Motorista alegou que não tinha documentação de origem nem autorização para transportar a carga de madeira

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Na tarde de ontem (24.maio), equipes da Companhia Independente de Polícia de Proteção Ambiental (CIPPA) apreenderam uma carga de madeira nativa transportada irregularmente. A abordagem aconteceu no Bairro Porto Alegre, em Porto Seguro, no extremo sul baiano.

O motorista do caminhão disse à polícia que não tinha nenhuma documentação de origem nem autorização do transporte dos 540m³ de madeira. Ele foi encaminhado à delegacia de Polícia Civil, onde assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e teve o veículo, juntamente com a carga, apreendidos.

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Durante décadas no Brasil o acesso à educação Superior era restrito às famílias denominadas nobres, ou seja, aquelas que tinham recursos financeiros para garantirem a seus herdeiros acesso e permanência no ensino superior, (quase sempre localizado nas capitais e grandes centros urbanos). Conforme Teixeira (1989), saímos de 24 escolas de ensino superior em 1900 para 375 em 1968. Já em 2020, conforme Censo da educação superior, foram registradas 2.456 instituições com um total de matriculas de 8.680.354 (INEP/MEC, 2022).

O avanço das matriculas na educação superior pública se deu entre os anos 2000 e 2010. Conforme Barros (2015), as matrículas mais que dobraram no período. Programas como Universidade Para Todos e Reuni possibilitaram a descentralização das IES para cidades do interior, diversificando os tipos de cursos e períodos de realização.

As camadas mais pobres da população brasileira, que até então não tinham recursos para o deslocamento e permanência em cidades distantes de suas origens e familiares e cuja grande parte, para sobreviver, necessitava trabalhar e ajudar nas despesas familiares, começava a vislumbrar a possibilidade de ingressar no ensino superior.

A democratização do acesso (cotas/reservas de vagas) às universidades públicas, somada ao processo de descentralização das instituições, trazendo-as para mais perto de seus locais de origens, contribuiu para que um significativo número de aluno(a)s das camadas populares ingressassem em uma universidade pública, apesar da maioria das matrículas ainda estarem na iniciativa privada.

Após duas décadas dessa política de ampliação de vagas e de democratização do acesso, originários da educação básica pública, negro(a)s, indígenas, quilombolas, pessoas com necessidades educativas especiais na educação superior passaram a integrar a paisagem das universidades públicas dando a sensação de que, finalmente, o ensino superior era de todos e para todos . Grande engano!

Além da garantia do acesso, era preciso se pensar urgentemente em políticas de permanência e de sucesso no ensino superior para esses grupos tradicionalmente excluídos desse nível da educação nacional. Mesmo sendo pública e gratuita, manter-se no ensino superior custa muito caro. Alimentação acesso a material da reprografia, deslocamento, roupa, sapato, material didático em geral, tudo isso tem um custo alto. Mal o(a)s estudantes das camadas mais vulneráveis economicamente da população brasileira adentram às instalações das universidades públicas e já percebem que não será uma trajetória fácil.

Conforme decreto 7.234/07/2010. “O Plano Nacional de Assistência Estudantil (Pnaes) apóia a permanência de estudantes de baixa renda matriculados em cursos de graduação presencial das instituições federais de ensino superior. O objetivo é viabilizar a igualdade de oportunidades entre todos os estudantes e contribuir para a melhoria do desempenho acadêmico, a partir de medidas que buscam combater situações de repetência e evasão”.

Com o sucateamento da educação superior em nível estadual e federal, “assistência à moradia estudantil, alimentação, transporte, à saúde, inclusão digital, cultura, esporte, creche e apoio pedagógico”, estão extintas ou minimizadas nas IES.

Dentre as dificuldades que enfrentam talvez as mais difíceis sejam a insegurança alimentar e o cansaço.

Com o retorno às aulas presenciais após dois longos e difíceis anos da pandemia de Covid-19 e durante uma das maiores crises econômicas que o país enfrentou nos últimos 27 anos, tem sido comum encontrar discentes que após vivenciarem perdas da família, doenças físicas e psicológicas chegam famintos à universidade e/ou, sem acesso á moradia próxima ao campus, que precisam se levantar ainda de madrugada para garantir o transporte de sua cidade, só retornam para lá quando a noite termina.

Como docente de uma instituição pública de ensino superior, percebo durante as aulas a dificuldade de concentração desse(a)s jovens, o esforço que fazem para esconder sua necessidade de se alimentar corretamente e a perda gradual de esperança em encontrar os recursos mínimos para estarem ali.

