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Lula mantém a vantagem sobre Bolsonaro e demais candidatos

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Em nova pesquisa divulgada pelo IPEC (Inteligência em Pesquisa e Consultoria) ontem (22.setembro), o ex-presidente Lula (PT) continua mantendo a vantagem em relação ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

A pesquisa mostra que o petista tem 48% das intenções de votos contra 23% de Bolsonaro e 8% de Ciro Gomes (PDT). João Doria (PSDB) e Luiz Henrique Mandetta (DEM) são citados por 3% dos entrevistados. Brancos e nulos somam 10%. Ao todo, 4% não sabem ou preferiram não responder. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Já na pesquisa espontânea, que não apresenta os nomes dos candidatos, Lula manteve os mesmos 38% de junho e Bolsonaro subiu de 20% para 21%, enquanto Ciro é lembrado por 2% dos eleitores. Um terço dos entrevistados não menciona qualquer candidato.

O IPEC entrevistou 2002 pessoas entre os dias 16 e 20 de setembro. O índice de confiança utilizado é de 95%.

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Dados foram apresentados em pesquisa realizada pela USP e Instituto Adolfo Lutz

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De acordo com informações da Agência Brasil, 95,2% dos casos da Covid-19 na cidade de São Paulos são causados pela variante Delta. O estudo foi feito pelo Instituto de Medicina Tropical da USP e pelo Instituto Adolfo Lutz.

A análise foi feita a partir do sequenciamento do vírus em novos casos durante a última semana, quando foram detectados 573 infectados com a variante delta. Desde julho, quando a variante começou a circular na cidade, já foram identificados 2.494 casos.

Já foram aplicadas 16,9 mil doses de vacinas contra o novo coronavírus na cidade, o que garantiu imunização completa (com duas doses ou dose única) para 71,4% da população com mais de 18 anos.

Possibilidade de coligações em eleições proporcionais foi revogada // Foto de Marcos Oliveira/Agência Senado

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A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou a PEC 28/2021 hoje (22.setembro), mais conhecida como “minirreforma eleitoral”. Mesmo com a aprovação de alguns pontos, a possibilidade de coligações em eleições proporcionais foi vetada, assim como a mudança no número mínimo de assinaturas necessárias para tramitação de iniciativa popular.

Foram mantidas as alterações das datas de posse do presidente e dos governadores. Outro item que não foi alterado é o que prevê a contagem em dobro dos votos recebidos por mulheres e negros para a Câmara dos Deputados, nas eleições de 2022 a 2030, para fins de distribuição entre os partidos políticos dos recursos do Fundo Partidário e do Fundo Especial de Financiamento de Campanhas (Fundo Eleitoral).

A PEC também constitucionaliza as regras de fidelidade partidária e prevê a perda do mandato dos deputados e vereadores que se desfiliarem da legenda, exceto quando o partido concordar ou em hipóteses de justa causa estipuladas em lei.

Agora, a proposta de emenda à Constituição segue para votação no Senado.

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Ações ajuizadas por Augusto Aras e pelo PROS foram julgadas procedentes

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O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que é imprescindível a alternância de poder e a temporariedade dos mandatos e decidiu que vai permitir apenas uma reeleição ou recondução sucessiva aos cargos da Mesa Diretora das Assembleias Legislativas dos estados do Espírito Santo, Tocantins e Sergipe.

As ações foram ajuizadas pelo procurador-geral da República, Augusto Aras, e pelo Partido Republicano da Ordem Social (PROS) e julgadas procedentes. No debate realizado pelo Supremo, ficou registrada a necessidade de demarcar um parâmetro para que a autonomia não descambe em “continuísmo personalista” na titularidade das funções públicas eletivas, garantindo a alternância de poder e a temporariedade dos mandatos.

