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Evento de filiação está previsto para acontecer na segunda quinzena deste mês em São Paulo

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Já está tudo certo para que o ex-governador do estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, se filie ao PSB e dispute as eleições ao lado do ex-presidente Lula (PT). O acerto aconteceu segunda (7.março) durante um encontro entre Alckmin e o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, em São Paulo.

A expectativa é que o ato de filiação à sigla aconteça na segunda quinzena deste mês em um evento na capital paulista. Mesmo com alguns membros do PT resistindo à indicação de Alckmin para compor a chapa, Lula já bateu o martelo de que o ex-governador é o nome favorito.

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Parlamentares devem seguir determinações para evitar perda do mandato

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Os deputados e deputadas federais e estaduais podem solicitar a mudança de partido político até o dia 1º de abril. O prazo foi iniciado na última 5ª feira (3.março) e está previsto no Calendário Eleitoral e na Lei dos Partidos Políticos desde que a possibilidade de troca foi regulamentada pela Reforma Eleitoral de 2015 após uma decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

No entanto, é preciso ficar atento porque, sem a apresentação de uma justa causa, o parlamentar pode perder o mandato durante a solicitação da troca de partido. Essas situações acontecem quando há criação de uma nova sigla, o fim ou fusão do partido e desvio do programa partidário, além de grave discriminação pessoal.

Em 2018, o TSE decidiu que só pode solicitar a troca de partido a pessoa eleita que esteja no término do mandato vigente. Sendo assim, vereadores só podem migrar de partido no período que antecede as eleições municipais e deputados federais e estaduais no período de seis meses antes das eleições gerais.

A solicitação da mudança de partido deve acontecer da seguinte forma: o parlamentar informa a legenda que vai deixar a agremiação e também ao cartório eleitoral onde está vinculado como eleitor. Caso o político se filie a um partido sem ter deixado o anterior, no momento do processamento das listas de filiados da Justiça Eleitoral, a filiação mais antiga será cancelada e a mais recente vai ser preservada.

Após o dia 1º de abril, data limite para a mudança de partidos aos detentores de mandato, o Sistema de Filiação Partidária (FILIA) será fechado para o processamento das filiações.

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No DF, utilização da máscara deixa de ser obrigatória a partir de segunda-feira (7.março)

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O Distrito Federal e o estado de Santa Catarina flexibilizaram a obrigatoriedade do uso de máscaras de proteção facial contra a Covid-19. No DF, a máscara deixa de ser exigida em locais abertos a partir da próxima 2ª feira (7.março) e Santa Catarina deixou de exigir a utilização do equipamento de proteção para crianças com idade entre 6 e 12 anos.

Nas redes sociais, o governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB), declarou que a decisão foi baseada na queda das taxas de transmissão do vírus. No entanto, permanece mantida a decisão de usar máscaras em espaços públicos fechados, transporte público coletivo, estabelecimentos comerciais, industriais e de serviços e nas áreas de uso comum dos condomínios residenciais e comerciais.

Em relação à Santa Catarina, o uso da máscara permanece obrigatório em ambientes públicos e privados. De acordo com o governo, a utilização de máscaras por crianças com até 12 anos é facultativo nas escolas e a decisão fica a critério dos pais e/ou responsáveis.

Ao ir para a reserva, Pazuello pode se filiar a algum partido político e ser candidato às eleições em outubro

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Na edição do Diário Oficial da União desta 6ª feira (4.março), o presidente Jair Bolsonaro (PL) transferiu o ex-ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, para a reserva remunerada do Exército. A transferência antecipa a aposentadoria do general, que aconteceria de forma automática no dia 31 de março.

Com a aposentadoria, o ex-ministro fica livre para se filiar a algum partido político e ser candidato nas eleições de outubro deste ano, o que é proibido para militares da ativa, segundo o Estatuto dos Militares e o Regulamento Disciplinar do Exército. A ida de Pazuello para a reserva foi cogitada no ano passado, quando ele participou de um ato político ao lado de Bolsonaro.

📷 Foto de Divulgação/Ministério da Saúde

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PF apura se presidente cometeu crime de pandemia, infração de medida sanitária preventiva e incitação à prática de crime

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A Polícia Federal informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que abriu um inquérito contra o presidente Jair Bolsonaro (PL) para apurar declarações feitas por ele e que associaram a vacina contra a Covid-19 com a Aids. A PF pediu, ainda, o compartilhamento da apuração prévia do caso pela Procuradoria-Geral da República.

O posicionamento de Bolsonaro aconteceu durante uma live em outubro do ano passado e, agora, a PF vai apurar se o presidente cometeu crime de pandemia, infração de medida sanitária preventiva e incitação à prática de crime. Nessa mesma live, Bolsonaro afirmou que as vítimas da gripe espanhola não morreram da doença, mas de pneumonia bacteriana causada pelo uso da máscara de proteção.