Nesse contexto, o mínimo que a universidade pública que se quer democrática precisaria garantir seria a manutenção de um autêntico restaurante universitário. Não estou falando de uma cantina terceirizada que recebe da instituição vouchers para subsidiar a alimentação para poucos estudantes. Estou falando de um restaurante mantido por recursos públicos com alimentação subsidiada para todos e todas da comunidade universitária. Um restaurante cuja a comida também refletisse a ciência que é produzida pela universidade, isto é, saudável,diversificada, balanceada e segura.

Sem esse mínimo a universidade pública está fadada a não conseguir cumprir os seus propósitos de permanência estudantil. Enquanto a luta pela satisfação das necessidades básicas estiver maior do que as condições para o estudo estarão nós, enquanto universidades, fracassando em produzir conhecimentos e emancipar a humanidade.

Em tempos de pós-pandemia e de crise econômica, pensar a segurança alimentar de nossa comunidade universitária tornou-se fundamental para manter nosso(a)s estudantes na universidade. E a fome não pode esperar!

É preciso que, enquanto coletivo, se faça algo agora! Pela imediata implantação do restaurante universitário já! Contra os valores absurdos que contribuem e fortalecem a exclusão.

Prof. Dr. Reginaldo de Souza Silva Departamento de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia – UESB/DFCH

*A análise do colunista não reflete, necessariamente, a opinião de Pauta.blog.br

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Uma novidade tecnológica já começa a oferecer resultados interessantes ao processo de modernização do Detran (Departamento Estadual de Trânsito) da Bahia. É o cartão de avaliação eletrônico que passou a ser utilizado durante as avaliações de exames práticos para a CNH (Carteira Nacional de Habilitação) e efetivado durante a programação do Maio Amarelo, movimento internacional pela redução de acidentes no trânsito.

A inovação utilizada pela banca examinadora em Salvador, através do desenvolvimento de um aplicativo e celulares com configuração especial, já reduz à metade o tempo de espera pelos resultados. A previsão é que nos próximos meses o serviço esteja disponível em todo o território baiano, progressivamente, tendo como critério de prioridade as cidades com o maior número de exames.

O novo sistema segue um fluxo totalmente virtual através da identificação facial substituindo a biometria digital. Desde o agendamento, passando pela avaliação e disponibilização do acesso à informação pelo candidato, o envio para o Renach (Registro Nacional de Condutores Habilitados), até a confecção da CNH.

É válido ressaltar que o acesso ao aplicativo só está disponível para os examinadores cadastrados ao Renach.

📷 Foto de Itailuan dos Anjos/Ascom Detran-BA

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José Costa Martins

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O vereador Ronaldão (PL) trouxe à Câmara um projeto para dar o nome do saudoso servidor público José Costa Martins, falecido em 2014, a uma praça no bairro Pontalzinho. A proposta já passou pelas Comissões Técnicas e deverá começar a ser votada na sessão desta 4ª feira (25.maio).

A praça em questão fica junto à casa onde esse itabunense morou durante 70 anos. Ele teria completado 97 no último mês de abril. “Vemos a importância das pessoas que realmente fazem o bem nesta terra, que colocam a semente do bem para colher o bem; e o senhor José Martins foi uma pessoa que só fez o bem. Ele foi um cidadão que deixou seu nome em toda a região”, declarou Ronaldão.

Vereador Ronaldão e familiares de José Costa Martins

Na reunião de ontem (24.maio), quando foi aprovado o parecer, estavam presentes quatro filhos do homenageado: o ex-secretário de Indústria e Comércio de Itabuna, José Humberto Ramos Martins; José Martins Filho; Maria Wanúsia e Maria Luciene Ramos Martins. Devidamente apreciada, a proposta seguiu para votação em plenário.

O filho José Humberto, num discurso emocionado, sublinhou a admiração eterna pelo saudoso pai. “Eu tive e tenho um pai exemplar; esta é uma homenagem justa e merecida, um reconhecimento em forma de acróstico, ele era um arauto do povo, tinha coragem e ousadia; era atencioso, carismático, tinha uma visão holística e leal”, descreveu – com voz embargada, mas firme.

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O PDT formalizou na noite de ontem (24.maio) a indicação do empresário Ângelo Dourado como vice na chapa do pré-candidato do União Brasil a governador, ACM Neto. O ato ocorreu no escritório político de Neto em Salvador e contou com a presença de prefeitos de diversos partidos da região de Irecê, onde reside o empresário pedetista, e do deputado estadual Luciano Simões (União), que apoia o nome de Dourado.

