Mesaque alega que foi excluído de uma reunião realizada pelo prefeito com componentes da base e nega que tenha sido responsável por planejar ''golpe'' contra o prefeito

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O vereador de Ilhéus e presidente do PSDB municipal, Mesaque Soares, anunciou que deixou a base de apoio ao prefeito Valderico Junior (UB) na Câmara. Em nota divulgada à imprensa, o edil listou uma série de motivos que fizeram com que ele decidisse pular do barco e migrar para a oposição.

Segundo Mesaque, o principal motivo para a tomada de decisão foi o fato de Valderico deixar de atender ao acordo político firmado entre as partes com o objetivo de atender demandas básicas da população. Além disso, o vereador alega que houve quebra da confiança entre as partes já que o gestor teria realizado uma reunião com os componentes da base e o excluído do encontro já que havia a intenção de tirá-lo do grupo.

”Não fui orquestrador de qualquer tentativa de rebelião ou golpe contra o prefeito. Na semana passada, quando houve um problema na Câmara, eu sequer estava na sessão bem como na cidade, logo, não se mostra razoável me fazer de bode expiatório”, disse Mesaque no pronunciamento.

Mesaque, que também atua como advogado, disse que Ilhéus enfrenta muitos problemas, que, segundo ele, não têm sido prioridades da gestão municipal: ”As comunidades carentes estão abandonadas, há aumentos excessivos nos valores globais de contratos administrativos como, por exemplo, o contrato de recolhimento de resíduos sólidos que subiu para a cifra de R$ 36 milhões sem aumento populacional relevante, sem falar de licitações superfaturadas, ausência de merenda escolar para nossas crianças, abandono do esporte profissional e abandono da zona rural. São inúmeros motivos que me fazem deixar o governo, não somente por ter sido excluído de uma reunião”.

 

O vereador Elton Três Irmãos deixou claro que não pedirá votos para o governador caso o petista não entregue obras no município

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O vereador de Banzaê, Elton Três Irmãos (PSD), deixou claro que não pedirá votos para o governador Jerônimo Rodrigues (PT) caso o petista não entregue obras no município. O edil é filiado ao PSD e, portanto, aliado político do petista, mas não se fez de rogado quando disse que é preciso obter vantagens do governo estadual às vésperas das eleições de outubro.

”Eu mesmo não vou na casa de ninguém pedir voto para o governador se ele não mandar as obras para o nosso município. Para o nosso município, ele não está mandando nada. (…) Eu mesmo não vou pedir voto para ninguém!”, disse Elton no plenário da Casa Legislativa.

Cocá ressaltou que a solicitação já foi feita ao petista, no entanto, ainda não foi atendida

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Em entrevista ao Blog do Marcos Frahm, o prefeito de Jequié, Zé Cocá (PP), falou sobre as eleições de outubro e o possível apoio à tentativa de reeleição do governador Jerônimo Rodrigues (PT). De acordo com o gestor, a aliança está condicionada à entrega de obras estruturantes para o município, a exemplo da construção de um novo aeroporto no entroncamento de Jaguaquara.

Cocá ressaltou que a solicitação já foi feita ao petista, no entanto, ainda não foi atendida. Questionado se a assinatura da ordem de serviço do equipamento ajudaria na tomada de decisão, o prefeito cravou: ”Aí ele terá meu apoio total. O aeroporto, pra mim, é a marca que a nossa região pode mudar”.

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O primeiro movimento mais consistente ocorreu quando a prefeita de Uruçuca, Magnólia Barreto (UB), mesmo integrando um partido de oposição ao governo estadual, iniciou um processo de aproximação institucional com o governador Jerônimo Rodrigues (PT)

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A pavimentação da estrada que liga Uruçuca a Serra Grande, com 37,50 quilômetros de extensão, começou a sair do campo das promessas e entrou na fase administrativa com a publicação do aviso de licitação no Diário Oficial do Estado da Bahia. O certame está marcado para o dia 16 de março.

A estrada sempre foi uma demanda histórica da região. O trecho é estratégico para o turismo, especialmente para Serra Grande, além de fundamental para o escoamento da produção agrícola e para a mobilidade entre o litoral e o interior. A precariedade da via, agravada em períodos de chuva, manteve a pressão popular e institucional por uma solução definitiva.

