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A declaração de Duda traz à tona o desconforto causado desde que o empresário Ditinho, de Santo Antônio de Jesus, declarou que também pretende ser candidato a deputado federal

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O vereador de Salvador, Duda Sanches (UB), confirmou que é pré-candidato a deputado federal, assumindo o legado político deixado pelo falecido pai e deputado estadual, Alan Sanches. Duda disse, que apesar de alguns aliados terem se virado contra a família após a morte de Alan, ele continuará assumindo o papel deixado pelo genitor, que, segundo ele, sempre sonhou em ser deputado federal.

A declaração de Duda traz à tona o desconforto causado desde que o empresário Ditinho, de Santo Antônio de Jesus, declarou que também pretende ser candidato a deputado federal. Ditinho, inclusive, disse que defende a colocação do nome de Duda para disputar uma vaga na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), e não na Câmara dos Deputados.

Acontece que, antes do falecimento de Alan, ele e Ditinho pretendiam fazer uma dobradinha, porém, após a morte do político, o cenário mudou e o empresário quer assumir a vaga de federal e deixar Duda Sanches na Alba. O filho, é claro, não concordou com a proposta e o caldo entornou.

Para Alan Sanches, gestões de Wagner, Rui e Jerônimo têm em comum a falta de força no enfrentamento aos altos índices de violência

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O deputado estadual Alan Sanches (UB), vice-líder da oposição na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), avaliou que a ocorrência de casos extremos de violência, como a tortura e execução dos três técnicos de internet em Salvador por ordem de uma facção criminosa, expõem um problema sistemático na política de segurança pública adotada pelo Governo da Bahia.

“As facções transformaram bairros em verdadeiros feudos, sendo que cada facção quer controlar um feudo, ou seja, uma comunidade. O crime passou a dominar territórios, como se o Estado tivesse recuado. Isso não acontece por acaso, é resultado de uma política de segurança que falhou. De certo modo, esses casos continuam porque a criminalidade parece ter certeza da impunidade”, afirmou Sanches.

Alan Sanches ressaltou que o problema é estrutural e se agravou ao longo de quase duas décadas de governos do PT: “A Bahia se tornou o estado mais violento do Brasil, lidera em mortes violentas e concentra metade das dez cidades mais violentas do país. Isso não pode ser tratado como algo circunstancial. Infelizmente, hoje a Bahia tem a cultura do medo e da insegurança porque a violência não tem mais hora nem lugar”.

O deputado fez questão de reconhecer o esforço das forças de segurança, mas ressaltou que é preciso tirar o governador Jerônimo Rodrigues (PT) do poder: “Policiais civis e militares têm se desdobrado no enfrentamento diário ao crime e merecem respeito, mas não é justo colocar sobre eles toda a responsabilidade. Sem uma mudança profunda de concepção na política de segurança pública, o ciclo da violência e da impunidade continuará. A Bahia precisa romper com esse modelo que fracassou, mudar a forma de pensar e fazer esse enfrentamento. Em 2026, o estado terá a chance de virar essa página e apostar em uma gestão que enfrente o crime com seriedade, estratégia e resultados, e não apenas com discurso e narrativa”.

Alan Sanches disse que não concordou com decisão

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O deputado estadual Alan Sanches (União Brasil), líder da bancada da oposição na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), classificou como absurda a decisão do governo estadual de tentar aprovar o projeto de lei que trata dos precatórios do Fundef em uma sessão extraordinária marcada para a noite de amanhã (24.agosto).

A convocação para a sessão está publicada na edição do Diário Oficial, mas Sanches afirma que não houve acordo para que isso acontecesse: “Querem votar os precatórios dos professores na calada da noite, mas, nós da oposição, não compactuamos com isso. Não fizemos nem faremos acordo. O dinheiro dos precatórios pertence aos professores com direito a juros e correção”.

Nessa mesma sessão, vai ser votada a possível aprovação para que o governo contraia um empréstimo no valor de R$ 400 milhões junto à Caixa Econômica Federal, mas o parlamentar disse que não concorda: “Mais uma vez, o governo quer votar, às pressas, a autorização de um empréstimo milionário que nem mesmo os governistas sabem onde será aplicado. Não houve discussão, nem informação detalhada do governo sobre a destinação dos recursos. É um verdadeiro cheque em branco”.

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"Vou votar contra, vou trabalhar contra", declara deputado sobre reajuste // 📷 Foto de Reprodução/Redes Sociais

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O deputado estadual Alan Sanches (União Brasil) se posicionou de forma contrária à proposta do governo estadual de reajustar o Planserv, que é o plano de saúde dos servidores estaduais. O reajuste médio será de 4% para quem ganha até R$ 10 mil e de 8% para quem tem remuneração superior.

Em um vídeo divulgado nas redes sociais, Sanches critica a decisão: “O Planserv é um plano do servidor e deve ser subsidiado pelo Governo do Estado, e não fazer dessa forma de colocar na conta do servidor pagar por tudo isso. Isso não está certo, vou votar contra, vou trabalhar contra”.

A alteração nos percentuais do plano de saúde dos servidores está no Projeto de Lei que deve ser votado na próxima 3ª feira (23.maio).

Grupo formado por cerca de 6 homens abordou deputado e o filho

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O deputado estadual Alan Sanches (União Brasil) utilizou as redes sociais para relatar que foi vítima de uma ação criminosa no final da tarde da última 6ª feira (20.janeiro) no bairro da Barra, em Salvador. O político disse que estava fazendo uma caminhada ao lado do filho quando a dupla foi abordada por um grupo de cerca de seis homens.

Segundo o deputado, tudo aconteceu muito rapidamente, mas, primeiro, um dos assaltantes arrancou a corrente que ele usava no pescoço. Logo depois, na tentativa do grupo levar o relógio e o celular dele, houve luta corporal e os bandidos fugiram, mas sem levar mais nada.

Ainda de acordo com o relato de Sanches, durante a confusão, ele caiu e acabou machucando um dos braços, mas ele e o filho passam bem. No relato, o deputado chamou a atenção de que não havia policiais na Barra no momento em que o assalto aconteceu e, em um período de férias, o policiamento precisa ser reforçado na localidade.

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