O plenário Raymundo Lima se transformou em palco para decisões rasas, brigas por interesses pessoais e, claro, pela defesa dos candidatos que podem render benefícios para cada vereador

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Não é de hoje que a composição da Câmara Municipal de Itabuna deixa a desejar quando o assunto é a discussão comprometida e ética das pautas que afligem a população. Nos últimos meses, a verdadeira “baixaria” tomou conta das sessões com a maioria dos edis trocando acusações entre si enquanto os assuntos de interesse do eleitorado são deixados de lado.

Em ano eleitoral, a situação fica ainda pior. O plenário Raymundo Lima se transformou em palco para decisões rasas, brigas por interesses pessoais e, claro, pela defesa dos candidatos que podem render benefícios para cada vereador. Leia-se: Não há compromisso em abordar causas da comunidade ou dedicar-se à campanha de aliados que fazem a diferença em nome de Itabuna.

Nessa quarta-feira (25.fevereiro), mais uma vez, a sessão transformou-se em uma arena: os vereadores se desrespeitando com tamanha naturalidade. O presidente da Casa chegou a ser chamado de ditador quando tentou manter a ordem e pedir para que os ânimos se acalmassem.

O verdadeiro show de horrores foi interrompido quando o líder decidiu suspender a sessão, que, diga-se de passagem, não estava colocando em pauta nada de relevante. É lamentável o comportamento da maioria dos vereadores, mas a sensação é de que eles não estão preocupados com o julgamento da população, o que é ainda mais grave.

Em outubro, iremos às ruas para eleger um governador, dois senadores e uma porção de deputados federais e estaduais. O desejo é para que saibamos escolher representantes decentes, respeitosos e que não priorizem a promoção pessoal em vez da luta pelo coletivo.

Para o parlamentar, o resultado expõe a falência do modelo econômico petista e desmente o discurso de que o partido “cuida de gente”

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O deputado federal Paulo Azi (UB) criticou os governos do PT na Bahia após a divulgação dos dados do IBGE que mostram que o estado tem o segundo pior salário médio do Brasil, ficando à frente apenas do Maranhão. Para o parlamentar, o resultado expõe a falência do modelo econômico petista e desmente o discurso de que o partido “cuida de gente”.

Segundo o IBGE, a Bahia registrou um rendimento médio real de 2.284 por mês em 2025, um valor abaixo da média nacional e muito distante do patamar alcançado por outros estados do país que, ao contrário da Bahia, têm conseguido ampliar atração de investimentos, gerar empregos e elevar a renda da população.

Azi afirma que o dado revela “uma realidade dura, que o PT tenta esconder”, mas que o povo sente no dia a dia: “O PT diz que cuida de gente, mas na verdade maltrata os mais pobres. A Bahia amarga o segundo pior salário do país depois de quase 20 anos de governos petistas. Isso não é consequência de uma gestão que abandonou os potenciais econômicos do estado, não incentiva a iniciativa privada e não sabe gerar oportunidades para os baianos”.

O deputado lembra que, ao longo das últimas duas décadas, a Bahia perdeu protagonismo na economia do Nordeste: “A Bahia ficou parada no tempo. Enquanto outros estados avançaram, nós assistimos fábricas indo embora, investimentos migrando para outras regiões e potenciais ainda não aproveitados como deveriam, com nos casos do turismo e da agropecuária. O resultado está aí: salários baixos, desemprego alto e pouca perspectiva para a população”.

Azi também responsabiliza diretamente o governador Jerônimo Rodrigues (PT), que, segundo ele, conseguiu aprofundar ainda mais o cenário de estagnação econômica: “Jerônimo recebeu um estado com sérios problemas e conseguiu piorar. O governo é incapaz de apresentar um plano de desenvolvimento. Em vez disso, aposta em mais empréstimos, mais propaganda e menos resultados. Não existe clima de confiança para quem quer investir na Bahia”.

Após receber vídeos da situação, Neto criticou o cenário da segurança pública no estado

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O vice-presidente nacional do União Brasil e pré-candidato a governador da Bahia, ACM Neto, comentou o tiroteio registrado na tarde deste sábado (21.fevereiro) no município de Xique-Xique, no oeste do estado. O episódio provocou correria, medo e tensão entre moradores.

De acordo com relatos, a troca de tiros entre policiais e suspeitos durou cerca de uma hora. Em nota, a Polícia Militar informou que um suspeito morreu durante o confronto. Os outros suspeitos envolvidos na situação fugiram do local.

Segundo a corporação, a ocorrência aconteceu durante reforço no patrulhamento na rua Conselheiro Quintino Bocaiúva após os agentes receberem informações sobre a presença de pessoas supostamente ligadas ao tráfico de drogas.

Após receber vídeos da situação, Neto criticou o cenário da segurança pública no estado: “Não existe mais dia, hora ou lugar de paz na Bahia. Só na cabeça do governador Jerônimo Rodrigues”.

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Em outro trecho do vídeo, Ferreira chegou a dizer que é preciso ter cuidado com essas pessoas que só lembram das minorias quando há interesse às vésperas das eleições

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O deputado federal Nikolas Ferreira (PL) foi até as redes sociais para criticar o desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, que homenageou o presidente Lula (PT) e, segundo o parlamentar, feriu os valores propostos pelo cristianismo. Nikolas fez questão de alertar os cristãos ao dizer que os líderes da esquerda brasileira “só lembram das igrejas em ano eleitoral”.