O primeiro movimento mais consistente ocorreu quando a prefeita de Uruçuca, Magnólia Barreto (UB), mesmo integrando um partido de oposição ao governo estadual, iniciou um processo de aproximação institucional com o governador Jerônimo Rodrigues (PT). A sinalização foi de que a pauta municipal teria prioridade sobre o embate partidário.

Nos bastidores, a articulação ganhou força com a atuação do deputado estadual Rosemberg Pinto (PT), líder do governo na Assembleia Legislativa. Ele passou a intermediar as conversas entre o município e o Executivo estadual, alinhando a demanda junto à Secretaria de Infraestrutura e acompanhando os trâmites técnicos necessários para que o projeto avançasse.

A iniciativa consolida um movimento político incomum no cenário polarizado da Bahia: Uma prefeita do União Brasil buscando diálogo direto com um governador do PT, com a mediação de um deputado governista, em torno de uma obra estruturante. O resultado, ao menos nesta etapa, foi transformar uma reivindicação histórica em procedimento formal de contratação.

O senador Angelo Coronel ligou o modo “virada de rumo” e partiu para o Carnaval

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O senador Angelo Coronel ligou o modo “virada de rumo” e partiu para o Carnaval. Mais do que cair na folia, entrou de vez em um novo bloco político.

Ao lado de ACM Neto (UB) e do prefeito Bruno Reis (UB), Coronel deu o close desde o rompimento com o grupo petista, quando foi rifado da chapa majoritária. A imagem fala por si e o sinal público é de reposicionamento no cenário baiano.

Diante da possibilidade do correligionário migrar para a base do PT, Leão se antecipou e decidiu deixar público o seu posicionamento de que o prefeito precisa ter cuidado antes de tomar qualquer decisão

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O ex-vice-governador da Bahia, João Leão (PP), fez um comentário curioso em uma publicação do prefeito de Jequié, Zé Cocá (PP), nas redes sociais. Na verdade, a frase escrita por Leão soou como alerta para o companheiro de partido: “Juízo. Veja para onde vai. Juízo, amigo”.

Não é segredo que Leão rompeu com a base estadual e, atualmente, marcha ao lado de ACM Neto (UB), mas Cocá está flertando com o governador Jerônimo Rodrigues (PT) há algum tempo, embora não tenha dito publicamente quem receberá seu apoio no pleito de outubro.

Diante da possibilidade do correligionário migrar para a base do PT, Leão se antecipou e decidiu deixar público o seu posicionamento de que o prefeito precisa ter cuidado antes de tomar qualquer decisão.

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“Essas conversas começaram na semana passada, logo depois que o senador anunciou o seu afastamento da base do governo'', disse ACM Neto

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Pré-candidato ao governo da Bahia pelo União Brasil, ACM Neto afirmou em Feira de Santana que as conversas com o senador Angelo Coronel “já começaram e estão evoluindo bem”.

“Essas conversas começaram na semana passada, logo depois que o senador anunciou o seu afastamento da base do governo. Eu tinha colocado essa pré-condição para o diálogo. Então, estamos conversando. Claro que agora vem Carnaval, está todo mundo com mobilizado em torno da festa, mas nossa expectativa é que ainda em fevereiro a gente tenha condições de anunciar essa aliança, assim como informar por qual partido o senador deverá disputar as eleições deste ano”, disse o ex-prefeito de Salvador.

Ao lado do prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo (UB), do ex-ministro João Roma (PL), além de prefeitos, vereadores e lideranças políticas da região, ACM Neto voltou a falar sobre o perfil que espera do vice na chapa: “Temos algumas opções que são avaliadas, que são consideradas e, no momento adequado, ainda no mês de março, nós vamos anunciar a chapa completa. Então, o meu desejo é que, antes do dia 4 de abril, que é quando se encerra o prazo das filiações partidárias para quem vai disputar a eleição de 2026, a gente tenha uma chapa completa para apresentar aos Bahia”.

Perguntado se o “nome do interior” seria o prefeito José Ronaldo, Neto elogiou o gestor da segunda maior cidade da Bahia: “Eu tenho sido perguntado várias vezes sobre a possibilidade de José Ronaldo. Como disse várias vezes, ele (José Ronaldo) é um nome que tem força política, densidade eleitoral, que representa Feira de Santana, a região e o interior da Bahia”.

