Nas imagens transmitidas ao vivo, é possível ver o momento em que o comunicador é empurrado pelo PM com um cassetete

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O repórter e apresentador da TV Bahia, Vanderson Nascimento, foi agredido por um policial militar durante a transmissão do tradicional Arrastão da Quarta-feira de Cinzas, em Salvador. Nas imagens transmitidas ao vivo, é possível ver o momento em que o comunicador é empurrado pelo PM com um cassetete.

Nas redes sociais, Vanderson se pronunciou e disse que, apesar do grande susto, está bem. O jornalista lamentou a situação e disse que recebeu uma ligação do comandante-geral da Polícia Militar da Bahia, que se desculpou pelo ocorrido. A emissora em que Vanderson trabalha também está adotando as devidas providências para que cenas assim não voltem a acontecer.

Em números absolutos, a Bahia lidera o ranking com 1.569 mortes

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Um levantamento realizado pelo G1, com base nos dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública, aponta que a quantidade de pessoas mortas pelas polícias cresceu em 17 estados brasileiros em 2025. Outros nove estados registraram queda e o Distrito Federal manteve os mesmos números de 2024.

O caso mais expressivo é Rondônia, com oito mortes em 2024 e 47 em 2025, o que representa um aumento de 488%. Em números absolutos, a Bahia lidera, com 1.569 mortes.

As mortes cometidas por policiais são contadas separadamente e, em 10 anos, houve um aumento de 170% nos casos. Em números brutos, Bahia (1.569 casos), São Paulo (835) e Rio de Janeiro (798) são os estados que registraram a maior quantidade de mortes cometidas por policiais em 2025.

Mesmo com um cenário tão caótico, o governador Jerônimo Rodrigues (PT) insiste em dizer que o estado é seguro e que a criminalidade é um problema que assola todo o país, e não somente a Bahia

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Na manhã desta terça-feira (3.fevereiro), mais um triste episódio de violência foi registrado no estado da Bahia. Na capital baiana, um policial militar foi baleado na cabeça enquanto estava dentro de uma viatura no Nordeste de Amaralina. Desde então, as forças de segurança ocuparam a área na tentativa de dar uma resposta aos criminosos.

Mesmo com um cenário tão caótico, o governador Jerônimo Rodrigues (PT) insiste em dizer que o estado é seguro e que a criminalidade é um problema que assola todo o país, e não somente a Bahia. Nesse sentido, o petista está certo porque a violência não é exclusividade do estado, no entanto, demais localidades apresentam índices menores de criminalidade porque a resposta é muito mais enérgica quando algo dessa natureza acontece.

Enquanto um agente de segurança está entubado no Hospital Geral dos Estado, integrantes do Comando Vermelho seguem ditando as regras dentro das comunidades e a população fica à mercê da bandidagem.

📷 Foto do colete: Reprodução Alô Juca

Crime aconteceu em 2011 quando a vítima foi asfixiada e teve o corpo carbonizado

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Um homem de 35 anos, foragido da Justiça há 14 anos pelo homicídio da própria genitora, foi preso no centro de Camacã. O crime ocorreu em dezembro de 2011, no município de Potiraguá, quando a vítima identificada como Emília Oliveira Souza foi asfixiada e teve o corpo carbonizado.

A prisão decorreu de investigações realizadas pela 21ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Itapetinga), que identificou o paradeiro do acusado, capturado por policiais civis da Delegacia Territorial (DT) de Camacã.

O investigado foi conduzido à unidade policial competente, onde foram adotadas as providências legais de praxe, permanecendo custodiado à disposição do Poder Judiciário.

É a segunda vez que Wellington ocupa o cargo de ministro da Justiça, pois já chefiou a pasta durante a gestão de Dilma Rousseff

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O advogado Wellington César Lima e Silva é o novo ministro da Justiça e Segurança Pública. Ele foi convidado para assumir o cargo durante encontro com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Palácio do Planalto. 

Wellington Silva atuava como advogado-geral da Petrobras. É a segunda vez que ocupa o cargo de ministro da Justiça, pois já chefiou a pasta durante a gestão de Dilma Rousseff (PT).

Ele também foi secretário especial para Assuntos Jurídicos da Presidência da República na atual gestão. Também já ocupou os cargos de procurador-geral da Justiça da Bahia e procurador-geral de Justiça adjunto para Assuntos Jurídicos.

