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Paulo Câmara lembrou que milhões de mulheres no Brasil e no mundo vivem em situação de vulnerabilidade, sem acesso a recursos para a higiene adequada — como banheiros, saneamento básico e absorventes descartáveis

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O deputado Paulo Câmara (PSDB) defendeu a distribuição gratuita de coletores menstruais ou absorventes menstruais descartáveis para as mulheres de baixa renda nas unidades de saúde da atenção básica de Salvador.

Em indicação apresentada na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), o parlamentar sugeriu ao prefeito de Salvador, Bruno Reis (DEM), que apresente um projeto de lei na Câmara de Vereadores estabelecendo a distribuição dos materiais fundamentais para saúde e higiene pessoal das mulheres.

Em pesquisa intitulada “Impactos da Pobreza Menstrual no Brasil” citada por ele na indicação, 1.124 mulheres foram entrevistadas e 50% dessas afirmaram já ter precisado substituir o absorvente por papel higiênico, roupa velha, toalha de papel, jornal e até mesmo miolo de pão em virtude das limitações financeiras.

Segundo outra pesquisa destacada pelo deputado, essa realizada em 2018, por uma das empresas que lideram o segmento de fabricação e venda de absorventes menstruais descartáveis no Brasil, 22% das meninas brasileiras com idade entre 12 e 14 anos não tinham acesso a produtos de higiene adequados durante o período menstrual e este percentual subia para 26% na faixa etária entre 15 e 17 anos.

Ele ressaltou ainda que a higiene menstrual é definida pela Organização das Nações Unidas (ONU) como uma questão de saúde pública e direitos humanos.

Prefeito de Salvador, Bruno Reis, do DEM

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Cinco meses depois de assumir o comando da Prefeitura de Salvador, a gestão feita pelo prefeito Bruno Reis, do DEM, tem a aprovação de quase 70% dos soteropolitanos. Os dados foram divulgados nesta 5ª feira (20.maio) pelo site Bahia Notícias. O levantamento, feito em parceria com a Paraná Pesquisas, também mostra que 48,4% dos entrevistados consideram a atuação de Bruno “Ótima ou Boa”.

Os números refletem, principalmente, todo o empenho e o respeito com que Bruno Reis tem guiado, principalmente, as ações de combate à pandemia causada pelo coronavírus. A Prefeitura de Salvador tem investido em toda a saúde pública e na atenção com as necessidades básicas da população mais vulnerável.

Um dos projetos de apoio à comunidade mais afetada pela pandemia é a Operação Cesta Básica. A iniciativa prevê a entrega de alimentos para pessoas que vivem em condição de extrema vulnerabilidade social e econômica na cidade.

A entrega dos itens acontece em pontos de encontro especificados pela Prefeitura local. O número de famílias beneficiadas pela Operação Cesta Básica chega a 20 mil. Todas estão cadastradas no CadÚnico.

PROTAGONISMO NA VACINAÇÃO
Salvador também conquistou lugar de destaque no ranking das cidades que mais vacinou a população contra a Covid-19 no país. Hoje, o vacinômetro da Prefeitura da capital baiana aponta dados expressivos: são mais de 682 mil pessoas vacinadas na cidade. Dessas, 341.196 já receberam a segunda dose do imunizante. 

Hilton Coelho está firme nas fiscalizações

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O deputado Hilton Coelho (PSOL) deu entrada em uma representação junto ao Ministério Público da Bahia (MP-BA) contra o prefeito de Salvador, Bruno Reis. “Acionamos o Grupo de Atuação Especial de Defesa do Patrimônio Público e da Moralidade Administrativa do MP-BA em razão das falas inverídicas do prefeito Bruno Reis em relação à pandemia do coronavírus. Segundo o parlamentar, Bruno Reis tem soltado inverdades em relação à vacinação de grupos de professores. “Questionamos de forma absoluta essas e outras falas do executivo municipal”, afirma o parlamentar.

Hilton Coelho lembra que o processo de vacinação é lento e a primeira dose, para atingir 100% dos docentes, exige certo tempo. “As falas do prefeito dão a entender que se trata de processo imediato. Ora, a imunização completa das trabalhadoras e trabalhadores da educação só ocorrerá algumas semanas após a segunda dose dos imunizantes, que variam de acordo com o tipo da vacina”.

O legislador destaca que “de forma acintosa o prefeito Bruno Reis chamou de falsa a informação e denúncias feitas por entidades de representação dos docentes sobre escolas que, recém-abertas às aulas presenciais, foram fechadas por casos de contaminação pelo coronavírus. A situação em duas escolas comprovou-se grave e desmentiu a posição da Prefeitura de Salvador. Na Escola Municipal Professora Eufrosina Miranda e no Centro Municipal de Educação Infantil Mário Altenfelder, profissionais testaram positivo e os tais protocolos não foram cumpridos. O prefeito Bruno Reis (DEM) e o secretário de Educação, Marcelo Oliveira, em lugar de resolver a situação, preferiram tentar desacreditar a denúncia a chamando de “fake news”.

E completa: “A atuação do Ministério Público é fundamental para que se restabeleça a verdade. A inverdade não pode se tornar um instrumento de ação administrativa em Salvador”, conclui Hilton Coelho.

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