Por conta das atividades parlamentares em Brasília, o presidente estadual do PDT, deputado federal Félix Mendonça Júnior, que agendou a reunião entre Neto e Dourado, não pôde comparecer. O parlamentar lançou o nome do empresário durante visita a Irecê no dia 14 de maio. O PDT também já sugeriu para a vice do ex-prefeito da capital a vereadora de Lauro de Freitas Debora Régis, filiada à sigla.

Na reunião com Neto estiveram presentes, além do próprio Ângelo Dourado e de Luciano Simões, o líder do PDT na Câmara de Vereadores de Salvador, Emerson Penalva, e os prefeitos de Jussara, Tacinho Mendes (PP), de São Gabriel, Hipólito Rodrigues (PP), e de Canarana, Ezenivaldo Alves Dourado, mais conhecido como Zeni (PL), entre outras lideranças, a exemplo do ex-deputado federal José Carlos Araújo, pré-candidato pedetista a uma cadeira na Câmara em 2022 e pai da prefeita de Morro do Chapéu, Juliana Araújo, filiada ao mesmo partido.

“Acolhemos a sugestão do PDT. Hoje temos um bom problema, pois temos bons nomes, opções colocadas pelos partidos, para a composição da chapa. Ao longo dos próximos dias e até o prazo das convenções vamos analisar bem e escolher um nome (para a vice) que possa representar toda a Bahia. E é óbvio que a região de Irecê tem toda legitimidade para colocar um filho seu, no caso Ângelo, que é um jovem com potencial, um empresário e comunicador de sucesso”, afirmou ACM Neto.

O ex-prefeito de Salvador disse ainda que o nome de Ângelo Dourado será “considerado com todo respeito e carinho” nas avaliações que serão feitas para a definição do vice. “O importante é que todos nós estejamos unidos pensando no futuro da Bahia. E meu respeito ao PDT”, frisou.

Em sua fala, Ângelo Dourado, que pertence a uma tradicional família política de Irecê, agradeceu a confiança de Félix Mendonça Júnior e se colocou à disposição do PDT e de ACM Neto. “Acredito que o projeto de Neto é o melhor para a Bahia e Irecê estará bem representada nesse futuro governo, independentemente dessa definição da vice. Mas aceito essa indicação e estou pronto para assumir esse desafio”, declarou o empresário.

Professoras vão desenvolver atividades relacionadas ao ensino da Língua Inglesa por meio de cursos, palestras e oficinas

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A Uesc (Universidade Estadual de Santa Cruz) está recebendo duas professoras norte-americanas para um intercâmbio que deve durar até o mês de dezembro deste ano. Sarah Van Horn e Ana Almada Santos estão trabalhando no projeto “Identidades Interculturais na Formação Docente em Língua Inglesa na Uesc”, de autoria da professora Tatiany Pertel Sabaini Dalben.

As duas bolsistas estão atuando no Departamento de Letras e Artes (DLA) sob a supervisão da professora Luciana Audi. Elas pretendem desenvolver atividades relacionadas ao ensino da Língua Inglesa através de cursos de extensão, oficinas, palestras, participação e contribuição nas aulas tanto nos cursos de graduação quanto nas ações de extensão vinculadas ao projeto.

O reitor da Uesc, professor Alessandro Santana, elogiou a prática do intercâmbio ao classificar como essencial a modalidade para crescimento da instituição: “Qualquer universidade que queira produzir conhecimento e educar de maneira semelhante ao que se faz nas maiores universidades do mundo tem que ter um intercâmbio muito intenso. Atualmente, a nossa Universidade tem convênios com 37 instituições internacionais em 14 países recebendo e enviando alunos, pesquisadores e professores. O intercâmbio é uma dos caminhos eficientes para ampliação do volume e da qualidade do ensino e das pesquisas”.

Almir Melo Jr. e Moacir Smith Lima foram reprovados enquanto Aldo Rebouças (centro) foi o único com avaliação positiva superior à negativa

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O Pauta Blog realizou uma enquete para saber a opinião da população de Itabuna sobre a atuação de três secretários do time do prefeito Augusto Castro (PSD). Os avaliados foram o titular da secretaria de Infraestrutura e Urbanismo, Almir Melo Jr., o diretor da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania, Aldo Rebouças, e o secretário de Agricultura e Meio Ambiente, Moacir Smith Lima.

