De acordo com o parlamentar, as intervenções deveriam ter sido finalizadas em julho do ano passado, no entanto, a falta de pagamento à empresa responsável fez com que os trabalhos fossem interrompidos

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O deputado federal Arthur Maia (UB) denunciou o calote dado pelo governo do estado na empreiteira responsável pelas obras de recuperação da pista de pouso do aeródromo de Belmonte, na região extremo sul. De acordo com o parlamentar, as intervenções deveriam ter sido finalizadas em julho do ano passado, no entanto, a falta de pagamento à empresa responsável fez com que os trabalhos fossem interrompidos.

”O estado da Bahia dá calote em todo mundo que trabalha pra ele”, disse Arthur Maia no vídeo divulgado nas redes sociais. O custo das intervenções gira em torno de R$ 5,7 milhões, mas, segundo Maia, a falta de repasses do governo estadual fez com que a pista não fosse entregue no prazo determinado.

O parlamentar criticou o fato do governador Jerônimo Rodrigues (PT) prometer a realização de obras milionárias nos municípios por onde passa sendo que as de custo menor sequer estão sendo entregues. ”Meus caros prefeitos, o governador está querendo enrolar vocês. Não existe nenhuma dessas promessas que possa ser concretizada”, disse Arthur.

O OUTRO LADO

Em contato com este Pauta Blog, a Secretaria de Infraestrutura da Bahia (Seinfra) informou que não há pendências financeiras com a empresa Mais Construtora LTDA, inclusive, a empresa já foi notificada para a retormada imediata da obra. Os serviços estão com 70% concluídos e a pista de pouso passou de 1.200 para 1.300 metros, o que possibilitará mais segurança para pousos de aviões tipo ATR-72. O investimento é de R$ 5.2 milhões.

>>ASSISTA AO VÍDEO:

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O espaço público recebeu intervenções estruturais voltadas à melhoria da mobilidade, organização do ambiente urbano e valorização do patrimônio da cidade

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A Praça Miguel Baracho, em Uruçuca, está passando pelos últimos ajustes das obras de revitalização e deve ser entregue em breve à população. O espaço público recebeu intervenções estruturais voltadas à melhoria da mobilidade, organização do ambiente urbano e valorização do patrimônio da cidade.

Entre as mudanças realizadas, está o nivelamento da área, medida que deve facilitar a circulação de pedestres e tornar o local mais acessível. A proposta da obra é oferecer um ambiente mais agradável, seguro e funcional para moradores e visitantes.

De acordo com a administração municipal, a requalificação também busca reforçar o papel da praça como ponto de convivência social, lazer e encontros da comunidade.

Com a conclusão dos trabalhos, a expectativa é que a Praça Miguel Baracho passe a contar com um espaço mais moderno, revitalizado e preparado para receber atividades culturais, eventos e o convívio diário da população.

Assinatura da ordem de serviço está marcada para esta quarta-feira

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O prefeito de Itabuna, Augusto Castro (PSD), vai assinar nesta quarta-feira (25.fevereiro), às 17h, a ordem de serviço para a elaboração do projeto executivo e a requalificação do Parque Linear da Avenida Amélia Amado. O ato acontecerá no próprio local, ao fundo do Centro de Atenção à Mulher, marcando o início de mais uma etapa de melhorias e revitalização na área de infraestrutura de Itabuna.

Segundo o edil, a estrada em questão faz a ligação de Ribeira do Pombal até o povoado Poço e vários municípios, mas precisa de auxílio do governo estadual para ser concluída

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O vereador de Ribeira do Pombal, Marcelo Brito (MDB), causou polêmica ao afirmar, durante discurso no plenário da Câmara Municipal, que, caso o governador Jerônimo Rodrigues (PT) não destine recursos para a pavimentação de uma estrada, vai garantir que o petista não tenha votos nas eleições de outubro. ”Não vão votar porque eu mesmo vou incentivar. Se não sair a estrada, Jerônimo não vai ter votos na região”, disse Marcelo.

