Esta reunião entre Porfírio e Vane pode gerar bons frutos

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O vereador Manoel Porfírio (PT) se reuniu com o ex-prefeito de Itabuna, Vane do Renascer, para discutir a política regional. Segundo o vereador que é líder do governo Augusto Castro na Câmara de Vereadores, foi um bom papo.

O ex-prefeito Vane do Renascer é assessor do deputado estadual Osni Cardoso (PT). Vale ressaltar que o vereador Porfírio é um tido como um grande articulador e vem se movimentando para reeleger a dupla Osni e Joseildo Ramos (PT) para deputado federal.

Dizem nos bastidores que “o Gordão não para”. 

Manoel Porfírio fala da necessidade de um entendimento entre os setores envolvidos

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O vereador Manoel Porfírio (PT) esteve presente durante todo o tempo no movimento realizado nessa segunda-feira (1º.mar), pelos comerciantes da cidade. Eles protestaram contra o fechamento do comércio total, até quarta-feira (03), como medida restritiva para conter o avanço da covid-19.

“Estamos passando pela maior crise da humanidade. Tenho muita preocupação, principalmente porque é preciso se manifestar de forma ordeira, preservando vidas, por conta da covid-19, mas também preservando os empregos”, disse o vereador Manoel Porfírio (PT), que também é líder do governo na Câmara. 

Cosme Resolve disse que Rui Costa perdeu seu voto

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O vereador Cosme Resolve (PMN) apoiou na manhã desta segunda-feira (1º.mar), a manifestação dos comerciantes em, frente a Prefeitura de Itabuna, quando na oportunidade falou abertamente que o governador Rui Costa deveria ter se organizado para fazer o lockdow e a sua prorrogação.

“Os comerciantes não estão errados. O governador Rui Costa jogou a bomba para os municípios resolverem. Votei duas vezes nele, mas agora perdeu meu voto”, disse.

E completou: “Achei imprudência, falta de organização e esquecimento. Antes de impor uma lei tem que consultar o povo. Não se toma uma atitude dessas sem consultar os empresários, sei o que é um trabalhador sem dinheiro”. 

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A entrevista de ontem, sábado, 27, de Ciro Gomes na Folha de São Paulo, deixou o PT, mais especificamente o chamado lulopetismo, irritado com o pré-candidato do PDT à sucessão presidencial de 2022.

O ponto principal do resmungo, da revolta dos petistas, foi Ciro afirmar que sua maior tarefa é derrotar o PT no primeiro turno. Para Ciro, quem for para a segunda etapa do processo sucessório contra Bolsonaro tende a derrotá-lo, “mas o menos capaz disso é o PT”.

Ora, Ciro tem toda razão. O maior cabo eleitoral do então candidato Jair Messias Bolsonaro, em 2018, foi o gigantesco e enraizado antipetismo. E vai continuar sendo no pleito de 2022. De 10 bolsominions, 10 querem enfrentar um petista no segundo turno.

Para o bolsonarismo, principalmente o de raiz, o lulopetismo é quem pode levar o “mito” a conquistar o segundo mandato consecutivo, permanecendo por mais quatro anos no maior e mais cobiçado cargo do Poder Executivo, sem dúvida o de presidente da República.

O que achei engraçado foi o PT questionar a busca do entendimento de Ciro com legendas do centro com viés à direita, como o DEM de ACM Neto, presidente nacional do demismo, e o PSD do senador Otto Alencar, liderança-mor estadual da sigla.

O petismo é mesmo hilariante. Acha que o telhado do partido não é de vidro, que aguenta qualquer tamanho de pedra. O PT continua se achando, a soberba é a mesma. Nada mudou. Só o PT pode fazer alianças para chegar ao poder. As outras agremiações partidárias quando procuram o diálogo com outros campos ideológicos são logo criticadas.

Não vou nem falar da base aliada do governador Rui Costa, formada por legendas que dão sustentação política ao governo Bolsonaro e fazem parte do Centrão, que tem o PP do vice-governador João Leão como o partido da linha de frente do toma lá, dá cá. Uma espécie de porta-voz.

Ora, na eleição presidencial de 2002, o PT fez aliança com todos que a legenda sempre dizia que jamais faria. Para se aproximar dos políticos que o petismo declarava que eram da “banda podre”, inventaram até um “Lulinha Paz e Amor”.