No último dia 8, Ricardo Lewandowski entregou uma carta com o pedido de demissão ao presidente Lula. Magistrado aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF), ele havia assumido a pasta em fevereiro de 2024 e deixou o cargo com quase dois anos de gestão, justificando que questões pessoais e familiares o levaram a tomar a decisão.

📷 Ricardo Stuckert

Em dezembro do ano passado, 220 trabalhadores chineses foram encontrados em situação análoga à escravidão e vítimas de tráfico internacional de pessoas

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O Ministério Público do Trabalho (MPT) ingressou com uma ação civil pública na Justiça do Trabalho contra a montadora de automóveis Build Your Dreams (BYD) e as empreiteiras China JinJiang Construction Brazil Ltda. e Tonghe Equipamentos Inteligentes do Brasil Co. (atual Tecmonta Equipamentos Inteligentes Brasil Co. Ltda.), que prestavam serviços exclusivos para a BYD.

Em dezembro do ano passado, 220 trabalhadores chineses foram encontrados em situação análoga à escravidão e vítimas de tráfico internacional de pessoas. Eles foram contratados para construir a planta industrial da BYD no município de Camaçari, no estado da Bahia.

Todos os 220 trabalhadores entraram no país de forma irregular, com visto de trabalho para serviços especializados que não correspondiam às atividades efetivamente desenvolvidas na obra. No canteiro de obras da construção da planta industrial da BYD, os agentes públicos encontraram trabalhadores amontoados em alojamentos sem as mínimas condições de conforto e higiene, com presença de vigilância armada, retenção de passaportes, contratos de trabalho com cláusulas ilegais, jornadas exaustivas e sem descanso semanal.

O MPT pede a condenação da BYD e das outras duas empresas ao pagamento de R$ 257 milhões a título de danos morais coletivos, o pagamento de dano moral individual equivalente a 21 vezes o salário contratual, acrescido de um salário por dia a que o trabalhador foi submetido a condição análoga à de escravo, a quitação das verbas rescisórias devidas, além de cumprir as normas brasileiras de proteção ao trabalho e a não submeter trabalhadores a tráfico de pessoas e trabalho escravo. O órgão requer multa de R$ 50 mil para cada item descumprido, multiplicado pelo número de trabalhadores prejudicados.

A ação do MPT foi protocolada na 5ª Vara do Trabalho de Camaçari, após a negativa das empresas em firmar termo de ajuste de conduta.

📷 Divulgação MPT/BA

Operação tem como principal objetivo prevenir sinistros e reduzir a gravidade das ocorrências, especialmente aquelas que resultam em feridos graves e mortes

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizou a abertura oficial da Operação Rodovida 2025/2026 na Bahia. A ação marcou o início de um período de intensificação do policiamento e das atividades educativas nas rodovias federais, que se estende até após o Carnaval, época tradicionalmente marcada pelo aumento do fluxo de veículos e, consequentemente, pelo maior risco de sinistros de trânsito.

A Operação Rodovida tem como principal objetivo prevenir sinistros e reduzir a gravidade das ocorrências, especialmente aquelas que resultam em feridos graves e mortes. Para isso, a PRF atua de forma integrada, aliando fiscalização rigorosa a ações educativas que promovem a mudança de comportamento dos usuários das rodovias.

Entre as principais recomendações reforçadas durante a ação, estão planejar a viagem com antecedência, respeitar os limites de velocidade, não dirigir após o consumo de álcool, utilizar corretamente os dispositivos de segurança, manter distância segura dos demais veículos e realizar ultrapassagens apenas em locais permitidos e com segurança.

Ao longo de todo o período da Operação Rodovida, a PRF intensificará o policiamento ostensivo, as fiscalizações direcionadas e os comandos educativos em pontos estratégicos das rodovias federais baianas. A proposta é garantir mais segurança para quem vai viajar a trabalho, lazer ou visitar familiares, especialmente durante as festas de fim de ano, férias e Carnaval.

Para Alan Sanches, gestões de Wagner, Rui e Jerônimo têm em comum a falta de força no enfrentamento aos altos índices de violência

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O deputado estadual Alan Sanches (UB), vice-líder da oposição na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), avaliou que a ocorrência de casos extremos de violência, como a tortura e execução dos três técnicos de internet em Salvador por ordem de uma facção criminosa, expõem um problema sistemático na política de segurança pública adotada pelo Governo da Bahia.

