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Bolsonaro e Roma vão visitar o Hospital Santo Antônio, em Salvador

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Amanhã (16.março), o presidente Jair Bolsonaro (PL), juntamente com o ministro da Cidadania e pré-candidato ao governo do estado, João Roma (Republicanos), vai visitar as Obras Sociais Irmã Dulce em Salvador a partir das 14h30min.

A dupla vai até o Hospital Santo Antônio (HSA), coração das Obras Sociais Irmã Dulce (OSID). Na ocasião, vai ser realizado o descerramento de uma placa que simboliza a aquisição de um aparelho de ressonância magnética que será usado na unidade

Anúncio acontece depois de especulações sobre uma possível aproximação entre o governo federal e o vice-governador João Leão

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Na noite de ontem (10.março), o presidente Jair Bolsonaro (PL) confirmou, durante uma live, que o ministro da Cidadania, João Roma (Republicanos), vai ser candidato a governador da Bahia em outubro. O anúncio acontece depois de especulações sobre uma possível aproximação entre o governo federal e o vice-governador João Leão (PP).

Segundo Bolsonaro, além de Roma, outros seis ministros vão deixar os cargos até o dia 2 de abril para concorrer às eleições deste ano: “No momento, nós temos sete ministros confirmados que se afastarão para se desincompatibilizar e concorrer então ao Senado ou ao governo do estado. (…) Na Bahia, Roma governador”.

Resta saber para qual lado Roma vai marchar para conseguir se candidatar. Isso porque o Republicanos já deixou claro que não tem interesse na candidatura dele, ou seja, vai ter que procurar outro partido se quiser tentar a corrida até o Palácio de Ondina. Provavelmente, deve se filiar ao PL de Bolsonaro e Valdemar Costa Neto.

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PF apura se presidente cometeu crime de pandemia, infração de medida sanitária preventiva e incitação à prática de crime

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A Polícia Federal informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que abriu um inquérito contra o presidente Jair Bolsonaro (PL) para apurar declarações feitas por ele e que associaram a vacina contra a Covid-19 com a Aids. A PF pediu, ainda, o compartilhamento da apuração prévia do caso pela Procuradoria-Geral da República.

O posicionamento de Bolsonaro aconteceu durante uma live em outubro do ano passado e, agora, a PF vai apurar se o presidente cometeu crime de pandemia, infração de medida sanitária preventiva e incitação à prática de crime. Nessa mesma live, Bolsonaro afirmou que as vítimas da gripe espanhola não morreram da doença, mas de pneumonia bacteriana causada pelo uso da máscara de proteção.

"Os gastos da Presidência estão altíssimos enquanto falta comida na mesa dos brasileiros", dispara Contarato no Twitter

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Nesta 2ª feira (31.janeiro), o senador Fabiano Contarato (PT) utilizou as redes sociais para informar que vai acionar o TCU (Tribunal de Contas da União) para auditar os gastos com cartões corporativos da Presidência da República. De acordo com o Jornal O Globo, falta menos de um ano para o fim da gestão e Jair Bolsonaro (PT) já gastou R$ 29,6 milhões, valor 19% maior que o registrado pelos ex-presidentes Dilma Rousseff (PT) e Michel Temer (MDB).

Ainda de acordo com O Globo, em 2021, as despesas presidenciais chegaram a R$ 11,8 milhões, o maior valor dos últimos sete anos, perdendo apenas para os R$ 13,3 milhões registrados em 2014, quando Dilma era presidente. No mês passado, os cartões exclusivos da família presidencial foram usados em compras que somaram R$ 1,5 milhão, valor mais alto, para um único mês, dos três anos da atual administração.

Em maio de 2020, o senador já havia recorrido ao TCU para que fossem apuradas possíveis irregularidades nos gastos com cartão corporativo pela Presidência da República. Na ocasião, o Portal da Transparência apontava que, nos primeiros quatro meses daquele ano, foram gastos R$ 3,7 milhões. O TCU também já apurou gastos milionários de Bolsonaro e familiares em 2019, mas o processo ainda aguarda julgamento.