Segundo o edil, a estrada em questão faz a ligação de Ribeira do Pombal até o povoado Poço e vários municípios, mas precisa de auxílio do governo estadual para ser concluída, mesmo com o deputado federal Ricardo Maia (MDB) já tendo enviado cerca de R$ 5 milhões em emendas para a obra. O local chegou a receber cascalhamento, mas, agora, precisa urgentemente da pavimentação.

Em conversa com este Pauta Blog, o vereador disse que, em setembro do ano passado, o governador anunciou as obras da estrada, no entanto, ainda não saiu do papel, mesmo se tratando de uma intervenção importantíssima para a região. A pavimentação tem cerca de 21km de extensão e aguarda a intervenção do poder público há 12 anos.

O primeiro movimento mais consistente ocorreu quando a prefeita de Uruçuca, Magnólia Barreto (UB), mesmo integrando um partido de oposição ao governo estadual, iniciou um processo de aproximação institucional com o governador Jerônimo Rodrigues (PT)

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A pavimentação da estrada que liga Uruçuca a Serra Grande, com 37,50 quilômetros de extensão, começou a sair do campo das promessas e entrou na fase administrativa com a publicação do aviso de licitação no Diário Oficial do Estado da Bahia. O certame está marcado para o dia 16 de março.

A estrada sempre foi uma demanda histórica da região. O trecho é estratégico para o turismo, especialmente para Serra Grande, além de fundamental para o escoamento da produção agrícola e para a mobilidade entre o litoral e o interior. A precariedade da via, agravada em períodos de chuva, manteve a pressão popular e institucional por uma solução definitiva.

O primeiro movimento mais consistente ocorreu quando a prefeita de Uruçuca, Magnólia Barreto (UB), mesmo integrando um partido de oposição ao governo estadual, iniciou um processo de aproximação institucional com o governador Jerônimo Rodrigues (PT). A sinalização foi de que a pauta municipal teria prioridade sobre o embate partidário.

Nos bastidores, a articulação ganhou força com a atuação do deputado estadual Rosemberg Pinto (PT), líder do governo na Assembleia Legislativa. Ele passou a intermediar as conversas entre o município e o Executivo estadual, alinhando a demanda junto à Secretaria de Infraestrutura e acompanhando os trâmites técnicos necessários para que o projeto avançasse.

A iniciativa consolida um movimento político incomum no cenário polarizado da Bahia: Uma prefeita do União Brasil buscando diálogo direto com um governador do PT, com a mediação de um deputado governista, em torno de uma obra estruturante. O resultado, ao menos nesta etapa, foi transformar uma reivindicação histórica em procedimento formal de contratação.

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Para que ocorra a emissão de anuência do Iphan na etapa de Licença de Instalação, o empreendimento deve apresentar medidas de mitigação e compensação que serão adotadas para a proteção de bens culturais

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O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) na Bahia decidiu não fazer manifestação favorável à licença de instalação da ponte Salvador-Itaparica. O instituto analisa um relatório sobre os impactos da construção da ponte para as comunidades tradicionais, tema que vem sendo denunciado por moradores da ilha.

Para que ocorra a emissão de anuência do Iphan na etapa de Licença de Instalação, o empreendimento deve apresentar medidas de mitigação e compensação que serão adotadas para a proteção de bens culturais. O instituto aponta que o Relatório de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Imaterial, apresentado por empresa contratada pelo consórcio da ponte, é insuficiente para que o órgão dê aval para a licença.

O Iphan orienta que um novo relatório seja elaborado e que seja feita a análise de impactos em outros 12 municípios que não foram citados no documento inicial. O objetivo do Iphan é preservar comunidades tradicionais, manifestações populares e pessoas que podem sofrer os impactos da construção da ponte.

Um dos principais pontos levantados é a delimitação da área de influência da ponte. Enquanto o estudo de impacto ambiental, aprovado junto ao Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), reconhece uma área de 16 municípios, o relatório apresentado pelo consórcio restringiu a análise a cinco municípios (Salvador, Itaparica, Vera Cruz, Maragogipe e Jaguaripe). Para o Iphan, a redução do espaço analisado compromete a avaliação, pois impactos sobre o patrimônio imaterial não se restringem à proximidade física da obra, mas envolvem transformações na dinâmica urbana, na mobilidade regional, na valorização imobiliária, no turismo e no uso do território.

