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Gasolina mais cara do estado está em Teixeira de Freitas, no extremo sul

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Um levantamento divulgado pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) aponta que 9 cidades baianas estão na lista do preço da gasolina mais cara do país. Entre os dias 12 e 18 de junho, os municípios baianos com o maior preço do combustível foram Teixeira de Freitas, Caetité, Porto Seguro, Irecê, Poções, Vitória da Conquista, Ilhéus, Livramento de Nossa Senhora e Brumado.

A cidade de Teixeira de Freitas, no extremo sul, lidera a lista do estado com uma média de R$ 8,59 por litro de gasolina. Em todo o extremo sul, a média de preço é de R$ 8,24 e, no sudoeste, é de R$ 8,16, seguido do nordeste, com R$ 7,76.

Em abril deste ano, a Bahia ocupava o 11º lugar entre os estados com o maior preço da gasolina e saltou para a primeira posição em junho após um aumento de 6,94%. A Acelen, empresa que opera a refinaria Mataripe, informou que os preços produzidos seguem critérios de mercado que levam em consideração as variáveis como custo do petróleo, que é adquirido pelo dólar, além do frete.

Em relação ao diesel, das 10 cidades com o maior preço, 8 são baianas. O mais caro foi encontrado em Valença, no baixo sul, custando R$ 8,63 o litro. Logo depois, vem Guanambi, no sudoeste, com R$ 8,49.

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Bolsonaro criticou aumento anunciado pela empresa e disse que ela pode ser responsável por mergulhar o país no caos

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A Petrobras anunciou hoje (17.junho) mais um reajuste nos preços da gasolina e do diesel que é vendido às distribuidoras de todo o país. A partir de amanhã (18.junho), a gasolina passa a custar R$ 4,06 o litro e o diesel R$ 5,61 o litro nas refinarias e, em cima desse valor, ainda incidem impostos e lucros dos revendedores, ou seja, o consumidor vai sentir o aumento no bolso.

Antes de anunciar a decisão, uma reunião foi realizada entre a estatal e alguns conselheiros ligados ao governo federal e houve uma tentativa de frear esse reajuste, mas tudo foi em vão. Na nota divulgada anunciando o aumento, a Petrobras justifica que o mercado global de energia está em uma situação desafiadora por causa da recuperação da economia mundial e da guerra entre Rússia e Ucrânia.

Nesta semana, o Congresso aprovou o projeto que limita alíquota do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre combustíveis, energia, gás natural, comunicações e transportes coletivos. A medida foi uma tentativa do governo para reduzir os preços dos combustíveis e, agora, depende da sanção do presidente Jair Bolsonaro (PL) para começar a valer.

Insatisfeito com a política adotada pela Petrobras, Bolsonaro tem criticado a empresa desde o início do ano e chegou a trocar o presidente da estatal várias vezes e tem criticado o atual, que assumiu o cargo em maio. Nas redes sociais, ele declarou que a empresa pode ser responsável por mergulhar o país em um caos e se declarou contra o novo reajuste: “A Petrobras pode mergulhar o Brasil num caos. Seus presidente, diretores e conselheiros bem sabem do que aconteceu com a greve dos caminhoneiros em 2018, e as consequências nefastas para a economia do Brasil e a vida do nosso povo. O Governo Federal como acionista é contra qualquer reajuste nos combustíveis, não só pelo exagerado lucro da Petrobrás em plena crise mundial, bem como pelo interesse público previsto na Lei das Estatais”.

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Petrobras alega que preço do barril de petróleo aumentou e, por isso, é preciso reajustar valores dos derivados

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A Petrobras anunciou hoje (10.março) um novo reajuste nos preços da gasolina, do diesel e do gás de cozinha. O aumento vale para as distribuidoras e já entra em vigor a partir de amanhã (11.março), mas o repasse para o consumidor final ainda não está definido se e quando vai ocorrer porque depende de cada revendedor.

Nas distribuidoras, o preço médio da gasolina passa de R$ 3,25 para R$ 3,86 o litro, um aumento de 18,77%. Para o diesel, o valor vai de R$ 3,61 a R$ 4,51, alta de 24,9%. Enquanto isso, o gás de cozinha vai passar de R$ 3,86 para R$ 4,48 por quilo, um reajuste de 16%.

Em nota, a Petrobras diz que os valores refletem parte da elevação dos patamares internacionais de preços de petróleo: “Após serem observados preços em patamares consistentemente elevados, tornou-se necessário que a Petrobras promova ajustes nos seus preços de venda às distribuidoras para que o mercado brasileiro continue sendo suprido, sem riscos de desabastecimento’’.

📷 Foto de Divulgação/Petrobras

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Em 2021, a gasolina já aumentou 62% e o gás de cozinha 48%

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Nesta 6ª feira, a Petrobras anunciou que a gasolina e o gás de cozinha vão ficar 7% mais caros a partir deste sábado (9.outubro). Os reajustes valem para as distribuidoras que, por sua vez, podem aplicar o reajuste para o consumidor final.

Neste ano, o preço da gasolina já subiu 62% e, no gás, o aumento já representa 48%. Agora, o litro da gasolina vendido nas refinarias passará de R$ 2,78 para R$ 2,98, um reajuste de 7,19%. No gás, o preço médio de venda subirá 7,22%, para R$ 50,15 no botijão de 13 quilos.

De acordo com o comunicado da estatal, esses ajustes são importantes para garantir que o mercado siga sendo suprido em bases econômicas e sem riscos de desabastecimento.

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Litro da gasolina está sendo vendido a R$ 2,59 para as distribuidoras

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Os preços do litro da gasolina e do óleo diesel ficam R$ 0,11 mais baratos a partir de hoje (25.mar) nas refinarias da Petrobras. Com isso, o litro da gasolina está sendo vendido a R$ 2,59 para as distribuidoras (uma queda de 4,1%).

Já o óleo diesel está sendo comercializado nas refinarias pelo valor de R$ 2,75 por litro (uma queda de 3,8% no preço anterior).

A Petrobras ressalta que o valor do combustível para os consumidores finais ainda sofre a influência de tributos, da adição obrigatória dos biocombustíveis e da margem de lucro das distribuidoras e postos.

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