Ainda de acordo com o deputado, ao mesmo tempo em que esses políticos incitam o desrespeito aos valores do cristianismo ao exaltar o Carnaval, frequentam as igrejas com o objetivo de pedir votos. Em outro trecho do vídeo, Ferreira chegou a dizer que é preciso ter cuidado com essas pessoas que só lembram das minorias quando há interesse às vésperas das eleições.

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Declaração foi dada durante entrevista ao jornalista Victor Pinto da Band Bahia

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O prefeito de Salvador, Bruno Reis (UB), criticou de forma contundente o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), ao avaliar a condução da gestão estadual. Em entrevista ao jornalista Victor Pinto da Band Bahia, o gestor municipal elevou o tom: “Jerônimo é despreparado e não tem condições de ocupar o cargo de governador”.

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Segundo Gilson, essa postura é vista como de políticos que rifam a própria comunidade, ou seja, aceitam dinheiro para fazer campanha para candidatos que não olham por Itabuna

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O diretor da 5ª Ciretran/Itabuna, Gilson Nascimento, criticou, em entrevista ao @ipoliticabahia, a postura dos vereadores que apoiam candidatos a deputados que nunca destinaram recursos para a cidade. Segundo Gilson, essa postura é vista como de políticos que rifam a própria comunidade, ou seja, aceitam dinheiro para fazer campanha para candidatos que não olham por Itabuna em vez de valorizar nomes que sempre enviam emendas para o município.

Gilson foi além ao dizer que tais candidatos apenas aparecem na hora de receber votos da população itabunense porque, nos anos seguintes, não aparecem para resolver as demandas do eleitorado. O diretor citou a atuação marcante do deputado Paulo Magalhães (PSD), mas alegou que alguns edis não conseguem enxergar a importância do político para a região.

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Segundo o político, os serviços prestados pela empresa são precários e a população, como sempre, é quem sente na pele o prejuízo

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O vereador de Wanderley, Geremias Mascarenhas (PSD), subiu o tom para criticar a EMBASA (Empresa Baiana de Águas e Saneamento) durante entrevista à rádio Oeste FM. Segundo o político, os serviços prestados pela empresa são precários e a população, como sempre, é quem sente na pele o prejuízo.

“A EMBASA, hoje, é uma empresa cachorra, com todo respeito aos cachorros. Eu sei o que a gente passa em Wanderley, mas a conta sempre chega na casa do trabalhador”, disse o edil.

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Neto afirmou que é preciso enfrentar o debate com dados e realidade

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O vice-presidente nacional do União Brasil, ACM Neto, criticou a política de segurança pública do governo da Bahia e o discurso social do governador Jerônimo Rodrigues durante o Encontro do Mandato do deputado federal Leo Prates (PDT). Neto afirmou que é preciso enfrentar o debate com dados e realidade, especialmente quando o assunto é a vida das pessoas mais pobres do estado.

“E a gente tem que ter coragem para encarar o debate e mostrar a verdade. Para mim, vai ser fundamental discutir a situação de vida das pessoas mais pobres da Bahia. Porque no discurso e na propaganda, eles tentam dizer que são os defensores dos pobres. Mas quando a gente vai para a realidade, a situação é completamente diferente. Será que ele cuida do pobre quando deixa o pobre morrer vítima da violência, da insegurança e do crime organizado?”, afirmou.

ACM Neto destacou que a violência atinge de forma desigual a população: “O rico pode pagar, anda com carro blindado. Quem tem algum dinheiro mora em condomínio fechado. Já o pobre fica à mercê da criminalidade”.

Sidinei também acusou a secretária municipal de Saúde de retirar direitos adquiridos pelos trabalhadores e, mesmo assim, não ser advertida pelo prefeito

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O vereador de Itapetinga, Sidinei do Sindicato (PSD) criticou, veementemente, a gestão do prefeito Eduardo Hagge (MDB). Para o edil, Hagge é o pior prefeito que já passou pela cidade pelo fato de não dialogar com sindicatos nem trabalhadores, além de agir como ditador.

Sidinei também acusou a secretária municipal de Saúde de retirar direitos adquiridos pelos trabalhadores e, mesmo assim, não ser advertida pelo prefeito. Para o vereador, a postura de Hagge tem deixado a desejar em diversos aspectos, inclusive no não comparecimento à inauguração do Centro Oncológico do Hospital Cristo Redentor.

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Líder do União Brasil destacou, ainda, que a Bahia lidera os índices de homicídios no país

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O vice-presidente nacional do União Brasil, ACM Neto, comentou a operação policial no Rio de Janeiro e aproveitou para criticar o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), pela condução da segurança pública no Estado.

Segundo Neto, o poder do Estado deve prevalecer sobre o das facções criminosas. “Bandido é bandido”, afirmou. O ex-prefeito de Salvador disse que a crise na segurança pública baiana é reflexo da “falta de autoridade” do governo estadual.

“O que não dá é para a gente ter aqui, como temos na Bahia, um governador que diz que tem que tratar bandido com amor e carinho. Quando o bandido é tratado com amor e carinho, ele toma conta do território, como está acontecendo no Estado da Bahia”, declarou.

O líder do União Brasil destacou, ainda, que a Bahia lidera os índices de homicídios no país e concentra cinco das dez cidades mais violentas do Brasil.

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