//

A inscrição deve ser realizada por meio do site do Prouni até o dia 16 de julho

Leia em: 2 minutos

As inscrições para o Programa Universidade para Todos (Prouni), referentes ao segundo semestre de 2021, estão abertas a partir desta terça-feira (13). A inscrição para o programa deve ser realizada por meio do site do Prouni entre os dias 13 e 16 de julho.

É importante que os candidatos tenham em mãos o CPF e a senha do gov.br. Caso o estudante ainda não tenha realizado o cadastro ou já tenha realizado, mas não lembre da senha, poderá solicitar o cadastro ou a recuperação da senha.

A divulgação da lista da primeira chamada do programa está prevista para o dia 20 de julho. Os estudantes selecionados precisarão, a partir de então, apresentar junto às instituições de ensino, os documentos que comprovem que se enquadram nos requisitos para concorrer ao benefício.

CONFIRA O CRONOGRAMA DO PROUNI 2021/2:
➖ Inscrições: 13 a 16 de julho;
➖ Resultado da primeira chamada: 20 de julho;
➖ Comprovação das informações: 20 a 28 de julho;
➖ Resultado da segunda chamada: 03 de agosto;
➖ Comprovação das informações: 03 a 11 de agosto;
➖ Inscrições na lista de espera: 17 e 18 de agosto;
➖ Divulgação da lista de espera para as instituições de ensino: 20 de agosto; e
➖ Comprovação das informações da lista de espera: 23 a 27 de agosto.

SOBRE O PROUNI
O Prouni oferece bolsas de estudo para estudantes que possuem renda familiar bruta mensal, por pessoa, de até 1,5 salário-mínimo (no caso das bolsas integrais) e de até três salários-mínimos por pessoa (no caso das bolsas parciais).

Pode se inscrever no Prouni o estudante brasileiro que não possua diploma de curso superior e que tenha participado do Enem mais recente e obtido, no mínimo, 450 pontos de média. O candidato não pode ter tirado zero na redação e nem participado do exame na condição de treineiro.

Deputada federal Lídice da Mata (PSB-BA)

Leia em: < 1 minuto

A deputada federal Lídice da Mata (PSB-BA) apresentou, nesta terça-feira (13), requerimento para a realização de audiência pública na Comissão de Agricultura da Câmara, a fim de discutir o surgimento de monilíase na lavoura cacaueira do Acre. De acordo com a socialista, a praga preocupa bastante os produtores de cacau da Bahia, pois causa enorme perda de produtividade.

Na segunda-feira, Lídice participou de reunião com representantes da Secretaria da Agricultura e Agência de Defesa Agropecuária da Bahia, pois o governo estadual se antecipou e estabeleceu diretrizes para execução de medidas para fortalecimento da defesa fitossanitária.

“Mas é preciso que haja uma ação nacional para que o Brasil tome as medidas necessárias de defesa para esta praga, que estava ausente no Brasil até o início deste mês. Por isso, estamos convidando representantes do Ministério da Agricultura, Embrapa, Confederação Nacional da Agricultura e Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Acre, além dos cacauicultores”, disse.

//

Houve explosões e troca de tiros entre bandidos e policiais

Leia em: < 1 minuto

A Polícia Civil investiga um ataque a uma joalheria e a dois mercados, em Jarinu, cidade a 75 km de São Paulo, na madrugada desta 3ª feira (13.julho).

De acordo com a Polícia Militar, homens fortemente armados com fuzis e explosivos se espalharam em vários pontos da cidade.

Durante a ação, eles explodiram uma empresa de joias. Houve troca de tiros entre a PM e os bandidos, que conseguiram fugir. Ninguém ficou ferido.

Os criminosos atearam fogo em veículos na principal estrada que dá acesso ao local para dificultar o acesso e a ação da polícia.

