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Neto acredita que é incoerente manter filiados ao UB no governo sendo que postura da legenda será de oposição em 2026

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O vice-presidente nacional do União Brasil, ACM Neto, afirmou que a entrega dos três ministérios ocupados por indicação de seu partido no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve ser debatida internamente para formalizar a federação União Brasil-PP.

“Eu defenderei que nenhum membro ocupe cargos no governo Lula. Com o passar do tempo e com a aproximação da eleição de 2026, não faz sentido ocupar cargos no governo, tendo em vista que nós não estaremos na aliança do PT e da provável candidatura à reeleição do presidente Lula. Não faz sentido ocupar cargos no governo se o projeto político é oposto a esse”, afirmou o ex-prefeito de Salvador em entrevista ao Jornal O Globo.

Neto também salientou a importância de apoiar ou indicar um nome que possa competir, de igual para igual, com o atual presidente e, assim, impedir a reeleição do petista. Perguntado sobre o envolvimento de Jair Bolsonaro (PL) na construção de uma candidatura de oposição, ACM Neto reconheceu ser “inquestionável” o peso político do ex-presidente.

Nova federação conta com 109 deputados federais, 14 senadores, seis governadores, cerca de 1,4 mil prefeitos e mais de 12 mil vereadores em todo o país

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Durante o lançamento da federação entre o União Brasil e o PP, batizada de União Progressista, o vice-presidente nacional do União Brasil, ACM Neto, afirmou que a aliança nacional reforça o projeto político da oposição na Bahia. Neto sinalizou que já está em movimento, com viagens pelo interior previstas ao longo de 2025.

“Essa própria decisão da federação, ela contribui muito para fortalecer o nosso projeto na Bahia. Afinal de contas, dá uma musculatura grande, nos permite sair na largada com dois partidos de dimensão nacional e, é claro, a partir daí dialogar com outros partidos que possam se juntar numa aliança para 2026”, declarou o ex-prefeito de Salvador.

Segundo Neto, o momento ainda não é de anunciar candidaturas, mas de diálogo com a população: “Eu não me coloco ainda na condição de pré-candidato, eu acho que não é o momento, entretanto já comecei a rodar a Bahia. Na semana passada, iniciamos pela cidade de Ilhéus e vamos, agora, estender essa agenda ao longo de todo o ano de 2025 para conversar com os baianos, para falar de presente e de futuro, entretanto, respeitando o momento de tudo e das coisas”.

ACM Neto também demonstrou confiança na força da oposição na eleição de 2026: “Candidatura a gente vai tratar no ano que vem, mas eu acho que a oposição na Bahia vai chegar forte e em condições reais de enfrentar o PT que governa o nosso estado há quase 20 anos”.

A nova federação conta com 109 deputados federais, 14 senadores, seis governadores, cerca de 1,4 mil prefeitos e mais de 12 mil vereadores em todo o país. Na Bahia, União Brasil e PP somam 80 prefeitos e 789 vereadores.

De bermuda e descalço, ACM Neto recebe aliados na fazenda para conversa sobre 2026

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ACM Neto recebeu, descalço, de bermuda e camiseta, um grupo de aliados políticos na sua fazenda na Bahia, no último sábado de Páscoa. Entre os presentes, o prefeito de Santo Antônio de Jesus, Genival Deolino (PSDB), o deputado estadual Alan Sanches (UB) e o pré-candidato deputado estadual Ditinho Lemos, além do vereador Sinho Lemos (Podemos) e Rogério Gel.

O encontro foi descrito por Genival nas redes como momento de “diálogo e fortalecimento de parcerias”. Na região do Recôncavo, ACM Neto segue bem posicionado para 2026. A conferir.

''Tudo isso é resultado da omissão do próprio governo, que deixou as invasões crescerem até virar um conflito fora de controle”, disparou ACM Neto

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O ex-prefeito de Salvador e vice-presidente nacional do União Brasil, ACM Neto, criticou a condução do governador do estado, Jerônimo Rodrigues (PT), diante da escalada de conflitos entre indígenas e produtores rurais no extremo sul. Segundo Neto, o envio da Força Nacional à região é consequência direta da omissão do governo estadual.