“As facções transformaram bairros em verdadeiros feudos, sendo que cada facção quer controlar um feudo, ou seja, uma comunidade. O crime passou a dominar territórios, como se o Estado tivesse recuado. Isso não acontece por acaso, é resultado de uma política de segurança que falhou. De certo modo, esses casos continuam porque a criminalidade parece ter certeza da impunidade”, afirmou Sanches.

Alan Sanches ressaltou que o problema é estrutural e se agravou ao longo de quase duas décadas de governos do PT: “A Bahia se tornou o estado mais violento do Brasil, lidera em mortes violentas e concentra metade das dez cidades mais violentas do país. Isso não pode ser tratado como algo circunstancial. Infelizmente, hoje a Bahia tem a cultura do medo e da insegurança porque a violência não tem mais hora nem lugar”.

O deputado fez questão de reconhecer o esforço das forças de segurança, mas ressaltou que é preciso tirar o governador Jerônimo Rodrigues (PT) do poder: “Policiais civis e militares têm se desdobrado no enfrentamento diário ao crime e merecem respeito, mas não é justo colocar sobre eles toda a responsabilidade. Sem uma mudança profunda de concepção na política de segurança pública, o ciclo da violência e da impunidade continuará. A Bahia precisa romper com esse modelo que fracassou, mudar a forma de pensar e fazer esse enfrentamento. Em 2026, o estado terá a chance de virar essa página e apostar em uma gestão que enfrente o crime com seriedade, estratégia e resultados, e não apenas com discurso e narrativa”.

As diligências da PF buscam reunir provas sobre o uso irregular das verbas destinadas ao custeio de despesas do mandato

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A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (19.dezembro) uma operação para aprofundar investigações sobre um suposto esquema de desvio de recursos públicos oriundos da cota parlamentar. Os deputados federais Sóstenes Cavalcante (PL), líder do partido na Câmara, e Carlos Jordy (PL), estão entre os alvos de mandados de busca e apreensão.

Ao todo, policiais federais cumprem sete mandados, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), no Distrito Federal e no Rio de Janeiro. As diligências buscam reunir provas sobre o uso irregular das verbas destinadas ao custeio de despesas do mandato, como passagens aéreas, hospedagens, alimentação, manutenção de escritórios e contratação de serviços.

A cota parlamentar é um recurso público mensal disponibilizado a deputados e senadores para o exercício da atividade legislativa, além do salário.

Ação simultânea das operações reforça a atuação imparcial da Polícia Federal na repressão e combate a pessoas que, atendendo aos próprios interesses, se utilizam da temática de demandas legítimas dos povos originários para cometer crimes

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A primeira operação, denominada Sombras da Mata, é fruto de investigações do fato ocorrido no dia 28 de outubro, quando dois pequenos produtores rurais foram mortos a tiros em Itamaraju. Uma terceira pessoa foi gravemente ferida pelos atiradores que se autointitularam indígenas.

No dia dos fatos, três pessoas já tinham sido presas em flagrante, mas foram liberadas depois. No decorrer das investigações, além desses três envolvidos, foram identificados os supostos mandantes da invasão e os suspeitos que teriam efetuados os disparos fatais.

As diligências estão em andamento e, até o momento, uma pessoa foi presa e mais de 10 armas de fogo foram apreendidas.

A segunda operação, denominada Tekó Porã, é decorrente das investigações do ataque contra um grupo de indígenas da Aldeia KAI em 1º de outubro. Os indígenas estavam em uma propriedade rural no distrito de Cumuruxatiba, em Prado, quando dois deles foram feridos.

Nesta operação, estão sendo cumpridos dois mandados de busca e apreensão nas residências de supostos mandante e executores dos ataques com intuito de angariar maiores elementos para a investigação e demais pessoas que estejam envolvidas.

A ação simultânea das operações reforça a atuação imparcial da Polícia Federal na repressão e combate a pessoas que, atendendo aos próprios interesses, se utilizam da temática de demandas legítimas dos povos originários para o cometimento de crimes, o que fomenta e retroalimenta a violência dos conflitos fundiários.

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