A declaração de Rui põe fim às especulações sobre a chapa majoritária, ou seja, Angelo Coronel, do PSD, ficará de fora da equação

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Em entrevista ao canal TV Pirôpo, o ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa (PT), garantiu que será candidato ao senado na chapa formada por Jaques Wagner (PT), que disputará a reeleição no mesmo cargo, e pelo governador Jerônimo Rodrigues (PT). Rui também disse que deixará o ministério em março para se dedicar às Eleições de outubro.

A declaração de Rui põe fim às especulações sobre a chapa majoritária, ou seja, Angelo Coronel, do PSD, ficará de fora da equação e, agora, terá que buscar uma solução se quiser continuar ocupando o cargo de senador.

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Rui Costa encerra o assunto e oficializa a rifada de Angelo Coronel

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O ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa (PT), deixou as sutilezas de lado e mostrou, sem rodeios, quem está no controle do jogo. Em entrevista concedida em Maracás à TV Pirôpo, Rui confirmou os nomes escolhidos para disputar as Eleições de outubro. O ex-governador da Bahia será candidato ao Senado, Jaques Wagner (PT) disputará a reeleição ao mesmo cargo e Jerônimo Rodrigues (PT) também buscará ser reeleito para o Palácio de Ondina. A escalação pública e direta soou como ordem.

A chapa majoritária desenhada por Rui ajuda a entender a hierarquia interna do PT baiano. Jaques Wagner aparece no papel de escudeiro histórico enquanto Jerônimo Rodrigues surge como coadjuvante disciplinado, aquele que balança a cabeça, concorda e executa. O comando, sem dúvida, está nas mãos de Rui, que manda e desmanda sem precisar pedir licença.

Até então, o processo de fritura do senador Angelo Coronel (PSD) vinha acontecendo em banho-maria. Jaques Wagner chegou a convidá-lo para ser suplente em uma tentativa elegante de empurrá-lo para fora do centro do palco. Não funcionou. Coronel resistiu. Foi quando Rui Costa entrou em campo e decidiu encerrar o assunto.

Rui aplicou o que, no popular, se chama de dose homeopática, mas sem ironia. Nada de tratamento suave. A medicação foi forte e em dosagem elevada. O recado foi simples, direto e escancarado: Tchau, Coronel! O ministro oficializou a rifada do senador da chapa majoritária sem cerimônia.

Já o governador Jerônimo ainda tentou sustentar a narrativa de que o controle da montagem da chapa estaria sob sua responsabilidade. A entrevista de Rui, no entanto, desmontou essa versão em segundos. O cacique mostrou quem manda. Jerônimo, mais uma vez, limitou-se a concordar.

O PSD de Otto Alencar foi limado do projeto majoritário e, até agora, Otto assiste a tudo de braços cruzados. O máximo que fez foi oferecer a legenda para que Coronel dispute o Senado de forma avulsa, mas vem deixando a desejar quando o assunto é dar cobertura política a Coronel. O problema é que, no futuro, a mesma fórmula pode ser administrada diretamente no PSD.

A ganância petista não tem limites; enquanto isso, Otto Alencar segue inerte.

📷 Foto montagem com imagens Rui Costa, Jerônimo Rodrigues e Jaques Wagner/Divulgação; de Otto Alencar/Marcos Oliveira/Agência Senado; de Angelo Coronel/Waldemir Barreto/Agência Senado

Declaração foi dada ao jornalista Marcos Frahm e expõe desenho planejado há meses pelo PT

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O ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa (PT), disse ao jornalista Marcos Frahm, em Maracás, que será candidato ao Senado e confirmou que Jerônimo Rodrigues (PT) disputará a reeleição ao governo da Bahia. Com Jaques Wagner (PT) já anunciado na corrida pela recondução ao Senado, o petista fica completo e sem espaço para dúvidas.

Na prática, sobra pouco ou quase nada para Ângelo Coronel. O senador do PSD foi rifado sem cerimônia pelo trio Rui, Wagner e Jerônimo, que tratou de fechar a chapa majoritária antes mesmo do jogo começar, empurrando Coronel para fora do projeto. Wagner chegou a convidar Coronel para ser seu suplente, mas ele negou.

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A declaração ocorre no momento em que a chapa governista para as eleições de 2026 já está praticamente desenhada: Jerônimo na disputa pela reeleição e Rui e Wagner ocupando as duas vagas ao Senado

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Em entrevista à Rádio Metropole, ACM Neto (UB) afirmou que o Partido dos Trabalhadores não divide espaço político: “Eles querem tudo para eles”, resumiu, ao mirar diretamente o núcleo duro do PT baiano formado por Rui Costa, Jaques Wagner e o governador Jerônimo Rodrigues.

A declaração ocorre no momento em que a chapa governista para as eleições de 2026 já está praticamente desenhada: Jerônimo na disputa pela reeleição e Rui e Wagner ocupando as duas vagas ao Senado. Ambos já sinalizaram publicamente que pretendem concorrer.

O cenário deixa o senador Angelo Coronel (PSD) em posição desconfortável. Fora da composição principal, inclusive tendo sido convidado por Wagner para ser suplente, Coronel terá de decidir entre uma candidatura avulsa pelo PSD, uma ruptura com a base petista ou uma aproximação mais clara com o grupo liderado por ACM Neto.

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Senadores escolheram ficar em silêncio após ataque dos EUA contra Venezuela, mas líder do PSD se posicionou de forma favorável à postura de Donald Trump

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Os senadores baianos pelo PSD, Otto Alencar e Angelo Coronel, decidiram se calar diante da ofensiva dos Estados Unidos contra a Venezuela, que culminou na captura do presidente Nicolás Maduro. Diferentemente dos aliados do presidente Lula (PT), que acompanharam o posicionamento do petista e condenaram o ataque de Donald Trump, Otto e Coronel preferiram ficar de fora.

