuladores do poder.

Com a proclamação da República, pensavam alguns que os usos e costumes mudariam, conforme a etimologia do nome res publica, coisa de todos, do povo, o que acabou não acontecendo, na realidade. República instalada, tinham os que queriam a república ditatorial, que foram defenestrados, e os que preferiam a república democrática, engrossados pelos que apoiavam a monarquia e que não queriam perder as benesses.

Nos costumes de hoje, aquela turma de antes levava a sua mesada – e olhe que ainda não tínhamos criado o mensalão – para emprestar o apoio ao governante de plantão, já sob o argumento da governabilidade. E assim passaram os anos e governos nas esferas federal, estadual e municipal, diferenciando-os apenas no índice de poder e de concessões aos amigos e colaboradores.

Sem qualquer constrangimento, muda-se de partido como quem muda de camisa, com a explicação na ponta da língua, desde que a reciprocidade seja entregue por meios diversos, desde em cédulas em vigor no Brasil ou em países estrangeiros. Podiam, e ainda podem, ser esses pagamentos feitos na base do escambo: voto no seu interesse e recebo favor nos mesmos moldes.

Daí é que acredito tenha sido criada a emenda parlamentar, na qual o beneficiado não é o popular, alguém do povo, mas o próprio político, com uma obra que, coincidentemente, passe pela porteira de sua fazenda, o asfaltamento da rua onde more. Fatos apontam, também, para a informação privilegiada de determinada vultosa obra, onde quem compartilha o segredo passa a comprar léguas e mais léguas de terra.

Como nos mostrou o mensalão e o petrolão, outros meios mais sofisticados foram criados para esconder dos fuxiqueiros, a exemplo do apoio de terceiros, com as riquíssimas colaborações nas campanhas eleitorais. Eu beneficio você, que também me beneficia, pois já recebeu o benefício dado de forma bastante desinteressada do meu amigo e que passa a ser seu amigo.

Assim ficou tudo mais fácil, pois as leis passaram a ser feitas de acordo com os interesses de nosso grupo, beneficiando aqueles que compartilham não só nossas ideias e redes sociais, mas a nossa esperteza. E tudo se resolve entre quatro paredes, como a rodovia litorânea que de repente cisma em se desviar para o interior, sob qualquer desculpa técnica que mereça ser dada.

Há outro jeitinho nas leis para os que gostam de enveredar por caminhos mais fáceis e que alguns chamam de tortuosos, com a singela finalidade de escapar das garras da lei, não importando de que lado possa estar. Se já tivemos a chamada Lei Fleury, nada nos impede que possamos ter a lei que quisermos. Ora, o congresso sempre dá um jeitinho para aprovar a reeleição de uns e cassar a de outros, como quer FHC.

Os fins justificam os meios, não podemos é deixar de honrar os pedidos de nossos amigos mais chegados. Ora, casuísmo é apenas a submissão de um pensamento e o apoio a um chegado. Como se diz: O amigo tem de ser amigo do amigo, do contrário, não é amigo do amigo. E o que o brasileiro mais preza é ser amigos dos amigos! E olha que a res publica deveria ser de todos…


Walmir Rosário é radialista, jornalista e advogado

*A análise do colunista não reflete, necessariamente, a opinião de Pauta.blog.br

Provas estão marcadas para 14 de novembro

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Com objetivo de avaliar estudantes que estão ingressando ou concluindo cursos de graduação, o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) 2021 está marcado para o dia 14 de novembro. Até o dia 8 de agosto, os coordenadores dos cursos avaliados deverão inscrever os estudantes no Sistema Enade.

De 9 a 29 de agosto, os coordenadores de curso poderão corrigir a inscrição dos estudantes habilitados para o Enade 2021.

Em 2021 serão avaliados os estudantes, ingressantes e concluintes, dos cursos de bacharelado pertencentes às áreas de ciência da computação, ciências biológicas, ciências sociais, design, educação. Entre as licenciaturas, os alvos serão os cursos de artes visuais, ciência da computação, ciências biológicas, ciências sociais, educação física, filosofia, física, geografia, história, letras – português, letras – inglês, matemática, música, pedagogia e química.

Também estão incluídos os estudantes de cursos superiores de tecnologia em análise e desenvolvimento de sistemas, tecnologia em gestão da tecnologia da informação e tecnologia em redes de computador. O estudante que não realizar a prova ou preencher o Questionário do Estudante fica impedido de colar grau.

PROVAS
Realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o Enade 2021 será composto por uma prova com 40 perguntas. O conteúdo é dividido entre 10 questões de formação geral, com temas comuns a todos os cursos, e 30 questões de componente específico, com perguntas próprias de cada área. Quanto ao formato das questões, são, no total, cinco questões discursivas e 35 de múltipla escolha. Os estudantes terão 4 horas para realizar a prova.