“A situação no Extremo Sul chegou a um ponto tão grave que o Estado perdeu completamente o controle. Jerônimo teve que pedir socorro à Força Nacional. Tudo isso é resultado da omissão do próprio governo, que deixou as invasões crescerem até virar um conflito fora de controle”, afirmou ACM Neto.

A presença da Força Nacional foi autorizada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, com apoio do Ministério dos Povos Indígenas e do Movimento Unido dos Povos e Organizações Indígenas da Bahia (Mupoiba). A medida ocorre após o agravamento da tensão na região, marcada por disputas de terra e episódios de violência.

Para ACM Neto, o governo da Bahia falhou em prevenir a crise, permitindo que o problema tomasse proporções tão grandes a ponto de depender da intervenção federal: “Isso é reflexo de anos de descaso com a segurança no campo e falta de mediação efetiva por parte do Estado”.

Pancadinha dá sinais de que vai migrar para base de Jerônimo, mas Neto considera ato uma profunda ingratidão

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Um drone confessou a este Pauta Blog que o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (UB), está profundamente desapontado com a postura do deputado estadual Pancadinha (Solidariedade). Isso porque o parlamentar tem dado sinais de que vai migrar para a base do governador Jerônimo Rodrigues (PT).

ACM Neto considera que o deputado está sendo ingrato já que, nas eleições de 2024, ganhou total apoio do União Brasil para disputar a prefeitura de Itabuna. Acontece que, após a derrota gritante para o prefeito Augusto Castro (PSD), o deputado ficou sem rumo e só pensa em tentar se reeleger em 2026.

Parece que Pancadinha acredita que se aproximar da base de Jerônimo pode contribuir para a reeleição, mas Neto acha que ele tem uma dívida de gratidão com ele. Que coisa, hein?

Jonatas freia a ofensiva: após flertes com a oposição, vereador volta a sorrir ao lado de Belitardo e muda o tom

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O vereador Jonatas dos Santos (MDB), de Teixeira de Freitas, apertou o freio na tentativa de protagonizar oposição local. Após acenos a ACM Neto em fevereiro, em Salvador, Jonatas recuou.

Neste sábado, reapareceu ao lado do prefeito Marcelo Belitardo, com direito a sorrisos e afagos políticos: “Vim parabenizar o excelente trabalho que vem desempenhando em Teixeira de Freitas”.

Mais adiante, em tom conciliador, completou: “Juntos poderemos sanar e caminhar para uma Teixeira de Freitas mais próspera e desenvolvida”.

A ofensiva durou menos que o previsto e ACM Neto terá que providenciar um substito no União Brasil de Teixeira de Freitas.

Agora, Neto terá que repensar sua estratégia e encontrar novo nome para representar o União Brasil na cidade. Como já dizia Ulysses Guimarães, política é como nuvem: muda o tempo todo.

ACM Neto confirma ida a Ilhéus para cumprir agenda política

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O ex-prefeito de Salvador e vice-presidente nacional do União Brasil, ACM Neto, afirmou nesta terça (8.abril) que o partido pretende liderar o sentimento de mudança que, segundo ele, cresce entre os baianos.

Neto anunciou que até o final de maio dará início a uma série de viagens pelo interior do estado, começando pela região de Ilhéus, no sul da Bahia. O objetivo, segundo ele, é manter contato direto com a população, ouvir demandas e apresentar as ideias e projetos da legenda para o futuro da Bahia.

“O ano de 2025 vai ser um ano de articulação política, de conversa com os partidos, com as lideranças e prospecção e identificação de potenciais candidatos à Assembleia Legislativa e à Câmara dos Deputados, mas também um ano principalmente de muito diálogo direto com a população e um contato permanente com o cidadão baiano, levando essa mensagem de esperança para o futuro”, afirmou.

ACM Neto ressaltou que a legenda já vinha se preparando desde o ano passado para este novo ciclo político. “Nós começamos esse treino para disputar o campeonato. Essa pré-temporada foi iniciada ainda no ano passado, quando o União Brasil procurou dar o máximo possível de apoio e suporte aos seus candidatos a prefeito em todo o estado da Bahia”, disse.

Segundo ele, o partido saiu fortalecido do último pleito e hoje governa a maior quantidade de pessoas na Bahia, com vantagem “bem larga” sobre o PT, principal adversário no estado. “Eu sinto que no coração dos baianos o desejo é de mudança. Há um crescimento muito forte desse sentimento e a gente quer traduzir isso em ideias e projetos para o futuro da Bahia”, concluiu.