O barulho de tiros e explosões foi ouvido na pequena cidade de 30 mil habitantes. Equipes do Grupo de Ações Táticas, Grupo de Operações Especiais e da Delegacia de Investigações Gerais de Jundiaí ainda estão no local, assim como a perícia. Com informações da Agência Brasil.

Pacheco defendeu ainda direito de parlamentares emitirem suas opiniões // Foto de Pedro Gontijo/Senado Federal

Leia em: 2 minutos

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, fez um pronunciamento em defesa da independência dos Poderes e, sobretudo, do direito de os parlamentares emitirem suas opiniões. Pacheco afirmou que o Congresso “não admitirá qualquer atentado a essa independência”.

“Quero afirmar a independência do Parlamento brasileiro, do Congresso Nacional, que não admitirá qualquer atentado a essa sua independência e, sobretudo, às prerrogativas dos parlamentares. [Prerrogativas] de palavras, opiniões e votos que, naturalmente, devem ser resguardados numa democracia.”

As declarações do presidente do Senado foram feitas após episódio que gerou atrito entre Executivo e Legislativo nesta semana. Durante sessão da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia, o presidente do colegiado, senador Omar Aziz (PSD-AM), fez críticas ao suposto envolvimento de militares em suspeitas de fraude na compra de vacinas pelo Ministério da Saúde.

Horas depois, o ministro da Defesa, general Braga Netto, e os comandantes das três Forças – Marinha, Exército e Aeronáutica – divulgaram uma nota condenando as declarações de Aziz. Na nota, afirmaram que “as Forças Armadas não aceitarão qualquer ataque leviano às Instituições que defendem a democracia e a liberdade do povo brasileiro”.

Aziz se defendeu, afirmando que não fez uma generalização às Forças Armadas, tendo, na verdade, referindo-se a uma minoria. No entanto, Aziz e seus colegas sentiram falta de uma posição mais firme de Pacheco e uma defesa mais contundente em relação ao presidente da CPI.

“Temos compromissos inarredáveis. O compromisso com a República brasileira, com seus fundamentos de soberania, de cidadania, de dignidade da pessoa humana, dos valores sociais do trabalho, da livre iniciativa do pluralismo político, que é algo fundamental. E, igualmente, uma separação entre os Poderes. Uma separação que não signifique desunião, mas que signifique o respeito de cada Poder em relação ao outro no que toca à atribuição do outro”, disse Pacheco. Para ele, o episódio envolvendo Aziz e os militares está esclarecido e encerrado.

//

Equipe viajava para Jaráguá do Sul (SC) para quartas da Copa do Brasil // Foto de Divulgação/PRF Paraná

Leia em: < 1 minuto

Um acidente envolvendo o ônibus que levava a equipe do Umuarama Futsal deixou dois mortos, duas pessoas gravemente feridas e outros 18 feridos leves na manhã desta 5ª feira (8.julho), na BR-376 em Guaratuba, no litoral do Paraná. De acordo com a concessionária que administra o trecho da via, os feridos foram levados para o Hospital São José de Joinville e o Pronto-Atendimento de Garuva, em Santa Catarina.

O micro-ônibus tombou na altura do km 667, na descida da Serra do Mar, no sentido Santa Catarina, atingindo uma carreta e um automóvel. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), morreram no acidente o motorista do ônibus e um passageiro, cujas identificações serão realizadas pelo Instituto Médico Legal (IML).

O time do Umurarama Futsal viajava para Jaraguá do Sul (SC) onde enfrentaria amanhã (9) o clube da cidade, pelas quartas de final da Copa do Brasil. Em nota de pesar, publicada no Instagram, o Jaraguá Fakini Futsal, lamentou o ocorrido e anunciou o cancelamento da partida.

