A iniciativa foi coordenada por Erivaldo Benevides, presidente da Associação Comercial e Empresarial de Itabuna (ACI) e responsável pelo escritório

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A força-tarefa realizada pelo Escritório Regional da JUCEB em Itabuna, durante o período do Carnaval, conseguiu fazer com que a fila de processos fosse totalmente zerada, restabelecendo a normalidade dos prazos de análise e deferimento. A iniciativa foi coordenada por Erivaldo Benevides, presidente da Associação Comercial e Empresarial de Itabuna (ACI) e responsável pelo escritório.

A ação foi adotada após o aumento significativo da demanda registrado nos meses de dezembro e janeiro, que impactou temporariamente o prazo médio de tramitação. Mesmo com a suspensão de atividades em diversos órgãos estaduais durante o Carnaval, o escritório de Itabuna manteve agenda diferenciada para dar celeridade às demandas acumuladas.

Como parte do esforço concentrado, foi registrado o seguinte desempenho: 163 processos deferidos; 72 processos em exigência e um total de 235 processos analisados.

Para dúvidas ou orientações, os usuários podem entrar em contato com a ACI pelo WhatsApp (73) 3613-1171.

Em entrevista ao Bahia Municípios, o político revelou o desejo de se tornar escritor

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O ex-vice-governador da Bahia e atual deputado federal, João Leão (PP), anunciou a aposentadoria da vida pública. Em entrevista ao Bahia Municípios, o político revelou o desejo de se tornar escritor.

João Leão tem mais de 30 anos de experiência política. Ao longo desse tempo, foi prefeito de Lauro de Freitas, vice-governador da Bahia por duas vezes e está cumprindo o sexto mandato como deputado federal.

Em discurso marcado por tom institucional e apelo à união entre os poderes, a gestora reafirmou compromisso com o desenvolvimento do município

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A prefeita de Uruçuca, Magnólia Barreto (UB), apresentou na Câmara de Vereadores o plano de governo para 2026, destacando ações estratégicas nas áreas de educação, saúde, infraestrutura, agricultura e turismo. Em discurso marcado por tom institucional e apelo à união entre os poderes, a gestora reafirmou compromisso com o desenvolvimento do município e anunciou novos projetos estruturantes.

Na educação, Magnólia enfatizou investimentos na melhoria da infraestrutura física e institucional das escolas, ampliação da capacitação de professores e servidores e fortalecimento do diálogo com a categoria. A prefeita destacou a expansão das ações pedagógicas e a consolidação de parcerias estratégicas voltadas para o desenvolvimento educacional.

Na saúde, a chefe do Executivo afirmou que a gestão seguirá fortalecendo a atenção básica, com foco em atendimento humanizado e ampliação dos serviços. Segundo ela, as unidades de saúde vêm sendo equipadas e estruturadas para garantir assistência 24 horas à população.

O desenvolvimento econômico também foi pauta central. A prefeita ressaltou ações voltadas para a agricultura, especialmente diante da defasagem no preço do cacau, que impacta diretamente produtores e a economia local. O objetivo, segundo Magnólia, é mitigar os efeitos da crise e fortalecer o setor produtivo.

No campo da infraestrutura e do turismo, foram anunciados projetos e obras como a construção de uma nova creche, manutenção constante de estradas vicinais, requalificação do Ferreirão e da Praça da Portelinha, além do projeto do Terminal Rodoviário de Serra Grande. Também estão previstas a construção de uma nova Unidade Básica de Saúde (UBS) em Serra Grande e a requalificação da Praça Gilberto Moura.

Um dos pontos de maior destaque foi a pavimentação asfáltica da BA-653, sonho aguardado há mais de 40 anos, que, segundo a prefeita, será viabilizado por meio da aproximação institucional com o Governo do Estado. A parceria já resultou no recebimento de equipamentos e ambulâncias para o município.

Durante a apresentação, Magnólia Barreto reforçou a importância da harmonia entre os poderes e da responsabilidade fiscal na execução das metas: “As diferenças fazem parte do processo democrático, mas o objetivo maior deve ser sempre o bem comum”.

A crise que ronda o Palácio de Ondina não é apenas de popularidade; é de autoridade, de coordenação e, sobretudo, de capacidade de gestão

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| Por Matheus Vital

Os fatos falam mais alto que o discurso e o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), parece viver esse momento. A crise que ronda o Palácio de Ondina não é apenas de popularidade; é de autoridade, de coordenação e, sobretudo, de capacidade de gestão.

Desde que o PT chegou ao poder na Bahia com Jaques Wagner, em 2006, o roteiro foi de vitórias consolidadas no 1º turno. Wagner repetiu o feito em 2010. Depois veio Rui Costa, que também venceu em 2014 e 2018 sem precisar de 2º turno.