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O dinheiro público vem sendo tratado como se fosse algo privado, que se gasta sem precisar dar satisfação, que quando questionado tem a seguinte resposta : “o dinheiro é meu, faço com ele o que quiser, não é da sua conta”.

Os senhores parlamentares, deixando de lado as honrosas exceções, infelizmente pouquíssimas, arrumaram um jeitinho para gastar o dinheiro do cidadão e da cidadã, do eleitor-contribuinte sem precisar prestar contas.

Que coisa, hein! Sai o tal do “orçamento secreto” e entra a tal das “emendas em cheque branco”. Os recursos enviados para os governos estaduais e prefeituras podem ser usados em qualquer área e sem nenhuma fiscalização federal.

Pois é. Se gasta como quer e sem definição de critérios e prioridades. É do jeito que o diabo gosta, como diz a sabedoria popular. No comentário de hoje, é o diabo da impunidade, cada vez mais ousado e desafiador, se alimentando do que mais gosta: o dinheiro dos cofres públicos.

As emendas em “cheque branco”, que em 2020 chegaram a R$ 621milhões, saltaram para quase R$ 2 bilhões em 2021. Por trás de toda essa dinheirama, o objetivo de afastar a possibilidade de abertura de um pedido de impeachment contra o presidente Bolsonaro. Em vez do cafuné ser com os dedos, se faz com a liberação de recursos.

E tem mais: o Congresso Nacional retirou o poder de fiscalização do Tribunal de Contas da União (TCU) para esses recursos. Repito: tudo como o diabo da impunidade gosta.

E tem mais: Os senhores parlamentares das duas Casas Legislativas, o Senado da República e a Câmara dos Deputados, diminuíram as verbas do imprescindível Censo Demográfico em quase R$ 2 bilhões. Ou seja, tiraram dinheiro do Censo para fazer o toma lá, dá cá.

O Censo Demográfico é de uma importância gigantesca. Através dele se faz um retrato de como vive os brasileiros, ajudando assim a definir as políticas públicas para melhorar a vida das pessoas.

E o pior é que quando um governo chega ao ponto de ficar refém do Centrão, a esperança de um futuro melhor vai para a sarjeta.

O dinheiro nosso, do povo brasileiro, precisa ser tratado com mais respeito e lisura. Que os senhores políticos, falo dos malandros, tenham vergonha na cara.

PS – Duas manchetes do Estadão chamaram à atenção hoje. Uma relacionada ao mundo político, a outra à economia. A da política: “Ministro da Defesa faz ameaça e condiciona eleição de 2022 ao voto impresso”. A da economia: “Custo de materiais de construção tem alta recorde e afeta reformas e construtoras”. Ambas preocupantes. 


Marco Wense é Analista Político

*A análise do colunista não reflete, necessariamente, a opinião de Pauta.blog.br

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Reforma ministerial prevê recriação do Ministério do Trabalho

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O presidente Jair Bolsonaro confirmou hoje, 5ª feira (22.julho) que o senador Ciro Nogueira (PP-PI) vai assumir a Casa Civil da Presidência República, em uma reforma ministerial que deve acontecer na semana que vem. “A princípio é ele [Ciro Nogueira], conversei com ele já, ele aceitou. Ele está em recesso, chega em Brasília segunda-feira, converso com ele, acertamos os ponteiros. E a gente toca o barco. É uma pessoa que eu conheço há muito tempo, ele chegou em 95 na Câmara, eu cheguei em 91”, explicou Bolsonaro em entrevista.

Bolsonaro também confirmou a recriação do Ministério do Trabalho e Previdência, que, no início do governo, foi agrupado com outros quatro ministérios para a criação do Ministério da Economia, sob o comando do ministro Paulo Guedes.

O atual ministro da Secretaria Geral, Onyx Lorenzoni, será o titular deste novo ministério e o atual chefe da Casa Civil, Luiz Eduardo Ramos, assumirá seu lugar na Secretaria Geral.

“Ele mesmo [Paulo Guedes] concordou com tirá-lo dessa parte para passar para esse novo ministério. Dá uma descompressão no Paulo Guedes e deixa o Onyx para tratar dessa questão importantíssima [trabalho]”, disse o presidente. Com informações da Agência Brasil.

Ex-presidente Lula

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O presidente Lula alertou, em entrevista à tvPT que, enquanto Bolsonaro comete abusos na gestão da pandemia, como tirar máscaras de crianças, o país é governado realmente por pessoas que destroem o patrimônio nacional. “Bolsonaro está muito à vontade porque ele fala todas as besteiras, nós ficamos criticando o dia inteiro as besteiras, a imprensa reproduz as besteiras que ele fala, e quem está governando o país é o [Arthur] Lira, presidente da Câmara; é o [Rodrigo] Pacheco, presidente do Senado; e o [Paulo] Guedes, que vão vendendo o Brasil”, observou Lula.