O ministro Gilmar Mendes, inclusive, destacou a necessidade de aplicar ao novo entendimento o princípio da anualidade eleitoral (artigo 16 da Constituição Federal) e balizas para assegurar os princípios da segurança jurídica e da confiança legítima. Por esse motivo, fixou três teses:

A primeira é que a observância do limite de uma única reeleição ou recondução independe de os mandatos consecutivos se referirem à mesma legislatura. Em segundo lugar, a vedação à reeleição ou à recondução aplica-se somente para o mesmo cargo da mesa diretora, não impedindo que membro da mesa anterior se mantenha nela, desde que em cargo distinto. Por fim, o limite de uma reeleição ou recondução deve orientar a formação das Mesas eleitas após a publicação do acórdão da ADI 6524 (6/4/2021), mantendo-se inalterados os atos anteriores.

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O cacau utilizado pela ganhadora é oriundo do assentamento Tuerê que também já foi destaque de outras premiações internacionais sendo acompanhado pela Sedap // Fotos de Mateus Costa

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O chocolate artesanal feito com a amêndoa de cacau produzida no município de Novo Repartimento, no estado do Pará, localizado na Região de Integração do Lago Tucuruí, ganhou o primeiro lugar no Prêmio CNA Brasil Artesanal 2021/Chocolate. A chocolateira premiada, Priscila França Rosendo, de São Paulo, adquiriu o cacau cultivado no assentamento Tuerê pelo produtor Francisco Cruz, de 34 anos, que é mais conhecido na comunidade como “Edvaldo”.

O anúncio dos vencedores foi feito na última semana, no dia 14 de setembro, através de uma transmissão virtual. Além do chocolate fabricado a partir da amêndoa de Tuerê, o Pará também esteve representado entre os melhores chocolates artesanais do Brasil através da Cacauway, da chocolateira Hélia de Moura, que ficou com o sétimo lugar. Todos os finalistas receberam certificado de participação.

TRADIÇÃO
Apesar de não ter participado diretamente da competição, o cacaueiro de Novo Repartimento diz que se sente honrado em ter processado uma amêndoa de qualidade. O agricultor ressalta que o feito é resultado de muito trabalho que realiza diariamente na sua propriedade de 10 hectares onde planta o fruto que garante o seu sustento e da família.

Desde os 13 anos de idade, como contou “Edvaldo”, aprendeu os primeiros passos no cultivo de cacau. O ensinamento foi repassado pelo pai. O produtor diz que para chegar ao nível de produção atual, foi muito importante o apoio que recebeu do Governo do Estado, através da cessão de estandes para participar do Festival Internacional de Chocolate e Flor Amazônia, coordenado pela Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap).

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Segundo Roma, até o momento, análise mostra acerto em 99,9% dos pagamentos em 2020 // Foto de Reila Maria/Câmara dos Deputados

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O ministro da Cidadania, João Roma, afirmou hoje (21.setembro) à Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados que o governo federal aprimorou os mecanismos de verificação dos candidatos ao auxílio emergencial. “Temos hoje, de maneira ativa, o processamento mensal de mais de 34 fontes de dados diferentes. Assim, mês a mês, nós conseguimos aprimorar [o cadastro] e estar atualizados em relação às pessoas que, de fato, são elegíveis para receber o auxilio emergencial”, disse Roma.

“Buscamos, para cada pessoa, identificar se ela não tem renda acima de meio salário mínimo [R$ 550] e se a renda familiar não excede a três salários mínimos [R$ 3.300]. E isso tem sido feito mês a mês, com o cruzamento de mais 34 diferentes fontes de dados”, acrescentou o ministro.

Roma destacou ainda que, até o momento, o governo já analisou cerca de 85% dos pagamentos identificados como suspeitos pela Controladoria-Geral da União (CGU). “Em 2020, a CGU apontou possíveis desconformidades da ordem de R$ 10 bilhões. Dos valores analisados até o momento, que representam 85% do total, mais de 99,9% estão de acordo com a legislação”, destacou Roma.

A audiência pública foi proposta pelo presidente da comissão, Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ), e pelo deputado Jorge Solla (PT-BA).