Já o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, usou as redes sociais para enfatizar a importância da postura dos EUA: ”É hora de aplaudir o fim da ditadura e saudar os novos tempos da Venezuela. E que, a partir de agora, prevaleça a democracia neste país, o que é fundamental para o equilíbrio político, social e econômico”.

Será que os senadores eleitos pela Bahia irão seguir o posicionamento de Kassab ou, em nome da parceria com o presidente Lula, também irão condenar Trump?

Nos bastidores, a movimentação é vista como uma “bomba-relógio” prestes a explodir

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O deputado estadual Ângelo Coronel Filho (PSD) afirmou que, caso o pai, o senador Angelo Coronel (PSD), deixe a base do governador Jerônimo Rodrigues (PT), ele e o irmão, o deputado federal Diego Coronel (PSD), também romperão com o governo para apoiar ACM Neto (UB).

Nos bastidores, a movimentação é vista como uma “bomba-relógio” prestes a explodir. A tensão gira em torno da formação da chapa governista para 2026: Se o senador não for contemplado com a vaga no Senado, o rompimento da família Coronel é dado como provável e pode provocar um abalo significativo na base aliada.

O senador já deixou claro que a única vaga que lhe interessa é a do Senado, ou seja, um verdadeiro abacaxi para Otto Alencar (líder do PSD na Bahia) descascar.

Objetivo do encontro foi alinhar ações que impulsionem o desenvolvimento da região

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O prefeito de Itajuípe e presidente do CDS (Consórcio de Desenvolvimento Sustentável do Litoral Sul), Léo da Capoeira (Avante), se reuniu com o senador Angelo Coronel (PSD) em Brasília. O objetivo do encontro foi alinhar ações que impulsionem o desenvolvimento da região.

“Seguimos firmes na integração institucional para ampliar oportunidades, fortalecer a economia local e entregar resultados ao território”, disse Léo.

Rui Costa disse que faria uma proposta ao senador Angelo Coronel baseada nos resultados das pesquisas de intenção de voto

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Uma pesquisa divulgada pelo Instituto Real Time Big Data apontou que os nomes dos petistas Rui Costa e Jaques Wagner lideram a corrida rumo ao Senado Federal. Rui, inclusive, aparece na dianteira.

Em um deles, Costa tem 26%, seguido por Marcio Marinho (Republicanos), com 17%, e o ministro do Tribunal de Contas da União, Aroldo Cedraz (sem partido), com 11%. Em outro cenário, Jaques Wagner (PT) aparece na frente com 27%, seguido de Rui Costa (23%) e João Roma (PL), com 10%.

Na semana passada, o ministro Rui Costa disse que faria uma proposta ao senador Angelo Coronel (PSD) baseada nos resultados das pesquisas de intenção de voto. O petista conversaria com o aliado no sentido de dar espaço para quem estivesse melhor posicionado nos levantamento, ou seja, dessa forma, Coronel ficaria de fora. Resta saber se ele vai aceitar!

Senador Angelo Coronel não aparece no vídeo de divulgação

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O lançamento do Tramo IV do sistema ferroviário que ligará Lapa a Campo Grande, anunciado ontem (9.junho) pelo governador do estado, Jerônimo Rodrigues (PT), provocou um pequeno ruído nos bastidores da política baiana. Nas redes sociais, o governo destacou o investimento de R$ 1,5 bilhão na nova etapa do projeto, que contará com dez novos trens.

Acontece que o vídeo de divulgação conta com imagens do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), do ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa (PT), e dos senadores Jaques Wagner (PT) e Otto Alencar (PSD). A ausência do senador Angelo Coronel (PSD), no entanto, chamou atenção.

Otto Alencar costuma dizer que “a política é feita de acenos”, então, talvez tenha ficado ainda mais nítida a ‘’janelada’’ no Coronel, que já deu indícios de que está insatisfeito com o posicionamento de alguns membros da base sobre as Eleições 2026.

Angelo Coronel criticou possível formação de chapa puro-sangue do PT em 2026, mas Wagner condenou comparação feita pelo correligionário

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O senador baiano Jaques Wagner (PT) criticou a fala do também senador Angelo Coronel (PSD) sobre a formação de uma chapa ”puro-sangue” nas Eleições de 2026. Wagner disse que a declaração do colega foi ”absolutamente infeliz” em entrevista concedida nesta sexta-feira (25.abril) a uma emissora de rádio.

Tudo começou quando Coronel foi questionado sobre uma possível chapa formada por dois componentes do PT mirando o governo do estado no próximo ano. O político – que tem dado indícios de uma possível ruptura com a base governista -, disse que consideraria essa decisão inadmissível: ”Antigamente, os alemães, os nazistas, Hitler queria sempre manter uma raça pura. Sem nenhuma conotação ao extremo passado, mas inadmissível o PT, de quatro, ele querer três. Isso é inadmissível. A política é aliança”.

Questionado hoje sobre o posicionamento do correligionário, Wagner foi enfático: ”Eu não sou de ficar batendo boca, eu acho que a comparação é absolutamente infeliz porque o nazismo, eu que sou judeu, foi responsável pela morte de cem milhões de judeus e de membros do exército da União Soviética e por aí vai. Foi um regime que matou, torturou e teve campo de concentração. Então, com todo carinho pelo senador Angelo Coronel, a comparação é absolutamente infeliz”.

📷 Reprodução Instagram

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