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Leitura do relatório será feita no dia 19 e votação acontecerá no dia 20

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O senador e relator da CPI da Pandemia que apura a conduta do governo federal durante a pandemia da Covid-19, Renan Calheiros (MDB), afirmou que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) será indiciado ao final do relatório.

Em entrevista coletiva, Renan afirmou, categoricamente, que Bolsonaro será responsabilizado: “Pode ser e com certeza será! Nós não vamos falar grosso na investigação e miar no relatório. Ele com certeza, será pelo que praticou”.

De acordo com o relator da CPI, Bolsonaro tem responsabilidade sobre os consequências negativas que atingiram o Brasil desde o início da pandemia em março de 2020. Calheiros também explicou por quais crimes o presidente pode responder: “Nós usaremos os tipos penais do crime comum, do crime de responsabilidade, do crime contra a vida, do crime contra humanidade e estamos avaliando com relação a indígenas a utilização do genocídio”.

No dia 19 de outubro, será realizada uma cerimônia para fazer a leitura do relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito. Após a leitura, a votação vai acontecer no dia 20 de outubro.

Pastor ilas Malafaia tem acompanhado viagens presidenciais e chegou a discursar a favor de Bolsonaro

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O pastor Silas Malafaia pode ser o candidato a vice-presidente pela chapa de Jair Bolsonaro (sem partido) nas eleições do próximo ano. Aliados do líder evangélico teriam levantando essa hipótese em conversas informais e o presidente teria se interessado pela ideia. A informação é de Igor Gadelha, do portal Metrópoles, mas por enquanto, nada oficial.

Não é de agora que Malafaia demonstra simpatia pela política. O pastor tem acompanhado viagens presidenciais e até arriscou alguns discursos em eventos políticos, como na Avenida Paulista durante as manifestações do 7 de setembro.

Mesmo afirmando que não tem interesse em se candidatar e que o “futuro pertence a Deus”, Malafaia já está sendo sondado por partidos políticos há algum tempo. Defensor ferrenho do Chefe do Executivo, o pastor pode ter “caído nas graças” pelas falas conservadoras e que vão de encontro com a linha de pensamento de Bolsonaro.

O atual vice-presidente, Hamilton Mourão (PRTB) pode se candidatar ao Senado em 2022 e, em algumas ocasiões, chegou a contradizer as falas de Bolsonaro, o que pode ter gerado um desgaste natural nos bastidores de Brasília. Tudo sempre foi negado, claro.

Deputada federal da Bahia, Lídice da Mata, do PSB

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A deputada federal Lídice da Mata (PSB) criticou o Governo Bolsonaro ontem (28.setembro) no plenário da Câmara e classificou como encenação a suposta discussão entre os presidentes da República e da Petrobras, após mais um aumento no preço do litro do óleo diesel, anunciado para esta quarta pela estatal.

Segundo a parlamentar baiana, a gestão federal serve ao mercado e massacra a população. Numa referência aos mil dias de governo, Lídice disse que os principais legados de Bolsonaro são 14 milhões de desempregados, a inclusão de 15 milhões de pessoas na faixa de miséria, quase 600 mil mortos por COVID-19, o aumento de 34% no valor da cesta básica, a volta da inflação e os sucessivos reajustes na gasolina e gás de cozinha, que alcançaram R$ 7 o litro e R$ 120 o botijão.

Lídice da Mata também criticou a Reforma Administrativa proposta por Bolsonaro e Paulo Guedes. “O presidente tem um complexo de falta de responsabilidade. Após atacar o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal, ele agora mira o serviço público. Por isso, precisamos estar mobilizados contra este projeto e denunciar os deputados favoráveis a eles em suas bases”, finalizou.

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Segundo pesquisa do Datafolha, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), deve sofrer impeachment se desobedecer a Justiça. Pelo menos foi o que respondeu 76% dos brasileiros.

A pesquisa foi realizada em 190 cidades, com 3.667 eleitores, de 13 a 15 de setembro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos.