Lula aponta as privatizações e a reforma administrativa como dois exemplos do desmonte do país que ocorre em plena pandemia. “Eles vão desmontando as empresas estatais, vão privatizando tudo a preço de banana, vão fazendo a reforma administrativa para prejudicar o trabalhador menor. Não vai ser o procurador que fez as mentiras na Lava Jato que vai pagar o pato da reforma administrativa, vai ser o povo pobre, que coloca a mão na massa para carregar piano”, alertou Lula, que pediu a presença da bancada do partido na Câmara para aumentar a resistência ao desmonte. “É preciso não permitir que aconteça o que está acontecendo. Não se pode deixar o presidente da Câmara fazer a destruição que está fazendo.”

Ainda sobre o Estado, o presidente Lula analisou a presença de militares no atual governo. Para ele, é preciso recuperar o papel central das Forças Armadas para o país. “Eu quero as Forças Armadas fortes, para nos defender de nossos inimigos externos. Defendo as Forças Armadas bem estruturadas. Agora, o cidadão tem de escolher. Se ele quer ser militar, ele tem uma função constitucional que ele tem de cumprir. Se ele quer ser político, ele não faça escola militar, ele vá para a política. Não pode misturar as coisas, porque senão você destrói as carreiras de Estado”, analisou.

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O presidente Bolsonaro garantiu que deverá vetar

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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) garantiu que deverá vetar o aumento no fundo eleitoral de R$ 5,7 bilhões aprovado, na última 5ª feira (15.julho), pelo Congresso na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2022. “Posso adiantar para você que não será sancionada”, disse o presidente em entrevista exclusiva para a Rádio Nacional da Amazônia, que teve trechos exibidos no programa A Voz do Brasil de ontem 2ª feira (19.julho).

E emendou: “A tendência nossa é não sancionar isso daí em respeito aos trabalhadores, ao contribuinte brasileiro”.

Segundo o presidente, o dinheiro pode ser mais bem empregado na construção de pontes e construção de malha rodoviária, por exemplo. Com informações da Agência Brasil.

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Apesar dos mais de 540 mil mortos em decorrência do Coronavírus por todo o Brasil, e cerca de 60 mortos em Ibicaraí, sábado (18.julho), cheguei à conclusão de que o povo brasileiro se acostumou com a pandemia, com a desgraça alheia, com a dor e o sofrimento do próximo, com a morte de parentes, amigos e conhecidos. Ontem tive essa triste constatação.

Saí a noite com minha esposa para levar minha filha na casa de uma amiga e durante o caminho pensei em contar as pessoas sem máscaras por todo o trajeto, em menos de um minuto percebi que seria mais fácil contar as pessoas com máscaras, pois a avenida São Vicente de Paula estava lotada de jovens sem a devida proteção.

Por cada esquina que passava o susto era maior com tamanha irresponsabilidade dessa geração que se diz o futuro desse Brasil. Foram centenas de jovens, todos sem máscaras, desfilando pelos quatro cantos da cidade como se não existisse um ‘vírus à solta matando de forma impiedosa’.

Quando passei pela praça Henrique Sampaio comentei com Fátima – em tom irônico – que a pandemia tinha acabado e não tinham nos avisado, pois a praça estava lotada de jovens sem máscaras e descumprindo os protocolos exigidos pela OMS.

Tenho visto diariamente pessoas culpando o governo nas esferas Federal, Estadual e Municipal pelas mortes, mas o que percebo é que governo ou governante não faz milagre. Muito tem sido feito e a vacina tem chegado e as pessoas estão sendo vacinadas. A engrenagem está funcionando e o país está sendo vacinado. O problema é que temos 220 milhões de pessoas e uma logística complicada pelo tamanho continental do Brasil.

Você que é jovem precisa ter um pouco de paciência, pois esse ano todos nós seremos vacinados e a vida voltará ao normal. Essa necessidade de ir para as ruas ‘hoje’ como se o mundo fosse acabar ‘amanhã’ só traz uma certeza: o mundo pode acabar para algum parente seu nos próximos dias, pois você pode até pegar o vírus e sentir uma ‘gripezinha’, agora o seu PAI ou a sua MÃE com alguma COMORBIDADE corre o risco pegar o ‘SEU VÍRUS’ e MORRER! PENSE NISSO! 


Arnold Coelho
Esperando a 2ª dose

*A análise do colunista não reflete, necessariamente, a opinião de Pauta.blog.br

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