Primeira invasão aconteceu no dia 26 de janeiro

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Na noite de ontem (2.março), a sede do PT em Campinas (SP) foi invadida por criminosos que depredaram algumas salas do prédio. Essa é a segunda invasão neste ano e, no primeiro ataque, gavetas e armários foram completamente destruídos e documentos ficaram espalhados pelo chão.

Dessa vez, os criminosos arrancaram tubulações, danificaram bebedouros e um fogão a gás, além de alguns equipamentos eletrônicos que foram quebrados. A direção do partido em Campinas acionou a Polícia Militar, mas, até o momento, os responsáveis pela ação ainda não foram identificados.

Por meio de nota, o PT informou que a ação busca ameaçar o processo eleitoral, mas a sigla não vai se intimidar diante da situação, que é motivada pelo ódio que se instalou no país.

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Nesta sexta-feira (25.fevereiro), o diretor-geral da Polícia Federal, Paulo Maiurino, foi exonerado depois de menos de um ano ocupando o cargo. A exoneração foi publicada no Diário Oficial da União, assim como o nome do delegado Márcio Nunes de Oliveira para ocupar a função.

A partir de agora, Paulo Maiurino passa a comandar a Secretaria Nacional de Políticas Sobre Drogas. Já o novo diretor, Márcio Nunes, atuava como secretário-executivo do Ministério da Justiça.

Desde o início do governo de Jair Bolsonaro (PL), o cargo de diretor-geral da PF parece estar sendo rifado. O primeiro conflito ocorreu em abril de 2020 quando Maurício Valeixo, muito ligado ao então ministro da Justiça, Sérgio Moro, foi deposto. Desde então, ocuparam a função Alexandre Ramagem e Rolando Alexandre de Souza.

Programa oferece bolsas integrais e parciais para estudantes de baixa renda

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As inscrições para o Prouni (Programa Universidade para Todos) terminam nesta 6ª feira (25.fevereiro), às 23h59. O programa oferece bolsas de estudo integrais ou parciais em faculdades particulares para estudantes de baixa renda.

Para ter acesso à bolsa integral, o estudante deve comprovar renda familiar bruta mensal de até 1,5 salário mínimo por pessoa. Para a bolsa parcial, a renda familiar bruta mensal deve ser de até três salários mínimos por pessoa. É necessário, também, que o aluno tenha cursado o Ensino Médio Completo em escola da rede pública ou da rede privada com bolsa integral ou parcial.

Neste ano, a pré-seleção dos estudantes inscritos no Prouni considera as duas últimas edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para ingresso em cursos de graduação ou sequencial de formação específica. No Enem, o candidato deve ter alcançado, no mínimo, 450 pontos de média das notas e não pode ter tirado nota 0 na redação.

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Fachin fica no cargo até agosto deste ano, quando vai completar o segundo biênio como integrante efetivo do tribunal

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Na última 3ª feira (22.fevereiro), o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Edson Fachin, tomou posse como presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O vice-presidente é o também ministro do STF, Alexandre de Moraes.

Fachin vai conduzir o TSE até o dia 17 de agosto, quando completará o segundo biênio como integrante efetivo do Tribunal. Nesses seis meses, a gestão vai dar continuidade ao processo de preparação do pleito deste ano, iniciado com o “Ciclo de Transparência Democrática – Eleições 2022”, realizado em outubro do ano passado a partir da abertura dos códigos-fonte do sistema eletrônico de votação.

Ministro do STF desde 2015, Fachin é natural de Rondinha, no Rio Grande do Sul, e integrante titular do TSE desde 16 de agosto de 2018, mas atuou como ministro substituto desde junho de 2016. É doutor em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e tem pós-doutorado no Canadá, além de ser autor de diversos livros e artigos publicados.

O TSE é integrado por, no mínimo, sete ministros. Três ministros são do STF, um dos quais é o presidente da Corte, dois ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ), um dos quais é o corregedor-geral da Justiça Eleitoral, e dois juristas são provenientes da classe dos advogados, nomeados pelo presidente da República.

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Witzel sofreu impeachment em abril de 2021

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O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro negou o pedido feito pelo ex-governador do estado, Wilson Witzel, para suspender a condenação imposta pelo Tribunal Especial Misto e retornar ao cargo. O juiz nem chegou a analisar o mérito por considerar extinto, ou seja, foi apresentado fora do prazo previsto na legislação.

No pedido, a defesa do ex-governador alegava suspeição e incompetência do juiz da 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, Marcelo Bretas. O juiz foi afastado da condução de processos investigatórios que levaram ao impeachment de Wiltzel, no entanto, o desembargador entendeu que não houve violação aos paradigmas de controles.

Em abril do ano passado, o ex-governador foi acusado de corrupção na área da saúde no combate à pandemia da Covid-19. Além de ser retirado do cargo de governador do Rio após o Tribunal Misto votar pela condenação por 10 votos a 0, ele perdeu os poderes políticos por cinco anos.

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