Jerônimo, no entanto, rompeu essa sequência. Venceu ACM Neto (UB) apenas no 2º turno e por uma margem de 473 mil votos — a menor diferença desde o início do ciclo do PT, o que gerou um sinal de advertência.

SEM TRAÇÃO

O problema central é administrativo. Educação, segurança pública, saúde, infraestrutura e crise hídrica compõem um cardápio de dificuldades que desafiam qualquer gestor. Além disso, a ausência de uma agenda estruturante que simbolize eficiência impede que a gestão decole.

A principal vitrine de Jerônimo tem sido viajar: 370 municípios visitados, dos 417 existentes. Visitar é governar?

O contraste entre discurso e execução ganha peso quando se observam números do TCU: 926 das 1.770 obras com recursos federais já recebidos estão paralisadas na Bahia. Obra parada é promessa interrompida que corrói a confiança.

ALERTA DE DENTRO

O constrangimento veio de Lula (PT) ao afirmar que Jerônimo precisa ter “timing” para prometer e cumprir. O alerta é claro: Prometeu? Cumpra e entregue!

Mais contundente foi Wagner ao classificar a gestão como “mediana”. Em política, adjetivo é transparência. Lula teria avaliado substituir o nome de Jerônimo na chapa, visando preservar sua própria votação no estado. Wagner atuou para mantê-lo; assim, o episódio expõe fragilidade.

FÔLEGO OU FADIGA?

A Bahia é peça-chave para Lula. Historicamente, o estado garante margem robusta ao petismo. A questão agora é: Jerônimo terá tempo para reorganizar a base, acelerar entregas e construir uma virada? Sabe-se que o relógio político corre mais rápido que o administrativo.

Jerônimo terá fôlego e pulso? Caso contrário, poderá ser o mentor do fim dos 20 anos do PT em 2026.

Após receber vídeos da situação, Neto criticou o cenário da segurança pública no estado

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O vice-presidente nacional do União Brasil e pré-candidato a governador da Bahia, ACM Neto, comentou o tiroteio registrado na tarde deste sábado (21.fevereiro) no município de Xique-Xique, no oeste do estado. O episódio provocou correria, medo e tensão entre moradores.

De acordo com relatos, a troca de tiros entre policiais e suspeitos durou cerca de uma hora. Em nota, a Polícia Militar informou que um suspeito morreu durante o confronto. Os outros suspeitos envolvidos na situação fugiram do local.

Segundo a corporação, a ocorrência aconteceu durante reforço no patrulhamento na rua Conselheiro Quintino Bocaiúva após os agentes receberem informações sobre a presença de pessoas supostamente ligadas ao tráfico de drogas.

Após receber vídeos da situação, Neto criticou o cenário da segurança pública no estado: “Não existe mais dia, hora ou lugar de paz na Bahia. Só na cabeça do governador Jerônimo Rodrigues”.

O primeiro movimento mais consistente ocorreu quando a prefeita de Uruçuca, Magnólia Barreto (UB), mesmo integrando um partido de oposição ao governo estadual, iniciou um processo de aproximação institucional com o governador Jerônimo Rodrigues (PT)

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A pavimentação da estrada que liga Uruçuca a Serra Grande, com 37,50 quilômetros de extensão, começou a sair do campo das promessas e entrou na fase administrativa com a publicação do aviso de licitação no Diário Oficial do Estado da Bahia. O certame está marcado para o dia 16 de março.

A estrada sempre foi uma demanda histórica da região. O trecho é estratégico para o turismo, especialmente para Serra Grande, além de fundamental para o escoamento da produção agrícola e para a mobilidade entre o litoral e o interior. A precariedade da via, agravada em períodos de chuva, manteve a pressão popular e institucional por uma solução definitiva.

O primeiro movimento mais consistente ocorreu quando a prefeita de Uruçuca, Magnólia Barreto (UB), mesmo integrando um partido de oposição ao governo estadual, iniciou um processo de aproximação institucional com o governador Jerônimo Rodrigues (PT). A sinalização foi de que a pauta municipal teria prioridade sobre o embate partidário.

Nos bastidores, a articulação ganhou força com a atuação do deputado estadual Rosemberg Pinto (PT), líder do governo na Assembleia Legislativa. Ele passou a intermediar as conversas entre o município e o Executivo estadual, alinhando a demanda junto à Secretaria de Infraestrutura e acompanhando os trâmites técnicos necessários para que o projeto avançasse.

A iniciativa consolida um movimento político incomum no cenário polarizado da Bahia: Uma prefeita do União Brasil buscando diálogo direto com um governador do PT, com a mediação de um deputado governista, em torno de uma obra estruturante. O resultado, ao menos nesta etapa, foi transformar uma reivindicação histórica em procedimento formal de contratação.

