Deputado federal João Roma, do PL

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O pré-candidato a governador da Bahia, ex-ministro da Cidadania e deputado federal, João Roma, reconheceu a viabilidade técnica e afirmou estar trabalhando junto ao Ministério de Infraestrutura pelo aeroporto de Itabuna. “Vamos destravar esse limitador do desenvolvimento de Itabuna e região”, disse em entrevista ao programa Frequência Política, transmitidos pelas rádios Interativa e Difusora, de Itabuna, na manhã deste sábado.

O pré-candidato bolsonarista observou que seus adversários falam em geração de emprego, mas, no poder, têm a mão pesada nos impostos, desestimulando as iniciativas privadas. “O governo do PT não aliviou no ICMS e o ex-prefeito ACM Neto não foi diferente com o IPTU. Enquanto isso, o presidente Bolsonaro tem reduzido frequentemente a carga tributária federal”.

Para João Roma, a arrojada política de desoneração de Bolsonaro em prol da população, zerando impostos sobre alimentos e combustíveis, chegou ao absurdo de sofrer a intervenção do Supremo Tribunal Federal (STF) para impedir a redução do IPI, que barateia geladeiras, fogões e outros produtos industrializados.

“A burocracia atrapalha até a outorga de água na zona rural, prejudicando a produção agrícola. Se eleito, vamos corrigir isso”, disse o ex-ministro da Cidadania, lembrando do problema da insegurança jurídica que afeta também o campo, causando invasões em áreas produtivas.

João Roma e Dr. Mangabeira, ambos no PL

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O ex-ministro e deputado federal, João Roma (PL), assinalou neste sábado (14.maio) em entrevista à Rádio Interativa que o ex-candidato a prefeito de Itabuna, Dr. Mangabeira (ex-PDT), poderá sair candidato a deputado federal pelo partido do presidente Jair Bolsonaro, PL (Partido Liberal).

Roma que é pré-candidato ao governo baiano, enfatizou: “Mangabeira está conosco no PL. E quem sabe não vem novidades na política de Itabuna, quem sabe não teremos uma pré-candidatura de Dr. Mangabeira [provavelmente a deputado federal]”.

Antõnio Mangabeira foi duas vezes candidato a prefeito de Itabuna pelo PDT, e também, candidato a deputado federal, onde ficou na suplência do PDT. Perdeu as três disputas!

O médico havia ‘jurado de pé junto’ de que não queria saber mais de política, mas agora, poderá retornar ao xadrez político itabunense. Assim, podemos dizer que João Roma o ressuscitou?

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“A Bahia acumula mais de 75 mil homicídios em 16 anos de governos petistas e o governador Rui Costa agora quer botar a culpa no presidente Bolsonaro pela desenfreada violência em nosso estado?”, questiona o pré-candidato ao governo baiano, o ex-ministro e deputado federal, João Roma, assinalando o fracasso da política de segurança do PT.

O pré-candidato bolsonarista lembra que é obrigação constitucional dos estados garantir a segurança pública e o governo federal já destinou mais de R$ 100 milhões a Bahia para esse fim desde 2019. “O governador Rui Costa, por sua vez, não executou nem 20% desse montante em capacitação e equipamentos para as polícias Militar e Civil”.

Para Roma, o pior dos pecados é não assumir a própria responsabilidade e transferi-las a terceiros. “Esse comportamento covarde não cabe a um governante”, afirma, ressaltando a necessidade de ser adotada uma nova postura no governo da Bahia.

“É imprescindível que o governante tome a responsabilidade pra si e resolva os problemas. É assim que estamos vendo o presidente Bolsonaro atuar. Dessa forma que pretendemos governar a Bahia. Não é postura de líder se esconder atrás de propagandas e não encarar de frente a realidade”, diz o ex-ministro da Cidadania.

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O pré-candidato a governador da Bahia, ex-ministro e deputado federal João Roma (PL), se reuniu com empresários baianos em almoço de adesão no restaurante Ferreiro, no Salvador Shopping, nesta 6ª feira (29.abril).

