Prefeito reeleito de Petrolina, Coelho já foi deputado estadual e, agora, quer ser governador

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O prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, filiado ao DEM na última semana, deu o pontapé inicial à pré-candidatura ao Governo do Estado de Pernambuco. Em um vídeo divulgado nas redes sociais, o gestor afirmou que a carreira política dele foi iniciada no Recife e diz que todo o estado precisa de melhorias.

O vídeo começou a circular nos aplicativos de mensagens desde a última 6ª feira (24.setembro), um dia antes do ato de filiação ao Democratas, e a assessoria do prefeito afirma que ele foi produzido para as redes sociais, mas que viralizou em um grupo de mensagens.

As falas do prefeito dão a entender, claramente, que ele vai se lançar como candidato ao Governo de Pernambuco em 2022. O jovem político foi reeleito prefeito de Petrolina em novembro do ano passado com 121.300 votos, o que corresponde a 76,19% dos eleitores. Coelho iniciou a vida política em 2014, quando foi eleito deputado estadual. Logo depois, candidatou-se à prefeitura e foi eleito o gestor mais jovem da história de Petrolina.

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Luciano Hang está sendo acusado de pertencer ao chamado "gabinete paralelo" de apoio ao governo e de promover o chamado "tratamento precoce" contra a covid-19, sem comprovação científica

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Está agendada para a próxima 4ª feira (29.setembro), às 10h, a oitiva do empresário Luciano Hang na CPI da Pandemia. Hang é acusado de pertencer ao chamado “gabinete paralelo”, grupo de apoiadores de Jair Bolsonaro suspeito de aconselhar o presidente em relação à pandemia de covid-19, promovendo ideias sem comprovação científica, como o “tratamento precoce” com hidroxicloroquina e ivermectina.

A convocação de Hang foi aprovada por requerimento do senador Renan Calheiros (MDB-AL), relator da CPI. No mesmo dia, o nome de Hang foi citado no depoimento de Pedro Benedito Batista Jr., diretor da empresa de planos de saúde Prevent Senior. Foi em um dos hospitais próprios da Prevent, o Sancta Maggiore, em São Paulo, que a mãe do empresário, Regina Hang, de 82 anos, morreu em fevereiro deste ano.

Em vídeo publicado nas redes sociais, Luciano Hang aparece dizendo que a mãe poderia ter sido salva se tivesse feito “tratamento preventivo”. Porém, o prontuário de Regina Hang no Sancta Maggiore, obtido pela CPI junto ao hospital, indica que ela tomara, sim, hidroxicloroquina e ivermectina antes da internação. A Prevent Senior vem sendo acusada por médicos de incentivar a prescrição desses medicamentos, na contramão dos principais estudos científicos realizados desde o início da pandemia.

Já internada, ela teria sido submetida a ozonioterapia por via retal, tratamento vedado pelo Conselho Federal de Medicina por falta de comprovação de sua eficácia.

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Brasil ocupa a 111º colocação no Ranking Mundial da Liberdade de Imprensa 2021

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A ONG Repórteres sem Fronteiras (RSF) e o Instituto Tecnologia e Sociedade (ITS) realizaram um levantamento para entender a extensão dos ataques sofridos por profissionais de imprensa por meio da rede social Twitter, que tem mais de 20 milhões de usuários ativos no Brasil.

Durante três meses, foram coletados dados de tweets com menções a um conjunto de cinco hashtags: #imprensalixo, #extremaimprensa, #globolixo, #cnnlixo e #estadaofake. Nesse período, houve 498.693 registros mencionando ao menos uma das hashtags monitoradas, compreendendo tanto tweets nativos quanto retuítes (RTs) publicados por um total de 94.195 usuários.

O PegaBot, ferramenta desenvolvida pelo ITS-Rio, apontou que 3,9% dos 94.195 usuários que interagiram com as hashtags monitoradas ao longo dos três meses de levantamento apresentaram alta probabilidade de comportamento automatizado.