A tensão começou após Reinaldinho ironizar o anúncio da chamada “chapa 4G”, apresentada pelo senador Jaques Wagner (PT) como composição do grupo governista para as eleições deste ano, classificando-a como “algo ultrapassado”

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O embate entre o ex-prefeito de Xique-Xique, Reinaldinho Braga, e o ex-ministro Geddel Vieira Lima, é apenas o que está por vir nas eleições de 2026. A tensão começou após Reinaldinho ironizar o anúncio da chamada “chapa 4G”, apresentada pelo senador Jaques Wagner (PT) como composição do grupo governista para as eleições deste ano, classificando-a como “algo ultrapassado”.

Filiado ao MDB, Reinaldinho atua como um dos coordenadores da pré-campanha de ACM Neto (UB) ao governo da Bahia. A reação foi imediata. Geddel, que é um dos presidentes de honra do partido, anunciou, por meio das redes sociais, que ingressará com pedido formal para expulsão do ex-prefeito.

>>ASSISTA AO VÍDEO:

A Mpox é uma doença causada por um vírus da mesma família da antiga varíola, transmitida, principalmente, pelo contato direto com a pele de uma pessoa infectada ou contato com secreções e compartilhamento de objetos pessoais

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A Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab) confirmou ontem (19.janeiro) que dois casos de Mpox foram diagnosticados no estado este ano. Um dos registros é de Vitória da Conquista e o outro de Salvador.

Ainda segundo a Sesab, no caso de Conquista, a paciente é uma mulher que não reside na cidade, mas deu entrada no Hospital Geral com os sintomas da doença. Ela permanece em isolamento e tem evoluído bem.

O outro paciente é um homem que mora em Osasco, no estado de São Paulo, mas foi atendido em uma unidade de saúde da capital baiana. Não há detalhes sobre o estado de saúde dele.

A Mpox é uma doença causada por um vírus da mesma família da antiga varíola. Trata-se de um vírus transmitido, principalmente, pelo contato direto com a pele de uma pessoa infectada, especialmente quando há feridas, mas também é possível contrair a doença em contato com secreções e compartilhamento de objetos pessoais.

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Para que ocorra a emissão de anuência do Iphan na etapa de Licença de Instalação, o empreendimento deve apresentar medidas de mitigação e compensação que serão adotadas para a proteção de bens culturais

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O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) na Bahia decidiu não fazer manifestação favorável à licença de instalação da ponte Salvador-Itaparica. O instituto analisa um relatório sobre os impactos da construção da ponte para as comunidades tradicionais, tema que vem sendo denunciado por moradores da ilha.

Para que ocorra a emissão de anuência do Iphan na etapa de Licença de Instalação, o empreendimento deve apresentar medidas de mitigação e compensação que serão adotadas para a proteção de bens culturais. O instituto aponta que o Relatório de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Imaterial, apresentado por empresa contratada pelo consórcio da ponte, é insuficiente para que o órgão dê aval para a licença.

O Iphan orienta que um novo relatório seja elaborado e que seja feita a análise de impactos em outros 12 municípios que não foram citados no documento inicial. O objetivo do Iphan é preservar comunidades tradicionais, manifestações populares e pessoas que podem sofrer os impactos da construção da ponte.

Um dos principais pontos levantados é a delimitação da área de influência da ponte. Enquanto o estudo de impacto ambiental, aprovado junto ao Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), reconhece uma área de 16 municípios, o relatório apresentado pelo consórcio restringiu a análise a cinco municípios (Salvador, Itaparica, Vera Cruz, Maragogipe e Jaguaripe). Para o Iphan, a redução do espaço analisado compromete a avaliação, pois impactos sobre o patrimônio imaterial não se restringem à proximidade física da obra, mas envolvem transformações na dinâmica urbana, na mobilidade regional, na valorização imobiliária, no turismo e no uso do território.

Geraldinho já se consolidou como o vice que mais vezes esteve à frente da pasta

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O vice-governador da Bahia, Geraldo Jr. (MDB), assumiu interinamente o cargo de chefe do Executivo estadual por causa da viagem de Jerônimo Rodrigues (PT) à Ásia para acompanhar o presidente Lula (PT). Geraldinho já se consolidou como o vice que mais vezes esteve à frente da pasta.

Nesta quinta-feira (19.fevereiro), Geraldinho posou ao lado do ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), durante visita a Seabra, onde a dupla visitou as obras da Barragem de Baraúnas. Com R$ 158,2 milhões em recursos do Novo PAC, a estrutura integra o Eixo Água para Todos e já foi 90% executada.

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