O ambiente desfavorável aos negócios no estado e na capital pautou o encontro com a presença de centenas de empreendedores.

Ao lado da pré-candidata a deputada federal Roberta Roma (PL), o ex-ministro da Cidadania reiterou o seu compromisso de colocar a Bahia de mãos dadas com o Brasil.

“A exemplo do que vem fazendo o presidente Bolsonaro no Brasil, vamos desonerar o setor produtivo na Bahia”, afirmou Roma.

Recuperar o protagonismo do estado baiano no cenário nacional é o objetivo do pré-candidato bolsonarista.

“Vamos promover o desenvolvimento social e econômico de mãos dadas com o setor produtivo e o povo da Bahia”, asseverou João Roma, que também estava acompanhado dos pré-candidatos a deputados estaduais Vítor Azevedo e Rosalvinho.

No cenário estimulado, ACM lidera com 61,54% e, no cenário espontâneo, o ex-prefeito de Salvador alcança 39,19%

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Na manhã de hoje (28.abril), o Instituto Séculus divulgou o resultado de uma pesquisa de intenção de voto para o governo da Bahia. Nos cenários avaliados, o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), aparece como líder da preferência do eleitorado baiano.

No cenário estimulado, que é quando os entrevistadores apresentam os nomes dos pré-candidatos, ACM alcança 61,54%, seguido do ex-secretário de Educação do estado, Jerônimo Rodrigues (PT), com 11,26, e do ex-ministro da Cidadania, João Roma (PL), com 5,47%. Completam a lista o professor Kleber Rosa (PSOL) com 0,77% e o professor Giovani Damico (PCB) com 0,45%.

Já na pesquisa espontânea, que é quando os nomes não são sugeridos, ACM aparece com 39,19% dos votos e Jerônimo permanece como segundo colocado com 9,40%, seguido de Roma com 5,21%. O nome do governador Rui Costa (PT) foi citado pelos entrevistados e ele obteve 1,99%. Depois dele, tem Kleber Rosa com 0,13% e Giovani Damico com 0,13%.

De acordo com o Instituto, 1.526 eleitores com 16 anos de idade ou mais foram entrevistados em 72 municípios durante os dias 20, 21 e 22 de abril. A margem de erro do levantamento é contabilizada em 2,5% para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

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“A retomada e transformação em realidade do projeto de irrigação Baixios de Irecê, depois de anos de descaso, marca a diferença entre o governo Bolsonaro e as gestões do PT”, disse o pré-candidato a governador da Bahia, ex-ministro da Cidadania e deputado federal, João Roma, em entrevista à rádio Caraíbas, de Irecê, na tarde desta 5ª feira (27.abril). “Enquanto Bolsonaro trabalha e realiza, o PT vive de propaganda”, acrescentou.

Localizado no município de Itaguaçu da Bahia, o projeto de 1987, segundo Roma, vai começar a cumprir depois de décadas seu objetivo de ser um poderoso vetor de desenvolvimento para a região de Irecê, composta por 19 municípios e população de cerca de 500 mil habitantes. “Parece que os governos petistas consideram como adversários todos aqueles que querem produzir e, por isso, não contribuem com o setor produtivo. Esquecem que o agronegócio representa quase 30% da economia estadual”, comentou.

Para o pré-candidato bolsonarista, o descaso não foi diferente com a duplicação das BRs 101 e 116, que foram ampliadas nos estados vizinhos, mas o trecho da Bahia permaneceu inalterado na era petista. “O mesmo se repetiu na Fiol que só agora saiu da propaganda do PT para entrar de verdade nos trilhos, durante o governo Bolsonaro”.