A utilização de contas automatizadas no levantamento realizado indica a existência de mobilizações orquestradas com o objetivo de ampliar artificialmente movimentos de ataques à imprensa no Twitter. A utilização de robôs multiplica o alcance nas redes em torno de determinados assuntos, criando uma percepção falsa de uma adesão maior do que a real sobre determinadas posições ao estimular artificialmente um efeito de manada.

O Brasil ocupa a 111º colocação no Ranking Mundial da Liberdade de Imprensa 2021 elaborado pela Repórteres sem Fronteiras, tendo entrado para a zona vermelha do Índice pela primeira vez.

Após concretizada, fusão vai transformar sigla na maior do país

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A Comissão Executiva Nacional do DEM aprovou a realização de uma convenção nacional do partido em outubro para confirmar a fusão da legenda com o PSL. Dentro do DEM, o clima é favorável à fusão que, se concretizada, vai transformar a sigla na maior do país com fundos partidário e eleitoral de R$ 478 milhões para as eleições de 2022.

Em entrevista ao Jornal Tribuna da Bahia, o ex-prefeito de Salvador e presidente nacional do DEM, ACM Neto, avaliou a fusão do DEM com o PSL como “o maior partido do Brasil e da Bahia”. Neto acredita que a fusão trará benefícios para o país, principalmente em 2022: “Estamos nesse processo de análise da fusão dos dois partidos com o objetivo de criar um novo partido, que seria o maior partido do país. E que permita ter um projeto forte e vitorioso no Brasil no próximo ano. E, claro, que, caso isso dê certo, ele também já nasce com todo peso político na Bahia para ser o principal partido do estado. Esse é o nosso objetivo: ter o maior partido do Brasil e o maior partido da Bahia”.

O novo partido terá seis deputados federais pela Bahia e sete parlamentares na Alba (Assembleia Legislativa da Bahia). Nacionalmente, o DEM tem 28 deputados federais e seis senadores enquanto o PSL tem 53 deputados e uma senadora. Com 81 deputados, a nova legenda será a maior do Brasil.

A nova legenda também espera ter papel importante nas eleições do próximo ano, inclusive, com a possibilidade de lançar uma candidatura ao Palácio do Planalto que seja uma alternativa ao ex-presidente Lula (PT) e Jair Bolsonaro (sem partido).

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Lula mantém a vantagem sobre Bolsonaro e demais candidatos

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Em nova pesquisa divulgada pelo IPEC (Inteligência em Pesquisa e Consultoria) ontem (22.setembro), o ex-presidente Lula (PT) continua mantendo a vantagem em relação ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

A pesquisa mostra que o petista tem 48% das intenções de votos contra 23% de Bolsonaro e 8% de Ciro Gomes (PDT). João Doria (PSDB) e Luiz Henrique Mandetta (DEM) são citados por 3% dos entrevistados. Brancos e nulos somam 10%. Ao todo, 4% não sabem ou preferiram não responder. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Já na pesquisa espontânea, que não apresenta os nomes dos candidatos, Lula manteve os mesmos 38% de junho e Bolsonaro subiu de 20% para 21%, enquanto Ciro é lembrado por 2% dos eleitores. Um terço dos entrevistados não menciona qualquer candidato.

O IPEC entrevistou 2002 pessoas entre os dias 16 e 20 de setembro. O índice de confiança utilizado é de 95%.

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Dados foram apresentados em pesquisa realizada pela USP e Instituto Adolfo Lutz

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De acordo com informações da Agência Brasil, 95,2% dos casos da Covid-19 na cidade de São Paulos são causados pela variante Delta. O estudo foi feito pelo Instituto de Medicina Tropical da USP e pelo Instituto Adolfo Lutz.