“Com muito pesar anunciamos que o jogo de amanhã contra o Umuarama está cancelado. A caminho de Jaraguá do Sul o ônibus do nosso adversário sofreu um grave acidente. Na sexta, dia 9 aconteceria o jogo pelas quartas de final da Copa do Brasil.” Da Agência Brasil

//

Presença da praga no Brasil foi confirmada através de uma análise laboratorial feita pelo LFDA/GO e IDAF/AC

Leia em: 2 minutos

Um foco da praga Moniliophthora roreri, comumente chamada de monilíase do cacaueiro, foi detectado em área residencial urbana no município de Cruzeiro do Sul, no interior do Acre.

A presença da praga no Brasil foi confirmada através de uma análise laboratorial, realizada pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária de Goiânia (LFDA/GO), em amostras coletadas no local pela equipe do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal (IDAF/AC), após ser acionado por um morador da região, que observou os sintomas da doença em frutos de cacau e cupuaçu.

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) está tomando as medidas necessárias de contingência, junto às demais instituições oficiais de Sanidade Vegetal e de Pesquisa. Equipes irão ao local para ampliar o monitoramento e detecção da praga e adoção de ações de contenção e erradicação, para que a praga não se alastre nas áreas cultivadas de cacau e cupuaçu no país.

A monilíase é uma doença que afeta plantas do gênero Theobroma, como o cacau e o cupuaçu, causando perdas na produção e uma elevação nos custos devido à necessidade de medidas adicionais de manejo e aplicação de fungicidas para o controle da praga.

“Esta é uma doença que atinge somente as plantas hospedeiras do fungo, sem riscos de danos à saúde humana e que, apesar do foco detectado se encontrar distante das principais regiões produtoras, devido ao seu potencial de danos às culturas que atinge, é de fundamental importância a notificação imediata de quaisquer suspeitas de ocorrência da praga nas demais regiões do país às autoridades fitossanitárias locais”, ressalta a coordenadora-geral de Proteção de Plantas, Graciane de Castro.

Mesmo durante a pandemia de covid-19, as equipes de vigilância e educação fitossanitária relativas à praga permaneceram em campo. Em 2020, foram realizados 1.600 monitoramentos preventivos nos estados do Amazonas, Acre, Amapá, Roraima, Rondônia, Pará, Bahia e Espírito Santo. As ações de investigação e de contingência estão previstas no Plano Nacional de Prevenção e Vigilância de Moniliophthora roreri, instituído pela Instrução Normativa nº 112/2020.

//

Para secretaria estadual, marca é resultado de avanço na vacinação // Foto de Alex Pazuello / Prefeitura de Manaus

Leia em: < 1 minuto

Na 3ª feira (6.julho) foi a primeira vez em 16 meses de pandemia que o estado do Amazonas não registrou uma nova morte por Covid-19. A situação no estado, que foi o epicentro da pandemia no início de 2020 e no começo deste ano, sinalizou avanços, mas é visto ainda com cautela pelas autoridades de saúde.

Na avaliação do presidente da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas, Cristiano Fernandes, a marca registrada se deve ao avanço da vacinação no estado. Segundo a Secretaria de Saúde do Estado, foram aplicadas até o momento 904.600 doses.

“A não notificação de óbitos é reflexo do avanço da vacinação. Temos notado uma redução da taxa de internações na população de acima de 60 anos, o grupo primeiramente imunizado. A gente ainda tem pessoas com quadro grave e que o desfecho nem sempre é favorável”, declara.

Contudo, Fernandes diz que a marca não pode ser considerada um sinal para descuidos e que ainda há um caminho a percorrer para imunizar a população do estado. No boletim de ontem, o governo estadual registrou seis mortes por covid-19.

“Precisamos avançar na 2ª dose. Precisamos manter a população atenta e alerta principalmente sobre as medidas não farmacológicas. A gente precisa manter a guarda. A população precisa entender que, apesar do cenário mais favorável, a gente não pode relaxar porque essa é uma doença muito traiçoeira”, diz.

No estado, desde o início da pandemia, morreram 13.355 pessoas. No total, 405.609 amazonenses foram infectados pelo novo coronavírus.