Com o “Lulinha Paz e Amor”, as portas ficaram escancaradas para receber os novos e inusitados apoiadores. De repente, a fila começou a ser formada para uma conversinha de pé de orelha com o petista-mor. Um atrás do outro e todos risonhos: José Sarney, Orestes Quércia, Delfim Neto… Um tempo depois, Paulo Maluf e companhia Ltda.

Na sucessão de 2018, Fernando Haddad, que foi o pior prefeito da história de São Paulo, que sequer chegou a ir para o segundo turno na tentativa de se reeleger, perdendo em todas as urnas para o então adversário João Doria (PSDB), se aliançou com os principais protagonistas do impeachment de Dilma Rousseff, desfilando em carro aberto com o senador Renan Calheiros (MDB-AL).

Concluo dizendo que o PT não tem moral para falar das articulações de Ciro buscando o fortalecimento de sua candidatura. O lulopetismo, quando o assunto é chegar ao poder, faz de tudo e, depois, no maior cinismo, ainda diz que o momento exigia a procura das composições. Ora, só existe esse momento para o PT? Para as outras legendas é oportunismo e incoerência? Esse PT, hein!

O que o lulopetismo deveria estar fazendo, e que até agora sequer rascunhou o primeiro parágrafo, é uma carta ao povo brasileiro pedindo desculpas pelos escândalos nos governos de Luiz Inácio Lula da Silva e de Dilma Vana Rousseff.

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Marco Wense é Analista Político

*A análise do colunista não reflete, necessariamente, a opinião de Pauta.blog.br

Deputado federal Valmir Assunção (PT)

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No extremo sul da Bahia apresenta uma taxa de mortalidade por coronavírus que é 45% superior a média estadual. A análise refere-se aos três últimos meses, onde a região aparece com 27,2 óbitos a cada 100 mil habitantes, que é o maior índice dentre todas regiões do estado.

Por essa razão, o deputado federal Valmir Assunção (PT), criticou a postura dos prefeitos e secretários de saúde de Porto Seguro e Teixeira de Freitas, que se negaram a adotar o lockdown decretado pelo governador Rui Costa, e estimularam a população a não adotar as medidas de contenção da doença. “Além disso, mais grave ainda, propagam o uso de kits covid, que incluem antibióticos e vermífugos, em uma clara afronta ao conhecimento científico estabelecido”, afirmou Valmir.

Para o petista, o Brasil vive o pior momento da pandemia, com as pessoas sofrendo com perdas de amigos e familiares, e colocar a vida em primeiro plano seria a decisão mais acertada. “Num momento em que estamos com o sistema de saúde absolutamente sobrecarregado, público e privado, ver um prefeito que não tem a sensibilidade e a coragem de proteger a população do seu próprio município, é estarrecedor”, concluiu o parlamentar.

Recurso questiona validade de provas obtidas pela empresa

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O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), ordenou que a primeira instância da Justiça Federal do Paraná julgue um recurso em que a defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva questiona a validade de provas obtidas em sistemas “secretos” da empreiteira Odebrecht.

O caso está relacionado à ação penal em que Lula é acusado pelo Ministério Público Federal (MPF) de ter recebido vantagens ilícitas da Odebrecht por meio de um terreno a ser utilizado pelo Instituto Lula, em São Paulo, e de um apartamento em São Bernardo do Campo.

Em agosto do ano passado, o Supremo autorizou a defesa do ex-presidente a ter acesso mais amplo ao material obtido por meio dos programas Drousys e MyWebDay, que segundo o MPF foram os sistemas paralelos e secretos por meio dos quais a Odebrecht operacionalizava e contabilizava o pagamento de propinas a agentes públicos.

Nas planilhas extraídas desses sistemas, cujo teor foi explicado pela própria Odebrecht em acordo de leniência, políticos recebiam diversos apelidos e eram associados a repasses indevidos. O material resultou em dezenas de ramificações da Lava Jato.

De posse do material, a defesa de Lula alegou à Justiça Federal ter constatado, por meio de uma perícia própria, inconsistências que colocam em dúvida a integridade e a cronologia das informações dos sistemas. Os advogados pediram então a abertura de um incidente de ilicitude de prova na 13ª Vara Federal de Curitiba, responsável pelos casos da Lava Jato e onde tramita a ação penal, com o objetivo de anular o uso do material.

A pedido do MPF, a abertura do incidente foi negada em todas as instâncias da Justiça. Em decisão divulgada nesta quinta-feira (25), contudo, Fachin determinou que o juiz Luiz Antônio Bonat, da 13ª Vara Federal, julgue o questionamento das provas antes de proferir qualquer sentença no caso do Instituto Lula.