A análise foi feita a partir do sequenciamento do vírus em novos casos durante a última semana, quando foram detectados 573 infectados com a variante delta. Desde julho, quando a variante começou a circular na cidade, já foram identificados 2.494 casos.

Já foram aplicadas 16,9 mil doses de vacinas contra o novo coronavírus na cidade, o que garantiu imunização completa (com duas doses ou dose única) para 71,4% da população com mais de 18 anos.

Possibilidade de coligações em eleições proporcionais foi revogada // Foto de Marcos Oliveira/Agência Senado

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A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou a PEC 28/2021 hoje (22.setembro), mais conhecida como “minirreforma eleitoral”. Mesmo com a aprovação de alguns pontos, a possibilidade de coligações em eleições proporcionais foi vetada, assim como a mudança no número mínimo de assinaturas necessárias para tramitação de iniciativa popular.

Foram mantidas as alterações das datas de posse do presidente e dos governadores. Outro item que não foi alterado é o que prevê a contagem em dobro dos votos recebidos por mulheres e negros para a Câmara dos Deputados, nas eleições de 2022 a 2030, para fins de distribuição entre os partidos políticos dos recursos do Fundo Partidário e do Fundo Especial de Financiamento de Campanhas (Fundo Eleitoral).

A PEC também constitucionaliza as regras de fidelidade partidária e prevê a perda do mandato dos deputados e vereadores que se desfiliarem da legenda, exceto quando o partido concordar ou em hipóteses de justa causa estipuladas em lei.

Agora, a proposta de emenda à Constituição segue para votação no Senado.

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Ações ajuizadas por Augusto Aras e pelo PROS foram julgadas procedentes

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O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que é imprescindível a alternância de poder e a temporariedade dos mandatos e decidiu que vai permitir apenas uma reeleição ou recondução sucessiva aos cargos da Mesa Diretora das Assembleias Legislativas dos estados do Espírito Santo, Tocantins e Sergipe.

As ações foram ajuizadas pelo procurador-geral da República, Augusto Aras, e pelo Partido Republicano da Ordem Social (PROS) e julgadas procedentes. No debate realizado pelo Supremo, ficou registrada a necessidade de demarcar um parâmetro para que a autonomia não descambe em “continuísmo personalista” na titularidade das funções públicas eletivas, garantindo a alternância de poder e a temporariedade dos mandatos.

O ministro Gilmar Mendes, inclusive, destacou a necessidade de aplicar ao novo entendimento o princípio da anualidade eleitoral (artigo 16 da Constituição Federal) e balizas para assegurar os princípios da segurança jurídica e da confiança legítima. Por esse motivo, fixou três teses:

A primeira é que a observância do limite de uma única reeleição ou recondução independe de os mandatos consecutivos se referirem à mesma legislatura. Em segundo lugar, a vedação à reeleição ou à recondução aplica-se somente para o mesmo cargo da mesa diretora, não impedindo que membro da mesa anterior se mantenha nela, desde que em cargo distinto. Por fim, o limite de uma reeleição ou recondução deve orientar a formação das Mesas eleitas após a publicação do acórdão da ADI 6524 (6/4/2021), mantendo-se inalterados os atos anteriores.

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O cacau utilizado pela ganhadora é oriundo do assentamento Tuerê que também já foi destaque de outras premiações internacionais sendo acompanhado pela Sedap // Fotos de Mateus Costa

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O chocolate artesanal feito com a amêndoa de cacau produzida no município de Novo Repartimento, no estado do Pará, localizado na Região de Integração do Lago Tucuruí, ganhou o primeiro lugar no Prêmio CNA Brasil Artesanal 2021/Chocolate. A chocolateira premiada, Priscila França Rosendo, de São Paulo, adquiriu o cacau cultivado no assentamento Tuerê pelo produtor Francisco Cruz, de 34 anos, que é mais conhecido na comunidade como “Edvaldo”.