Atualmente a taxa de ocupação de leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI) para tratamento de covid-19 está em 60,4%, sendo de 39,7% para leitos clínicos. Na capital, Manaus, 393 pacientes seguem internados, sendo 185 em leitos clínicos, 207 em UTI e um em sala vermelha.

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM) // Foto da Agência Senado

Leia em: 2 minutos

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM), afirmou que tem confiança nas decisões da CPI da Pandemia e não declarou a nulidade da prisão de Roberto Dias, ex-diretor do Departamento de Logística do Ministério da Saúde. Dias permanece detido na delegacia da Polícia Legislativa do Senado.

A prisão foi decretada na tarde desta quarta pelo presidente da comissão, Omar Aziz (PSD-AM). Mais cedo, Pacheco havia dito que atos praticados pela CPI durante a ordem do dia do Plenário estariam sob pena de nulidade, porque nenhuma comissão pode funcionar ao mesmo tempo que as sessões deliberativas da Casa. Apesar dos pedidos de senadores da base do governo, o presidente do Senado não declarou nula a ordem de prisão emitida por Omar.

“Presidindo o Senado dentro das suas muitas atribuições, não estou no dia a dia da CPI. Portanto, rendo aqui a minha confiança, a minha expectativa e o meu desejo de que o caminho dela seja virtuoso. Eu confio no Senador Omar Aziz, confio nos membros da CPI”, declarou.

Omar Aziz defendeu a decisão, relatando que Roberto Dias mentiu à CPI ao negar ter participado de negociações por vacinas com uma empresa que se apresentava como intermediária do laboratório AstraZeneca. Senadores da base do governo pediram que Pacheco determinasse à Polícia Legislativa que não cumprisse a ordem. Para o líder do governo, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), a CPI tem agido para “coagir” depoentes. O senador Marcos Rogério (DEM-RO) classificou a prisão como um “abuso de autoridade” por parte de Omar Aziz.

Após a sessão deliberativa, Rodrigo Pacheco detalhou a sua condução do caso, explicando que, como a prisão foi uma decisão direta do presidente da CPI – e não uma deliberação do plenário da comissão — ela não estava sujeita à nulidade regimental. Pacheco também salientou que sua postura é de não interferir sobre os assuntos da CPI.

“Não é atribuição da Presidência [do Senado] se imiscuir no mérito dos acontecimentos da CPI. Ela tem uma existência autônoma, tem um presidente que detém a sua autoridade. Não há o que a Presidência do Senado tenha que fazer”, finalizou.

Ex-presidente Lula (PT) e o senador Jaques Wagner (PT)

Leia em: 2 minutos

Em entrevista à rádio Salvador FM nesta 3ª feira (6.julho), o ex-presidente Lula (PT) afirmou que o ex-governador e senador Jaques Wagner (PT) é o nome mais capacitado para ser o próximo governador da Bahia. A entrevista foi retransmitida por mais de 100 rádios de diversos municípios baianos.

“Wagner pode e deve ser eleito na Bahia”, afirmou o presidente, atribuindo a grande possibilidade de vitória do senador ao trabalho realizado nos 15 anos de gestão do PT no estado. “Há muita chance de ganhar, há muita força. Eles construíram uma base de sustentação muito sólida, o que permitiu fazer um governo primoroso”, destacou, citando os investimentos na saúde, na educação, na infraestrutura, na energia eólica, dentre outros. “É um governo que faz as coisas pensando no povo”, disse.

Na entrevista, Lula ressaltou ainda as qualidades do senador e sua grande capacidade de articulação. “Jaques Wagner é um dos mais importantes analistas políticos que já conheci na vida, ele era meu ministro e foi se meter a candidato a governador da Bahia, e pedi que ele não fosse candidato porque tinha receio da eleição com Paulo Souto, por causa do Carlismo na Bahia, e não é que o Galego ganhou no primeiro turno, se reelegeu no primeiro turno, elegeu Rui no primeiro turno e Rui se reelegeu no primeiro turno”, afirmou Lula, ao dizer que as eleições bem-sucedidas do PT nas últimas quatro eleições na Bahia se deve ao trabalho realizado pelo PT e pela base aliada.