VALORES
O deputado Aureo Ribeiro questionou o ministro sobre a redução do auxílio emergencial, que tinha os valores de R$ 600 e R$ 300 em 2020 e, em 2021, tem três faixas: R$ 150 para pessoas que vivem sozinhas, R$ 250 para famílias com mais de uma pessoa e R$ 275 para mulheres chefes de família.

“A diminuição do valor piorou ainda mais a situação de milhares de famílias, até porque a pandemia ainda não acabou e muitos empregos ainda não foram retomados”, observou Ribeiro. “Como viver com um auxílio de R$ 150? Por que o governo não teve a sensibilidade, com base em estudo técnico do Ministério da Economia e na situação financeira dos brasileiros, de trabalhar tecnicamente um valor superior, para que a economia não sofresse tanto neste momento?”, indagou Ribeiro.

Em resposta ao deputado, Roma disse que o valor do auxílio emergencial é uma decisão do Estado brasileiro que envolve o Orçamento, o governo e o Congresso. Ele destacou que, no momento, o Executivo trabalha pela aprovação da PEC dos Precatórios como meio de garantir recursos extras e de viabilizar o Programa Auxílio Brasil. Segundo o ministro, a ideia é incluir no novo programa de distribuição de renda os 14,6 milhões de cadastrados no Bolsa Família e os 25 milhões que foram identificados como vulneráveis durante a pandemia de Covid-19.

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Segundo pesquisa do Datafolha, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), deve sofrer impeachment se desobedecer a Justiça. Pelo menos foi o que respondeu 76% dos brasileiros.

A pesquisa foi realizada em 190 cidades, com 3.667 eleitores, de 13 a 15 de setembro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos.

Regularização do título deve ser feita junto ao TRE-BA

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De acordo com informações do TRE-BA (Tribunal Regional Eleitoral) divulgadas esta semana, a Bahia tem mais de 1,5 milhão de títulos de eleitores cancelados. Os eleitores devem regularizar a situação no TRE que, devido à pandemia da Covid-19, está atendendo, preferencialmente, online.

O título de eleitor é cancelado quando a pessoa deixa de votar por três eleições consecutivas e também não justifica as ausências. O cancelamento do documento acarreta uma série de consequências negativas, mas essas punições estão suspensas justamente por causa da pandemia que vivemos.

Os títulos cancelados podem ser regularizados pelo Título Net. Quem não tiver acesso à internet, pode buscar o atendimento presencial feito por agendamento prévio no site do TRE-BA ou através do número (71) 3373-7000 ou pela atendente virtual Maia, que faz parte do Nave (Núcleo de Atendimento Virtual ao Eleitor).

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Em reunião realizada ontem (15.setembro), os partido de oposição PT, PSOL, PCdoB, PSB, PDT, Rede, PV, Cidadania e Solidariedade debateram a campanha #ForaBolsonaro e a defesa da democracia. O encontro marcou a comemoração do Dia Internacional de Democracia, celebrado nesta data.

Durante a reunião dos presidentes e dirigentes nacionais das siglas foi aprovada a unificação das forças partidárias presentes em torno das mobilizações nacionais que serão realizadas nos dias 2/10 e 15/11. A data de 2 de outubro já havido sido aprovada pelas frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo e irá marcar a primeira manifestação unificada dos partidos de oposição.

Além dos movimentos sociais, centrais sindicais e partidos de esquerda, as mobilizações também serão ampliadas com a presença de governadores, artistas e personalidades de vários setores da sociedade brasileira.

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Lu do Magalu foi a única brasileira citada na lista

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A empresária Luiza Helena Trajano Inácio Rodrigues, mais conhecida como “Lu do Magalu”, é a única brasileira que está na lista, divulgada nesta quarta, das 100 pessoas mais influentes do mundo em 2021, segundo a revista Time. Luiza é a atual presidente do conselho do Magazine Luiza.

Formada em Direito, a empresária começou a trabalhar na loja e passou por diversos departamentos antes de assumir a liderança em 1991. De lá para cá, ela revolucionou a modo de vender utilizando uma linguagem simples e eficaz.

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