O ministro disse não ver motivos para que a primeira instância negue a abertura do incidente de ilicitude de prova, uma vez que a perícia da defesa constitui elemento novo, produzido a partir do acesso ao material autorizado pelo próprio Supremo.

“Desse modo, impõe-se assegurar o direito defensivo em fazer o efetivo uso desses elementos de prova, porque inéditos, uma vez obtidos apenas por autorização do Supremo Tribunal Federal, por intermédio do meio processual cabível e que melhor lhe aprouver, sem o entrave da equivocada preclusão”, escreveu o ministro

A ação penal está com o andamento travado desde dezembro do ano passado, por decisão do vice-presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), Luís Alberto D’Azevedo Aurvalle, após a defesa alegar não ter tido acesso integral às provas. A suspensão foi confirmada ontem pela Oitava Turma do TRF4.

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Setores do Partido dos Trabalhadores da Bahia estão formatando a chapa majoritária da base aliada, para a disputa da sucessão estadual de 2022, deixando de fora o governador Rui Costa (PT).

Querem na linha de frente para enfrentar o ex-prefeito ACM Neto (DEM) uma composição com Jaques Wagner, o vice sendo indicado pelo PP do vice-governador João Leão e o senado com Otto Alencar (PSD) buscando a renovação do mandato via instituto da reeleição.

E o governador Rui Costa? Usando uma expressão comum nos grupos de WhatsApp, colocaria antes da pertinente e oportuna pergunta um “oxente” com todas as letras maiúsculas: OXENTE! Rui Costa sendo defenestrado da majoritária, como se fosse um postulante sem importância?

É evidente que os idealizadores dessa esperteza são ligados ao senador Jaques Wagner, que quer a base de sustentação política do chefe do Palácio de Ondina unida em torno de sua tentativa de governar a Bahia pela terceira vez. O apoio do PSD e PP é imprescindível. Diria até que é “conditio sine qua non” para que Wagner derrote ACM Neto, ex-prefeito de Salvador e presidente nacional do demismo.

Para que ocorra tudo dentro do que a “ala wagneana” quer, tem que acontecer três coisas:
1️⃣ Rui Costa cumprir seu mandato até o último dia;
2️⃣ Otto Alencar desistir da sua legítima pretensão de sair candidato a governador;
3️⃣ O comando nacional do lulopetismo lançar Rui como o nome do PT na disputa pela presidência da República.

PONTO 1️⃣ O pior caminho para o governador Rui Costa, já que ficaria dois anos sem mandato popular. Digo até que é uma gigantesca maldade com o petista-mor da Bahia. Obviamente que não irão conseguir tal proeza. Nos bastidores, como meio de tentar influenciar uma decisão de cima para baixo, ficam dizendo que o vice-governador João Leão, que vai passar um bom tempo como chefe do Executivo se Rui disputar o Senado, não é confiável. Vale lembrar que a sigla de Leão é o PP, que além de ser a principal legenda do Centrão, vai fazer o jogo do presidente Bolsonaro na sucessão do Palácio do Planalto.

PONTO 2️⃣ A verdade é que ninguém sabe o que passa pela cabeça do senador Otto Alencar, que é o presidente estadual do PSD. O próprio Otto não sabe qual a decisão que irá tomar no pleito de 2022. Quando questionado sobre o assunto, diz que ainda é cedo para definir seu caminho político, que tem duas direções: reeleição para o Senado da República e a candidatura ao governo do Estado.

PONTO 3️⃣ É aí que entra a ala da executiva estadual do PT ligada a Jaques Wagner, que vem desenhando a composição da majoritária deixando o governador Rui Costa de fora, como estivesse certeza de que o morador mais ilustre do Palácio de Ondina será o candidato do lulopetismo na sucessão de Bolsonaro ou ficará como governador até o fim da gestão. A turma de Wagner não acredita que Fernando Haddad, ex-prefeito de São Paulo, considerado o pior alcaide da história política da cidade, seja o nome da legenda na disputa presidencial.

As conversas estão acontecendo na segurança de que só existem duas opções para o governador Rui Costa: ser candidato à Presidência da República ou continuar no governo até o último dia do mandato, o que significa ficar dois anos sem nenhuma referência politica.