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Depois de jogar a toalha, se dizendo arrependido pelas críticas que fez ao STF, mais especificamente aos ministros Alexandre de Moraes e Luís Barroso, o presidente Jair Messias Bolsonaro dar sinais de que só espera a poeira assentar para voltar a ser o Bolsonaro original.

Ao ser questionado sobre o recuo aos ataques à instância máxima do Poder Judiciário, respondeu com um “deixa acalmar”, deixando nas entrelinhas que a qualquer momento vai reiniciar o confronto com as instituições, que é só uma questão de tempo.

Possa ser que esse “deixar acalmar” seja apenas uma estratégia para não afugentar a ala bolsonarista mais radical, que hoje se sente traída pelo “mito”. O problema é que o leite já foi derramado e não tem mais como retornar ao vasilhame.

Os bolsominions de raiz, os mais, digamos, ideologicamente bolsonaristas, caracterizados como de extrema direita, estão revoltados com a jogada de toalha do chefe do Palácio do Planalto, que além de pedir arrego ao ministro Moraes, através de uma carta elaborada pelo ex-presidente Michel Temer (MDB), ainda fez elogios ao integrante da Alta Corte.

Só faltou um outro ex-presidente da República para ajudá-lo em outra missiva para Luís Barroso, hoje no comando do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Com efeito, fez um duríssimo pronunciamento contra Bolsonaro.

A expectativa agora fica por conta das próximas pesquisas, que devem apontar não só uma queda nas intenções de voto como um aumento na já preocupante rejeição a Bolsonaro, o que pode trazer à tona a discussão de que sua ida para o segundo turno não é mais uma invencionice da oposição.

O que se observou ontem foi uma grande revolta dos bolsominions, muitos já declarando que não vão mais votar no “mito”, incluindo aí uma parte significativa dos caminhoneiros. Muitos deles achando que foi apulhalado pelas costas, que o diga Zé Trovão.

A pergunta que não pode deixar de finalizar o comentário de hoje : O bolsonarismo terá coragem de convocar um novo ato em defesa do presidente de plantão?

O representante-mor da “nova” política deixou o bolsonarismo órfão, a ver navios, decepcionado com seu líder. 


Marco Wense é Analista Político

*A análise do colunista não reflete, necessariamente, a opinião de Pauta.blog.br
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Jair Bolsonaro (sem partido), esteve nesta 6ª feira (3.setembro) em Tanhaçu, sudoeste da Bahia, onde o presidente da República veio assinar o contrato de concessão do trecho entre Ilhéus e Caetité da FIOL (Ferrovia de Integração Oeste-Leste).

Em seu discurso, um pouco mais de 10 minutos, Bolsonaro não fez uma referências à ferrovia, mas afirmou que as manifestações de 7 de Setembro será um ultimato a ministros do STF (Supremo Tribunal Federal).

“Essas uma ou duas pessoas tem que entender o seu lugar. E o recado de vocês, povo brasileiro, nas ruas, na próxima 3ª feira, dia 7, será um ultimato para essas duas pessoas”, enfatizou Bolsonaro.

Não citou nomes, mas os ataques foram direcionados a Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso, também presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

“Nós não criticamos instituições ou Poderes. Somos pontuais. Não podemos admitir que uma ou duas pessoas que usando da força do poder queiram dar novo rumo ao nosso país”, finalizou Bolsonaro.

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Lula amplia vantagem sobre Bolsonaro depois de turnê pelo Nordeste

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O PoderData divulgou uma nova pesquisa que aponta que o ex-presidente Lula (PT) ampliou a vantagem sobre o atual presidente Bolsonaro (sem partido) em uma provável disputa de 2º turno pela presidência em 2022.

A pesquisa aponta que, se as eleições fossem hoje, 55% votariam no petista em um eventual 2º turno contra 30% que escolheriam o atual presidente. No levantamento anterior, realizado no início de agosto, a diferença era de 20 pontos. Agora, subiu para 25.