Pancadinha foi candidato a prefeito de Itabuna com apoio de ACM Neto, mas tem dado sinais de aproximação com base do governador Jerônimo Rodrigues

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Tudo indica que o deputado estadual Fabrício Pancadinha (Solidariedade) está pavimentando a estrada para caminhar ao lado do governador do estado, Jerônimo Rodrigues (PT), em 2026. As recentes reuniões do parlamentar com integrantes do governo estadual indicam que a aliança pode estar cada dia mais próxima.

O que chama a atenção é que, nas Eleições Municipais de 2024, Pancadinha candidatou-se a prefeito de Itabuna com o aval do ex-prefeito de Salvador e ex-candidato a governador, ACM Neto (UB). Inclusive, o deputado foi a razão da ruptura da aliança entre o mandachuva do União Brasil e o Capitão Azevedo.

Passadas as eleições, parece que o deputado ‘’acordou’’ e resolveu reagir, ou seja, dar um novo rumo em sua caminhada política mirando uma fusão com o governo do estado. O parlamentar já se reuniu algumas vezes com o presidente da Conder, José Trindade, e com o secretário de Relações Institucionais da Bahia, Adolpho Loyola, para discutir pautas ligadas a Itabuna.

Resta saber como ACM Neto e, principalmente, o eleitorado vai reagir a essa possível mudança de rota. Pancadinha pode estar tentando salvar a tentativa de reeleição, mas uma oscilação nesse sentido também pode significar uma grande derrota no pleito de 2026.

Pancadinha concorreu pela primeira vez pelo PCdoB; já em 2022, foi eleito deputado pelo Solidariedade

''O governador fica de manhã, de tarde e de noite fazendo política, não desceu do palanque até hoje'', disparou ACM Neto

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Em entrevista à Rádio Sociedade da Bahia nesta terça-feira (1º.abril), o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (UB), afirmou que o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), tem dedicado seu tempo, excessivamente, à articulação política em detrimento da gestão do Estado.

“Ele esquece completamente qual é o foco. O governador fica de manhã, de tarde e de noite fazendo política, não desceu do palanque até hoje. Ao invés de cuidar da educação, da saúde, da segurança, da geração de emprego e do enfrentamento à pobreza, ele gasta o tempo de forma absolutamente sem resultado”, afirmou ACM Neto.

Segundo o ex-prefeito, obras estruturantes na Bahia estão atrasadas, como a nova rodoviária de Salvador, cuja entrega deveria ter ocorrido há dois anos. Ele também mencionou a demora na execução de projetos prometidos durante a campanha: “O governador não senta na cadeira para despachar com os secretários, para estabelecer prioridades, para cobrar resultados e definir metas. Isso tudo é necessário para quem quer ser um bom gestor”.

''Quando eu assumi a prefeitura, tava aquele desastre, terra arrasada. Sabe o que é que me diziam? A prefeitura de Salvador é uma máquina de moer e triturar a reputação de políticos. Eu saí com 86% de aprovação'', disse ACM Neto em entrevista à rádio Itapoan FM

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O ex-prefeito de Salvador e vice-presidente nacional do União Brasil, ACM Neto, criticou diretamente a equipe do governador Jerônimo Rodrigues (PT), afirmando que o secretariado estadual é desorganizado e falta liderança na gestão petista. As declarações foram dadas durante entrevista à rádio Itapoan FM.

“Eu volto a dizer, gente, o secretariado de Jerônimo é fraco. Muita gente que não sabe pra onde toca a banda. A verdade é essa. E você ali com um governador que não se envolve, que não mergulha, que não cobra, que não coordena, não existe isso. O resultado quem paga é o povo”, disse Neto.

Ainda durante a entrevista, o ex-prefeito da capital baiana comparou a atual gestão estadual com sua experiência na prefeitura, destacando que assumiu a cidade em um cenário de crise, mas conseguiu reverter a situação com planejamento e liderança: “Eu como prefeito mostrei que dá pra ser diferente. Quando eu assumi a prefeitura, tava aquele desastre, terra arrasada. Sabe o que é que me diziam? A prefeitura de Salvador é uma máquina de moer e triturar a reputação de políticos. Eu saí com 86% de aprovação”.

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