ALMIR MELO JR.
Almir foi o pior avaliado pelos leitores já que 71% o consideraram péssimo e apenas 29% disseram que ele é bom. Vale salientar que Almir já atuou como secretário da prefeitura de Salvador e chegou a Itabuna com status de “super secretário”, no entanto, até o momento, não mostrou a que veio. O povo está na bronca com a morosidade em melhorar a estrutura dos bairros, principalmente, da periferia. Sem falar que é difícil falar com esse rapaz! Será que ele acha que ainda trabalha na capital do estado?

ALDO REBOUÇAS
Já o empresário do ramo de eventos, produtor musical e diretor da FICC, Aldo Rebouças, foi considerado bom por 56% do público contra 44% que o consideram péssimo na função. Aldo é figura conhecida na cidade de Itabuna porque, antes mesmo de estar na prefeitura, organizava festas e é uma figura bastante carismática. O que não está “pegando bem” é o local que tem escolhido para realizar os festejos, né? Perturbar a paz alheia e impedir o sono dos outros não é justificável, além do mais para quem se tornou servidor municipal. O bom senso mandou lembranças!

MOACIR SMITH LIMA
O técnico agrícola Moacir Smith Lima tem experiência na área e assumiu a secretaria de Agricultura e Meio Ambiente com o objetivo de ter um olhar técnico da área. Mesmo assim, para os leitores do Pauta, o desempenho do secretário tem sido aquém do esperado e 68% dos votantes o consideram péssimo enquanto apenas 32% se mostraram favoráveis à gestão dele. Considerado boa gente, Smith é um dos mais fiéis ao prefeito e, talvez, o posicionamento o ajude a continuar na função por algum tempo.

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A realização de reparos em um hospital oftalmológico na Avenida Mário Padre, no bairro Góes Calmon, na tarde de hoje (24.maio), provocou o rompimento de uma rede do sistema de abastecimento de água da Emasa (Empresa Municipal de Águas e Saneamento). O fato provocou a interrupção do fornecimento de água para o Banco Raso, Conceição e áreas e bairros adjacentes.

Segundo informações, a direção da unidade de saúde não tinha conhecimento da existência da rede e, durante a realização dos serviços de construção, uma parte da rede acabou atingida. A rede que atende a parte baixa dos bairros da zona sul da cidade.

De acordo com o gerente de Distribuição de Águas da Emasa, Moisés Ferreira, o serviço de reparo já foi realizado. O abastecimento foi reiniciado de forma gradativa. “Acreditamos que até as primeiras da noite não só o Banco Raso, mais todo o entorno esteja com o fornecimento de água normalizado”, garante.

Pastor Orlando Oliveira Filho é suspeito de burlar a cota de gênero estabelecida pela Lei Eleitoral nas eleições de 2020

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O vereador de Vitória da Conquista, Pastor Orlando Oliveira Filho (PRTB), teve o mandato cassado pela Justiça Eleitoral em decisão publicada ontem (23.maio) por suspeita de envolvimento em candidaturas fantasmas. Segundo a Justiça, o edil teria acobertado as candidaturas de duas mulheres nas eleições de 2020 apenas para burlar a cota de gênero estabelecida pela Lei Eleitoral.

Na decisão, é dito que as candidatas não se portavam como tal além de não fazer propaganda eleitoral em próprio benefício, mas sim para conseguir votos para outros candidatos. Dessa forma, as duas não tinham interesse em manifestar as próprias candidaturas e, além disso, tinham vínculo conjugal com candidatos ao mesmo cargo.

O vereador ainda pode recorrer da decisão publicada ontem.

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Ex-gestor da cidade, Edivan Fernandes de Almeida foi multado em R$ 6 mil

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Na sessão realizada hoje (24.maio), os conselheiros do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA) decidiram rejeitar as contas da prefeitura do município de Monte Santo referentes ao ano de 2020. A responsabilidade é do ex-prefeito Edivan Fernandes de Almeida, conhecido como Vando, que foi multado em R$ 6 mil pelas irregularidades encontradas após análise dos relatórios técnicos.

De acordo com o TCM, houve abertura de créditos adicionais sem a indicação de recursos correspondentes e, por isso, houve a recomendação para que a Câmara Municipal rejeite as contas. Além disso, foi formulada uma representação ao Ministério Público Estadual contra o ex-gestor para que seja apurada a prática de ato ilícito, mas ainda cabe recurso das decisões.

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