O resultado vem depois da peregrinação de Lula por cidades nordestinas em busca de alianças para 2022. O Nordeste é a região brasileira em que Lula tem mais apoio com 69% dos entrevistados da região que afirmaram que votariam no petista. No entanto, de acordo com a pesquisa, Lula vence Jair Bolsonaro em todas as regiões do Brasil, com exceção do Sul, onde há um empate técnico já que a diferença de 2 pontos percentuais fica dentro da margem de erro da pesquisa.

Esta pesquisa foi realizada no período de 30 de agosto a 1º de setembro de 2021 pelo PoderData, a divisão de estudos estatísticos do Poder360. Foram 2.500 entrevistas em 472 municípios nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Bolsonaro visitará à Bahia na semana que vem

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Após a passagem do ex-presidente Lula (PT) pela Bahia, Jair Bolsonaro (Sem Partido) é o próximo a desembarcar no Estado para cumprir agenda política.

Na próxima 6ª feira (3.agosto), Bolsonaro vai ao município Tanhaçu, no sertão baiano, para participar da cerimônia de autorização da retomada das obras da Fiol (Ferrovia de Integração Oeste Leste). Na cerimônia, o presidente estará acompanhado do Ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, e do Ministro da Cidadania e pré-candidato ao Governo da Bahia, João Roma (Republicanos).

Possivelmente, a vinda de Bolsonaro à Bahia acontece para “quebrar o clima” criado pelo petista e levantar a bandeira de João Roma, que tem marcado presença constante no Estado já pensando nas eleições de 2022. Informações do Política Livre. 

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Novo programa pode se tornar a marca social do governo Bolsonaro

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Nesta 3ª feira (24.agosto), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou que o novo programa social do Governo Federal, intitulado Auxílio Brasil, pode começar a ser pago no mês de novembro em substituição ao Auxílio Emergencial.

Em entrevista à Rádio Farol de Alagoas, afirmou: “O auxílio emergencial termina em outubro. Nós pretendemos, a partir de novembro, pagar o Auxílio Brasil, que será de, no mínimo, R$ 300. O Bolsa Família, atualmente, está, em média, em R$ 192”.

Essa nova versão do Bolsa Família pode se tornar a marca social do governo Bolsonaro e vai englobar beneficiários que já recebem o Auxílio Emergencial. A previsão é que o programa atenda, em média, 16 milhões de famílias. Para receber o benefício, o cidadão deve se inscrever ou atualizar as informações no Cadastro Único de Programas Sociais (CadÚnico) para famílias de baixa renda.

Ainda durante a entrevista, Bolsonaro comentou sobre a inflação nos preços dos alimentos, mas atribuiu os reajustes às medidas de restrição impostas pelos governadores por causa da pandemia da Covid-19.

O presidente também aproveitou para falar sobre os tributos aplicados em cima dos preços da gasolina e do etanol: “Ao meu entender, está extorsivo esse valor (do ICMS). Nós esperamos que o Congresso regulamente, nos próximos dias, uma Emenda à Constituição de 2001, que diz que o ICMS sobre combustível tenha um valor nominal, um valor fixo”.

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Jair Bolsonaro e João Roma

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O pré-candidato ao Governo da Bahia, João Roma (Republicanos), presenteou o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) com uma miniatura de uma viatura da Polícia Militar confeccionada pelo artista plástico Neto Brandim, do município de Jequié.

Brandim disse ter ficado surpreso ao receber a foto do Ministro da Cidadania Roma entregando o presente a Bolsonaro, pois não sabia que sua obra seria tão prestigiada.

O ministro João Roma tem intensificado suas visitas ao Nordeste pensando nas eleições de 2022, onde o cenário está se desenhando. Roma vai disputar com seu ex-aliado ACM Neto (DEM) e o senador Jaques Wagner (PT). Informação de Zenilton Meira.

Confira outros trabalhos do artista pelo Instagram.

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