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Bolsonaro deveria depor às 14h na sede da Polícia Federal em Brasília, mas não compareceu

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Nesta 6ª feira (28.janeiro), o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Alexandre de Moraes, negou o recurso apresentado pela AGU (Advocacia-Geral da União) e manteve o depoimento do presidente Jair Bolsonaro (PL) à Polícia Federal. Segundo Moraes, o prazo para o depoimento acontecer terminou em dezembro e foi prorrogado a pedido do próprio presidente que, na ocasião, se dispôs a colaborar com as investigações.

A alegação do advogado-geral da União, Bruno Bianco, apresentada 11 minutos antes do horário estipulado para o depoimento acontecer, era que o presidente deveria ter o direito de ausentar-se à Superintendência da PF em Brasília porque é agente público e deve escolher se quer comparecer ou não para depor na esfera investigativa. Mas, de acordo com Moraes, a AGU protocolou essa petição mesmo sabendo que não estava de acordo com os termos da lei uma vez que o agravo foi considerado ‘intempestivo’, ou seja, fora do prazo.

Na decisão, Moraes alegou, também, que “comportamentos processuais contraditórios são inadmissíveis e se sujeitam à preclusão lógica”. O ministro apontou a incompatibilidade entre a aceitação anterior em comparecer à oitiva em momento oportuno, inclusive com o pedido de extensão do prazo, e a posterior recusa.

Hoje, Bolsonaro deveria depor por causa de uma decisão de Moraes que apura o suposto vazamento de documentos sigilosos. A presença do presidente era esperada na sede da PF às 14h, mas isso não aconteceu.

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Bolsonaro vetou R$ 1,3 bilhão em emendas de comissão e R$ 1,8 bilhão em despesas

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O presidente Jair Bolsonaro sancionou com vetos a Lei 14.303, de 2022, que fixa o Orçamento Geral da União para este ano. Ele cortou R$ 3,1 bilhões em despesas aprovadas em dezembro pelo Congresso Nacional: são R$ 1,3 bilhão em emendas de comissão e R$ 1,8 bilhão em despesas discricionárias. O corte equivale a apenas 0,06% dos R$ 4,8 trilhões previstos no projeto de lei (PLN 19/2021). A sanção foi publicada nesta segunda-feira (24) no Diário Oficial da União.

Os vetos precisam ser apreciados por senadores e deputados em sessão conjunta. Se não forem votados em 30 dias, trancam a pauta do Congresso Nacional.

A área que mais perdeu recursos em valores nominais foi o Ministério do Trabalho e Previdência, com veto de R$ 1 bilhão (veja tabela ⤵️). Em seguida vem o Ministério da Educação, com um cancelamento de R$ 736 milhões. Outros órgãos com grande volume de recursos vetados foram Desenvolvimento Regional (R$ 458,7 milhões), Cidadania (R$ 284,3 milhões) e Infraestrutura (R$ 177,8 milhões).

Os vetos ao projeto de Lei Orçamentária alcançam 138 ações. O programa que mais perdeu recursos foi a administração do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), com corte de R$ 709,8 milhões. O programa de Apoio ao Desenvolvimento da Educação Básica perdeu R$ 324,7 milhões, enquanto o Serviço de Processamento de Dados de Benefícios Previdenciários teve corte de R$ 180,7 milhões.

Na mensagem enviada ao Congresso Nacional (VET 11/2022), o presidente da República justifica o corte “por inconstitucionalidade e contrariedade ao interesse público”. Segundo Bolsonaro, os parlamentares subestimaram despesas obrigatórias com o pagamento de pessoal e encargos sociais, que precisam ser recompostas. “Ante a necessidade projetada de recomposição das despesas primárias com pessoal, impõe-se o veto das programações”, argumenta o chefe do Poder Executivo.

Dos R$ 4,7 trilhões previstos, R$ 1,884 trilhão vai para o refinanciamento da dívida pública federal. O Orçamento de 2022 destina R$ 89,1 bilhões ao programa social Auxílio Brasil. Jair Bolsonaro manteve R$ 4,9 bilhões para o fundo eleitoral e uma previsão de R$ 1,7 bilhão para o reajuste de servidores públicos.