Conhecido pela cordialidade e respeito com adversários, José Ronaldo já chegou a declarar que gosta de manter relações institucionais em prol do desenvolvimento da cidade, o que não significa uma migração para o grupo governista

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O prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo (UB), é, atualmente, a figura política mais cobiçada da Bahia. Exercendo o quinto mandato no Executivo feirense, Zé, como é carinhosamente chamado, tem bastante experiência e é admirado por lideranças de todos os lados.

No último sábado (7.fevereiro), o gestor recebeu a visita do senador Angelo Coronel, que deixou o PSD e está flertando com a oposição. Já no domingo (8.fevereiro), o governador Jerônimo Rodrigues (PT) foi o convidado do prefeito e, na próxima sexta-feira (13.fevereiro), será a vez do aliado de longa data, ACM Neto (UB), bater um papo com Zé.

Conhecido pela cordialidade e respeito com adversários, José Ronaldo já chegou a declarar que gosta de manter relações institucionais em prol do desenvolvimento da cidade, o que não significa uma migração para o grupo governista. Por outro lado, não se sabe se ele superou o mal-estar vivido com Neto nas Eleições de 2022, quando foi preterido para o cargo de candidato a vice-governador.

É claro que as reuniões tratam sobre política e todos os líderes querem poder contar com a presença do gestor no palanque. A pergunta que não quer calar é se ele manterá o posicionamento do lado de Neto ou decidirá apoiar a reeleição de Jerônimo

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A irritação de Coronel ocorre após a decisão do PT de fechar a chapa com Jerônimo Rodrigues na tentativa de reeleição ao governo, Jaques Wagner para renovar o mandato no Senado e o ministro Rui Costa como candidato à segunda vaga

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Por trás da montagem da chapa majoritária governista na Bahia, a disputa deixou marcas entre aliados. O senador Otto Alencar (PSD) afirmou que o senador Angelo Coronel (PSD) interrompeu o diálogo com ele depois de ficar fora da composição liderada pelo PT para as eleições de 2026.

Em entrevista à Rádio Baiana, Otto relatou que Coronel não respondeu a tentativas recentes de contato: “Ele está muito zangado, já mandei umas quatro mensagens, mas ele não me responde. Está de mal comigo!”.

RUPTURA

A irritação de Coronel ocorre após a decisão do PT de fechar a chapa com Jerônimo Rodrigues na tentativa de reeleição ao governo, Jaques Wagner para renovar o mandato no Senado e o ministro Rui Costa como candidato à segunda vaga. Com isso, Coronel acabou descartado da disputa majoritária, formando-se, assim, uma chapa puro-sangue.

A exclusão contrasta com a posição defendida por Otto em agosto de 2025, quando afirmou publicamente que o PSD só permaneceria na aliança com o PT se tivesse espaço garantido na chapa e sustentou o nome de Coronel como candidato natural ao Senado. Menos de um ano depois, o senador mudou de posição e passou a avalizar a composição petista, mesmo com a retirada do correligionário.

Coronel, que contava com o apoio do compadre para assegurar a vaga, viu-se fora do arranjo final.

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Na Bahia, porém, o discurso é outro. O senador Otto Alencar afirma que o PSD local continuará apoiando Lula e Jerônimo Rodrigues

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O cacique do PSD, Gilberto Kassab, voltou a afirmar que o partido seguirá uma linha de centro-direita no cenário nacional. Segundo ele, isso significa que a sigla deve manter uma candidatura própria até o fim, com nomes como Ratinho Júnior ou Eduardo Leite.

Kassab também deixou claro que, caso Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre oficialmente na disputa pela presidência, o PSD tende a marchar com o governador de São Paulo. É um movimento que reposiciona o partido no tabuleiro nacional e aproxima definitivamente a sigla da direita.

Na Bahia, porém, o discurso é outro. O senador Otto Alencar afirma que o PSD local continuará apoiando Lula e Jerônimo Rodrigues, mantendo a aliança histórica com o PT no estado. A posição baiana contrasta com a orientação nacional anunciada por Kassab e expõe uma divergência que já provoca comentários.

A pergunta inevitável fica no ar: O PSD vai verticalizar as alianças em 2026 ou cada estado seguirá a própria bússola?

Kassab terá de responder e a Bahia, onde o PSD é peça-chave na engrenagem política, será o teste mais sensível dessa equação.

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