João Roma garantiu que, no caso de eleito, vai promover avanços não só na infraestrutura da Bahia. “Vamos também melhorar os serviços públicos. Criar condições para que a saúde ofereça um atendimento digno e os baianos não fiquem sujeitos à roleta russa da regulação. Vamos investir na segurança pública e impedir o avanço da escalada da violência, bem como oferecer uma educação decente, à altura dos baianos, que não merecem o pior ensino do Brasil”.

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O pré-candidato a governador da Bahia, ex-ministro da Cidadania e deputado federal, João Roma (PL), citou o presidente americano Franklin Delano Roosevelt ao ser perguntado sobre a postura do adversário ACM Neto de não querer se vincular a nenhuma pré-candidatura presidencial: “Não sei qual é o caminho para o sucesso, mas o do insucesso certamente é querer agradar a todos”.

Roma reiterou a sua posição de estar firme com o presidente Bolsonaro, que foi o principal motivo do rompimento dele com o ex-prefeito de Salvador. “Ao contrário do pré-candidato do União Brasil que quer agradar todo o mundo, eu faço oposição ao PT e integro um projeto antagônico ao do ex-presidente Lula. Sou aliado de Bolsonaro”, afirmou.

O ex-ministro da Cidadania observou que o recado das ruas é o crescimento da aprovação de Bolsonaro, o que as pesquisas também já sinalizam. Roma, no entanto, em relação às sondagens eleitorais, considerou que “treino é treino, e jogo é jogo”. “Tem muita água para rolar ainda embaixo da ponte”.

“Se pesquisa determinasse o resultado das eleições, Bolsonaro não seria o nosso presidente hoje”, disse o pré-candidato que teve seu índice de intenção de votos ao governo da Bahia dobrado no último levantamento da Paraná Pesquisas.

Para João Roma, a eleição deste ano será acirrada e possivelmente a mais importante da história. “Existem dois projetos em disputa, o do PT, que envergonhou toda a nação brasileira, e o de Bolsonaro, em defesa da liberdade e dos valores da família”, disse destacando, que, na Bahia, é preciso mudar a postura para devolver ao estado a sua posição de protagonismo. “Tirá-lo da vergonhosa posição de ter os piores indicadores sociais do Brasil”.

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Neto é líder tanto no cenário estimulado como na pesquisa espontânea;

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Nesta 2ª feira (25.abril), o Instituto Paraná Pesquisas divulgou o resultado do levantamento realizado no estado da Bahia para entender como está o cenário do pleito de outubro. Segundo a instituição, o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), e o senador e pré-candidato à reeleição, Otto Alencar (PSD), lideram as intenções de votos.

Em relação ao governo da Bahia, no cenário estimulado, que é quando os entrevistadores apresentam os nomes para os eleitores, ACM Neto marca 55,4% dos votos. Em seguida, está Jerônimo Rodrigues (PT) com 16,1% e João Roma (PL) com 10,1%.

NA ESPONTÂNEA
Já no cenário espontâneo, ou seja, quando os pesquisadores deixam o eleitor livre para lembrar os nomes dos candidatos, Neto figura com 20,9%. Depois dele, aparece Jerônimo com 5,8% e Roma com 3,8%.

PARA O SENADO

Otto Alencar tem o dobro de diferença em relação a João Leão.

Para o Senado Federal, o senador Otto Alencar aparece como o preferido dos eleitores baianos. Em segundo lugar, está o atual vice-governador do estado e pré-candidato ao Senado, João Leão (PP). Entretanto, a diferença entre eles é grande já que Otto tem 32,7% dos votos e Leão tem apenas 15,4%. E Raísa Soares (PL), com 7%. Por fim, Tâmara Azevedo (PSOL) soma apenas 5,6%.

Ainda de acordo com o Instituto Paraná, 1.820 pessoas foram questionadas durante a pesquisa e apenas pessoas com 16 anos de idade ou mais foram consultadas. As perguntas foram feitas entre os dias 19 e 24 de abril em mais de 80 cidades baianas.