O teto de gastos é fixado em R$ 1,7 trilhão e considera a projeção do IPCA de 10,18% ao ano. O resultado primário previsto é de déficit de R$ 79,3 bilhões. As emendas de relator somam R$ 16,5 bilhões. Confira abaixo os valores vetados por Jair Bolsonaro no Orçamento de 2022.

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A mãe do presidente Jair Bolsonaro, dona Olinda Bonturi Bolsonaro, faleceu na madrugada de hoje (12.janeiro), em São Paulo.

A confirmação da morte foi anunciada pelas redes sociais do presidente: “Que Deus a acolha em sua infinita bondade”, postou no Twitter. A causa da morte não foi divulgada. 

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Nos bastidores, membros do Centrão pedem que Flávia seja demitida

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A Ministra da Secretaria-Geral de Governo, Flávia Arruda, solicitou licença do cargo para tratar assuntos particulares. O afastamento vale até o próximo dia 21 e foi publicado no Diário Oficial da União desta sexta (14.janeiro).

Nos bastidores, comenta-se que a relação de Flávia com a base governista está desgastada há muito tempo. Membros de partidos do chamado ‘Centrão’ afirmam que a Ministra não honra os acordos de repasses de emendas e, por esse motivo, deveria ser destituída da posição.

A Secretaria-Geral de Governo tem a função de coordenar a articulação política, conduzir o diálogo e garantir a integração do Poder Executivo com a sociedade. 

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O Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, negou hoje (14.janeiro) que o Ministério esteja atrasando a entrega das vacinas infantis contra a Covid-19. A declaração veio depois que alguns estados reclamaram da não entrega dos imunizantes dentro do prazo combinado.

“Tem toda uma narrativa construída de forma enviesada para trazer intranquilidade para a população brasileira, para deixar os pais e mães inseguros em relação aos procedimentos das vacinas infantis”, declarou Queiroga nas redes sociais.

Ele assegurou, também, que a logística de entrega das vacinas infantis está baseada em um planejamento adequado: “Ficou claro que o ministério da Saúde não atrasa nada. Nós trabalhamos aqui, fortemente, para antecipar essas políticas públicas que são do interesse da população brasileira”. 

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Roma esteve em Ilhéus hoje para acompanhar doações para vítimas das chuvas

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Em visita à cidade de Ilhéus nesta sexta-feira (14.janeiro) para acompanhar a entrega das doações realizadas pela Fieb às vítimas das chuvas, o Ministro da Cidadania e, possivelmente, pré-candidato ao governo do Estado, João Roma (Republicanos), rebateu as falas do governador Rui Costa (PT) sobre o descaso do presidente Jair Bolsonaro (PL) com o estado desde as enchentes do mês de dezembro.

De acordo com Roma, o presidente tem ajudado o estado desde o início, mas o governador se nega a agradecer o apoio recebido: “Ontem, o governador Rui Costa chamou o presidente Bolsonaro de ‘mandacaru’, que não dá sombra nem encosto. Governador, o senhor não me dá aula sobre o Nordeste. Eu sou do planeta nordestino. Pernambucano de nascença, baiano por adoção e conheço a realidade do nosso povo sofrido. O presidente Bolsonaro tem feito o que o seu governo e o seu partido não fizeram por 16 anos no Nordeste brasileiro. (…) É inadmissível que a pessoa possa ter tamanha ingratidão com o presidente que tem tido atenção, respeito e carinho pelo Nordeste e pela nossa Bahia. O presidente Bolsonaro fez com que nada faltasse!”.

Ainda durante a fala, o Ministro salientou que esse momento não deve ser utilizado para fazer palanque político e que essa é a visão do governo federal: “Desça do seu palanque o senhor também. Respeite o presidente Bolsonaro e seja grato! A pessoa pode não se curvar para pedir, mas tem que se curvar para agradecer”.

Roma subiu o tom ao afirmar, categoricamente, que a verba destinada à recuperação das cidades, até agora, foi viabilizada pelo Chefe do Executivo: “O dinheiro que chegou na conta dos municípios é o dinheiro do governo federal. Cadê o recurso? Veja quem está fazendo mais nesse momento de calamidade do sul da Bahia!”. 

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