A pavimentação da BA-653 é considerada estratégica para impulsionar a economia local, facilitar o escoamento da produção rural e consolidar Serra Grande como destino turístico em expansão no litoral sul da Bahia

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A pavimentação asfáltica da BA-653, ligando Uruçuca a Serra Grande, deu um passo decisivo nesta semana. Em ato realizado na Praça Pedro Gomes, em Serra Grande, ao lado do governador Jerônimo Rodrigues (PT) e de diversas autoridades, foi assinada a ordem para abertura do processo de licitação da obra aguardada há mais de quatro décadas pela população.

Durante o evento, a prefeita Magnólia Barreto (UB) destacou a importância do momento para a cidade e para as futuras gerações: “Hoje, vivemos um momento que ficará marcado para sempre na história de Uruçuca. Esse é um sonho esperado há mais de 40 anos pelo nosso povo. A pavimentação da BA-653 representa desenvolvimento, fortalecimento do turismo, mais mobilidade, segurança e qualidade de vida para todos. Meu coração está cheio de gratidão por ver esse sonho começar a se tornar realidade”.

A prefeita também agradeceu o apoio do Legislativo municipal na articulação da demanda: “Agradeço à Câmara de Vereadores, em nome do presidente José Pedro, que representa cada vereador e vereadora que esteve conosco nessa luta incansável por essa conquista tão importante para o nosso município”.

A pavimentação da BA-653 é considerada estratégica para impulsionar a economia local, facilitar o escoamento da produção rural e consolidar Serra Grande como destino turístico em expansão no litoral sul da Bahia. Com a assinatura da ordem de licitação, o próximo passo será a definição da empresa responsável pela execução da obra, que promete transformar a mobilidade e a dinâmica econômica da região.

Resta saber se, desta vez, o cronograma resistirá aos fatos. Agora vai?

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O prefeito de Itabuna, Augusto Castro (PSD), afirmou que a nova feira do Bairro São Caetano será entregue em março. Após mais de três anos de espera, o anúncio surge como uma tentativa de encerrar uma novela marcada por prazos elásticos e versões desencontradas.

Em outubro de 2025, o governador Jerônimo Rodrigues (PT) chegou a afirmar que a obra seria concluída apenas em dezembro de 2026. Dois meses depois, durante um evento na UESC (Universidade Estadual de Santa Cruz), o próprio petista recuou e admitiu que não havia um prazo definido.

Agora, o chefe Executivo municipal assume a promessa e coloca uma data no calendário. Resta saber se, desta vez, o cronograma resistirá aos fatos. Agora vai?

Durante inspeção da Secretaria de Infraestrutura e Defesa Civil, foram identificadas pequenas depressões no pavimento, conhecidas como “borrachudos”

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A prefeitura de Ilhéus notificou a Embasa e a empresa responsável pela obra realizada na Rua Laudelino Rezende Mendonça, antiga Treze de Maio, no Bairro Pontal, após vistoria técnica apontar a necessidade de ajustes em trechos da pavimentação.

A via recebeu recentemente novo asfalto, serviços de drenagem e reforço da base, executados com acompanhamento técnico. Durante inspeção da Secretaria de Infraestrutura e Defesa Civil, foram identificadas pequenas depressões no pavimento, conhecidas como “borrachudos”.

A empresa responsável foi formalmente notificada e vem executando os reparos necessários, com previsão de conclusão até o final da semana, caso as condições climáticas permitam.

Quanto às tampas de bueiros, a Embasa também foi acionada para realizar a elevação dos PVs ao longo da rua, assegurando funcionalidade, segurança e melhor acabamento da obra.

Segundo a gestora, o atraso na obra tem provocado impactos diretos no Bairro Lagoa dos Patos

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A prefeita de Lauro de Freitas, Débora Regis (UB), cobrou, por meio de uma ligação telefônica ao governador Jerônimo Rodrigues (PT), a conclusão da obra de macrodrenagem sob responsabilidade da Conder, que se arrasta há quatro anos sem entrega.

Segundo a gestora, o atraso na obra tem provocado impactos diretos no Bairro Lagoa dos Patos, onde moradores sofrem com alagamentos recorrentes e transtornos estruturais.

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