O presidente elogiou ainda a aliança do Partido dos Trabalhadores na Bahia com o PSD, PSB, PP, PCdoB e outras legendas da base aliada. “A Bahia é um exemplo para nós de uma aliança política”, afirmou, ao enfatizar que foi esta aliança que permitiu que PT na Bahia governasse para todos. “Vamos conversar com toda a sociedade para governar o Brasil para todo o povo brasileiro”.

//

Inovação poderá ajudar a combater doenças que atingem cacaueiros e prejudicam o desenvolvimento econômico no Sul da Bahia

Leia em: 2 minutos

Em 1980, o Brasil liderava o ranking de produtores de amêndoas de cacau, uma das principais matérias-primas para a fabricação do chocolate. Atualmente, o país ocupa a sétima posição e a pesquisadora da Uesc (Universidade Estadual de Santa Cruz), Natasha Lopes, acredita que um dos motivos para esta queda esteja entre as pragas enfrentadas pelas plantações cacaueiras, entre elas, a vassoura-de-bruxa.

Causada por um fungo, a doença, que é responsável por diversos impactos socioeconômicos, preocupa a população do Sul da Bahia até hoje, mas o problema pode ter encontrado uma solução, ou ao menos uma medida de contenção mais eficaz. É que a pesquisadora realizou um estudo a fim de investigar o potencial biotecnológico de uma proteína modificada do próprio cacau para combater esta doença. A boa notícia é que testes em laboratório já indicaram a possibilidade de inibir o fungo.

Natasha ressalta que desde a chegada da vassoura-de-bruxa no Sul da Bahia os cacauicultores têm sofrido grandes perdas. “Embora existam alguns métodos de controle, a doença ainda causa perdas anuais na produção das amêndoas de cacau, o que prejudica a produção do chocolate.

O nosso produto irá beneficiar os pequenos produtores da Bahia que ainda são responsáveis pela maior parte da produção nacional”, disse a pesquisadora, destacando que atualmente existe um produto para controlar a doença, desenvolvido a partir do extrato de outro fungo, o Trichoderma, mas que o principal diferencial deste novo trabalho está em utilizar uma única molécula própria do cacau para proteger a plantação. “Este diferencial é de grande importância, pois limita os impactos ao meio ambiente e reduz a probabilidade do nosso produto interferir em outras características das amêndoas de cacau”, completou.

Em termos mais técnicos, a cientista explica como funciona a ação do biofungicida. “A proteína modificada do cacau tem atividade antifúngica contra M. perniciosa, via internalização da proteína pelo fungo, gerando estresse oxidativo nas suas hifas e, consequentemente, queda em sua viabilidade.

“Assim, propomos a produção de um fungicida à base dessa proteína, que irá atuar de forma precisa em dois estágios cruciais do desenvolvimento do fungo, na fase de infecção e na fase anterior à formação dos basidiósporos, a única forma de disseminação do fungo, diminuindo sua incidência nas plantações de cacau, sem causar impactos ao meio ambiente”, declarou.

De acordo com Natasha, sua equipe sempre teve um incômodo a respeito de como o conhecimento desenvolvido na pesquisa, dentro das universidades no Brasil, e o investimento público nesse setor, retornam à sociedade. “A nossa inspiração partiu da ideia de aplicar o conhecimento que produzimos no laboratório de forma prática. Como consequência, daríamos um retorno àqueles que muitas vezes desconhecem a relevância do nosso papel social como cientistas.

“Além disso, a molécula escolhida para compor o biofungicida é o meu objeto de estudo e, ao observar seu potencial, percebemos que poderíamos explorá-la para outras modalidades de controle da doença em prazos mais curtos”, finalizou.

Notícias mais lidas

Outros assuntos

Custom text