O anúncio dos vencedores foi feito na última semana, no dia 14 de setembro, através de uma transmissão virtual. Além do chocolate fabricado a partir da amêndoa de Tuerê, o Pará também esteve representado entre os melhores chocolates artesanais do Brasil através da Cacauway, da chocolateira Hélia de Moura, que ficou com o sétimo lugar. Todos os finalistas receberam certificado de participação.

TRADIÇÃO
Apesar de não ter participado diretamente da competição, o cacaueiro de Novo Repartimento diz que se sente honrado em ter processado uma amêndoa de qualidade. O agricultor ressalta que o feito é resultado de muito trabalho que realiza diariamente na sua propriedade de 10 hectares onde planta o fruto que garante o seu sustento e da família.

Desde os 13 anos de idade, como contou “Edvaldo”, aprendeu os primeiros passos no cultivo de cacau. O ensinamento foi repassado pelo pai. O produtor diz que para chegar ao nível de produção atual, foi muito importante o apoio que recebeu do Governo do Estado, através da cessão de estandes para participar do Festival Internacional de Chocolate e Flor Amazônia, coordenado pela Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap).

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Segundo Roma, até o momento, análise mostra acerto em 99,9% dos pagamentos em 2020 // Foto de Reila Maria/Câmara dos Deputados

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O ministro da Cidadania, João Roma, afirmou hoje (21.setembro) à Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados que o governo federal aprimorou os mecanismos de verificação dos candidatos ao auxílio emergencial. “Temos hoje, de maneira ativa, o processamento mensal de mais de 34 fontes de dados diferentes. Assim, mês a mês, nós conseguimos aprimorar [o cadastro] e estar atualizados em relação às pessoas que, de fato, são elegíveis para receber o auxilio emergencial”, disse Roma.

“Buscamos, para cada pessoa, identificar se ela não tem renda acima de meio salário mínimo [R$ 550] e se a renda familiar não excede a três salários mínimos [R$ 3.300]. E isso tem sido feito mês a mês, com o cruzamento de mais 34 diferentes fontes de dados”, acrescentou o ministro.

Roma destacou ainda que, até o momento, o governo já analisou cerca de 85% dos pagamentos identificados como suspeitos pela Controladoria-Geral da União (CGU). “Em 2020, a CGU apontou possíveis desconformidades da ordem de R$ 10 bilhões. Dos valores analisados até o momento, que representam 85% do total, mais de 99,9% estão de acordo com a legislação”, destacou Roma.

A audiência pública foi proposta pelo presidente da comissão, Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ), e pelo deputado Jorge Solla (PT-BA).

VALORES
O deputado Aureo Ribeiro questionou o ministro sobre a redução do auxílio emergencial, que tinha os valores de R$ 600 e R$ 300 em 2020 e, em 2021, tem três faixas: R$ 150 para pessoas que vivem sozinhas, R$ 250 para famílias com mais de uma pessoa e R$ 275 para mulheres chefes de família.

“A diminuição do valor piorou ainda mais a situação de milhares de famílias, até porque a pandemia ainda não acabou e muitos empregos ainda não foram retomados”, observou Ribeiro. “Como viver com um auxílio de R$ 150? Por que o governo não teve a sensibilidade, com base em estudo técnico do Ministério da Economia e na situação financeira dos brasileiros, de trabalhar tecnicamente um valor superior, para que a economia não sofresse tanto neste momento?”, indagou Ribeiro.

Em resposta ao deputado, Roma disse que o valor do auxílio emergencial é uma decisão do Estado brasileiro que envolve o Orçamento, o governo e o Congresso. Ele destacou que, no momento, o Executivo trabalha pela aprovação da PEC dos Precatórios como meio de garantir recursos extras e de viabilizar o Programa Auxílio Brasil. Segundo o ministro, a ideia é incluir no novo programa de distribuição de renda os 14,6 milhões de cadastrados no Bolsa Família e os 25 milhões que foram identificados como vulneráveis durante a pandemia de Covid-19.

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