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O ex-ministro da Cidadania e deputado federal, João Roma, detonou a saúde pública da gestão do governador Rui Costa

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“A situação calamitosa do hospital Regional Dantas Bião, em Alagoinhas, é um exemplo real de que o governo do PT só vive de propaganda e não resolve os problemas da população”, disse o pré-candidato a governador da Bahia, João Roma (PL), ao ser questionado em entrevista à rádio 93 FM, de Alagoinhas, sobre as péssimas condições de funcionamento do Hospital do Governo do Estado, que atende mais de sete municípios na região.

“Falta vergonha na cara, porque recursos do governo federal não faltaram para a saúde pública dos baianos”, afirmou Roma, destacando que os recursos chegaram não só para as vacinas. “Também se destinaram a implantação de UTIs, ampliação de leitos em hospitais e pagamento de pessoal. O que não chegou até hoje foi a vacina Sputnik do governador Rui Costa [PT]”, observou.

Lembrando que o problema do Hospital Regional Dantas Bião foi tema das eleições de 2018, passaram-se quatro anos e nada se resolveu, o pré-candidato aproveitou para comparar a diferença de postura do governo do presidente Bolsonaro com o do PT. “A população de Alagoinhas e região é testemunha que a BR 101 agora está sendo duplicada, o que não aconteceu nos 16 anos de PT, quando o trecho da Bahia, o maior da rodovia, foi esquecido”.

Para Roma, o descaso com a saúde pública do governo petista, além da famigerada regulação, que é uma roleta russa para o cidadão que precisa de atendimento, se reflete também no tratamento aos profissionais da saúde. “Os médicos são forçados a emitir notas fiscais pelos serviços prestados e ficam sem receber, aguardando meses o pagamento”.

“Não é essa a postura que o povo baiano espera de um governador. Cabe ao governante assumir e não transferir responsabilidades. Dói no coração, ver o Brasil avançando e a Bahia remar para os lados. A Bahia precisa seguir de mão dadas com o Brasil”, asseverou o ex-ministro e deputado federal.

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O pré-candidato a governador da Bahia, ex-ministro da Cidadania e deputado federal, João Roma (PL), reagiu ao ataque do ex-secretário de educação do governo petista, Jerônimo Rodrigues, ao presidente Jair Bolsonaro, em entrevista à rádio Massa FM, na manhã desta 5ª feira (14.abril).

“O presidente Bolsonaro disse o que os fatos comprovam. A Bahia ocupa a última colocação no Índice de Desenvolvimento de Educação Básica (Ideb). O pior ensino do Brasil é o troféu do atraso que conquistou o pré-candidato do PT como secretário de educação. Isso é indiscutível”, disse Roma.

O pré-candidato bolsonarista destacou que a Bahia está no fim da fila também da saúde e segurança pública. “O legado dos 16 anos de PT para os baianos são os piores indicadores sociais do Brasil, mas o seu pré-candidato tem a desfaçatez de dizer que o presidente Bolsonaro não cuida de gente”.

Para o ex-ministro da Cidadania, o petista não vive na realidade, vive na propaganda do PT. “Será que ele não sabe que o presidente Bolsonaro socorre mais de duas milhões de famílias baianas com o Auxílio Brasil, que são R$ 400 todo mês para aqueles que sofrem com a falta de oportunidades que não foram criadas nesses 16 anos petistas?”.

Roma não perdeu a oportunidade de lembrar ao pré-candidato petista que a vacina que está imunizando os baianos contra o coronavírus veio do governo de Bolsonaro. “A vacina do governador Rui Costa, a tal Sputnik, não chegou, nem teve validação da Anvisa”.

Na avaliação de João Roma, o povo da Bahia está vendo a diferença de postura do presidente Bolsonaro com relação ao passado petista, quando houve desvio de bilhões da Petrobras que dariam para fazer 100 transposições do Rio São Francisco. “Em três anos, Bolsonaro está fazendo a água chegar no Nordeste, o que o PT não fez em 16 anos”.

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