O pessoal de Wagner acha que o ex-presidente Lula vai convencer Rui a não disputar o Senado, facilitando assim os entendimentos em torno da composição da majoritária e, como consequência dessa harmonia, evitando uma debandada de quem não ficou satisfeito para o netismo, que vive o angustiante dilema de ser ou não ser oposição ao bolsonarismo.

O governador Rui Costa não diz nada. Só espera o momento certo para mostrar que é o principal protagonista do processo eleitoral de 2022, que não vai aceitar o papel de coadjuvante na arrumação da chapa que irá enfrentar a de ACM Neto (DEM).

Quando questionados sobre a tentativa de deixar Rui Costa fora da majoritária, para facilitar o diálogo entre as legendas da base aliada, mais especificamente o PSD e PP, correligionários mais próximos do governador preferem o silêncio, pelo menos por enquanto. Acham que ainda é cedo para dar um chega pra lá nos defensores da defenestração de Rui Costa da chapa majoritária.

É por essas e outras que volta e meia se comenta a possibilidade de Rui Costa deixar o PT. A cúpula nacional não trata o “companheiro” como deveria, parece desdenhar do seu valor, da sua imprescindibilidade para a sigla. Talvez porque Rui Costa não tenha vocação para ser “poste” do lulopetismo, marionete ou boneco de engonço.

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Marco Wense
Analista Político

*A análise do colunista não reflete, necessariamente, a opinião de Pauta.blog.br

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As ácidas e contundentes críticas do vereador Manoel Porfírio (PT) direcionadas para a secretária de Saúde de Itabuna, a médica Lívia Mendes, causou uma enxurrada de interpretações.

Vale lembrar que o edil é líder do governo Augusto Castro (PSD) na Casa Legislativa. A grande dúvida é se o nobre, inquieto e polêmico parlamentar estaria falando por ele ou na condição de representante do chefe do Executivo no Parlamento municipal.

Uma coisa é certa: Manoel Porfírio ainda vai dar muita dor de cabeça ao prefeito Augusto Castro.

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Marco Wense
Analista Político

*A análise do colunista não reflete, necessariamente, a opinião de Pauta.blog.br

Ex-presidente Lula (PT) diz que se receber de volta os direitos políticos pode se candidatar à presidência em 2022

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Em entrevista nesta quinta-feira (18) ao colunista Kennedy Alencar, do portal UOL, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse que pode disputar as eleições em 2022 caso o Supremo Tribunal Federal (STF) declare a suspeição do ex-juiz Sérgio Moro e devolva seus direitos políticos.

Ainda durante a declaração, Lula afirmou que se necessário ele encararia a disputa para “derrotar o tal do bolsonarismo”.

O ex-presidente disse que uma eventual candidatura dependeria das ‘circunstâncias políticas’ no próximo ano. “Vai depender do PT, das candidaturas dentro do partido, das alianças políticas”, explicou. A declaração é dada dias após o ex-ministro e ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, confirmar que recebeu orientação para ‘rodar o País’ e se apresentar como potencial candidato do PT em 2022.

Lula também fez críticas contundentes à condução da pandemia pelo governo federal e avaliou a possibilidade de um impeachment. “Se a gente não conseguiu colocar impeachment em votação com Rodrigo Maia, certamente a gente não vai conseguir colocar agora com o [Arthur] Lira. Eu não acredito que haja um tempo agora de fazer o debate e nem que o Lira vai colocar em votação”, avaliou.

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Valmir Sampaio morre em Salvador por complicações do Covid-19

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Morreu nesta quinta-feira (18), vítima de Covid-19, Valmir Sampaio, o ex-prefeito do município de Amargosa. Valmir, que tinha 58 anos, estava internado no Hospital do Subúrbio em Salvador.

Ele era técnico em contabilidade e cursava Educação no Campo pela UFRB. Ainda em 2020 tomou posse do Conselho Estadual de Educação (CEE-BA) e compôs a Câmara de Educação Profissional (CEP) e a Comissão de Jovens e Adultos (CJA).

Valmir governou Amargosa por oito anos (2005 a 2012), além de ter sido vereador por quatro mandatos (1989 a 2004). Por ser muito querido na cidade, tanto no meio político quanto no meio civil, a prefeitura de Amargosa decretou luto oficial de sete dias pela perda do antigo gestor.

O horário e local do sepultamento de Valmir ainda não foi divulgado, mas não poderá ser acompanhado em decorrência da Covid-19, causa da morte.

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